História Rei apaixonado - Capítulo 4


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Categorias Haikyuu!!
Personagens Asahi Azumane, Bokuto Koutarou, Chikara Ennoshita, Daichi Sawamura, Hajime Iwaizumi, Hisashi Kinoshita, Ittetsu Takeda, Kei Tsukishima, Keishin Ukai, Kenma Kozume, Koushi Sugawara, Lev Haiba, Personagens Originais, Ryuunosuke Tanaka, Shouyou Hinata, Tadashi Yamaguchi, Tetsurou Kuroo, Tobio Kageyama, Tooru Oikawa, Yuu Nishinoya
Tags Hinata Shouyou, Kagehina, Kageyama Tobio, Magia, Mistério, Mpreg
Visualizações 45
Palavras 2.809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Opa! Cheguei com mais um capitulo no meio da madrugada, que coisa linda! djanosnf espero que gostem!
Ignorem os possiveis erros.

Capítulo 4 - A conversa sobre o destino


Hinata estava diante do príncipe herdeiro do Norte.

– Vossa Alteza. – disse o capitão da Guarda, fazendo uma reverência, mesmo conhecendo o príncipe o suficiente para o tratar como um melhor amigo.

Ele se endireitou e retirou o capuz, revelando o curto cabelo castanho. A função do capuz certamente fora intimidar Hinata, fazer com que ficasse submisso. Como se um truque assim tão simplório pudesse funcionar com ele. Mesmo irritado, Hinata ficou surpreso ao ver o rosto dele pela a primeira vez. Era jovem!

O capitão Sawamura não era excessivamente bonito, mas era difícil não achar o rosto de traços fortes e os olhos escuros, castanho, era como um olhar já de imediato do um pai. O ruivo abaixou a cabeça, agora intensamente consciente de quanto estava imundo.

– É ele? – perguntou o príncipe herdeiro do Norte, e Hinata olhou de um para o outro enquanto o capitão assentia com a cabeça.

Os dois a encararam, esperando que ele se curvasse em reverência. Hinata permaneceu ereta, e Daichi remexeu-se, inquieto. O príncipe lançou um olhar para o capitão e ergueu o queixo um pouco mais alto.

Hinata não iria se curvar para ele! Se já estava destinado à força, não perderia os últimos momentos de vida submetendo-se àquela humilhação.

Passos firmes atrás de Hinata, e alguém o agarrou pelo pescoço. Ele só percebeu o cabelo raspado, e que era algo alto antes de ser jogado no chão gelado de mármore. A dor irradiou por seu rosto, e pequenos focos de luz salpicaram-lhe a visão. Os braços do prisioneiro doíam, pois as mãos atadas impediam que ele ajustasse as articulações corretamente. Embora tivesse tentado evitar, lágrimas de dor irromperam.

– Esta é a forma adequada de cumprimentar seu futuro rei. – Disparou o homem de cabelo curto para Hinata.

O assassino rosnou, mostrando os dentes ao se virar para o imbecil ajoelhado. Ele era quase tão grande quanto seu capataz e vestia preto e laranja, combinando um pouco até com seu rosto. Seus olhos era em um cor escura de marrom enquanto este apertava o pescoço do Hinata. Se ele conseguisse mexer o braço direito um pouco, poderia desequilibrá-lo e toma-lhe a espada. Os grilhões pressionavam o estômago do prisioneiro, e a raiva faiscante lhe afogueava o seu rosto.

Depois de um longo momento, o príncipe herdeiro falou.

– Não compreendo que sentindo há em forçar alguém a se curvar quando o propósito do gesto é mostrar lealdade e respeito. – Suas palavras demonstravam um profundo tédio.

Hinata tentou olhar para o príncipe, mas só pôde ver um par de botas de couro negras descansando no chão branco.

