História Registro - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Fotografia, Jikook, Jugkook, Lgbt, Park Jimin, There For You, Troye Sivan
Visualizações 161
Palavras 2.352
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vrau

Capítulo 4 - Bônus


Fazem quase dois meses que Park Jimin é meu namorado, e é estranho como quase nada mudou. Hoje nós brincamos que tivemos um relacionamento secreto durante mais de dez anos, sem querer.

Continuamos exatamente como estávamos, com o bônus de ter beijos sempre ao alcance e poder ficar mais agarrados do que já ficávamos naturalmente. E isso é tão bom que eu poderia morrer extremamente feliz com minhas conquistas.

Hoje é uma quinta-feira, dia do videogame, e alguns hábitos nunca mudam. Os inúmeros pacotes de fini estão espalhados pelo carpete ao redor de Jimin, e ele come uma minhoca rosa coberta de açúcar enquanto fotografa o meu teto cheio de adesivos de estrelinhas neon.

Pegar a minha própria câmera é um ato automático. Eu tenho filmado Jimin como sempre filmei, e agora eu vejo todos eles, repetidas vezes, até estar tão desesperado por Jimin que o ligue às duas e meia da madrugada.

Apesar disso, nunca transamos.

Nunca pareceu uma necessidade tão desesperada à ponto de acharmos que era essencial para o nosso relacionamento, e isso é o ridículo oposto do que éramos com outras pessoas.

Com elas, o sexo vinha para preencher um relacionamento oco, mas conosco era tudo tão completo que aquilo quase não era necessário. Quase. Por que nesse momento ele está sorrindo. Ele está sorrindo enquanto boa parte da pele de sua barriga está aparecendo, e ele come uma minhoca de gelatina como sempre faz: suga todo o açúcar ácido, e depois a puxa para dentro como macarrão.

- Ah, isso foi sexy. - Ele me olha, os olhos se fechando enquanto ele ri. - Me diga, menino Jimin, você está tentando me matar?

- Meu namorado é ridículo. - Ele diz, olhando para a câmera. - Você não devia estar procurando o jogo? - Ele vira o corpo em minha direção, deitando-se sob o próprio braço. Ele está sorrindo, o corpo desenhado sob a superfície fofa, os shorts subindo pelas pernas bonitas.

Ele me deixa excitado só por respirar.

- Eu quero você. - Sussurro, em um sorriso, e ele ri enquanto me olha. Seu sorriso é largo e ele parece me avaliar, percorrendo os olhos bonitos pela extensão do meu rosto enquanto aquele sorriso continua ali. - Ah, eu realmente quero você.

- Eu já sou seu, amor. - Eu posso afirmar que esse sorriso ainda será a minha ruína. Nossas vozes estão baixas, quase sussurradas, e eu estou ficando duro. A minha língua leva umidade para meus lábios e eu estou olhando para Jimin em vez de prestar atenção à lente da câmera.

- Eu quero você. - Repito, e o clima está pesado ao nosso redor. Ele parou de sorrir e seus lábios estão fechados enquanto ele me olha, então eu paro de gravar, descendo a câmera devagar sem jamais deixar de observá-lo. - Você é tão lindo, Jimin.

Aquela troca de olhares é surreal. Ele está invadindo meus pensamentos, acendendo chama por chama dentro de mim, acelerando meus batimentos e fazendo com que meu sangue corra mais rápido. Park Jimin tem esse talento natural para me deixar completamente fora de órbita, totalmente à mercê de sua vontade sem qualquer esforço ou ato prévio.

Ele se senta sobre as coxas e eu estendo a mão em sua direção. Ele engatinha até a borda da cama, onde estou sentado, e fica entre minhas pernas quando puxo seu queixo para um beijo. Nesse ponto, eu já estou ridiculamente duro e ele é tão culpado por todos esses sentimentos que deveria ser considerado um criminoso de alta periculosidade.

- Eu te amo. - Sussurro, subindo os beijos até a sua orelha, puxando o lóbulo enquanto ele aperta meus braços. - Eu te amo tanto, Jimin. Ele está quente, e seu calor passa para meu corpo como lava. Eu desço a língua por seu pescoço, mordendo a curva antes de chegar até o ombro, e ele se arrepia e geme.

- Jungkook...

Meu nome saindo pelos lábios úmidos e vermelhos é a faísca que acende meu pavio, e eu começo a queimar. Fogo líquido se estende por minhas veias, torrando aos poucos meu autocontrole e minha sanidade quando Jimin vem para cima de mim, sentando-se sobre meu colo e roçando o bumbum contra meu pau duro.

E eu gemo também, enquanto o trago para mais perto.

- Eu te amo, eu te amo... - Ele sussurra, enquanto passa os dedos para dentro da minha camisa, puxando-a para cima enquanto eu estremeço. - Eu também quero você.

