1. Spirit Fanfics >
  2. Refém >
  3. Capítulo DOIS

História Refém - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, Olá povo... Tudo bom? Espero que sim!!
Bem, esse capítulo tem cenas HOT. Se não gosta, pule. Não precisa ler, não interfere na continuação da história...

Boa leitura a todos! ♡ Não esqueçam de comentar!! ♡

Capítulo 3 - Capítulo DOIS


Fanfic / Fanfiction Refém - Capítulo 3 - Capítulo DOIS


~Melinda


- Amiga! - gritei no ouvido de Jade, por conta da música alta do local. A mesma parou de dançar para prestar atenção em mim. - Vou ali no bar, quer algo para beber?

- Não amiga, estou bem.. Depois chego lá - ela pisca para mim e volta a sua dança sensual.

Saio de perto dela e vou em direção ao bar, que era bem próximo de onde estava, e aqueles olhos enigmáticos já não estavam mais sobre mim. Agora ele estava de costas.

- Um whisky, por favor - peço ao barman me debruçando na bancada.

Ele assente e sai por alguns instantes de meu campo de visão.

- Cansou de dançar? - um homem me pergunta sentado ao meu lado, enquanto vira um shot e sorri logo em seguida.

O barman me entrega o copo e sai novamente, após o homem ao meu lado sinalizar o número um com seus dedos.

- Cansou de me olhar? - devolvo com outra pergunta.

Ele então vira seu rosto em minha direção e sorri de canto, seu olhar era intenso e marcante. Pude, por alguns segundos, observar cada detalhe de seu rosto esculpido.

- Não, eu poderia fazer isso a noite toda - diz com seus olhos cravados nos meus - Mas não sei se esta disposta a dançar a noite toda - Rebate e volta sua atenção ao barman que lhe entrega a bebida, e volta sua atenção a mim... Seus olhos cravados nos meus.

Sorrio segurando a risada e bebo em um só gole minha bebida, sem desviar o olhar.

- Esta me subestimando para que eu caia em seu jogo?

Ele ri e balança a cabeça.

- Nunca passou por minha cabeça cometer tal ato. - sorrio largamente.

- A questão é que eu não sei se consegue...

- O quê? - pergunta sem entender

- Apenas me olhar... - pisco para ele. E saio andando.

Passo por entre as pessoas e olho para trás de relance e o vejo virar outro shot antes de se levantar.

Não demorou muito até que eu chegasse no corredor que dava acesso aos banheiros e a saída dos fundos.

Uma mão segura forte meu braço, fazendo com que eu me virasse e fosse de encontro a um corpo forte.

- Esta me subestimando para que eu caia em seu jogo? - aquela boca rosada e carnuda pronuncia bem próximo ao meu rosto.

- Consegui? - digo com meus olhos cravados naqueles olhos ainda misteriosos como a calada da noite.

Em um gesto rápido, sua boca esta colada a minha e a minha a dele. Nossas línguas disputam uma contra a outra, como quem disputa por território. A melhor resposta que eu poderia receber.

Era um beijo rápido e intenso. Como se necessitassemos daquilo tanto quanto de ar para respirar. Ele me empurra de encontro a parede do corredor.

Minhas mãos entrelaçam seu pescoço e as suas vão de encontro as minhas costas e vão decendo cada vez mais. Até chegar em minha coxa e ele me impulsionar para que eu prendesse minhas pernas em sua cintura.

Suas mãos grandes e firmes apalpavam meu corpo enquanto nosso beijo estava longe de acabar.

Separo nossos lábios, não por falta de ar, mas por me sentir, em um curto momento, desconfortável naquele lugar. Afinal de contas estava com uma saia curta que por pouco não estava deixando a mostra tudo que ela escondia.

- Acho que seria mais interessante se continuassemos em um lugar mais reservado.

Ele abre um sorriso mordendo seu lábio inferior e assente, colocando-me no chão e assim consigo ajeitar minha saia.

Ele segura em minhas mãos e me puxa até a porta dos fundos. E quando saímos observo um beco escuro. Passamos por ele e fomos até o estacionamento da Pub.

Ele me guia até um carro, que devia ser seu. Tira de seu bolso uma chave e o destrava. Vai até a porta do passageiro e a abre para mim e assim entro. Ele da a volta no mesmo, assim entrando no lado do motorista.

Ele sai com o carro do estacionamento e começa a dirigir, bem rápido... Talvez mais do que deveria, contei pelo menos dois sinais vermelhos que ele ultrapassou.

- Para onde vamos com tanta pressa? - pergunto rindo da situação e por conta do álcool que ainda estava bem presente no meu metabolismo.

- Pensei que queria privacidade - diz olhando para frente.

- E para que toda essa pressa?

- Só não quero perder mais tempo - me olha de relance com um sorriso no rosto.

