História Reescrevendo minha história - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Lílian Evans, Remo Lupin, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Snarry
Visualizações 412
Palavras 1.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Lemon, Magia, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Reescrevendo minha história - Capítulo 1 - Prólogo

Harry sentiu seu corpo bater com força contra o chão e algumas raízes de árvores machucarem suas costas. Gemeu de dor e abriu os olhos olhando em volta e reconhecendo a floresta proibida. Levantou e passou as mãos em suas roupas tirando as folhas e a terra que grudaram em suas roupas. Seguiu para a direção que sabia ficar o castelo e sorriu ao vê-lo. Não tinha nenhum aluno por ser agosto ainda, mas Dumbledore e alguns professores deviam estar por ali.

Será que vou o ver por aqui? Foi o que pensou enquanto subia a escada entrando no castelo e seguindo para a sala do diretor. Parecia que não tinha muita diferença entre Hogwarts desse tempo com Hogwarts do seu tempo. Parou em frente a gárgula dizendo a senha e esperando ser a certa e respirou aliviado ao ver a gárgula girar dando passagem para a escada que o levaria para o escritório do diretor.

Harry subiu procurando organizar as coisas em sua mente. Precisava convencer Dumbledore a ajudá-lo a mudar tudo que aconteceu. Como queria ter Hermione e Rony ali com ele. A garota certamente convenceria o Diretor sem ao menos ter de mostrar suas memórias, mas Ron e Mione tinham uma família para cuidar agora e ele não poderia os meter em uma coisa que não sabia se daria certo, não tinha certeza que voltariam com vida, muito menos se voltariam. Tinha muitos riscos envolvidos. Quando teve a brilhante idéia de voltar no tempo para uns dias antes da morte de seus pais Hermione falou durante horas sobre os perigos de voltar no tempo, mas era ainda mais perigoso para o que pretendia fazer. Interferir nos acontecimentos do passado para mudar o futuro era perigoso. Então o moreno prometeu que não faria nada, mas lembrar das mortes que causou, de Ted que cresceria sem os pais, fizeram-no tomar uma decisão que talvez depois se arrependesse, mas ele queria tentar. Precisava fazer isso e se morresse não faria diferença. Por isso assim que Hermione e Ron saíram de sua casa preparou tudo que ia usar, foi ao Gringotes e esvaziou seu cofre. Ia precisar de dinheiro para o que pretendia fazer. Deixou a casa aos cuidados dos elfos com a ordem de entregarem a chave e uma carta para Hermione e Ron assim que fosse embora.

Como será que eles reagiram ao lerem a carta? Pensou parado em frente à porta do escritório do diretor. Não importa! Bateu na porta com o coração quase saindo do peito com a expectativa de rever Dumbledore.


“Entre.” ouviu.


Harry ergueu a mão segurando a maçaneta e a girando. A porta se abriu lentamente e Harry parou ao ver Alvo inclinado sobre a mesa onde tinha vários pergaminhos.


“Minerva, eu gostaria que…” Dumbledore ia falando sem olhar para quem entrou.


“Diretor…” Harry disse e viu Alvo erguer o olhar, os olhinhos azuis surpresos atrás dos óculos meia lua.


“Oh!” Dumbledore endireitou o corpo olhando para Harry atentamente. Seu olhar parou sobre a cicatriz em forma de raio na testa do moreno. “Não me lembro de ter marcado uma reunião para hoje.” disse e desviou o olhar para um pedaço de pergaminho no canto da mesa. Talvez um lembrete de seus afazeres do dia. Os olhos azuis voltaram para Harry e fez um gesto com a mão indicando a cadeira em frente a sua mesa. “O que deseja meu jovem?”


“Conversar com o senhor.” Harry disse dando poucos passos e sentando-se. “Um assunto importante e urgente que pode salvar muitas vidas.”


“Salvar muitas vidas?” repetiu pensativo.


“Sim.” assentiu.


“Eu lhe conheço?” Alvo indagou procurando em sua mente pelo rosto do jovem à sua frente. Tinha a sensação de o conhecer. “Qual seu nome?”


“Me chamo Harry, tenho 20 anos.” disse. “E, sim, o senhor me conhece, mas...” começou.


