História Reencontros inesperados e indesejáveis. - Capítulo 1


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Categorias Neymar
Personagens Neymar, Personagens Originais
Tags Esporte, Reencontros
Visualizações 96
Palavras 1.831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, tudo bem com vocês (futuro leitores)? Espero que sim!
Está é a minha primeira história aqui no site e espero do fundo do meu 'core' que vocês gostem e interajam comigo pelos comentários. Digam sempre o que estão achando e o que (acham) que irá ou o que deve acontecer nos próximos capítulos e no desenrolar desta historia, vai que eu acato algumas ideias?
Não pretendo escrever uma Fanfic longa e com muitos capítulos, mas se estiverem gostando do desenrolar, posso escrever (ou pelos menos tentar) uma segunda temporada.
Agora vamos lá para o primeiro capitulo...

Capítulo 1 - C.1: Conheço essa voz!


Ser acordada as 2:30h da manhã já é ruim, pior ainda quando é com o seu celular tocando. Pois é, 2:30h da manhã e eu acordei com o meu celular tocando. 

O nome piscando no visor dizia que era a Carolina, mas assim que atendi pude ouvir a voz de outra pessoa, o cara que ela está saindo. Ele pediu para que eu fosse busca-la, pois, segundo ele, ela está mais alegre que o normal e falando com todo mundo do lugar. 

Se eu fiquei preocupada com a minha melhor amiga? Claro que fiquei! Carolina Mendes, minha melhor amiga, é uma pessoa bem controlada, que raramente bebe mais do que aguenta ou fica mais alegre que o normal, ela também é uma pessoa muito reservada e fala apenas com quem conhece ou com quem vai falar com ela. 

Em questão de segundos, eu já tinha levantado e estava dentro do meu closet procurando algo para vestir. Não perdi muito tempo dentro daquele espaço, pois precisava logo ver o que estava acontecendo. Acabei pegando o primeiro look que veio na minha cabeça e enquanto vestia, segui para o banheiro para escovar meus dentes. 

Depois de escovar meus dentes, terminar de colocar a roupa e pegar minha bolsa, calcei o primeiro par de salto que vi na minha frente e sai do meu apartamento em direção ao estacionamento do meu prédio na mesma velocidade da luz.  

Sai do estacionamento com meu carro, uma SW4 que chama a atenção por onde passa, e a minha vontade era acelerar e ignorar todos os sinais fechados, mas isso foi impossível já que agora são 2:50 da madrugada de uma sexta para o sábado, e não de um domingo para a segunda, ou seja, as ruas estão lotadas. Ainda bem que o lugar que ela está não fica muito distante da minha casa. 

Parei em um sinal e este demorou mais o normal para abrir. Já estava parada ali há uns 5 minutos e nada de ficar verde, a impaciência já estava tomando conta do meu corpo e depois de reclamar muito para mim mesma, finalmente ele abriu me fazendo acelerar. 

Em questão de 3 minutos, cheguei ao lugar que antes frequentava todos os fins de semana com meus amigos do colegial. 

Ainda dentro do carro, pude notar que tinham muitas pessoas querendo entrar, mas isso não seria um problema pra mim, pois ser uma pessoa pública e conhecer o dono do estabelecimento tem lá as suas vantagens. 

Estacionei meu carro do outro lado da avenida e segui até a entrada da balada. Muitas pessoas me reconheceram e pediram fotos, causando um certo alvoroço na fila, mas nada muito grande. 

Quando finalmente consegui chegar na porta, encontrei logo de cara o dono e os seguranças do estabelecimento que faziam vistas grossas com o número de pessoas que entravam e saiam, pois, como o lugar não é muito grande, não tem capacidade para a quantidade de pessoas que queriam entrar. Que só pra constar, é muito mais do que estou acostumada a ver por aqui. 

