História Reencontro ( Romance gay ) - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Disputas, Guerras, Idade Média, Reinos, Romance Lgbt, Traição
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Palavras 2.413
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei, e nesse capitulo apresentarei novos personagens e nossa vilã principal da história e aos poucos mostrarei sua pior face.

" tá, mas onde está o romance da história ? Quando nosso casalzinho vai começar realmente?"

Bem, vai demorar alguns poucos capitulos e brevimente (eu espero), os dois vão se encontrar.

P.s : Só escrevo por escrever, ainda nem pensei em um momento adequado para que isso aconteça, desculpa.

Enfim... Boa leitura.

Capítulo 2 - Capítulo 01 ( Corrigido)


Fanfic / Fanfiction Reencontro ( Romance gay ) - Capítulo 2 - Capítulo 01 ( Corrigido)

Eric havia conseguido a permisão do Rei de Coradelli de ficar em seu reino até que, de alguma forma, ele consiga ter novamente seu próprio reino, que foi tirado de si. Agora ele estava conhecendo seu novo lar temporario, junto ao principe herdeiro de Coradelli, passeavam entre os corredores do palácio. Já conhecera onde ficava os quartos, o salão de jantar, a sala do trono, o salão de bailes, a biblioteca e o mais importante para George, a cozinha.

- E por fim, temos os jardins - falou George com uma bandeja com alguns doces que tinha roubado da cozinha - Minhas irmãs e eu adoramos vir passear por aqui. - Disse engolindo um doce, e após, pois- se a suspirar.

- Por qual razão ? - Eric perguntou chamando a atenção do principe a sua frente. - É apenas um jardim, tem belas plantas, fica sobre cuidados especiais, mas são meras plantas...

- Foi aqui que minha irmã mais nova foi morta - ele o interrompe, dando uma resposta que o deixa envergonhado.

- Perdão! Eu não sabia.

- Não se preocupe, sei que não foi sua intensão. - falou voltando seu olhar aos jardins - Está vendo aquele cantero de rosas ? - Eric respondeu com um simples " aham " - Elas foram plantadas para que formassem o rosto dela. Irene passava o dia inteiro aqui, ela não tinha nenhuma preocupação, tão jovem, as vezes eu a invejava porque ela tinha tempo livre para fazer o que queria e eu não. Vantagens de ser uma criança.

- Sei bem como se sente, posso não ter tido minha irmã morta, mas eu a vi ser levada para longe de mim, meus pais foram mortos e ainda não consegui cumprir o meu papel com meu povo.

Por alguns instantes, um silencio formou-se entre os dois até que George o cortar-se totalmente.

- Nossa paz acabou - disse deixando o moreno a sua frente um pouco confuso, que respondeu com um " como assim ?" - a cozinheira nos achou e você não vai querer ficar ouvindo bronca dela, ela se irrita fácil, e a cara dela me diz que ela não está muito feliz.

- O que faremos então ?

- Correr é a melhor opção.

- Concordo. - Dito e feito, os dois pusseram-se a correr velozmente com uma baixinha ruiva enfurecida atraz deles...

Quando chegou próxima ao gigantesco castelo à sua frente, o dia já havia raiado, Amélia quase perdia o estomago na viagem, ficava enjoada com fácilidade e havia dado bastante trabalho aos marinheiros que a tinham como prisioneira. Agora voltando ao castelo, a enorme contrunção nada mais era do que o reflexo de uma enorme nação Imperial.

Ela, acompanhada por guardas, entrara dentro da grandiosa construção, subiram algumas escadarias, passaram por diversos corredores até finalmente chegarem na sala do trono, onde o Imperador já a esperava.

- Princesa Amélia - disse ele - é um prazer conhecer-la. Diga-me, sua viagem foi bem prazerosa ? Espero que não - completou dando um sorriso de canto.

- Pena não poder dizer o mesmo. - disse ela com desprejo - Enquanto a viagem, não tenho do que agradecer, fui tratada de forma que meu titulo de nobreza não deveria permitir. Sou uma princesa, aos menos deveria ter sido....

- BASTA! CHEGA! Não a trouxe de seu reino a toa, se eu quisesse sua morte princesa, eu mesmo teria ido acabar com sua família com minhas própriCarmelle..o v8

Sua majestade imperial tinha fama pelo seu temperamento explosivo. Hora era calmo e paciente, hora era a crueldade em forma de gente. 

- Pois bem, o que deseja de mim ? Disse Amélia retomando sua postura de dama. Mas estava com a língua eufórica para continuar com a discursão, só para ver onde isso iria acabar.

- Simples, mas quero que uma pessoa faça presença. E ali está essa pessoa.

A bela princesa virou-se para traz, vendo um belo jovem entrar no recinto. Ele tinha lindos cabelos cacheados em tom de mel claro e sobre eles, estava uma coroa dourada, sua pele era levimente marcada de sol, era um pouco mais alto que ela, e para completar a beleza de quem Amélia achava que era o principe de Bashet, e realmente estava certa, ele possuia lindos olhos na cor verde claro, o que o deixava mais lindo. Mas algo chamou a atenção da moça além da beleza do jovem principe, um outro jovem, aparetemente mais velho e vísivelmente  mais alto do que aquele que estava ao seu lado, este outro individuo, trazia o principe com os braços dados, como se fossem um casal, algo que a deixou espantada.