“Você se parece com um de meus alunos.” o diretor comentou interrompendo Harry. “Só seus olhos…”


“Eu tenho os olhos da minha mãe.” foi automático essa resposta. Era o que todos diziam e se esforçou para não revirar os olhos.


“Eu conheço sua mãe?”


“Na verdade o senhor conhece os dois. Eles estudaram aqui.” Harry falou.


“E quem seriam?”


Harry respirou fundo. “Tiago Potter e Lílian Evans.”


Ele viu surpresa nos olhos de Dumbledore. “Você deve estar enganado meu jovem.” disse com calma. “A senhorita Evans e o senhor Potter não podem ser seus pais.” olhou com atenção para Harry. “Se isso fosse verdade, pela sua idade, significaria que você é um viajante do tempo o que eu acho impossível. Viagens no tempo não são possíveis. Voltar apenas algumas horas já é uma coisa perigosa que pode alterar sua vida e a de outros de uma forma desastrosa. O que poderia influenciar até mesmo no seu nascimento.”


“Eu sei de tudo isso senhor. Sei de todos os riscos.” Dumbledore viu o brilho do olhar do jovem sumir, agora aqueles olhos esmeraldinos estavam tristes. “Mas depois de ver tanta morte, de ver meus amigos morrerem, de ver a pessoa que eu amo morrer na minha frente prefiro enfrentar esses riscos e vê-los todos vivos.”


Dumbledore suspirou. Harry abaixou a cabeça voltando a falar.


“Eu e meus amigos, mesmo com um deles não concordando, fizemos várias pesquisas até eu descobrir uma forma de viajar no tempo.” disse olhando em volta e parando seu olhar em um dos vários objetos estranhos que Dumbledore tinha em sua sala. “Na verdade o senhor o tem aqui.” Alvo virou a cabeça na direção que Harry olhava. “Levou um tempo, mas eu consegui o concertar. Só que ele quebrou quando cheguei aqui.” tirou do bolso o objeto quebrado ganhando a atenção do diretor novamente. “Até o consertar novamente estou preso aqui.”


“Tem como provar o que diz meu jovem?” Dumbledore apoiou as mãos sobre os pergaminhos na mesa se inclinou um pouco.


“Tenho.” Harry retirou de seu bolso os pedaços da varinha das varinhas. Foi difícil encontrá-los, mas as horas que passou os procurando valeram a pena.


“Impossível!” Dumbledore se ergueu.


Harry não se intimidou. “Eu a quebrei depois de derrotar Voldemort.” disse vendo a surpresa do Diretor. “Se quiser pode olhar minha mente e confirmar por si mesmo tudo que estou falando.”


E foi o que Dumbledore fez. Ele vasculhou a mente de Harry atrás de respostas, viu até mesmo coisas que Harry não se lembrava de sua infância. Viu o dia que Voldemort entrou na casa dos Potter e os matou, mas encontrando seu próprio fim no bebê. Viu a si mesmo levando o bebê para a casa dos tios trouxas, viu a infância difícil que Harry teve até descobrir que era um bruxo, Harry enfrentando Voldemort no primeiro ano, no segundo ano, a descoberta do padrinho Sirius Black no terceiro ano, o torneio tribruxo e a volta de Voldemort. O sofrimento do garoto ao perder o padrinho, a sua morte pelas mãos de Snape, a busca pelas Horcrux, a guerra, mortes de amigos e a lembrança que pesou mais em seu coração. Harry chorando sobre o corpo de Snape enquanto fazia uma promessa de tentar mudar tudo. A pessoa que ele disse que amava era Severus Snape. A última coisa que Dumbledore viu foi a lembrança de Harry usando o objeto de sua sala.


Harry gemeu e esfregou as têmporas ao sentir o diretor parar de revirar sua mente. Ergueu o olhar para ele que sentou.


“Meu jovem, eu acho que você cometeu um erro.” disse fazendo uma xícara de chá aparecer na frente de Harry que a pegou bebendo o líquido quente. Harry esperou pela continuação.


“Você está em 1977.” Dumbledore informou.


A xícara só não se espatifou no chão porque Dumbledore agiu rápido e a fez flutuar de volta a mesa.



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