Ele joga minha camisa para trás e ela forma um bolo para ser esquecida em algum canto frio do quarto, ao que eu puxo a camisa dele, jogando-a longe também. Nossos peitos se juntam, quentes, e eu tomo total consciência de que nunca quis tanto ter alguém quanto quero ter Jimin.

- Você tá me deixando tão duro, Jimin. - Sussurro próximo à orelha, para depois afundar o músculo contra a concha. - Eu sou tão louco por você.

Apesar de aquela ser a primeira vez, minhas mãos sabem onde tocá-lo como se eu possuísse um mapa. Desço os dedos pelas costas, pelo abdômen, apertando as coxas até enfiar os dedos na carne da bunda com muita vontade, puxando-o para mim. Jimin geme de novo.

- Eu também estou. - E eu sei disso. Eu posso sentir. - Me toca. - Ele suspira, e puxa minha mão até seu pênis, enquanto rebola sutilmente sobre o meu. - Me toca...

Eu desabotoo os shorts e puxo a cueca para baixo, apenas para ver o pênis brilhante pelo pré gozo. Eu desço os dígitos pelo comprimento até a base, pressionando a cabeça toda vez que retorno. Jimin me abraça, suspirando contra minha orelha e eu estou arrepiando enquanto ele continua rebolando em uma fricção gostosa contra meu pau, então eu o empurro contra a cama e puxo toda a roupa para fora de seu corpo enquanto o beijo.

Eu desço esse beijo úmido pelo corpo até o pênis inchado, lambendo tudo ao redor antes de subir para ele. Jimin está me olhando com o rosto vermelho enquanto geme, e eu queria poder fotografá-lo com aquele olhar ridiculamente luxurioso em minha direção. Talvez eu realmente faça isso algum dia.

Eu o lambo até a cabeça enquanto acaricio as bolas, e quando ele chama meu nome eu o coloco para dentro até senti-lo na garganta. Sua barriga sobe e desce sem constância em uma respiração desorganizada, e eu estou sugando-o com toda a minha vontade, chupando-o como nunca chupei um cara na vida.

- Como você quer que seja? - Eu pergunto, enquanto continuo os estímulos com a masturbação.

Eu naturalmente sou o ativo, mas naquele momento eu não me importo nem um pouco se Jimin quiser que seja diferente. Eu estou tão fervoroso por ele, por aquele momento único com o meu melhor amigo e amor que eu sinceramente não me importo.

Eu quero Jimin da forma como ele me quiser.
- Ah... - Ele geme quando volto à suga-lo, arqueando as costas sobre o colchão. Ele abre a gaveta do meu criado mudo, tateando cegamente por algo. - Por favor me diz que você guarda lubrificante nessa gaveta.
Eu o sugo mais forte e ele fica sem ar.

- Você não me respondeu, amor. - Minhas mãos estão apertando as coxas redondas, e Jimin me olha como nunca olhou na vida. Ali existe amor, existe reciprocidade, mas existe tanto tesão que eu fico tonto.

- Eu quero que você me coma. - Ele quem recebe o oral, mas quem geme sou eu. - Por favor, Cookie.

Eu respiro fundo e me levanto, deixando meu namorado um tanto confuso enquanto vou até o armário e retiro o tubo de lubrificante de lá. Eu o olho, retiro as calças no meio do caminho, enquanto seu olhar atento me escaneia.

- Fica de bruços. - Peço, quase mando, e ele me obedece. A bunda está vermelha por meus apertões, e eu mordo forte uma das bandas antes de levar um dos dígitos até a entrada enrugada e vermelha. Ele enfia a cabeça contra o travesseiro, apertando o lençol ao redor.

Eu desço o rosto, lambo, umedeço ela toda e ele está gemendo e estremecendo abaixo de mim. Em algum momento ao longo de nossas vidas, antes mesmo do relacionamento, Jimin havia comentado que gostava das coisas em um ritmo diferente. É por isso que quando ele afunda o rosto contra o travesseiro para gemer, eu desço um tapa ardido contra sua nádega esquerda.

- Ah! - Ele geme mais alto, e abre um pouco as pernas. Eu estou lambendo-o quando abro o lubrificante e despejo contra meus dedos, sentindo-os viscosos quando afasto meu rosto para rondá-lo com o primeiro dedo, e ele se empina para mim quando eu coloco-o para dentro. - Isso. - Ele geme e está se contraindo,

- Ah, você já está me apertando, Jiminnie. - Eu suspiro e aperto meu pau com a mão livre. Quero tanto estar dentro dele, e ele é tão receptivo que praticamente suga o segundo para si. - Puta que pariu!

Ele inclina o quadril até estar de quatro, as costas arqueadas se empinando em minha direção, então se masturba enquanto rebola em minha direção, fazendo com que meus dedos entrem e saiam de si, enquanto eu mal posso me mexer com a visão que tenho.

Ele é incrível.

