História Reign - Capítulo 1


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Categorias Barbara Palvin, Cameron Dallas, Emma Roberts, Justin Bieber, Kate Winslet, Meryl Streep
Personagens Barbara Palvin, Cameron Dallas, Emma Roberts, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Kate Winslet, Meryl Streep, Personagens Originais
Tags Barbara Palvin, Justin Bieber
Visualizações 137
Palavras 2.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noitee! Então, essa fanfic é meio que inspirada no filme " O diário da Princesa". Espero que gostem desta nova estória!
Boa leitura❤️❤️

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Reign - Capítulo 1 - Prologue

Para muitos, o amanhecer do dia significa algo bom. Rever os amigos, rir com eles, ou até brigar, desabafar sobre o tal carinha que você está afim e que, por algum milagre, trocou olhares com você. Porém, isso se enquadra nas pessoas que realmente tem amigos. E não em pessoas como eu, uma garota esquisita, cujo a única interação social é com a mãe, ou com o hamster de estimação. Mas acredito, que ficar me lamentando por algo que não vai mudar é perca de tempo. Como boa covarde que sou, me escondo nas "sombras", rezando para não ser notada. Aceitando o fato que tenho que seguir minha vida, terminar o colegial e ser mais uma dessas mulheres amarguardas com o emprego. Aquelas mulheres solteironas que reclamam do som alto da casa vizinha, e que ninguém suporta. Aceitar, com certeza, é a palavra que sou familiarizada.

Amarro meu cabelo, e encaro o reflexo simples, beirando ao ridículo. Os olhos azuis pelos quais já tive orgulho quando eu era criança, foram herdados do meu pai. Uma figura ausente, por conta da morte precoce. Minha mãe não gosta de falar sobre ele, então eu não insisto. Não me lembro dele, então não faz diferença.

Desço às escadas, com a mochila pesando sobre meu ombro direito. Minha mãe se encontrava em pé, arrumando o café da manhã que estava sobre à mesa. Ela ainda era jovem, mas suas obrigações acabavam cansando-a. Seu esforço para me criar sozinha, às vezes fazia com que eu me sentisse culpada. Sonho com o momento em que eu possa dar uma vida melhor para ela, em que ela sentisse orgulho de mim. E não me considerasse uma fracassada, como eu mesma me considero.

— Acordou mais cedo. Vai ter algo no colégio?— Ela pergunta com um sorriso doce, colocando um pouco de leite na xícara de café que estava em minha frente.

— Nunca tem.— Suspiro. É verdade, nunca há uma novidade naquele ambiente. Acaba fazendo com que minha vida seja mais deprimente do que já é.

Para não ser uma mentirosa, confesso que existe algo, ou melhor, uma pessoa em especial no qual eu gosto de observar feito uma tonta. Thierry Ross não é só o cara que invade meus sonhos todas as noites, mas também é o amor da minha vida desde os dez anos— Quando ele me pediu um lápis emprestado e nunca me devolveu— Acredito que ele sabe da minha pequena obsessão por ele. Como não saber? Eu pareço uma doente mental quando estou perto dele! Mas, para variar, Thierry me ignora como mais da metade do colégio. 

— Já vou, mãe. Preciso chegar cedo para ajudar a Maisie em química avançada.— Minto.  Claro que eu não iria dizer a ela que estou acordando mais cedo para ver o Thierry se exercitando na quadra do Campus. É quase humilhante.

— Ah, muito bem. Gosto de ver você ajudando sua amiga.— Ela beija o topo da minha cabeça, e acaricia meu rosto com um olhar melancólico— Você se parece tanto com o Henry... Tanto na aparência quanto na personalidade.— Me espanto com sua iniciativa de falar algo sobre meu pai. Normalmente eu perguntava sobre ele, e acabava tendo como resposta palavras vazias. Já não insistia mais.

Apenas sorrio e saio de casa. Encarando o clima quente, mas agradável, de Chicago. Agora eu teria que encarar um transporte público lotado. Mas às vezes, eu gosto disso. Observar pela a janela a movimentação das ruas e avenidas...

A Dove High School é um dos mais renomados colégios de Chicago. É particular, embora eu poderia estudar tranquilamente em um colégio público. Mas a minha mãe insiste em que eu estude lá, pela preparação mais avançada. Isso significa, que eu convivo diariamente com filhinhos de papai que pagam tudo adiantado,enquanto estudo lá por bolsa.

