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História Reino de mentiras - Capítulo 1


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Capítulo 1 - O encontro


Passo pela porta do prédio e sinto meus pelos se arrepiarem com o frio de Paris. Peço por um táxi e sigo ao trabalho, minha segunda casa.

Considero meu trabalho meu porto seguro, sempre fui muito observadora, importante para uma detetive.

Com um café na mão, recebo Sr. Madson para uma reunião.

-Bom dia Sr. Madson. -digo, com meu melhor sorriso.

-Bom dia Srta. Carter. -a preocupação se estende pelo seu olhar.

-Então, o que me conta?

-É minha filha, aquele homem, o serial killer, ele a levou.

Sei bem do que ele está falando. Há rumores de que um homem na cidade está sequestrando jovens, e nenhuma delas foi vista de novo.

-Entendo, e quando foi a última vez que o senhor a viu?

-Sábado a noite, ela saiu com uns amigos, eu disse que ela deveria ficar em casa, mas meu marido disse que ela deveria sair e se divertir, então permiti que fosse. -seus olhos começaram a marejar.

-Certo, e para onde ela foi aquela noite?

-Um bar, bem próximo daqui.

-Ok, tem alguma foto dela ou algo assim?

-Aqui. -me entregou a foto de uma jovem, aparentava ter 17 anos, morena e esbelta, seu sorriso iluminava a foto.

-Começaremos a investigar, ligaremos quando adquirirmos informações. Não se preocupe, Sr. Madson, encontraremos sua filha.

_______________

Parei em meu restaurante favorito para almoçar, enquanto pensava no caso. Currículos das jovens sequestradas estão espalhados na mesa. Procuro por semelhanças entre elas, passando os olhos, percebo que todas trabalhavam na mesma empresa. Curioso.

Sara então tomou o seu café ainda morno e saiu para a empresa em que as moças trabalhavam, a loira interrogou algumas mulheres, decidiu fazer uma armadilha para o sequestrador.

Mas o que eles não sabiam era que ele estava fora da cidade.

Sara e sua equipe reuniram sete homens, interrogaram-nos e perguntaram seu nome e sobrenome. Encontram um senhor ao canto da sala apenas espreitando, então decidiram interroga-lo, Harry Jons era seu nome, uma cara que parecia suspeito. Não sabiam o tipo físico do sequestrador, e nenhum de seus colgas disseram o contrário, então decidiram prendê-lo, não encontraram nenhuma evidencia, de que esse senhor não era o sequestrador.

Harry ficou preso por 3 meses até que ocorreu a audiência. O homem chorava de desespero, gritava:

__ Não fui eu, senhora meritíssima não fui eu.

Mas a meritíssima não o escutou. As últimas palavras da meritíssima foram:

__ Declaro o senhor culpado, e a sentença decretada é pena de morte. Caso encerado.

Harry saiu aos berros da sala. Sara estava feliz, pois tinha prendido o cara certo, achava ela.

O delegado propôs um brinde ao caso resolvido.

Então todos os que estavam envolvidos no caso, saíram e foram até o barzinho da esquina tomar algo em comemoração. Sara depois de tomar uma garrafa, foi para casa.

Descansou como nunca, mas teve um sonho estranho, ela estava se alistando no exército pois seu país estava em guerra. De repente acordou desesperada, as cobertas molhadas, ela encharcada, mas se convenceu de que aquilo era apenas um sonho. Como já era tarde, faltavam poucas horas para ir ao seu trabalho decidiu tomar um banho, comer, e depois assistiu um pouco de notícia.

Ficou impressionada pois o seu caso havia saído até no jornal.

Olhou para o relógio, pegou suas coisas e saiu para o trabalho. Ao chegar lá, seu chefe

Masson lhe conta sobre algo novo, faz um pouco de suspense, mas logo lhe conta. Sara tem um novo colega.

Gostou da notícia mas nem tanto pois era novato e não sabia como Sara gostava de trabalhar, mas ficou aberta a novas concepções.

O novato chega 1 metro e 60, estava Sara analisando-o, muito baixo. Tinha apenas 17 anos, muito novo.

