História Refém Da Paixão : Season 2 - Capítulo 13


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hashirama Senju, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Iruka Umino, Jiraiya, Kakashi Hatake, Madara Uchiha, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara
Tags Naruto, Sasusaku
Visualizações 228
Palavras 1.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nesse tempinho gostoso do RJ, nada melhor que escrever né, meus Friends? Kkkkkkk
Não sei onde vocês moram, mas aqui no Rio tá um tempinho dlç demais kkkkkkk

Capítulo 13 - O Tempo Chora hoje.


Fanfic / Fanfiction Refém Da Paixão : Season 2 - Capítulo 13 - O Tempo Chora hoje.

             SASUKE ON.

Era exatamente 8:32 da manhã, o dia estava nublado, quase chovendo, como se até os céus quisessem chorar nesse momento. O local de sepultamento estava considerávelmente cheio. Isso só mostrava o quanto Lee era alguém importante. Alguém querido. Segundo a Ino que tinha vindo falar comigo alguns minutos antes, algumas das garotas que ali estavam, eram amigas dele. Claro que entendemos que tipo de amigas elas eram para ele, mas isso não importava.

O Padre falava palavras reconfortante, palavras de ânimo para todos naquele local e eu ouvia de longe. Encostado numa árvore. Eu não me sentia digno de estar no meio daquelas pessoas que eu nem conhecia, ou lembrava. Sei lá. Então me mantive longe, ouvindo as palavras do padre, enquanto Hinata, Naruto, sai e a Ino lamentavam a perda junto à multidão.

Sakura também estava lá com o Gaara abraçando ela e dando total consolo. Ela chorava tanto que eu me sentia mal diante daquela cena. Só de lembrar que ontem eu estava na cozinha, com raiva da nossa conversa e do nada ela começou a gritar no quarto e logo depois saiu correndo gritando que o Lee estava morto, me deixou ainda mais pensativo. Eu me lembro que antes dela sair de casa e ir para o hospital, eu a puxei e a abracei com força e ela me agarrou de volta e chorou. Nossa discussão havia se dissipado naquele mesmo momento. Não tinha motivo para orgulho ou teimosia. Nao que eu seja teimoso. Então eu a deixei chorar. Nunca fui bom em consolar as pessoas. Na verdade, eu não sabia exatamente como fazer tal coisa, mas agora eu não tinha mais que me preocupar com isso. Lá estava ela nos braços dele. Por várias e várias vezes ele falava algo para ela e ela assentia com o rosto choroso. Ele sim sabe consolar..

Quando o padre fechou a bíblia, todos ali fecharam seus olhos e fizeram silêncio. Provavelmente estavam fazendo uma oração. Eu continuei no meu lugar afastado, apenas Observando a multidão envolta do caixão dele. Eu sabia o quão complicado estava sendo para todos os amigos próximos. A última vez que fui num velório, foi a muito tempo atrás. No velório dos meus pais e eu estava desolado e queria ficar na minha. Por isso que resolvi ficar bem afastado da multidão. Eu sabia que eles precisavam do espaço deles.

Após alguns minutos, cada convidado começou a jogar rosas brancas no seu túmulo enquanto o caixão supostamente descia com lentidão.

- Sasuke. Tome isto. - Ino apareceu mais uma vez perto de mim. Seu jeito maluco não estava ali. Ela estava séria e eu sabia que seus óculos escuros era para esconder as lágrimas. Ela estendeu sua mão com uma rosa branca. - Apesar de você ser extremamente babaca por boa parte da sua vida, o Lee acabou tendo afeto por você. Então, nada mais justo que você ir lá e deixar um voto com ele, uma palavra.

Cabreiro, eu a encarei e encarei a rosa. Sem demora eu peguei da sua mão e me desprendi da árvore.

- A Sakura está arrasada. - Comentou ela enquanto me acompanhava até a pequena multidão.

- Ela vai ficar bem. Ela está sendo bem cuidada nesse momento difícil. É o que importa.- Falei enquanto olhava para ela chorando e o Gaara a abraçando ela e dando total apoio. Ino me olhou através dos seus óculos escuros.

- Poderia ser você ali... - Falou.

Pensar naquela hipótese me deixava inquieto.

- Mas não é eu. - Disse com frieza.

Era possível ouvir ela suspirando.

- Bom, quando você terminar. Vem ficar com a gente. - Então, eu parei perto do túmulo e a Ino continuou andando até o seu Namorado.

Eu me aproximei do caixão e fechei meus olhos. Eu não conseguia lembrar do Lee exatamente, mas eu sabia que ele era um cara bom. Cuidadoso. E se era importante para a Sakura, então não tive dúvidas que ele realmente era isso.