Havia poucos alunos na Dove. Fora eu e a equipe de futebol do colégio, acho que só os funcionários estavam presentes. Ando em direção á quadra no qual eu conheço muito bem. Subo as escadas e sento no assento, olhando para a figura um pouco distante. Com seu bíceps esculpido com perfeição à mostra, Thierry aquecia-se. Seu cabelo estava bagunçado, o deixando mais sexy do que já é. Suspiro com a tanta beleza que ele possui. No qual eu nunca vou poder apreciar mais de perto. Ele corre mais alguns metros, até que ergue seu olhar até a mim, despertando-me um frio na barriga, e, eu poderia apostar que estava vermelha. Sentia o meu corpo quente em decorrência a aquele simples ato. 

Eu era uma boba, retardada e apaixonada 

— Vênus, né?— Quase tive um troço ao ouvir, pela primeira vez, thierry falando comigo. Mas, mais ainda, por descobrir que ele sabe o meu nome.

— S-sim.— Levanto do assento, ao ver ele se aproximando de mim, e tropeço no meu próprio pé. O pouco de orgulho que eu tinha, foi por água abaixo. Thierry me olha por alguns segundos como se eu fosse alguma maluca.

— Ah, é que depois eu gostaria de ver as minhas fotos que você tirou no anuário da escola. Quero ver se me saí bem.

É impossível você ser menos do que perfeito em qualquer foto

— Não, você estava lindo. Er...Quer dizer, todos estavam legais na foto.— Cala a boca, Vee. Pelo amor de Deus.

Thierry segura um riso e acabo sentindo o meu rosto ficar quente. Minhas mãos tremiam, e minha respiração estava muito acelerada. É o efeito que o moreno me causa.

— Ok, então. É isso, Vênus.— Ele se afasta e volta com seu exercício matinal. O que acabou de acontecer? Céus!

As aulas se arrastaram lentamente. Só não foi tão torturante, graças a Maisie, que me contava as coisas que tinha feito na casa de sua avó, no Texas.

— Foi legal... Tirando o fato da vovó ter um cheiro esquisito. Aquele cheiro que só gente velha tem, sabe?— Maisie ri. Seu cabelo ondulado estava preso, ofuscando um pouco a beleza que o mesmo tinha. Ela não fazia idéia da beleza que possuía.

— Não sei, não.— Rio pelo o nariz.— Você sabe, nunca conheci meus avós. 

— Sim, é verdade. Desculpe.— Ela diz, realmente arrependida.

— Não é nada, Masee. Não é como se eu sofresse por isso.— Minha mãe ocupava todos esses laços que nunca tive a oportunidade de ter. Então nunca senti falta de ter avós. 

Madison,—a loira nojenta que me odeia desde sempre— Sentava-se na carteira da frente, para a minha infelicidade. A mesma vira-se com cara de nojo e irritação para nós duas.

— Será que as duas esquisitas não podem parar de falar? Voltem para o esgoto, de onde vocês vieram.— Ela revira os olhos, e noto seus cílios postiços enormes.

Ficamos caladas até o professor Leroy, de química, entrar na sala e roubar toda a atenção para si. Tanto pela beleza quanto pela a admiração.

— Bom dia, turma.— Sua voz rouca preenche a sala. Mesmo com alguns fios brancos, ele era um coroa intimidantemente atraente.— Como vocês sabem....

Nesse exato momento, a diretora do colégio entra na sala. Ela estava um pouco agitada e com um sorriso maior do mundo. Ela deve ter suspendido uns 15 alunos, para ficar feliz assim.

— Me desculpe, Sr Leroy. Posso roubar um momentinho a Srta Price?— A diretora me encara com um brilho no olhar. Parecia que eu era algum tipo de prêmio. O que ela queria comigo? Nunca fui chamada a diretoria.

Um burburinho chama atenção, não só minha, mas de toda a classe. Inconscientemente, avanço para a janela, como a maioria da sala, e vejo vários paparazzis tentando tirar foto de algo ou de alguém que estavam dentro da Dove. Será que tem algo a ver comigo? Impossível.

— O que está acontecendo?— Thierry arquea as sobrancelhas, curioso e um pouco temeroso.

A diretora assume a carranca de sempre ao olhar para ele. Um demônio em forma de senhora.

— Nada que você precise saber, Thierry.— Ela vira-se para mim, e desconfio que a mesma seja bipolar. Sua expressão mudava da água para o vinho.— Venha, querida.— Querida?

Levanto-me e a acompanho. Sinto o olhar de todos sobre mim. Olho para trás, apenas o suficiente para ver a minha melhor amiga. Ela estava nervosa por mim. Mas mesmo assim, a mesma murmura "Vai".

Passo pelos corredores iluminados pela a luz do dia, que atravessava as janelas enormes. E olho para o mesmo. Arrependo-me na mesma hora: Várias pessoas olhavam para cima, encarando-me com curiosidade. Os paparazzis murmuravam entre si. Obviamente não escuto.