Depois desse análise o cumprimentou, explicou um pouco como funcionava aquela delegacia, em seus dizeres ela achava que o garoto era um mimado sem noção.

Mas logo quando ele percebeu já disse:

__ Ó Sra. Carter eu vim trabalhar aqui, pois quero um trabalho sério, já sei como funciona, você pode achar que eu sou um metido, que não sei onde estou me metendo, mas eu encontrei o meu lugar e quero trabalhar como detetive para espalhar a justiça. Caso você não goste de mim, esqueceremos disso enquanto estivermos trabalhando, pois ouvi falar que você é uma ótima detetive então nosso relacionamento aqui vai ser sempre profissional.

__ Pode me chamar de Sara. Eu prefiro.

Os dois se sentaram em suas mesas, estavam resolvendo algumas papeladas, pois o dia estava calmo sem denúncias, assaltos, confusão.

Quando chega um telefonema de uma família, também alegando que sua filha foi sequestrada.

Sara acalmou os familiares, e enquanto desligava o telefone pensava como poderia ter acontecido pois achava que era o mesmo sequestrador, pelo que ouviu era a mesma sequência.

Steve perguntou o que havia acontecido, então Sara explicou o caso do qual não havia terminado. Então ficava pensando, prendemos o cara errado.

Pegou suas coisas e foi avisar ao chefe o que havia acontecido.

Masson ficou enfurecido e gritava:

__ Como pegamos o cara errado? Como isso foi acontecer?

___ Masson você acha que pode revolver alguma coisa sobre isso enquanto eu, nós estivermos fora?

__ Bom vou tentar, chamem sr. Vinheira. Ele é o nosso novo perita criminal.

__ Quem?

__ Carlos Vinheira, o novo perita.

__ Ok, vamos Carter.

Então Sara, Carlos e Steve, mais alguns policiais se dirigiram a cena do crime. Carlos analisou corretamente e anotava tudo no seu caderno. Depois que terminou de analisar se dirigiu para falar com Sara, que essa estava interrogando algumas pessoas.

Carlos disse que este sequestrador havia derretido o corpo, com algum produto químico, só vendido e fabricado por um fábrica. Deu a localização para Sara.

Sara e Steve juntaram algumas pistas, foram para a delegacia. Sara não conseguia pensar. Decidiu ir para uma cafeteria. Se despediu de Steve, e seguiu. Pediu um café expresso. O garçom a serviu dizendo:

__ O de sempre senhorita. E se despediu dando uma piscada.

Sara apenas sorriu e agradeceu o café. Ficava olhando suas anotações e pensando. Estava tão concentra que quando seu celular tocou tomou um susto, demorou para atendeu pois estava alisando se devia atender. Acabou atendendo.

__ Ei! Sara! Vamos conversar, eu me arrependo de tudo que eu fiz, só quero passar mais tempo com você.

__ Ah! Oi! Não sei se posso conversar estou tentando resolver um problema.

__ Ah!! Venha vamos, vamos curtir, nós também podemos. Vai ter uma festa quer ir? comigo vai ser divertido

__ Ah! Não sei você sabe que eu não gosto de festa Joana.

__ Venha, vamos faz tempo que não se divertimos juntas.

__ Está bem, vou tomar um banho e comer depois a gente se encontra onde?

__ Na rua Lincon com a Avenue Light. Te espero. Beijinhos!!!.

__ Tchau.

Sara terminou de tomar seu café, pagou pelo pedido, e foi. Ao sair do banho pensou o que vou vestir não tenho nada, e nem sei se isso é uma boa ideia.

Estava pronta encontrou Joana em uma esquina, Joana ao vê-la disse:

__ Nossaaaa! Que linda que você está. Está deslumbrante nesse vestido justo, e vermelho? Acertou em cheio.

As duas seguiam a esse tão esperado lugar. Ao chegarem lá foram revistadas por seguranças, e depois entraram.

Joana acabou deixando Sara em um canto para ir tomar umas bebidas, Sara ao ver que ela estava bebendo muito foi lá aconselha-la pois estava muito bêbada.

