História Reencontro - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Fluffy, Jimin, Reencontro, Romance
Visualizações 264
Palavras 2.912
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eii, então mais um capítulo, e relembrando o porquê de estar acontecendo " rápido",muita coisa para poucos capítulos, espero que gostem.
Boa leitura ♥️
Desculpe os erros

Capítulo 3 - Beijo.


Fanfic / Fanfiction Reencontro - Capítulo 3 - Beijo.

   Se passaram alguns minutos, papai e Jimin não haviam voltado. Todos já estavam em seus quartos. Eu ainda estava na sala, admirando os lindos desenhos que ganhei, mas, sem perceber meus olhos pesaram e me agarrei ao sono.

Perdi a noção do tempo, só senti meu rosto quente, e ao abrir meus olhos, meu melhor amigo estava a minha frente acariciando meu rosto, com um pequeno sorriso nos lábios carnudos.

- Achei que já estivesse dormindo – disse me ajudando a levantar.

- Estava esperando você e papai voltarem. – bocejei – Onde estavam?

- Logo após o jantar, seu pai queria conversar comigo, e quando todos estavam na sala, foi o melhor momento de sair e conversar com ele. – comprimiu levemente os lábios.

- Ooh, e o que conversaram? – perguntei indo em direção ao meu quarto.

- Colocamos os assuntos em dia! – riu de nervoso – Bom... Até amanhã, e não se esqueça que iremos voltar aos velhos tempos... – sorriu.

- O que faremos primeiro? – revelei minha curiosidade.

- Vamos ao lago das cascatas! – beijou minha testa – Agora vá dormir, seu dia foi cheio.

- Boa ideia! Boa noite. – o abracei – Mas, lembrando que eu ainda não sei nadar – ri.

- Como assim Yu? Não acredito! - Jimin começou a rir, o encarei séria e sua risada cessou – Tudo bem, eu te ensino, agora vá. Boa noite. – assenti rindo.

Adentrei ao meu quarto quase me beliscando, achei que estivesse sonhando. Ele havia voltado para ficar, nossa amizade e sentimentos a parte estavam como sempre, parecia que ele nunca tinha ido embora. Aos poucos a ficha foi caindo, e a cada minuto que passava, eu achava isso tudo uma loucura, algo que eu queria tanto aconteceu, e tão rápido.

Me despi e vesti minha camisola preta de seda, me aconcheguei aos cobertores e me agarrei novamente ao sono.

(...)

Acordei com leve sacudidas, tentei deixar o mau humor de lado, mas, alguém estava disposto a me irritar e me despertando quando o sono não podia estar melhor.

Abri meus olhos minimamente, disposta a ver quem era a pessoa posta a me sacudir, em poucos segundo minha irritação se esvaiu ao ver Jimin a minha frente pronto pra puxar meus cobertores, mas, antes abriu as cortinas, deixando o cômodo claro e arejado.

- Vamos Yu, acorda! – imitou uma voz grossa e autoritária.

- JIMIN! Só mais um pouco. – puxei os cobertores de volta.

- Prefere levantar por conta própria, ou a base de cosquinhas? Posso chamar Dona Ninhá também se preferir. – disse com um sorriso divertido no rosto.

- Uh... Não precisa já levantei. – me coloquei de pé rápido, indo trocar de roupa, num espaço reservado para isso.

- Foi o que pensei! – riu - Vou te esperar na cozinha. – assenti.

Me despi, logo colocando minhas peças de baixo e um vestido longo. Desci e encontrei Jimin na cozinha conversando com Ninhá.

- Bom dia Ninhá – beijei sua bochecha – Vamos? – perguntei a ele.

- Onde vão? – perguntou Ninhá com um enorme sorriso no rosto.

- Vamos no lago das cascatas. – respondeu jimin e ao mesmo tempo me puxou pra fora da cozinha.

Chegando ao estábulo, ele foi até o último cocheiro, e lá estava ele com o sorriso enorme ao reencontrar seu cavalo, o mesmo possuía um enorme amor por aquele cavalo, e quando teve que ir embora, cuidar dele, me fazia lembrar de bons momentos juntos.

- Nossa amigão, cuidaram bem de você! – disse acariciando o cavalo de pelagem marrom.

- Foi eu quem cuidei dele. – me aproximei.

- Sério? – perguntou surpreso – Nossa, ele está tão grande. Obrigado Yu! – agradeceu e sorriu largo.

- Por nada. – sorri e acariciei o cavalo, senti Jimin me fitar, porém, mantive meu olhar no animal.

- Vamos? – perguntou arrumando o meu cavalo e o dele. Assenti.

(...)