– Está claro que você me respeita, Duque Ryunosuke Tanaka, mas é um tanto desnecessário se esforçar tanto para obrigar Hinata Shouyou a ter a mesma opinião. Nós dois sabemos muito bem que ele não tem apreço pela minha família.  Talvez sua intenção, então, seja humilhá-la. Não a subestime, só porquê é mais velho. – O príncipe pausou, e Hinata poderia jurar que seus olhos pousaram nela por um breve momento. – Mas acho que já é o bastante.

Ele fez outra pausa e então perguntou.

– Você não tem uma reunião com o tesoureiro dos cinco reinos? Não quero que se atrase, principalmente depois de ter vindo até aqui só para encontrá-lo.

Compreendendo que havia sido dispensado, o torturador de Hinata grunhiu e soltou o assassino. Hinata descolou a bochecha do mármore, mas permaneceu deitada até que ele se levantasse e fosse embora. Se algum dia conseguisse escapar, talvez procurasse esse tal duque Ryunosuke para retribuir a gentileza.

Ao se levantar, Hinata franziu a testa ao perceber a mancha que deixara o chão impecável e ao escutar o tilintar dos grilhões ecoando pelo salão silencioso. Mas ele fora treinado para ser um assassino desde os oito anos quando o rei dos Assassinos e assim rei do reino do sul, decidiu treiná-lo depois da quase morte de sua irmã mais nova. Quase matou o ruivo, se este não tivesse uma tremenda resistência. Depois de tudo que passara, nada o humilharia, muito menos o simples fato de estar sujo. Depois de recompor seu orgulho, ele jogou o cabelo longo para trás, tirando do seu rosto e levantou a cabeça. Seus olhos encontravam os do príncipe.

Kageyama Tobio sorriu para Hinata. Era um sorriso polido, repleto de charme cortesão. Não era um sorriso que combinava com seu rosto. Sentado confortavelmente no trono, ele apoiava o queixo em uma das mãos, e sua coroa de prata refletia a luz suave do salão. O emblema negro do corvo real lhe ocupava o todo o peito. Um manto vermelho cobria graciosamente o príncipe e o trono.

Mas algo em seus impressionantes olhos azuis – da cor das águas do país do sul – e no contraste que faziam com seus cabelos negros o deixou sem reação por um instante. Ele era extremamente belo e não devia ter mais de dezenove anos.

“príncipes não deveriam ser bonitos! Eles são criaturas revoltantes, arrogantes, estúpidas! Esse... Esse... Como é injusto que seja membro da realeza e bonito!”

Hinata trocou o peso do corpo de um pé para outro enquanto o príncipe franzia a testa para ele, avaliando-o.

– Achei que tivesse pedido a você que o limpasse. – disse ele ao capitão Sawamura, que deu um passo à frente.

Hinata esquecera que havia mais gente no salão, olhou para os trapos que usava e para a pele encardida e não conseguiu suprimir uma pontada de vergonha. Que estado mais miserável para um assassino que um dia já fora tão belo?

À primeira vista, os olhos de Hinata era um castanho claro ou escuros, chegando muitas vezes ao preto, dependendo da cor das roupas que usasse. De perto, porém, a ambiguidade de tons era ofuscada pelo o anel de ouro que envolvia suas pupilas. Mas eram seus cabelos ruivos – que ainda retinham vestígios de seu antigo esplendor – que chamavam a atenção da maioria das pessoas. Em resumo, Hinata Shouyou fora abençoado com algumas características atraentes que compensavam a mediocridade dos outros traços; e, no inicio da adolescência, ele já descobrira que, com a ajuda de cosméticos, os traços comuns podiam facilmente passar por extraordinários.

Agora, porém, postava-se diante de Kageyama Tobio sentindo-se quase um rato de esgoto! Hinata sentiu as bochechas queimarem quando o capitão Sawamura falou.

– Não queria fazê-lo esperar.

O príncipe herdeiro balançou a cabeça quando Daichi estendeu a mão na direção de Hinata.