- Luana, quanto tempo! – o Jorge, dono do local, disse sorridente e me abraçando 
- Pois é, já faz um tempinho que não venho aqui curtir umas boas noitadas – disse sorrindo e retribuindo o seu abraço 
- Entra, hoje isso aqui está um verdadeiro caos – ele disse me dando espaço para passar 
- Uma pena que não vou demorar muito – disse e ele me olhou confuso 
- A Carolina também está aí – disse como se isso fosse me fazer ficar mais 
- Eu sei, e só vim pegar ela que está um pouco alterada - expliquei 
- Ué, eu vi a Carol quase agora e ela não me parece alterada, está muito bem por sinal - disse confuso e eu fiquei mais confusa ainda 
- Melhor eu ir averiguar essa história que chegou aos meus ouvidos – disse 
- Melhor ir mesmo – concordou colocando uma pulseira verde, escrito "camarote" no meu pulso - Venha mais vezes, será muito bem-vinda – disse sorrindo e eu agradeci pelo convite. 

Eu nem me apresentei para vocês que irão acompanhar a minha vida a partir de agora né? Então, enquanto eu procuro a minha melhor amiga neste lugar, vou me apresentar com um texto sobre mim. Nos falamos de novo quando eu encontrar a dona Carolina Jones Mendes. 

"Eu me chamo Luana Fonseca Thompson, mais conhecida como 'Luana Thompson' ou apenas “Lua” ou “Lu”, para os mais íntimos. Tenho 24 anos e desde os 18 sou modelo internacional. Nasci no Rio de Janeiro, no meio de uma viagem que meus pais fizeram para visitar os meus avós maternos, mas cresci e moro desde sempre aqui em São Paulo. 

Meu pai é nova-iorquino e se chama Alan Thompson. Assim como a minha avó paterna, a vovó Marie, ele é um renomado confeiteiro e chefe de cozinha. Para a "tristeza" do meu avô, Sebastian Thompson, que queria que o filho seguisse seus passos e se tornasse um grande advogado. Já a minha mãe, Talita Fonseca, é carioca e seguiu os passos dos meus avós maternos, vovó Catarina e vovô Eduardo, se tornou uma grande administradora de empresas. 

Juntos, meus pais construíram um verdadeiro império gastronômico que cresce mais a cada dia que passa e eu tenho muito orgulho deles e de ser filha deles. Eles se conheceram em uma praia de Miami, em uma das inúmeras viagens que a minha mãe fez para fora do país, e desde então nunca mais se separaram. 

Além de mim, depois de muita insistência da minha parte, meus pais tiveram mais dois filhos. Primeiro tiveram a Lai, que na verdade se chama Laila e tem 18 anos. E depois, "para fechar a fábrica", como diz a minha mãe, tiveram o Leonardo, que tem 10 aninhos. Eles são uns amores de pessoas, mas eu sou suspeita para falar, pois, tenho que admitir que sou uma típica irmã babona e não podem falar um ‘a’ dos meus irmãos que já estou lá para defende-los. 

Tenho também dois tios, o Julian e o Jonas, por parte de mãe e uma tia, a Agatha, por parte de pai. 

O tio Julian mora nos Estados Unidos e é mais velho que a minha mãe, é casado com a minha madrinha, uma italiana chamada Karen, e com ela tem dois filhos, o Fellipe, de 23 anos, e a Hannah, de 26. Já o tio Jonas mora no Rio de Janeiro, é o caçulinha entre os três irmãos e tem apenas um filho, o Pedro, de 11 anos. 

A tia Agatha mora na Itália, é mais nova que o meu pai e assim como ele, também é estadunidense, ela seguiu quase os mesmos passos do meu avô, mas se tornou uma honrosa juíza. Casada com o meu padrinho, o americano Yan, ela tem duas filhas de 8 anos, as gêmeas Nicole e Natália."

- Finalmente encontrei a Carolina – disse pra mim mesma assim que a avistei no meio da multidão beijando um cara, o mesmo que me ligou. 

Eu nem falei das minhas amizades né? Ainda temos tempo, então vamos voltar para o texto de apresentação enquanto eu espero minha amiga parar de ser engolida. 