- Este é meu filho - disse o Imperador, descendo os degraus que levavam ao seu trono - ele e meus outros dois filhos são meus maiores tesouros e Henrique é o mais frágil dos três homens que minha falecida esposa me presenteou antes de sua morte. - disse por fim beijando a testa do filho e o levando para sentar-se no trono ao lado do trono do Imperador. - Infelizmente ele não pode ver desde seus sete anos, algo o aconteceu e nunca soubemos a causa de sua repentina cegeira, mas isso não quer dizer que ele não mereça forma uma família. E a senhorita foi escolhida para isso.

- Meu pai - o principe fala - não me diga que irá obrigar-la a casar-se comigo ?

- Irei sim, caso contrario, ela será morta e sua cabeça será posta em praça publica para que todos vejam.

Essas eram as atitudes do imperador Luccius, como o filho do meio, Henrique era o preferido. Thiago era o mais velho e tem 21 anos, esta casado e governando uma nação na Ásia, e de tempos em tempos, vem visitar o irmão deficiente. Everton, o mais novo, estava em treinamento, já que ele cuidaria do Imperio após a morte de seu pai, possue 17 anos, ele comunicar-se com o pai por meio de cartas, mesmo sendo principe, era submetido ao mesmo tratamento que os outros soldados em treinamento. Já com qualquer outra pessoa que não fosse de sua família, era frio, cruel e não tinha piedade, muitos morreram pelas suas próprias mãos apenas por olhares de desagrado com sua pessoa.

- Meu pai, essa condições - o principe tentava argumentar com o pai - creio que não iram agradar a princesa.

- Realmente - Amélia meteu-se na conversa.

- É apenas uma jovem tola, não sabe nada da vida - dizia Luccius - e foi para isso que ela foi criada. Treinada apenas para servir a vontades do marido.

- Mas... - Henrique até que tentou, mas seu pai era firme nas decissões.

- Mas nada! Aralto? - falou ele a homem que se encontrava conversando com os guardas, que respondeu com um simples " aqui estou " - Levem a princesa para a área de serviço do castelo, ela deve escolher uma serva e uma dama de compania, após, levem-na para o quarto ao lado do de Henrique. Mas caso ela comporte-se mal, levem-na para a torre leste - o homem curvou- se e reapondeu simplesmente " sim, majestade".

- E aqui estamos, a cozinha, meu local favorito - dizia a princesa Lonhany, a futura rainha de Coradelli - Está é a Carmelle, nossa cozinheira e a melhor dos cincos reinos próximos. - completou abraçando a mulher de lado.

-- Estive aqui mais cedo, com George, ele atacou a cozinha e a responsável pelos criados acabou mandando uma das cozinheiras nos pesseguir.

-- Deve ter sido Adelaide, ela é uma ruiva baixinha, faz tudo o que os outros mandam-na fazer.

E agora, voltando para Carmelle...

De fato, ela era boa não só na cozinha, mas em sim em tudo o que fazia, para Lonhany, ela era a pessoa que mais confiava, depois da mãe. Gentileza era a palavra que definia a cozinheira, quando ela começou a trabalhar no castelo, a princesa não gostava dela, fingia ser " uma amiga ", para simplesmente rouba todas as comidas possíveis da cozinha, mas com o passar do tempo, ambas se conheceram melhor e viraram boas amigas, amigas verdadeiras.

- E você deve ser o principe Eric, posso chamar-lo de você?- A cozinheira dizia a ele - Senhor iria deixar-lo parecendo tão velho, o que não é o caso.

- Claro - disse o principe soltando uma risada meiga para a morena com a idade um pouco avançada - Não me importo com tal formalidade.

- Otimo - comemorou ela, animada - assim será maiz fácil. Mas acho que deve está com fome, não que nada para rechear o estomago ? Digo por que o almoço ainda não esta pronto.

- Não obrigado, as costureiras já devem ter aprontado minhas vestis, devo está elegante para me por a mesa com a família real.

- Que pena - entristeseu-se a mulher - tenho certeza que você adoraria as minhas comidas deliciosas.

- Disso eu tenho certeza - disse a princesa atacando uma bandeja com alguns aperitivos - Isto está maravilhoso, eu espero que o almoço não demore muito - disse novamente, mas agora pondo um doce, de outra bandeja, na boca.

- Vamos ?- alertou o principe - ainda terei que banha, não quero me atrasar para meu primeiro dia oficialmente aqui no castelo.

- Vamos! Se eu continuar aqui vou engordar e nenhum pretendente vai querer se casar comigo.