O lago das cascatas, não era longe, mas, gastava um bom tempo até chegar lá. Nós íamos devagar e conversando, assuntos aleatórios que nunca acabavam. Os papos foram cortados quando Jimin me deixou pra trás e começou a cavalgar rapidamente, me provocando por chegar primeiro, não fiquei para trás e comecei a cavalgar e consegui acompanha-lo.

Chegamos ao lago e amarramos os cavalos em uma árvore na sombra, Jimin rapidamente se despiu na maior tranquilidade e ficou apenas com roupa íntima e pulou no lago, sem dó nem piedade, a água com certeza estava bem gelada, mas, parece que ele não se importou. Parecia uma criança brincando na água, e gargalhei com a cena.

- Vem Yu! – chamou. Porém a vergonha tomou conta das minhas ações e da coloração do meu rosto – Tudo bem, vou me virar. – se virou e ficou de costas para mim.

Ainda relutante, tirei meu vestido ficando apenas de roupa íntima, e entrei ao lago, a água gelada em contato com meu corpo quente, fez com que um arrepio subisse por toda minha espinha. Nadei até Jimin e o assustei, fazendo-o dar um pulo dentro da água e quase um grito escapar de sua boca. Minha gargalhada tomou conta e seu semblante era uma falsa raiva, que se tornou em um lindo sorriso, junto com sua risada baixa.

Não tive tempo de pensar em nadar para longe, Jimin veio rápido em minha direção, tentei apenas me desviar, mas sem perceber acabei indo para a parte funda do lago, até o momento não havia problemas, mas, assim que não senti mais o fundo do lago deduzi estar na parte mais funda e mais temida por mim, me desesperei e antes de afundar vi Jimin vindo em minha direção, e após alguns segundos embaixo da água, senti os braços dele me puxando para cima. Me assustei por breves segundos e seu olhar não era diferente do meu, era desespero em ambos, mas o inesperado aconteceu, nossos rostos estavam a poucos centímetros de distância, sua respiração se misturou com a minha totalmente descompassada, seus olhos encontraram os meus. Meu corpo não reagia aos meus comandos, não conseguia desviar o olhar e muito menos me distanciar, no mesmo instante nos aproximamos mais, fechei os olhos sentindo a aproximação de Jimin me arrepiar e seus lábios roçarem os meus.

Meus braços foram de encontro ao seu pescoço e minhas mãos entrelaçam seus cabelos, inconscientemente a primeira atitude foi minha. Após meu ato imediato, senti os lábios de Jimin junto aos meus, seus lábios doces e gelados ao contato com meu, fez meu corpo se arrepiar ainda mais, seus braços que estavam segurando os meus, foram devagar até minha cintura, nos aproximando o máximo que der.

Quanto ao beijo, era a melhor sensação que eu poderia sentir, os lábios dele começaram a se movimentar e depois de alguns segundos Jimin pediu passagem e eu cedi imediatamente, nossas línguas se encaixavam e nosso ritmo era o mesmo, nossas línguas se acariciavam e explorava cada canto, o beijo era calmo, mas, ao mesmo tempo necessitado, algo que ambos esperavam e queriam a muito tempo, e a cada minuto que se passava, o beijo se aprofundava mais.

Mas, em nenhum momento o limite foi ultrapassado. Depois de um tempo, quando o ar foi preciso, nos separamos com alguns selares, porém, nossas testas estavam próximas e ambos tentavam acalmar a respiração.

- Esperei por isso a tanto tempo. – dissemos em uníssono, porém, a risada se fez presente.

Após o beijo o silêncio reinou e tanto eu quanto Jimin, estávamos talvez surpresos e a coloração das bochechas entregava a vergonha de ambos. Ao sairmos do lago, vestimos as roupas e pegamos os cavalos, mas, não subimos e sim os levamos pela corda. Um ato inesperado, Jimin pegou minha mão e entrelaçou nossos dedos, me arrancando um sorriso enorme.

“Quando estou do seu lado,

Tudo fica bem,

Mesmo quando nada,

Parece dar certo.

Mostre a mim,

Apenas a mim,

Que tudo faz sentido,

Quando estamos juntos”. – Mazini.

(...)

Chegamos ao estábulo, fomos alimentar e deixar os cavalos em seu lugar, Jimin não tirava o sorriso do rosto e não soltou minha mão em nenhum momento, e eu estava gostando desse comportamento.

- Lembra quando Ninhá não deixava a gente ir no lago, então a gente foi escondido? – me perguntou rindo.

- Lembro, ela achou que a gente tinha fugido. – respondi rindo ainda mais.

- Coitada, ela ficou desesperada.

Estávamos rindo e quando abri a porta da frente do Castelo, papai apareceu nos assustando, seu olhar foi em minha mão e de Jimin entrelaçada, e seu sorriso apareceu.