Depois disso não demorou muito para que parassemos em frente a um hotel grande e luxuoso. Ele sai do carro e faço o mesmo. Entrega suas chaves para o manobrista e vem em minha direção, enlaça com seu braço direito minha cintura e me guia até a recepção.

- Boa noite, gostaria de um quarto.

A moça da recepção nos olha séria.

- Tem preferência?

- O melhor que você tiver.

Ela digita algumas coisas no computador a sua frente e entrega um cartão a ele.

Fomos em direção ao elevador. O quarto ficava na cobertura, segundo as informações que tinham no cartão.

Mal entramos e ele ja me puxa para um beijo feroz, sua mão passeia por toda a extensão possível de meu corpo. Cravo meus dedos em seus cabelos lisos e louros.

Novamente me puxa para seu colo, fazendo com que eu entrelassasse minhas pernas em sua cintura. Separo nossos lábios e ele começa uma distribuição de beijos e mordidas em meu pescoço.

- Aqui tem câmera - digo em seu ouvido em meio a gemidos baixos.

- Então eu espero que eles apreciem nosso pequeno show - ele diz mordendo o lóbulo de minha orelha.

As portas do elevador se abrem e saimos de lá, com ele me carregando em seu colo. Em meio a beijos desajeitados.

Ele para em uma porta e cessa o beijo.

- Poderia me dar uma mão? - pergunta sorrindo e sorrio de volta.

- Com certeza - levo minha mão ao bolso da parte de trás de sua calça. Tiro dali o cartão e entrego a ele que o insere em um local específico da porta.

O que a faz abrir. Passamos por ela e ele a fecha. Deixa o cartão em algum canto e voltamos de onde tinhamos parado.

Ele me coloca sentada em cima da mesa da sala de jantar. Nesse momento minha saia era apenas um grande bolo em minha cintura, deixando a mostra minha pequena calcinha de renda branca. E tudo que tinha direito.

Suas mãos ágeis tiram meu cropped, revelando meus seios. Ele olha rapidamente analisando tudo com um sorriso safado em seus lábios antes de os abocanhar com voracidade.

Jogo minha cabeça para trás aproveitando toda a sensação que invadia e percorria meu corpo. Eu estava quente, mesmo com o ar climatizado daquele quarto de hotel, eu estava me sentindo em chamas.

Ele inicia uma trilha de beijos que apenas decia do seu ponto de partida. Nesse momento ja estava deitada sobre a mesa e sentia o bolo que se tornou minha saia deslizando ligeiramente de meu corpo, assim como minha pequena calcinha.

Sentia sua boca entre minha pernas, sua língua passeava sem pestanejar, de forma ágil e ao mesmo tempo atenciosa.

Começou a sugar meu clitóris de forma intensa, o que me arrancou alguns gemidos e fez com que eu levasse minhas mãos para sua cabeça. Ele realmente sabia o que estava fazendo.

Antes que pudesse chegar ao êxtase ele tira sua boca dali. Abro meus olhos e o encaro. Ele lambia seus lábios e seus olhos claros agora estavam escuros. Cheios de desejo.

E, de alguma forma, aquilo fez com que me ascendesse mais.

Em um movimento rápido ele arranca sua camiseta, revelando seu tronco estruturado e forte. Me levanto da mesa e vou em sua direção. Me abaixo em sua frente e desabotoo sua calça e a abaixo. Eu o olho e ele tem seus olhos cravados nos meus. E dessa forma tiro sua cueca, revelando seu membro já duro e ereto.

Abocanho de uma só vez e inicio um movimento rápido, chupando toda sua extensão. Isso sem tirar meus olhos dos seus. Ele leva suas mãos para minha cabeça e enlaça seus dedos em meus cabelos bagunçados.

Eu o chupo com toda intensidade e passo minha língua por toda sua extensão, tirando algums gemidos seus. Depois de um curto tempo ele tira seu membro de minha boca e deita por cima de mim, ali mesmo naquele chão com piso de madeira.

Ele segura meus braços acima de minha cabeça e me beija. Sinto seu membro roçando em minha intimidade. Troco de posição o jogando para o lado e ficando por cima dele.

Sento em cima de seu membro pulsando de tesão, e começo a me esfregar nele, com um movimento de vai e vem. Ele segura minha cintura e geme. Volto a beija-lo, mas sem parar os movimentos com cada vez mais atrito.

Levo minha mão até seu membro, o colocando dentro de mim de uma só vez, um desconforto seguido por um êxtase me invadiu. E pude sentir seu sorriso de encontro com meus lábios.

Começo lentamente a calvagar em seu colo. Ele leva suas mãos até minha bunda e a aperta.

E a cada movimento intensifico cada vez mais. Ele troca novamente nossas posições. Assim ficando por cima de mim.

Suas estocadas são fortes e rápidas, me dando uma sensação de prazer e dor ao mesmo tempo. Ele começa a morder o lóbulo de minha orelha e sussurra algumas sacanagens, o que me atiça cada vez mais.

