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História Refém - Imagine Jung Hoseok - Capítulo 21


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Notas do Autor


Boa leitura 👉👈❤️

Capítulo 21 - A refém e o Sequestrador


Fanfic / Fanfiction Refém - Imagine Jung Hoseok - Capítulo 21 - A refém e o Sequestrador

O mês foi tranquilo, parecia que estava dando tudo certo, estava até meio receosa e paranóica com isso. As coisas na casa finalmente se acalmou. Eu estava muito feliz com aquilo tudo, principalmente, com meu relacionamento. Hoseok era muito doce e carinhoso, sempre me ouvia e me apoiava em qualquer decisão que tomava, ele sempre tentava ser bem presente no meu dia, mas nem sempre era possível, pois seu trabalho dificultava um pouco sua agenda, ele era muito ocupado. Ele foi promovido recentemente, e isso é maravilhoso. Sinto muito orgulho dele e tenho certeza que ele pode alcançar tudo que deseja. No dia em que ele foi elevado a um cargo mais importante, ele chegou em casa muito animado, a primeira coisa que ele fez foi vir até mim e me abraçar com todas as suas forças, eu não entendi não começo, mas logo ele me contou. Posso contar uma coisa? Ele chegou a chorar nos meus ombros. É, pois é, nós choramos juntos. Pode parecer uma coisa boba para algumas pessoas, mas era extremamente importante para ele,e como consequência era importante para mim também.


Alguns dias depois que ele apareceu na minha porta, nós tivemos uma conversa muito profunda. Ele desabafou comigo. Disse que tinha medo de causar problemas para mim pelo fato de seu passado ser constrangedor. O que as pessoas pensariam se vissem "A refém e o seu Sequestrador" andando de mãos dadas na rua? Seria vergonhoso para mim. Era isso que ele pensava e acreditava. Aquilo me quebrou por dentro, ele estava totalmente sem esperanças, não acreditava no próprio potencial. 


Pessoas que tem uma ficha criminal como a dele, não conseguem recomeçar a vida facilmente, mas ele conseguiu. E me sinto a mulher mais sortuda e orgulhosa do mundo por ter feito parte disso, por ter ajudado ele a evoluir. Eu realmente acreditava em segundas chances.


Nós nos abraçamos e choramos muito naquele dia. Foi um momento de evolução do casal, que eu jamais irei esquecer.


— No que você está pensando hein, cabeça de vento? — fui tirada dos meus pensamentos por ele.


— Na vida… Em Você…No futuro... Em nós. — sorri levemente, retribuindo o selo que ele havia me dado assim que chegou por trás de mim.


— Que bom que pensa em nós no futuro.


— Você tinha alguma dúvida?


— Não mais. Mas no início eu tinha sim, tinha medo de nossas vidas irem para lados opostos. 


— Mas não foram. — me aproximei dele, abraçando-o.


— Ainda bem que não, por quê eu não saberia viver sem você.


— Hoseok, meu amor… — Sorri, o beijando novamente. Minha mão foi de encontro com sua nuca e lá fiz carinho com as unhas um pouco afiada. Ele sorriu me olhando nos olhos, esse era o resultado do meu carinho em sua nuca. Sorri junto assim que o senti arrepiar. Seu pelo estava eriçado e suas mãos apertavam minha cintura firmemente.


— Por quê está assim? — acabei com o clima.


— Assim como? — ele falou ofegante e suspirando depois do beijo.


— Reflexivo, mais do que o normal nessa semana. 


— Eu não posso mais? 


— Pode, claro. — ele voltou a me abraçar, dessa vez estava de costas para ele. Ele beijou atrás de minha orelha,me fazendo estremecer. Me encolhi em seus braços largos e sorri provocativa. Olhei para ele e ficamos trocando olhares até começarmos a gargalhar.


— E aí, gatinha, vem sempre aqui? — ele brincou.


— Não, só quando você vem. 


— E quais são suas intenções, mocinha?


— O que você acha, "mocinho"?


— Eu sou meio lerdo, tem como me ajudar a descobrir? — rimos alto.


— Meu Deus, Hoseok. Você é péssimo. 


— Af! Eu não sou o mesmo. 


— ainda bem, não é. Pelo o que você me conta, suas "gostosas" eram muito assanhadas.


— Mas eu só tenho olhos só para uma gostosa, minha gostosa. — nos beijamos. 


— Eu preciso trabalhar.


— Mas já? 


— Sim, hoje eu tenho muita massagem para fazer.


— Eu sou o primeiro então. — ele segurou minha mão e encaminhou para seu membro. 


— Hoseok, para. Seu safado. — ri, tirando minha mão de lá e me sentando no sofá para por os tênis que usava.


— Meu horário de almoço já está acabando e eu preciso chegar a tempo. Você faz eu me atrasar, e eu odeio chegar atrasada.


— Ah, (S/n)! Quando teremos mais tempo? — ele fez bico.


— Assim que eu voltar do trabalho.


— Mas você não tem uma folga.


— O que eu posso fazer? Eu não estou de férias ainda, meu amor. Aproveite as suas, pois logo logo irão acabar também.