"Eu me considero uma pessoa muito reservada e não saio contando a minha vida para qualquer pessoa. Conheço várias pessoas pelo mundo, mas são poucas as que confio 100%. Fora os membros da minha família, confio de olhos fechados em apenas duas pessoas: os meus melhores amigos, Carolina e Nathan. 

São apenas dois meses que faz com que eu seja mais velha que a Lina, Carolina Jones Mendes para os outros. Nós nos conhecemos quando ainda estávamos na escolinha e tínhamos apenas 3 aninhos. 

Ela foi a primeira pessoa que fiz amizade quando cheguei na sala de aula e desde aquele dia não nos separamos mais. Estudamos todos os anos da escola juntas e só nos separamos quando o Ensino Médio chegou ao fim e ela decidiu que iria fazer faculdade de Engenharia Civil, enquanto eu escolhi o curso de Jornalismo. 

A Carol é paulista e filha única. Mas não pense que ela é mimada, pois não é nem um pouco. Eu amo a forma como os pais dela a criaram sem muito mimo e sem ter deixado ela com uma personalidade e jeito chato. E eu também amo os pais da Ca, eles me tratam como se fosse uma segunda filha, assim como os meus pais tratam a filha deles. 

O pai da Ca, o tio Bruno Mendes, é um mineiro arquiteto e design de móveis, já a mãe, a tia Nina Jones, é uma renomada estilista francesa que faz roupas maravilhosas para diversas grifes (sem nem contar a dela). 

A minha história com o Nathan é um pouco diferente. O “Than Than”, Nathan Smith Lee, é um homossexual estadunidense que tem 28 anos. Conheci ele quando eu ainda tinha apenas 15 anos e estava fazendo o meu primeiro grande desfile internacional, lá em Munique, na Alemanha. 

Naquela ocasião, ele era o maquiador e lembro-me que estávamos nos adaptando ao fuso horário do local, eu estava muito nervosa sem conseguir dormir e muitas meninas me excluíam por eu ser a mais nova ali presente. Então, criamos um laço e durante toda a minha estadia na cidade, foi ele quem me fez companhia na hora de comer, quem me dava dicas sobre o que fazer na passarela e até mesmo quem me deixava dormir na hora que estava sendo maquiada (coisa que ele odeia, pois gosta de ficar batendo papo). 

Depois daquele desfile, acabamos perdendo o contato e só fomos nos reencontrar dois anos depois, quando ele veio ao Brasil como maquiador e cabeleireiro de uma famosa marca para a qual eu desfilei. Então desde esse reencontro trocamos telefones, redes sociais... e nunca mais deixamos de nos falar. E mesmo com a distância e fuso horário entre Estados Unidos e Brasil, todos os dias nós nos falamos."

Finalmente aquele cara de pau parou de tentar engolir a minha melhor amiga e eu comecei a me aproximar para falar com ela. 

- Lina – disse chamando sua atenção 
- Lu, o que está fazendo aqui? - perguntou surpresa 
- Vim levar você pra casa – disse para ela que me olhou confusa 
- O que houve? - perguntou me puxando para um canto mais calmo 
- O cara que você está ficando me ligou e disse que você está mais alegre que o normal e disse que era pra eu vir te buscar – expliquei 
- Ele é um babaca, beija muito bem, mas não me conhece nem um pouco - disse rindo – Deixa pra lá, vamos embora 
- Espera, ele disse que você estava falando com várias pessoas, com quem é que você estava falando? - perguntei curiosa 
- Ninguém importante – disse forçando um sorriso 
- Diz logo – falei cruzando os braços na altura do seio 
- Vamos logo pra casa – disse ignorando o meu pedido, mas eu me mantive firme no mesmo lugar 
- Luana? - ouvi me chamarem.


Notas Finais


Não se esqueçam de deixar as suas opiniões nos comentários e se tiverem algumas duvidas deste ou dos próximos capítulos escrevam também, irei responder (ou pelo menos tentar) todos.
Beijinhos e até o nosso próximo encontro <3


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