Com meus pensamentos ao longe, eu senti minha espinha se arrepiar e logo ouvi em meus pensamentos a voz dele dizendo : " Cuide da Sakura por mim. Proteja-a com sua vida".

Um sorriso brotou dos meus lábios e eu me senti bem naquele momento. Sem rodeios, soltei a rosa que sem demora repousou sobre seu caixão no fundo do buraco de concreto.

- Eu cuidarei sim. Não se preocupe. - Então eu me afastei e caminhei em direção da Ino que se encontrava com o Naruto e a Hina. Mas antes, meus olhos foram parar na Sakura que estava agachada no chão perto do túmulo de concreto, olhando o pobre amigo ali. Como eu tive vontade de ir lá, mas sei que não era bem vindo. Então eu logo afastei os pensamentos.

Sem demora o coveiro começou a fechar o túmulo com a ajuda de alguns outros coveiro, eles puxavam uma grande tampa de concreto e o depositaram no túmulo e assim o fechou completamente.

Quando eu cheguei no grupo, Naruto foi o primeiro a me abraçar, logo depois veio a Hinata e o Sai. Eu fui pego de surpresa. Nunca fui de abraços então eu me senti estranho e bem ao mesmo tempo. Aceitei os abraços de bom grado. Era óbvio o quanto Hinata chorava, Naruto tentava ao máximo desampara-la só que ele também não sabia como fazer exatamente.

- Vem Hina. Vamos dar um apoio para a Saky. - Hinata assentiu e limpou seus olhos com uma toalha fina e logo seguiu a Ino até a Sakura, que não se encontrava tão longe de nós.



INO ON.

Sem pressa, eu caminhei até a Sakura agachada perto de onde o túmulo do Lee estava. Quando cheguei eu também me agachei, assim como a Hinata também havia feito.

- Ele prometeu para mim que sairia dessa. Ele disse. Ele disse que não era para eu me preocupar... - Lamentou ela. Minha garganta deu um nó e já era possível sentir meus olhos arderem novamente, mas eu respirei fundo. Eu precisava ser forte para a minha amiga, afinal, era ela a mais próxima do Lee do que eu e a Hina.

- Oi amiga... - Eu passei minha mão em suas costas e acariciei calmamente. - Quer água? Eu trouxe.

- Não quero nada, mas obrigado. - Falou chorosa. Ao olhar mais precisamente, Sakura ainda segurava sua rosa. Ela não queria se despedir dele, isso era mais do que óbvio. De forma delicada. Tirei uma mecha de seu rosto e tirei um pouco das lágrimas de seus olhos. - Eu só quero ficar aqui. Quieta.

- Tudo bem. - Eu me aproximei e depositei um beijo em seu rosto molhado. - Se precisar de alguma coisa. É só me ligar. O Sai tem uma prova daqui a pouco em Ohio e eu vou acompanhar ele até o aeroporto, mas estarei de volta bem rápido. Não hesite em ligar se precisar de algo. Talvez eu fique na sua casa hoje.

- Tá bem Ino. obrigada. - Ela me abraçou e depois abraçou a Hina que ficou em silêncio chorando por todo momento. - Vai em paz.

Quando eu me levantei, dei de cara com Gaara alguns centímetros longe de nós. Ele estava sério, pensativo. Seu olhar parecia perdido no vazio. Eu me aproximei dele.

- Leve ela para a casa dela quando ela quiser ir embora. Na verdade, logo mais a convença a ir. Ela não parece que vai sair daqui tão cedo e o tempo não está muito bom. Talvez chova a qualquer momento. - Falei para ele que nem me dava ideia direito.

- Tudo bem. - Enfim disse sem me dar tanta atenção. - Vou conversar com ela daqui a pouco. O tumulto já está se dispersando.

- Tudo bem. Se precisar de mim, é só pegar o número com ela.

- Não vou precisar. Fique tranquila. - Falou e eu realmente não gostei daquela forma dele falar. Que esse cara pensa que é? Só por que eu estou de luto, não significa que eu não possa enfiar minha mão na cara dele.

- Ok. - respirei fundo e canalizei toda minha raiva naquele momento. - Vai ficar mais um pouco aí, Hina? -Hinata estava abraçada com a Sakura, ela me olhou por cima do ombro e assentiu. Eu assenti para o Sai e dali nós seguimos nosso caminho deixando Naruto e Sasuke sozinhos enquanto os mesmos olhavam para Hina consolando a Saky.



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