- Onde estavam? – perguntou sereno.

- Fomos ao lago papai. – respondi olhando minha roupa molhada.

- Tudo bem, suba e se troque, o rei e o príncipe de Asllande, querem conversar com você de novo. – disse com um semblante de tédio.

- Mas, papai, eu já disse a eles que recuso a proposta. – minha animação se esvaiu em segundos.

- Eu sei minha filha, já disse a eles que eu também recuso esse tipo de aliança, mas, eles querem conversar com você. – insistiu.

- Tudo bem, já dei minha resposta, não importa o que eles falem a resposta será a mesma. – disse convicta, e Jimin estava confuso com o assunto.

Subimos as escadas e fomos em direção aos quartos.

- O que o príncipe de Asllande quer com você Yu? – perguntou com a voz séria, aparentemente com ciúmes.

- Eles vieram aqui, a alguns meses querendo alianças com nosso reino, por meio do casamento, eu teria que casar com o príncipe Alex, mas, desde o começo recusei todas as propostas que eles faziam. - Jimin por incrível que pareça, parece ter gostado que eu negasse o pedido.

- Foi bom você não ter aceitado, o príncipe não é uma pessoa boa, pena que não é igual ao pai.

- Como sabe? Você o conhece? – indaguei curiosa.

- Papai trabalhou em Asllande por um tempo, e o príncipe não gostou muito de mim. – sorriu fraco – Por isso papai não continuou lá.

- O que ele fez com você? – o tom saiu mais preocupado do que eu queria

- Ele perdeu o precioso cavalo do pai, e colocou a culpa em mim. Ele o pegou escondido e voltou sem ele. – sorriu novamente – Mas ninguém acreditou nele. – dessa vez Jimin gargalhou alto.

- Imagino a cara de tédio dele, quando ninguém acreditou. – gargalhei – Quando criança, ele já veio aqui algumas vezes, eu me trancava no quarto pra não brincar com ele. – dessa vez Jimin riu tanto a ponto de colocar a mão na barriga e procurar fôlego

- Tá explicado por… - interromperam-no.

- JIMIN ! - Ninhá o chamou da cozinha.

- Vou ver o que ninhá quer, já volto. – disse ele.

- Tudo bem, vou me arrumar para conversar com Alex e o rei. – fiz cara de tédio e Jimin riu se aproximando e roubando um beijo, tentei lhe dar um tapa, mas, ele foi mais rápido e correu corredor a fora – Jimin! – o repreendi e só escutei sua risada vindo do final do corredor.

Entrei no meu quarto e fui rapidamente ao cubículo, tomei um rápido banho e fui até o quarto me vestir. Ninhá já tinha vindo aqui, e arrumou minha roupa deixando a em cima da cama, terminei de me arrumar e fui até a sala de estar, onde se encontrava papai, príncipe Alex e o rei de Asllande, entrei ao cômodo e os cumprimentei com uma reverência.

- Olá Min Yura, como vai? – o rei se pronunciou sereno como sempre.

- Olá senhor Asllande, estou bem. – Meu sorriso foi o mais falso que tive.

- Desculpe vir sem avisar e de novo, mas, queríamos fazer novamente a proposta de aliança - Asllande tomou um semblante sério.

- Com essa aliança ambos reinos teriam um grande aumento, nas mercadorias e economicamente também, nosso casamento uniria mercados e finanças. – disse Alex.

- Papai e eu não gostamos e não apoiamos casamentos com segundas intenções. Casamento não é apenas união de bens e sim de sentimentos, portanto, me desculpem, mas, recuso essa aliança. – o sorriso do príncipe se desfez em segundos.

- Tudo bem, ainda estamos a procura. – o rei se pronunciou com seu sorriso, novamente sereno ele já havia aceitado minha resposta. Mas, minha leve impressão é que o príncipe Alex continua a insistir, e realmente ele não estava nem um pouco contente. – Então senhor Min, me mostre seus novos artigos. – o rei mudou seu olhar para papai e começaram a conversar.

- Se me dão licença, vou me retirar. – reverenciei e sai da sala.

Fui em direção a cozinha procurar por Jimin, mas, quando passo ao lado da escada, braços fortes me puxam para o canto e nossos corpos se encontram, me assustei porém, assim que olhei para seu rosto relaxei, Jimin sorriu e colou nossos lábios. O beijo não era o mesmo de mais cedo, era algo mais quente e seguro, totalmente necessitado, não demorei a entrelaçar meus braços em seu pescoço, e aproximar mais nossos corpos. Jimin sorriu entre o beijo, parecia uma criança quando ganha presente.