– Não se preocupe com o banho agora. Já posso ver que ele tem potencial. – O príncipe endireitou a coluna, concentrado em Hinata. – Não acredito que tivemos o prazer de nos conhecer formalmente. Mas como você já deve saber, sou Kageyama Tobio, príncipe herdeiro do reino do Norte, e talvez agora príncipe herdeiro de maior parte dos cinco reinos. – O príncipe suspirou. – E você é Hinata Shouyou, o maior assassino do Sul. Talvez maior assassino de todo os cinco reinos. – Ele pareceu perceber os músculos tensionados de Hinata e levantou as sobrancelhas negas e bem-cuidadas. 0 Você parece um pouco jovem demais. – O príncipe apoiou os cotovelos nas coxas antes de continuar. – Escutei historias fascinantes sobre você. O que está achando dos cinco reinos depois de ter vivido com tanto luxo com as minas de sal no forte da fenda?

“Idiota arrogante.” Pensou o ruivo.

– Mais feliz impossível. – cantarolou ele, enquanto enfiava as unhas pontiagudas nas palmas das mãos.

– Depois de um ano, você parece mais ou menos viva. Pergunto-me como isso é possível quando a expectativa de vida nestas minas é de apenas um mês.

– Um mistério fascinante, sem dúvida. – Respondeu o ruivo, piscando maliciosamente e ajustando os grilhões como se fossem luvas de renda.

O príncipe herdeiro virou-se para o capitão.

– Ele tem a língua afiada, não? E não fala como alguém da ralé.

 – Eu realmente espero que não. – Interrompeu Hinata.

– Vossa alteza. – Corrigiu Daichi, querendo mais ajudar do que dificultar a situação do menino ao seu lado.

– O quê? – Perguntou ele.

– Você deve chamá-lo de “Vossa Alteza”.

Hinata lançou-lhe um sorriso zombeteiro e voltou a se concentrar no príncipe.

Kageyama Tobio, para surpresa do assassino, gargalhou.

– Você sabe que agora é escravo, não sabe? Será que não aprendeu nada com sua sentença?

Se os braços de Hinata não estivessem atados, ela os teria cruzado.

– Não sei como trabalhar em uma mina pode ensinar qualquer coisa além do modo certo de segurar um picareta.

– Você nunca tentou escapar? – Um sorriso perverso apareceu lentamente no rosto do assassino.

– Uma vez.

O príncipe levantou as sobrancelhas e volto-se para o capitão Sawamura.

– Isso ninguém me contou.

Hinata se voltou para trás e viu Daichi lançar ao príncipe um olhar culpado.

– O capataz-chefe me informou esta tarde que houve apenas um incidente. Três meses...

– Quatro meses. – Corrigiu o ruivo.

– Quatro meses. – Disse Daichi – Depois que Shouyou chegou, ele tentou fugir.

Hinata aguardou o resto da historia, mas o capitão claramente não tinha intenção de continuá-la.

– Mas essa não é a melhor parte! – Hinata falou estranhamente alegre.

– Há uma “melhor parte”? – Perguntou o príncipe herdeiro, com a expressão do rosto entre perplexidade e um sorriso.

Daichi encarou Hinata, furioso, antes de começar a falar. Esse menino com toda certeza não fazia idéia onde estava se metendo.

– É impossível escapar das minas de sal. Seu pai se certificou de que cada vigia da fenda fosse capaz de acertar um esquilo a duzentos passos de distancia. Tentar escapar é suicídio.

– Mas você sobreviveu. – Disse o príncipe a Hinata.

O sorriso de Hinata desapareceu quando as lembranças do incidente retornaram.

– Sim.

– O que aconteceu? – Perguntou Kageyama.

Os olhos de Hinata endureceram, frios como gelo.

– Perdi o controle.

