História Refém da Obsessão - Capítulo 18


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Suspense
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Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Antes de continuar a ler tenha a certeza de que tem mais de 18 anos e esteja ciente dos avisos, obg♡
Boa leitura♡

Capítulo 18 - A grande festa


Acordei no sábado e aquele era o "grande dia", tinha que encontrar o presente de Will, o que eu achava pouco provável.

Saí rápido de casa e revirei a cidade toda sem achar nada, foi aí que um brechó me chamou a atenção. Eu entrei, Will era rico e eu estava envergonhada de entrar num lugar como aquele para comprar um presente para ele.

Estava olhando uma linda caixinha de música quando percebi um pequeno pingente num colar de bronze. Parecia uma gotinha mas era simplesmente linda, parecia conter o mar inteiro dentro. Era a coisa mais linda que já havia posto os olhos. Peguei sua caixinha e corri para o caixa.

- Quanto é? - perguntei rapidamente.

- São 70... - a mulher arrogante falou do outro lado.

Paguei o dinheiro e saí de lá com a pequena caixa. Eu iria dar a Will a coisa mais linda do mundo.

Fui para casa e quando eu estava procurando um vestido alguém bateu na porta.

Desci correndo para abrir e quando vi quem era tomei um susto.

- O que está fazendo aqui?! - perguntei.

Meu estômago começava a embrulhar.

- Preciso de uma acompanhante para a festa de hoje. - Elijah falou entrando.

- O aniversário de Will?

- Essa mesmo.

Corri para o banheiro para vomitar.

- Isso já está virando hábito. - Elijah disse quando voltei do banheiro.

- Você me dá ânsia.

- Vamos comprar seu vestido. - falou.

Resolvi ir com ele, afinal, que mal faria?

- Alice não vai ter ciúmes?

- Ela vai com Weslley.

- Mas...

- Relaxe, Phillip é muito superficial para se importar e depois ele não provocaria um escândalo na festa.

- Por que ele vai com ela? - perguntei curiosa.

- Eles vão casar.

Aquilo me deixou aliviada.

- Só no papel, claro, Weslley não gosta de mulheres, é só pra manter as aparências.

Droga!

Escolhi um vestido longo e vermelho, com um grande lascão do lado, de alças. Sapatos pretos e uma bolsinha preta. Perfeito.

Elijah me deixou em casa.

- Te pego as sete? - perguntou bbrincalão.

- Claro.

Fui tomar um banho e me arrumar.

Coloquei um batom vermelho e pó na cara, uma maquiagem leve nos olhos e um penteado alto. Estava realmente elegante. Eu estava me admirando no espelho quando ouvi a buzina de Elijah e desci correndo.

- Uou... - ele disse quando entrei no caro. - Você tá linda.

Ele usava um terno preto e camisa branca sem gravata. 

- Você também. - falei timidamente.

Fomos para a festa que seria na mansão White e ao chegar lá vi mais gente da alta sociedade do que chanpagne, eu teria que beber muito para aguentar aquela noite então peguei logo um copo da bandeja.

Vi Will com um terno lindo branco e de gravata borboleta também branca e Logan de terno preto.

Os dois conversavam entusiasmados então fui até eles. Os abracei.

- Quem é essa deusa de vermelho? - Logan perguntou tímido.

- Afrodite encorporou nela. - Will disse sorrindo.

Entreguei o presente que Will logo colocou no percoço.

- Eu nunca mais vou tirar isso! - falou olhando o pequeno pinjente. - É lindo, Lenora, obrigada.

Rimos um pouco e começamos a conversar, foi quando vi Alice do outro lado do saguão com um vestido branco e longo de alças com as costas nuas. Aquela mulher estava impecável e Elijah estava conversando com ela. Subiu um ódio incontrolável e eu queria matar ela!

- Olá. - a voz de Phillip surgiu atrás de mim.

O olhei e resolvi que deixaria Elijah enciumado. Começamos a conversar e eu sorria para ele sempre que Elijah olhava, para ele pensar que eu estava dando mole para Phillip.

- Desculpe, - ele disse. - tenho que fazer um discurso sobre como Will cresceu.

Ele saiu e pegou o microfone que estava perto da orquestra que tocava Mozart.

- O que pensa que está fazendo? - Elijah perguntou apertando meu braço forte.

- Falando com meu cliente. - falei despreocupada.

Ele me puxou até outra sala vazia.

- Não pode continuar saindo com ele. - Elijah disse jenuínamente nervoso.