Ignoro todos eles e entro depois da diretora na sala da mesma. Havia uma senhora, muito bonita e conservada, ao julgar pela a idade que imagino que ela tenha, sentada de frente para a mesa da diretoria. Suas grandes esferas azuis me encaram, e uma faísca de reconhecimento surgem em seus olhos.

— Não estou entendendo....— Digo mais para mim mesma. O que diabos esta acontecendo?

— Prazer, Vênus.— A senhora levanta-se com uma elegância surreal. Ela me abraça. Estranho, pois parecia que ela já me conhecia, pelo o afeto do gesto.— Meu nome é Miranda Been Ammar. Sua mãe deve ter falado de mim.— Ammar. Mesmo sobrenome que eu tenho. Vênus Price Ammar. Ela tinha algum grau de parentesco com o meu pai. Meu coração dispara, e eu fico na defensiva.

— Não. Nunca ouvi falar de você.— Respondo simplesmente.

— Não?!— Sua feição se retorce de surpresa e, pode ser imaginação minha, de raiva.— Meu bem...— Ela começa depois de um tempo, meio receosa.— Eu sou a sua avó.

— A majestade, veio de Vernazza, apenas para falar com você.— Intromete-se  diretora, com um sorriso forçado a Miranda, querendo agradá-la. Falsa

— Majestade?!— Dou um pequeno falsete, com a surpresa. Sobretudo, algo tão absurdo sair da boca daquela mulher. Tento controlar o riso que ameaçava escapar, mas a tentativa foi falha. Que monte de baboseiras! E eu sou o que? Uma princesa?

Primeiro é essa história de vó, algo que soa tão ridículo. Meus avós morreram a bastante tempo. Bem antes se eu nascer.

— Não há piada nenhuma, querida.— Miranda diz, séria. Acredito que já estava cansada disso, ou apenas irritada com o deboche que eu nem tentava disfarçar.— Sua mãe cometeu um erro de nunca ter me mencionado..... Mas isso eu resolvo com ela. A questão é que estou aqui, pronta para lhe dizer todas as verdades, que foram escondidas de você.— Seu rosto fica mais sereno.

Sento, ignorando a diretora que estava nos olhando que nem um doente mental.

— Diga-me. Então, eu sou uma princesa.— O sarcasmo da minha voz sai mais proeminente do que eu gostaria. Dane-se. Ela chamou a minha mãe de mentirosa, e diz essas bobagens a troco de não sei do quê.

— Sim, você é.— Ela responde, casualmente. Não havia um traço zombeteiro em seu rosto. Pelo o contrário. Mesmo Miranda ter um rosto delicado, não demonstrava fraqueza. Imagino que quando ela quer ser dura, o faz com destreza.

Minha mãe entra na sala, visivelmente preocupada. Gostaria de abraçá-la  e dizer-lhe  que estava tudo bem. Que não acreditava nas mentiras daquela senhora. Nem que minha mãe mentira para mim a vida toda. Ela não faria isso.

— Filha... Você já sabe...— Lágrimas lhe escapam, e quase tenho um troço. A tremedeira começa a se alastrar, e uma raiva e, ao mesmo tempo, tristeza, cresce dentro de mim.

— É verdade?— Encaro todas as duas. Tive uma imensa vontade de empurrar a diretora porta á fora. Me contento. Minha mãe assente, um pouco cabisbaixa. Não se atrevendo a olhar para mim. 

Tive ódio de todos. Da Miranda, da minha mãe, da Madison....De todos. Já não bastava eu ter uma vida ridícula, agora descobri que tudo que minha mãe contara eram apenas palavras vazias. Sentia-me traída. Queria chorar, quebrar o primeiro objeto que eu visse. Mas faço uma coisa no qual sou acostumada: Corro em direção ao banheiro feminino. Passando por vários alunos, sem me importar se zombavam de mim, entro em uma das divisórias sanitária a tranco. Me encosto na porta, e deslizo até o chão, igual às lágrimas que desciam pelas minhas bochechas. 

Até em que rumo a minha vida vai tomar?

Princesa de Vernazza. Uma avó. Uma nova vida.

Uma vida sem mentiras.




Continua...








Notas Finais


O que acharam? Não é obrigado comentar, mas seria um enorme incentivo para mim!
Me desculpem por qualquer erro :)
Thierry Ross→ Cameron Dallas
Miranda Been Ammar→ Meryl Streep
Katherine Price( mãe da Vênus)→ Kate Winslet
Madison Hayes→ Emma Roberts
Obrigado por lerem, e até o próximo capítulo!❤️😘


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