– É assim que você explica o que fez? – Indagou o capitão Sawamura, indignado. – Ele matou o capataz e mais vinte e três antes de ser capturado. Estava a uma unha da muralha quando os soldados finalmente o nocautearam.

– E...? – Disse Kageyama.

Hinata se irritou.

– “E”? Você tem ideia da distancia entre as minas e a muralha? – O príncipe o encarou com a expressão vazia. Ele fechou os olhos e suspirou dramaticamente. – São cento e dez metros desde a minha cela. Eu pedi para alguém medisse.

– E...? – Repetiu Kageyama.

– Capitão Sawamura, até onde os escravos costumam chegar quando tentam fugir das minas? – O capitão engoliu em seco.

– Um metro. – Murmurou ele. – Normalmente os guardas da mina os atingem antes que consigam avançar um metro.

O silêncio do príncipe herdeiro não era a reação que Hinata desejava.

– Você sabia que era suicídio. – Disse ele, finalmente, e sua expressão estava mais séria. Talvez tivesse sido má ideia mencionar a questão da muralha, pensou o ruivo.

– Sim. – respondeu Hinata.

– Mas eles não mataram você.

– Seu pai ordenou que me mantivessem viva o máximo possível para que sofresse toda a miséria que a Fenda tinha a oferecer. – respondeu Hinata, sentindo calafrios que não tinham nada a ver com a temperatura do corpo. – Eu não tinha intenção alguma de escapar. – A pena dos olhos do príncipe fez com que Hinata quisesse bater nele.

– Você carrega muitas cicatrizes – Perguntou o príncipe.

O prisioneiro deu de ombros, e o príncipe sorriu, tentando amenizar o clima sombrio. O moreno desceu do estrado onde o trono se assentava.

– Vire de costas, deixe-me ver. – Disse o príncipe herdeiro.

Hinata franziu a testa, mas obedeceu. Daichi, alerta, se aproximou um passo.

– Não consigo vê-las com tanta sujeira. – reclamou o príncipe3, inspecionando a pele exposta por entre os rasgos da blusa de Hinata. Ele fez uma careta de raiva e intensificou-a ainda mais quando ele reclamou. – E que fedor horrível!

– Quando não se tem acesso a um sabonete e uma banheira, é difícil ter um perfume tão agradável quanto o seu, Vossa alteza.  

O príncipe herdeiro estalou a língua e andou lentamente ao redor do assassino, avaliando-o. Daichi e o resto dos guardas os observavam com as mãos nas espadas – como deveriam. Em menos de um segundo, Hinata poderia passar os braços algemados por cima da cabeça do príncipe e esmagar a traquéia dele. Valeria à pena tentar só para ver a expressão no rosto de Daichi. Mas o príncipe continuou, e não percebeu o quanto estava perigosamente perto do assassino. Hinata quase se sentia ofendido.

– Pelo o que vejo. – Disse ele. – há três grandes cicatrizes e talvez algumas menores também. Não tão horríveis quanto eu esperava, mas... bem, os ternos irão escondê-los, suponho.

– Ternos? – Repetiu Hinata, sem entender, tão próximo que dele que podia ver cada detalhe do príncipe e seu cheiro, não de perfume, mas de ferro e cavalos.

O príncipe sorriu assustadoramente novamente.

– Que olhos impressionantes você tem! E como... Liberdade!

O príncipe estava perto o suficiente para podê-lo estrangulá-lo, filho do homem que o sentenciou a morte lenta e miserável, o auto controle de Hinata beirava perigosamente para cair no abismo.

– Exijo saber. – Começou ele tentando se aproximar, mas o capitão o puxou com toda força para trás. – Eu não ia matá-lo, seu idiota!

– Cuidado com a língua antes que eu te jogue nas minas de novo. – disse o capitão.

– Ah você não faria isso.

– E por que não? – replicou Daichi.

Kageyama voltou para o seu trono e se sentou, com os olhos de safira os observando. Hinata olhou de um homem para o outro e ajeitou a coluna.