— Nem me lembre disso. É horrível saber que nossas férias são desreguladas. Quando você está de férias, eu não estou. Que saco. 


— É frustrante mesmo, mas, infelizmente, é a vida. Dá beijo…! — falo de um jeito fofo e faço bico esperando o selinho dele, e assim foi feito. — Te amo, tá'?


— Também te amo, meu amor. — ele falou ficando desanimado, enquanto eu recolhia minhas coisas e saia às pressas.


No trabalho.


— Boa tarde, senhor. Pode deitar-se, por favor. As pedras só estam aquecendo um pouco, okay?


— Tudo bem. — ele deitou-se despido e do jeito indicado por mim.


— É sua primeira vez fazendo isso? — puxei assunto enquanto esperava as pedras esquentarem.


— Sim.


— Estão prontas, irei colocá-las, certo? — ele concordou, e assim fiz o que foi dito. Ele estremeceu sutilmente ao sentir as pedras tocarem sua pele. 


— Desculpa te perguntar, mas nos conhecemos?


— Não sei, acho que não. Não lembro do seu rosto.


— Você me parece familiar. 


— Entendo, não é a primeira vez que ouço isso. Meu rosto te lembra uma pessoa famosa, acertei?


— Sim, é exatamente isso! Você se parece com aquela atriz que faz a novela das nove. — ri ao notar a empolgação na voz dele. — Li que você foi sequestrada por se parecer muito com ela.


— Ah… sim, isso também aconteceu. 


— M-me desculpa se estou de incomodando. Vou parar.


— Tudo bem… Foi uma fase.


— Verdade. Pelo menos o desgraçado pagou pelo o que ele fez. — o belisquei, o fazendo gemer de dor.


— ai, meu Deus, me desculpe!!!


— Tudo bem. Deve ser ruim para você recordar disso.


— Na verdade não. Eu acredito que ele tenha mudado e melhorado muito. 


— as pessoas não mudam, senhorita.


— Mudam sim! Ele é a prova disso. Ele é doce, inteligente, carinhoso e competente. Merece tudo de bom. — falei sorrindo e com os olhos marejados. O silêncio se fez presente no cômodo, nada mais foi dito depois disso. A sessão chegou ao fim e o homem se vestiu.


— Bom… Obrigado pela massagem, eu realmente precisava.


— É, eu notei. — sorri sem humor, mínimo.


— Me desculpe se falei algo que a deixou desconfortável, não foi minha intenção. Adeus.


— Tchau. — isso realmente aconteceu? Não consigo acreditar. Realmente me senti desconfortável. Diversas pessoas vêm aqui, algumas me reconhecem dos jornais, revistas e até panfletos que foram espalhados com minhas fotos pela internet e rua, me olham estranho e perguntam se eu estou bem, mas nunca chegaram até mim e me abordaram do jeito que ele me abordou. 


— Boa tarde. — uma mulher jovem, bonita e magra adentrou minha sala.


— Ah, boa tarde. Deite-se, por favor. — ela se despiu e deitou-se do jeito indicado por mim. Era a próxima da lista. Minha cabeça já não era a mesma, estava atordoada. 


Após terminar todas as minhas sessões, bati o ponto e finalizei algumas coisas restantes. Fechei minha sala e dei a chave para a moça que fica na recepção. Me despedi de todos que estavam ali presente, e fui embora. Caminhei algumas ruas para ir de encontro ao meu carro, que por falta de vaga, tive que estacionar em outra rua.


Meus pés estavam doendo de ficar em pé, e parecia que eu carregava duas bigornas em cada ombro. Estava péssima, exausta, e precisando de uma massagem. Dei passos curtos e lentos até chegar o carro. Estava dispersa, mas não totalmente. Senti alguém andando atrás de mim, não muito perto, mas também não muito longe. Conseguia ouvir seus passos no meu lado esquerdo. Parei de andar e virei para ver quem era, mas não avistei ninguém conhecido ou suspeito, então continuei a andar. Sem passaram alguns segundos e ouvi novamente passos atrás de mim, estava entrando em Pânico. Corri, corri o mais rápido que consegui, mas não era o suficiente, pois fui pega pela cintura brutalmente e erguida nos braços de alguém.


 Me desesperei e gritei descontroladamente, dos meus olhos já caiam lágrimas e minha garganta já ardia. Tamparam minha boca com a mão e levaram para um carro. Antes de me jogarem em um porta malas, consegui morder a mão da pessoa, provavelmente um homem, por conta da força e brutalidade, e o chutei fortemente na perna. Ele me largou e eu consegui correr. Percebi que a todo momento eu estava agarrada a minha bolsa, na hora do desespero me agarrei a ela. Peguei o celular e disquei o numero do Hoseok, foi a primeira pessoa que veio a minha mente.


— Oi, amor, já está cheg…


— Hoseok… Aaaaaa!!! — O Homem me puxou pelos cabelos,me fazendo soltar o celular longe. Ele agarrou meu pescoço e me imprensou Na parede.


— Vagabunda! — foi desferido um soco em meu rosto, me fazendo desmaiar.


Notas Finais


O que acharam? Mais problema?💔🥺


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