Joana estava louca, fora de si, acabou dizendo para Sara que ela era uma vaca, chata que só ficava no trabalho. Que Sara era uma pessoa horrível, mal educada. Encheu Sara de xingamento, e por final deu um empurrão, nela.

Sara já farta disso tudo, foi embora.

Pensava ela que nunca deveria ter aceitado o convite, sabia que ia acontecer isso.

Acabou dormindo na sala pois não queria dormir em silencio então ligou a tevê e dormiu.

Acordou atrasada trocou de roupa, pegou suas coisas e correu para a delegacia. Chegou ofegante.

__ O que ouve? Perguntou Steve.

__ Nada. Respondeu Sara ofegante.

__ Dei uma olhada nos arquivos e percebi que o sequestrador usou o mesmo produto em suas vítimas e da mesma fábrica. Além de outros objetos dispostos pôr a mesma fábrica.

__ Você anotou o lugar?

__ É claro que sim.

Sara pegou sua arma, o mesmo Steve e se dirigiram até a fábrica. Ao chegarem lá as portas estavam abertas e ouviram uma voz. Então Steve gritou:

__ Polícia!!

Ouviram alguma coisa correndo, então correram para dentro também, estavam a poucos passos de pegar o sequestrador.

Ele passou por um corredor muito estreito e baixo, Sara não conseguia continuar. Os dois se separaram, Steve pelo corredor e Sara por fora. Steve estava quase o pegando desviando de algumas balas, então ouviu um estrondo, uma bala avia sido disparada. Steve ficou assustado pensado que era sua parceira, correu para encontro, e se deparou com ele algemado.

Sara então sorriu dizendo:

__ Este é o certo, um belo dia para nós não é mesmo?

Se dirigiram a delegacia, Masson ficou animadíssimo quando viu o que eles levam junto com sigo.

__ Então pegamos o cara?

__ Sim pegamos.

O prenderam em uma sala especializada para psicopatas. E acabaram conseguindo libertar Harry Jons.

Quando Sara estava indo embora ouviu uma voz era Joana.

__ Sara por favor me perdoa, eu não fiz por mau.

__ Não, você não fez por mau? Você só me xingou e ainda me empurrou, mas não foi só ontem, também no meu aniversário, por que não pode ser uma irmã normal?

Então Sara saiu.

__ Está tudo bem? Perguntou Masson.

__ Sim, obrigada.

Ao chegar em casa Masson abrasou seus filhos e beijou sua esposa todo animado, contou que aviam concluído o caso, que prenderam o cara, e agora podia descansar, pois ele já estava sobre grades.

Depois de jantar colocou seus filhos para dormir, desanimado sentou na mesa de jantar e teve que conversar com sua esposa pois as despesas estavam muito caras e não sabia se conseguiriam pagar.

Mas acalmou sua esposa com um cafuné e um beijinho na testa. Foram dormir, pois os dois haviam tido uma cansativo dia de trabalho.

Sara estava com um copo de vinho assistindo TV e comemorando.

Recebeu uma mensagem de Masson, ficou chateada pois teria que fazer vigilância de noite em uma festa, com Steve, no dia seguinte.

Sara foi ao mercado comprar algumas coisas que estavam faltando. Tomou um banho e se preparou para a festa, ao chegar lá encontrou seu companheiro, conversaram um pouco, e se conheceram, então Steve pediu:

__ Então eu continuo metido?

Sara riu e respondeu que não.

Assim passaram a noite conversando. O barman ofereceu um café para os dois, estavam muito cansados por isso aceitaram. A última coisa que Sara viu foi Steve caindo.

Acabaram acordando amarrados em um lugar desconhecido.

__ Você está bem? Perguntou Steve

Sara ainda meio sonolenta respondeu que sim.

O dois estavam tentando arrumar um jeito de sair, então escutam uma porta se abrindo, veem um homem alto barbudo.

__ Vocês não deviam ter prendido meu irmão, ele era uma pessoa meio fora de si, mas era uma boa pessoa.

__ Meu deus!!

Steve perguntou o que aconteceu.