– Porque há algo que querem de mim, algo que querem tanto que vieram até pessoalmente. Não sou idiota, embora tenha sido bastante tolo em ser capturado, e já entendi que isso é um assunto sigiloso. Por que mais vocês sairiam da capital e se arriscariam a vir tão longe? Estão me testando para ver se estou apto fisicamente e mentalmente. Bom, sei que ainda não estou louco, mesmo que o incidente na fenda diga o contrário. Então exijo saber por que vocês estão aqui e que serviço estão querendo de mim, se eu não estou destinado à forca.

Os homens trocaram um olhar e Kageyama estralou os dedos.

– Tenho uma proposta para você.

Hinata sentiu um aperto no peito. Nunca, nem nos seus sonhos mais fantasiosos, ele imaginaria que teria a oportunidade de falar com Kageyama Tobio em pessoa. Poderia matá-lo tão facilmente, arrancar-lhe aquele sorriso do rosto... Poderia destruir o rei como ele o destruirá...

Mas talvez a proposta do principe herdeiro pudesse proporcionar sua fuga. Se passasse pela muralha, conseguiria fugir. Correr e correr e desaparecer nas montanhas e viver em solidão, na escuridão verde da floresta, com um tapete de folhas de pinheiro sob os pés e um cobertor de estrelas sobre a cabeça. Era realmente possível. Ele só precisava passar pela muralha. Já chegara tão perto.

– Estou disponível a ouvir. – Disse Hinata.

 

(***)

– Nem eu o reconheci! Imagine você que passou a noite com ele! – Daichi falou batendo de leve na cabeça do príncipe, enquanto estavam sozinhos, poderiam manter o jeito de amigos.

– Aish! Pare com isso! Como eu o ia reconhecer?! Quando o vi estava com cabelos mais longos do que o do Asahi e mais fedorento que o Ryu! – Falou meio irritado, mas ainda estava atordoado com o fato que Hinata estava grávido. – E tem mais ele - Ai!

– Vocês dois são idiotas! Principalmente você Kageyama! – Sugawara chegou atrás dos dois e bateu na cabeça de ambos, irritado pela a forma que estavam falando.

– Por quê?! – Os dois perguntaram ao mesmo tempo sem entender.

– Vocês estão falando mal do Hinata, mas se lembre, não importa que ele seja assassino ou não, ele é apenas uma criança! Ele é mais novo que você Kageyama! Ele tem dezesseis anos! Então é bom me escutar ao menos uma vez na vida! Você vai assumir seus atos como um rei faria! Agora vá falar com ele. – O mago falou jogando um balde de água fria em cima do futuro rei.

Kageyama suspirou e passou a mão nos cabelos negros, sabia que seu conselheiro estava certo sobre isso, mas ele mesmo estava chocado com o fato que ele seria pai, e a mãe de seu filho, era um homem! Mas ele teria que assumir os fatos que realmente na noite anterior não havia ligado para o fato que ele era um homem, mas também não havia pensado que ele poderia engravidar, assim como começou agora a pensar que Hinata havia o atraído desde que havia o visto como um assassino, naquele momento havia já gostado da personalidade do ruivo logo depois havia gostado da forma tão bonita que Hinata estava na sua festa de aniversario.

Sem dizer mais nada, apenas se virou e voltou de onde havia saído, entrando sem bater a porta, viu algo que não esperava, Hinata estava acariciando sua barriga e tinha lágrimas em seus olhos, e enfim, o príncipe conseguiu ver a “criança” que Sugawara havia falado quando estava dizendo sobre Hinata.

Ele não disse nada, apenas se aproximou do corpo do assassino e abraçou o ruivo com força, ele deixou todas as preocupações para o lado de que Hinata poderia o matar em um único segundo. O que estava acontecendo com Kageyama?!


Notas Finais


Comentem o que acharam! Até o próximo capitulo!


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