- Ah, Jimin. - Eu deixo outro tapa contra a bunda vermelha. Eu retiro meus dedos e roço meu pênis contra sua entrada, me inclinando sobre seu corpo, lambendo toda a extensão das costas até a orelha. - Gostoso pra caralho.

- Porra - Ele rebola os quadris em minha direção, em uma fricção gostosa. - Me come logo, Jk... - Ele aperta as nádegas com meu pau no meio, e eu gemo no pé de sua orelha, puxando-o mais contra mim. - Por favor... por favor...

Tê-lo assim, tão submisso, tão entregue, tão meu dessa forma, mexe totalmente com meu autocontrole e eu me levanto, despejando lubrificante contra meu pau, jogando mais um pouco na entrada que se comprime e relaxa bem diante dos meus olhos.

Ah, Jimin. Eu vou acabar completamente com você essa noite.

- Pede de novo... - Eu sussurro, por que a voz é tão sexy e suplicante quando ele diz aquilo que eu preciso ouvi-lo mais uma vez. Ele rebola contra mim, buscando contato, e eu bato naquela bunda mais uma vez, um pouco mais forte, e ele geme mais alto.

- Me come. - Ele diz, e estremece ao me sentir na entrada. - Ah... me come. - Ele suspira e rebola novamente. - Eu te quero tanto... - Sua voz é baixa, leve como seda, pedinte, submissa. Eu posso enlouquecer a qualquer momento. - Jungkook.

E eu entro de uma única vez. Não me importo com os gemidos altos que me saem pela garganta e da de Jimin, uma vez que a casa está vazia. Mas eu sinto estrelas sob os olhos, tudo fica preto e branco por um minuto, e eu apenas vejo Jimin com o rosto afundado contra os travesseiros, corpo tenso e gemendo, buscando mais contato enquanto seu corpo se acostuma comigo dentro.

Ele me aperta tanto que eu acho que vou gozar antes mesmo de começar.

Ele me olha por sobre o ombro, olhos marejados, rosto vermelho, cabelo bagunçado, e seus lábios se mexem. Uma mensagem muda que faz com que eu estoque com toda força para dentro.

"Me fode"

E eu estou bombeando fundo, duro, enquanto puxo os cabelos para trás, deixando o rosto e pescoço à vista, fazendo com que ele se apoie com as mãos no colchão fofo, gemendo de um jeito gostoso pra caralho enquanto nosso corpo começa a deslizar sob uma camada de suor.

- Ah, isso, isso, isso... - Ele fala daquele jeito, com aquela entonação, e eu estou ficando louco, perdendo a razão, sendo totalmente dominado e levado pela onda de Park Jimin.

Ele me empurra para trás com pouca força, e me faz deitar com as costas no colchão. Ele bombeia meu pau, que sentia falta do calor de seu interior, e depois o coloca na boca, sugando forte algumas vezes. Jimin tem o melhor oral do planeta terra, e essa parte eu já havia provado antes quando quase fomos até o fim algumas semanas antes.

Eu gemo, falo coisas desconexas e depois peço por ele de novo. Ele se acomoda sobre mim e senta tão devagar e gostoso, mordendo os lábios e fechando os olhos que eu mordo meu antebraço com muita força para não gozar com a visão.

Ele sobe e desce, quica sob mim enquanto eu seguro o bumbum durinho que em atrito com a minha pele, faz barulho. Eu me sento para alcançar os mamilos e os lambo enquanto ouço Jimin gemendo alto, avisando que iria gozar sem ter se tocado por um único minuto desde que começamos.

Saber disso dá um start para meu próprio clímax.

Eu o viro na cama sem sair dele, ficando por cima e segurando a cabeceira para ter mais força enquanto vou e volto do interior ridiculamente apertado dele.

- Tão apertado, Jiminnie. - Eu sussurro, buscando fôlego enquanto ele me aperta com as mãos e com as pernas. - Ah, eu te amo. Eu sou louco por você.

Ele puxa o ar com força, jogando a cabeça para trás e eu sinto ele me apertar com muita força, então estou à beira.

- Não para. - Ele pede. - Não pára, eu vou gozar.

Eu não vou parar nunca mais. Nunca mais.

Então, ele me olha de novo naquele momento ele é tão, tão, tão lindo que eu sinto amor em todos os meus poros, explodindo em um tesão absurdo. Eu desço uma das mãos para masturba-lo por que não vou durar muito tempo.

Ele chama meu nome e eu o beijo.

Então eu gozo, e ele vem pouco depois. Eu continuo estocando até que o orgasmo passe e eu me sinta amolecer. Eu estou apoiado no colchão ao redor da cabeça de Jimin, e nós estamos nos olhando. Ele está sem ar e sorri.

- É tão lindo... - eu digo, tirando o cabelo úmido de seu rosto. - Você é incrível.
Ele me sorri, sapeca, antes de me empurrar e virar na cama.

- E ainda não acabei.

Ah, sim. Nós tínhamos a noite toda pela frente, afinal, é quinta feira.

Dia dos jogos.



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