__ Esse cara é o garçom de uma cafeteria que eu frequento.

__ Você é muito idiota de achar que meu irmão é mal.

__ CALA A BOCA! Gritou Steve com toda sua força.

Mas o homem não gostou nada disso; se aproximou de Steve e o socou também com toda sua força o estomago do ruivo.

Sara tentou chutar ele, porém ele pegou as pernas dela como apoio, se aproximou dela também, mas de forma mais sombria, afastou a franja próxima de seu olho e disse: ____ A senhorita não vai fazer isso pois, assim você estará se comportando mal e eu terei que punir você.

Ele falou isso de uma forma mais maliciosa. Fez um gesto de carinho em seu rosto e seguiu para fora, novamente deixando os dois trancados.

Steve recuperando o folego, e Sara chocada, estava com medo, mais isso não ia incomoda-la

O ruivo ofegando perguntou: ___ Sara... Você.... Está... Bem? Cada palavra que ele falava tomava mais folego, até se recuperar.

___ Estou bem. Respondeu depois de ficar longos segundos pensando.

___ Temos que sair daqui.

___É temos.

Masson ficou preocupado pois Sara nunca havia faltado ao trabalho e que pelo ouviu Steve também não. Ficou desconfiado, pediu para o dono da festa a lista de quem estava nela. Primeiro o moço com quem estava falando não confiou muito em suas mãos.

Apesar de ser policial, era negro, e infelizmente ainda há muitas pessoas racistas.

Mas logo cedeu. Deu uma olhada na lista mas não viu nada suspeito, resolver continuar procurando.

Decidiu ir interrogar algumas pessoas que moram no prédio vizinho.

Algumas pessoas alegaram ter visto um homem alto barbudo moreno e com mais idade levando duas pessoas para dentro de um carro, num beco, próximo aos lixões.

__ Você não ligou para a polícia?

A senhora respondeu positivamente, mas porém a polícia achou que era um trote, e não foi muito a trás.

Masson se perguntava onde este homem os levou.

O idiota do homem não percebeu que Steve estava com seu canivete suíço, o ruivo tentando arrebentar a corda das mãos, e depois de ter conseguido, cortou as dos pés, ajudou a sua companheira, e se levantaram sem fazer o mínimo de barulho e analisando uma possível saída.

Logo a loira se deu conta que em seu relógio havia um localizador, era só ativa-lo, porém não sabia como fazer. O ruivo então tomou o relógio de suas mãos e concentrado aprimorava o dispositivo.

Depois de minutos seu trabalho estava feito. Masson recebeu uma mensagem em seu celular, estava mostrando a localização dos dois, porém a conexão estava falhando mas conseguiu decifrar.

Reuniu alguns de seus colegas e foram em busca dos dois. O chefe estava angustiado, Sara era como uma filha para ele. Chegaram em um estabelecimento, abriu a porta confiante, correu ao ver um senhor. Apontou a arma em suas costas e fez- lhe mostrar onde os detetives estavam presos.

Quando Masson estava abrindo a porta Sara e Steve estavam prontos para socá-lo, mas se surpreenderam e se aliviaram ao ver seu chefe.

Sara o abraçou como se o nunca mais fosse o vê-lo, o apertou tão forte e firmemente, que ouviu alguma coisa estralar, então se soltou, mais feliz que nunca.

Steve com tom sarcástico pergunto para a jovem loira:

__ Então gostou da festa? Por fim riu ao completar sua frase.

__ Um pouco, você até que não é um mau parceiro.

Os dois riram, mas depois se despediram.

Masson juntou muitas provas para a audiência, mas aquele barbudo era um senhor de grande importância e influencia, então por ser alguém mais como posso dizer, alguém com grana, muita grana, foi solto e sua ficha estava limpa.

Ao chegar em casa percebeu que não havia ninguém, então resolveu fazer o jantar, ouviu um bater na porta. Pensou que era sua esposa ou filhos, porém ao abrir a porta se deparou com um homem alto e ameaçador.



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