Meus gemidos se tornam cada vez mais altos e o prazer mais forte. Seu corpo se irrigece.

- Isso, goza pra mim - falo para ele em meio a alguns gemidos e ele aumenta mais as estocadas.

Levo minhas mãos até suas costas e a arranho. Desço as mesmas até sua bunda carnuda e a aperto e o forço mais contra mim.

Ele geme alto e fecha seus olhos jogando sua cabeça para trás. Então sinto entre minhas pernas um líquido quente e seu corpo relaxar em êxtase.

Ele então me olha e sorri.

- Gostosa da porra - ele volta seus movimentos, porém mais lentos fazendo com que seu membro criasse novamente um atrito contra meu clitóris. O que fez com que eu me excitasse ainda mais.

Movimento minha cintura em sintonia com seus movimentos e fecho meus olhos me deliciando com o momento.

- Goza pra mim, sua puta gostosa - ele diz no pé de meu ouvido, arrancando um sorriso safado de meus lábios e intensifico meus movimentos assim como ele.

Sinto meu corpo se errigecer e arqueio minhas costas sentindo a onda de prazer e êxtase percorrer meu corpo. E com meus gemidos abafados por um beijo, sinto chegar ao ápice.

Ficamos mais um tempinho ali entre beijos e trocas de sacanagens.

Saimos enfim do chão e tomamos um banho juntos na ducha. Depois fomos para a banheira de hidromassagem e ali transamos mais uma vez.

E dali fomos para a cama, e então cessamos o terceiro round.

Estavamos cansados e saciados, deitados naquela imensa cama, da mesma forma que viemos ao mundo. Minha cabeça estava em seu peito suado que subia e descia de forma rápida, assim como o meu.

- Porra, que noite.. - ele diz brincando com uma mecha de meu cabelo.

Levanto de seu peito e o encaro.

- Acho que agora você pode admitir.

- Admitir o quê? - pergunta sem entender.

- Que me subestimou - digo e ele ri.

- Eu te subestimei ou você quem me subestimou? - arqueio uma sombrancelha - Acho que nos subestimamos. você se demonstrou ser insaciável.

- E você deu pro gasto - sorrio e o mando uma piscada. Ele ri e balança a cabeça.

Levanto-me da cama e vou em direção a sala de jantar e começo a recolher minha roupa jogada pelo chão. Depois de pegar tudo, vou até o banheiro e tomo uma ducha rápida e me visto logo em seguida.

Saio do banheiro e o vejo apenas de cueca em pé olhando seu celular.

- Obrigada pela noite, já vou indo nessa - falo enquanto passo por ele.

- Eu te levo.

- Não precisa - falo ja abrindo a porta.

- Perae - ele corre até mim e fecha a porta. - já são 3h45 da madrugada. Eu te trouxe para cá, me deixa te levar para casa.

- Tudo bem, mas não para minha casa. Te deixo me levar de volta ao pub... Deixei minha bolsa lá.

- Tudo bem - ele acente e sai em busca de suas peças de roupas.

Não demora muito até que ele chegue até mim, já vestido.

Ele paga o hotel e pede ao manobrista seu carro. Nós entramos e ele me leva de volta até a pub, que ainda estava com bastante movimento.

- Obrigada, boa noite - sorrio para ele e abro a porta do carro. Porém ele segura em meu braço.

- Não me disse seu nome - o olho e sorrio sem mostrar os dentes.

- Não precisamos de tanta formalidade, não é mesmo?

- Não vai nem me passar seu número?

- Docinho... Pega, mas não se apega - sorrio e pisco para ele que ri incrédulo. Saio do carro e volto para dentro da pub.

Por sorte Jade ainda estava lá, se pegando com Max em um canto. Pego minha bolsa e resolvo ir embora. Estava tarde e dentro de algumas horas eu iria trabalhar.

Chamo um táxi e volto pra casa.

Chego em casa por volta das 4h30. O efeito da bebida em meu metabolismo estava passando e a lucidez começava a dar 'oi'.

Vou para o banheiro. Faço minha necessidade, escovo meus dentes e tomo um banho morno. Visto a roupa que iria para o hospital e vou para a cozinha fazer um café bem forte.

Enquanto a água esquentava, aproveitei a deixa para tomar um analgésico para a dor de cabeça que começou a aparecer também. Tomo também meu anticoncepcional, já que não usamos camisinha.

Depois de pronto, tomo meu café para levantar defunto.

Quando olho para meu celular vejo que esta na hora de ir até o ponto. Pego minha bolsa em um canto de meu quarto.

Confiro se esta tudo ali dentro e depois vou pegar o notebook para colocar dentro da bolsa também.

Enfim a fecho e pego meu celular, minhas chaves e carteira. Saio de casa e a tranco.

Desço os quatro lances de escada e vou até o ponto de ônibus próximo ao apartamento onde morava.






                                         ~ Continua...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...