História Reinado - Capítulo 1


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Visualizações 8
Palavras 942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então galerinha!!!
Está é a minha primeira fanfic e eu espero do fundo do meu coração que vocês gostem dela, assim como eu estou amando escreve-la.
Ela é inspirada em uma serie que vi esses dias... Dinástia.
Boa leitura a todas!!!
Beijo da tia Ju.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Reinado - Capítulo 1 - Prólogo

ALISON PARKER. AEROPORTO. BRASIL

Gostemos ou não, vivemos em uma era de dinastias. Em quem confiar seus negócios senão na família? Sou uma Parker, e o negócio da família é contrabando, tráfico de armas, pessoas e drogas, além é claro de comandarmos as Américas (do Norte, Centro e do Sul). Se seu carro foi roubado, alguém foi sequestrado, assassinado, seu um cachorro mijou no tronco de uma árvore ou em um hidrante, com certeza a máfia Reing sabe e permitiu.

Há gerações está máfia pertence à família Parker. E hoje, meu pai dará ela para mim. Finalmente!

Sei o que está pensando. Sou jovem, tenho apenas 23 anos, não merecia um “finalmente”, mas não me subestime como os sabichões do Brasil fizeram.

 

FLASHBACK ON. (5 ANOS ANTES)

– Aqui no Brasil as coisas são diferentes lindinha! Não pense que é só ter um rostinho bonito para conseguir ter posse das terras brasileiras. Tem que se impor. Mostrar poder. Aqui não tem ninguém de brincadeira. – Disse o falecido gangster que dominava boa parte do Brasil.

FLASHBACK OFF.

Isso mesmo. Falecido. Eu o matei. Claro, logo depois de prometer que reinaríamos juntos sendo os donos do Brasil, ele como rei e eu a sua rainha. Preciso rir!!! Fazer o que né? Cada um acredita na mentira que quiser.

E é por isso que eu mereço ser a sucessora da Reing, todo dia conquisto mais um pedacinho de território para a máfia tornando-a cada vez maior e poderosa, assim como eu.

Eu sei o que é NÃO ser adotada, meu pai queria que meu irmão dois anos mais velho chamado Steven seguisse seus passos, eu não era a candidata mais óbvia, mas Steven tinha seu próprio caminho, uma estrada até o meio do nada, o mais longe possível do papai. Ele sempre detestou esse negócio de matar pessoas, ao contrário de mim.

LIGAÇÃO ON.

ALISON PARA STEVEN.

BRASIL PARA HAITI.

– Fala Ali... – Meu irmão atendeu.

– Já está a caminho para Atlanta? – Perguntei, após sentar na poltrona do meu jatinho particular, e permitir que o aero moço colocasse champanhe em uma taça cristalina para mim.

– Como assim?

– O papai me ligou. – Respondi bebendo um pouco de champanhe.

– E desde quando você atende as ligações do papai? – Me perguntou e eu ui obrigada a rir.

– Desde nunca, mas estou indo receber aquilo que é meu por direito e você deveria ir prestigiar a mim.

– Sabe que eu e papai não nos damos bem.

– Claro. Você organizou uma manifestação contra ele que custou cerca de 600 mil dólares para ele reverter o dano que você causou. – Mais uma vez ri.

– Ele queria matar criancinhas para vender os órgãos delas!!! – Meu irmão respondeu exasperado.

– Admita. Vocês nunca concordarão, mas sempre aceitarão uma coisa, o seu amor por mim. Volte para casa.

LIGAÇÃO OFF.

Após alguns segundos de eu ter desligado, soa o aviso de que o avião estará decolando em pouco minutos para Atlanta.

Se ainda não percebeu, meu pai é do estilo velha-guarda, machista e um tanto quanto prepotente, mas em relação ao segundo adjetivo, não posso julga-lo, pois herdei isto dele. Ele é o tipo de homem que faz fortuna negociando com homens da Elite, e se recusa a aceitar que o mundo esteja mudando.

Após cerca de 6 horas, cheguei em Atlanta. Assim que desci em Atlanta, meu motorista já estava à minha espera, depois de mais trinta minutos de viajem cheguei na mansão Parker, assim que abri a porta:

– Olá irmãzinha! – Steven me abraça.

– Sabia que viria. – Ri o soltando.

– Na verdade papai me ligou assim que terminamos de conversar.

– É ... talvez o velho esteja morrendo. – Rimos juntos.

– Senhorita Alison e Senhor Steven, não sabia que seu pai esperava por vocês. Sobre tudo você – Disse George, nosso mordomo rabugento se referindo ao Steven.

– Vim pela hospitalidade. – Respondeu meu irmãozinho de forma irônica.

– Papai nos chamou. – Eu disse.

– Ele disse que não atenderam. – George rebateu.

– Esta é a nossa forma de atender... e onde ele está? – Perguntei.

– Em uma reunião. – Nosso querido mordomo respondeu. Me virei, e fui em direção ao escritório.

– Alison!!! – Ouvi o velho mordomo me chamando, na tentativa falha de me impedir atrapalhar a reunião do poderoso senhor Parker e logo ouvi os passos de Steven me seguindo.

Rapidamente, abri as duas portas de mármore do escritório, juntamente com meu irmão.

– Olha que che.... – Parei de falar, assim que vi ele dando um aperto de mão em um rapaz, muito gostoso, diga-se de passagem, não daria menos que 26 anos para ele. Reparei também que havia mais homens na sala.

– Esses são seus filhos? – O moço dos olhos cor de mel disse e me olhou de cima a baixo. Fiz o mesmo e o olhei com desdém.

– Quem são esses, pai? – Perguntei.

– Alison, Steven... – me pai estava surpreso com nossa presença. – Não era assim, que esperava que se conhecessem.

– E porque deviríamos conhecer esses caras? – Steven perguntou, dando um gole em seu Martine.

– Estes são Ryan, Chaz, Chris e Justin.

– Tá! E daí? – Perguntei arqueando a sobrancelhas.

– Justin será o novo sucessor da Reing.

De repente tudo parou no tempo. Como assim, um cara que nem da família é pretende roubar meu lugar? O MEU LUGAR! Mas isso COM CERTEZA NÃO FICARÁ ASSIM.

Olhei para o tal garoto chamado Justin, que sorriu de forma superior a mim. Lancei o meu pior olhar a ele, joguei o copo de Martine do Steven no chão, e sai batendo a porta.

SE ESSE TAL DE JUSTIN ESTA PENSANDO QUE VAI CONSEGUIR, AQUILO QUE É MEU POR DIREITO, ELE NÃO SABE COM QUEM ESTÁ MEXENDO. EU FAÇO DA VIDA DELE UM INFERNO, ONDE EU SEREI O CAPETA.


Notas Finais


Espero que tenham gostado... a fanfic não será movida a comentários, mas é muito importante para mim saber a opinião de vocês... bejim :* ♥


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