Por fim, sairam da cozinha, levando algumas comidas dada pela cozinheira e foram para seus quartos, Eric ficaria de frente para os aposentos de Lonhany, o que contribuiria para sua amizade. Ao entrar no quarto, pode notar maiores detalhes, o criado mudo ao lado da cama, que possuia um fino tecido que serviria como uma tela que evitava com que mosquitos atrapalhassem o sono dos que ali repousariam. Uma varanda com vista para a vila dos plebeus que ficava em volta do castelo. Um belo lustre de critais amarelos fazia com que a luz que entravam por algumas janelas de vitrais próximas ao teto refletissem e iluminassem o quarto, além da presença de algumas tochas escondidas por uma especie de " casulho " que ficavam com as tochas dentro para evitar a propagação de fumaça e evitasse manchas nas paredes.

Sobre a cama, estavam algumas vestimentas já prontas, Eric chamou uma serva para lhe preparar um banho e após o trabalho feito, tomou seu merecido banho. Após, vestiu-se e logo fora chamado para o almoço que tanto almejava.

Gabriel agora fazia parte da guarda real do rei sem reino, já que Magnos havia sido parcialmente destruido e agora fazia parte de outra nação, estava junto aos guardas de Coradelli para a proteção de seu Rei, que conversava um timidamente com os que acolheram a si e a sua "comitiva ". Mesmo alerta, não conseguia para de admirar um jovem guarda, que tinha apróximadamente a mesma idade, 24 anos, olhos azuis, cabelo moreno e pele brozeada, uma barba rala, e um pouco mais alto que si. Olhava vez ou outra para o belo corpo que possuia, mas o soldado mostrava um olhar vazio, como se houvesse algo triste debaixo daquele lindo rosto.

Algo nele chamou a atenção de Gabriel, sendo ele um aventureiro que praticamente dormia todas as noites com damas e até homens diferentes. Sentiu-se desafiado por si mesmo a descobrir o que havia com o soldado que desconhecia.

Seus pensamentos, que não eram poucos e quase todos um pouco pervertidos, só sumiram de sua mente quando ouvira que Eric iria a capital de Baschet.

- Isso não seria basicamente suicídio ? - Perguntou o principe de Coradelle, George.

- Poder-se dizer que sim - reapondeu Eric - Mas não me importo, preciso encontrar minha irmã.

- Isso é nobre de sua parte... - Comentou o Rei - sua irmã não é a unica que precisa de sua ajuda.

- Meu marido está certo - a Rainha se pronunciava - Seu povo precisa que você lidere-os para retomar Magnos e posso garantir que outras nações também poderam apoiar-lo, nosso reino por exemplo - Completou.

- Agradeço o apoio. Espero que futuramente possa lhes pagar tudo o que me foi dado.

- Não há o que agradecer- disse o Rei - Mas agora mudando de assunto, soube que já está habituado ao castelo, até atacou duas vezes a cozinha, George e Lonhany já o conrromperam tão rápidamente ?

-- Papai ! - ambos falaram juntos, tirando uma risada de todos da mesa - Eu estava mostrando o castelo a ele, e apenas aproveitei para fazer um lanche e o nosso convidado só me acompanhou por educação - disse George, defendendo-se - E eu o encontrei perdido nos corredores depois que George o deixou largado sozinho e pedi para que ele me fizesse compania e aproveitei para apresentar-lo a Carmelle - completou Lonhany, sendo mais convicente que o irmão.

Após a cena preocupante, todos se acalmaram e continuaram comendo, enquanto que Gabriel admirava um soldado que havia dispertardo seu interesse se retirar para ser subtituido por outro mais velho. Ele então o segue até o outro perceber que estava sendo seguido.

- Algum problema ?- Ele perguntou calmamente

- Problema nenhum, só estou tentando conhecer melhor o castelo e os servos que vivem aqui. - falou firme nas palavras.

- Como posso chamar-lo ?- perguntou com um sorriso rosto.

- Gabriel, e você?

- Santiago.

Tudo estava de acordo com seu plano, o Imperador obrigaria o filho a se casar com a princesa do mais novo reino conquistado, ela estava na presença de seu " amado ", que agreditava ter o amor incondicional de Suellen, a mulher que em alguns dias teria como sua nova esposa.

- Tenho certeza que meu Imperador não vai se arrepender em tornar meus filhos em cavaleiros, em breve eles serão meu motivo de orgulho. - a mulher toda feliz falava. - E a capital estará mais segurando com dois cavaleiros como eles.

- Claro, duquesa Suellen - começara a falaro o Imperador - mas não mandei que a chamassem por tal coisa. A chamei para esperimentar seu vestido de casamento, não se preocupe, eu ainda não o vi e nem as costureiras me informaram como ele é, mas em você qualquer vestido ficaria otimo.

- Obrigada majestade - " velho babão ", pensou ela já com seu plano em mente. Retirou-se dalí e foi provar seu novo vestido, logo ela se tornará Imperatriz e poderá livrar-se de seu marido e de seu filho.


Notas Finais


Só percebi agora na edição do capitulo que eu repeti Henrique ir na cozinha duas vezes, então inventei algo para corrigir meu erro e no próximo vocês saberão a razão com mais informações.

Até a próxima.


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