Seus braços envolta de minha cintura, me fazia sentir protegida, sentimento estranho, porém, totalmente novo e bom. Jimin em si era o homem perfeito, e sentir seus lábios nos meus, era a melhor sensação que eu poderia ter. Sua língua acariciava a minha, e nossas bocas se encaixaram novamente, algo que torna o beijo ainda melhor, algo difícil de ser quebrado, não conseguia e não queria me separar, porém teve que ser feito pela imensa falta de ar de ambos. Com pequenos selares, ele quebrou o beijo carinhosamente, colando nossas testas e tentando regular sua respiração, deixando seu lindo sorriso escapar, trazendo junto meu sorriso e minhas bochechas coradas. Senti minhas bochechas esquentarem e logo as escondi no pescoço de Jimin, o abraçando. Park apenas riu de minha vergonha.

- Ainda tímida? – perguntou me apertando mais, assenti sem tirar meu rosto da curvatura de seu pescoço. – Você me surpreende mais a cada dia. – disse bobo.

- Seu beijo é bom! – disse rapidamente, e só me dei conta do que falei depois que ouvi sua risada.

Jimin se afastou, o bastante para me fitar, mas, novamente tornou a me beijar e eu não recusaria, porém, o beijo começou a esquentar rápido demais, nossas línguas não se encaixaram dessa vez, travaram uma batalha por espaço, fazendo-as passar por cada canto de nossas bocas, sentindo o gosto um do outro.

Mas passos vindo em nossa direção, me fez sair do encanto e me afastar rapidamente de Jimin, com a respiração acelerada e descompassada, limpei rapidamente os cantos da boca, tentando retocar o batom borrado e desamarrotando o vestido. Após os passos sumirem da minha audição, proferi leves tapas em seu peito, descontando meu susto por quase sermos pegos.

- Jimin, aqui não! – disse tentando passar uma expressão nervosa, mas, o que consegui foram as risadas do Park. – Alguém pode nos ver, e se fosse papai, não quero nem pensar…

- Acho que tenho mais medo da Dona Ninhá, do que de seu pai. – gargalhou – Mas, respondendo seu comentário anterior. – disse se aproximando – Seu beijo também é bom.

Com apenas aquelas palavras, me encantei novamente, e quando percebi, já estava novamente nos braços de Jimin. Estávamos recuperando o tempo perdido, no qual parecia não ter fim. O desejo e a saudade se misturaram com o amor, nos fazendo ficar necessitado um do outro, algo que nunca tive experiência, sabia apenas por meio dos livros, e ao ter esses sentimentos, percebi que as sensações são ainda melhores.

Jimin logo cessou o beijo com pequenos selares, que não foram proferidos em meus lábios, e sim por meu rosto todo, arrancando sinceras risadas de minha boca, onde não conseguia conter minha felicidade. Mas, quando menos esperava, escutamos uma voz perto o bastante para que reconhecermos.

- Agora vejo o porquê de não ter aceitado minha proposta, princesa Yura, como acha que seu pai reagiria ao saber que sua amada filha fica aos beijos com... – Olhou o Jimin com desdém e continuou – Com o filho de um servo? – disse o príncipe Alex, seu rosto carregava um semblante sombrio.

- Desculpe, mas, isso não lhe interessa, talvez não conheça papai o suficiente... – respondi me pondo a frente de Jimin, que entrelaçou seus dedos aos meus, abaixo da cintura a poucos centímetros atrás de mim.

- Pensei que fosse inteligente princesa, que pensasse em seu povo e suas economias. – disse tendo uma postura alinhada e suas mãos atrás de seu corpo – Quais seriam seus benefícios com ele? – apontou para Jimin – Eu lhe daria do bom e do melhor, lhe traria as joias mais belas de toda Asllande.

- Desculpe a arrogância, mas, talvez seja por isso que não conseguiu uma esposa, por meio do amor, então teve de procurar alianças. – respondi o deixando perplexo e furioso.

Me retirei, ficando o mais longe do mesmo e puxando Jimin até o corredor dos aposentos. Ele estava com um sorriso satisfeito e parecia feliz por minha resposta. Porém, ali bem à sua frente me pus a pensar no quão tenho que agradecer, por ter uma pessoa ao meu lado, que eu amo e que sinto que esse amor é totalmente recíproco, após conhecer a verdadeira face do príncipe, o único sentimento que tive sobre ele foi pena, por não ter tido a mesma sorte que eu, por ter um amor ao seu lado, que te corresponde totalmente. E apreciando o homem a minha frente, tive a certeza de que nunca me separaria dele.

“O sentimento é forte, mesmo com a distância que existia entre nós, jamais se desgastou, pois pertencemos um ao outro, juntos em um só coração”


Notas Finais


Espero que tenham gostado, e deixem suas críticas construtivas se tiver. Obrigado por ler, até a próxima 😘
Sexta tem mais!


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