- Por quê? - perguntei incisiva.

- Por que ele é seu pai. - uma voz fria e gélida surgiu atrás de mim.

A voz conhecida me deu calafrios e me virei lentamente para ver Weslley do outro lado da sala tomando champagne.

- O que? - perguntei sentindo novamente o embrulho no estômago.

Vomitei o quanto pude no banheiro enquanto Elijah me esperava do lado de fora junto de Weslley. Sai do banheiro em estado de choque.

- Por quê nunca me contou? - perguntei a Elijah.

- Não queria que soubesse e se perturbasse com isso.

- Mas eu teria contado para ele, pra que ele soubesse...

- Ele já sabe querida. - a voz de Weslley era fria e segura.

O enjôo foi ainda maior, mas eu não tinha mais nada o que vomitar.

- Sr. White gosta desse tipo de coisa. Era por isso que ele adorava tanto você, ou acha que era por causa dos seus lábios carnudos? Me poupe.

- Ele é doente. - falei tonta.

Eu havia transado com meu próprio pai, o pior é que ele sabia e continuou .

- Ele sempre foi. - Weslley disse com indiferença. - Por que acha que eu e Will odiamos tanto ele?

- Meu Deus... - falei e comecei a chorar.

Elijah me abraçou me consolando.

- Ela não precisa saber disso. - Elijah disse sério.

- Precisa sim! - Weslley disse num ataque de raiva. - Aquele porco imundo engravidou sua mãe e depois quis que ela te abortasse... mas ela nunca faria isso, por isso foi embora e após alguns anos voltou. - ele disse num tom sombrio. - Ele soube mas resolveu que faria diferente. Assim que você completou dezoito anos adivinha que foi pagar sua faculdade em troca de sexo? Ele mesmo o Sr. White! Ele fez isso comigo e com Will até completarmos dez anos. Ele é um filho da puta que tem tesão em foder os próprios filhos.

Eu não queria mais ouvir. Saí dali e fui para o jardim de trás, onde ficava a picina. Eu estava com ódio, nojo e triste, agora eu sabia porque Will o detestava tanto e tinha nojo dele. Eu também tinha agora.

- O que uma moça tão bonita faz sozinha aqui? - uma voz grossa veio de trás de mim.

Olhei e vi um homem alto de terno com o cabelo curto e a pele branca. Seus olhos eram negros e as sobrancelhas finas. Eu me lembrava dele de algum lugar... se não me falha a memória trabalhava para Phillip. Ele era rico e eu precisava de grana.era tudo o que eu precisava saber, mesmonestando abalada.

- Não tá gostando da festa? 

- Não muito... Nos conhecemos?

- Acho que temos um cliente em comum... sou Julian.

Claro... ele era o advogado dele.

- Na verdade é meu ex cliente. - falei num tom sério.

- Ex cliente meu também... agora serei juíz depois da trágica morte do Juíz Tomás.

- Eu vi no jornal... - falei forçando um sorriso. - foi um enfarte.

- Era meu melhor amigo. - falou tristemente.

- Sinto muito... - falei.

- Então... quanto cobra para ser minha acompanhante? - perguntou ousado.

- Dois mil por mês. - respondi um sorriso.

- Terei prazer em pagar.

Meu celular tocou e eu o atendi.

- Pode vir na delegacia? - a voz do meu irmão me deu um susto.

Desliguei o celular já sabendo do que se tratava.

- Olha... desculpe Dr. Julian mas agora preciso ir na delegacia.

- Delegacia? 

- Meu irmão se meteu em outra merda. - falei raivosa.

- Se quiser posso te levar e até mesmo mexer uns pausinhos pra tirarem ele de lá.

- Faria mesmo isso?

- É claro que sim.

Fomos em direção do saguão e ouvi a voz de Will no microfone.

- Hoje eu quero revelar a vocês o grande amor da minha vida com quem quero passar o resto da minha vida.

Assim que ele falou isso puxou Logan para um beijo na frente de todos, fazendo com que eles ficasse horrorizados com aquela cena. Como se ele na verdade estivesse esfaqueando Logan... aquilo me partia o coração. Aquelas pessoas o julgando.

- Vamos? - Julian segurou meu braço gentilmente.

- Vamos.

Seu carro era um mercedes prata. Chegamos na delegacia e queria muito matar Elliot. Após uma rápida conversa com os policiais Julian conseguiu soltá-lo. 



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