História Reinos encantados exitem? - Taekook - au! - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 5
Palavras 1.788
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei, consagradxs

Capítulo 3 - 3- Precisa de amigos...


Fanfic / Fanfiction Reinos encantados exitem? - Taekook - au! - Capítulo 3 - 3- Precisa de amigos...

Jeongguk andava distraído pela biblioteca de sua faculdade, pegando livros de história diversos. Alguém, de repente, pega em seu ombro, o fazendo dar um pulo pelo susto tomado.

        NJ – Jeongguk? – Era Namjoon, seu melhor amigo.

        JG – Ah... oi, Nam. – Cumprimenta se recuperando.

        NJ – Está aéreo. – Observou, andando junto com o amigo pelas estantes.

        JG – Mais ou menos – Suspira – Só estou terminando de coletar os livros para a aula das crianças.

        NJ – Ser professor de língua portuguesa é difícil, né? – Assente – Elas ainda estão se adaptando a sair do Coreano.

        JG – Sim, de fato. Os pais deles até me explicaram que seria difícil, pois são muito brincalhões e certas palavras ele não possam levar muito a sério, mas o português não é tão difícil se você se esforça. Algumas palavras e pronuncias aqui são até parecidas com as de lá, do Brasil.

        NJ – Verdade, verdade – Coça a nuca – Jeongguk?

        JG – Sim?

        NJ – Você não acha que precisa de... alguém? Sei lá, para esfriar um pouco sua cabeça, para você relaxar mais.

        JG – Já conversamos sobre isso – Suspira decepcionado – Não tenho tempo para esse tipo de coisa.

        NJ – Defina “esse tipo de coisa”.

      JG – Sei lá... namoro, amizade – Pega um último livro – Já sou ocupado demais, Namjoon. 

      NJ – E namoro é um tipo de ocupação para você?

      JG – Sim, para mim é e não tenho tempo para isso.

      NJ – E amigos, já pensou nisto?

      JG – Olha, Namjoon, já basta você me levantando questões desnecessárias todo dia, tá? Não preciso de mais nada, fique ciente disto – Pegou sua mochila e a pôs nas costas – Já vou indo, estou atrasado.

      NJ – Ok – Riu – Tenha um bom dia, Jeon.

      JG – Você também. – Saiu da biblioteca e se foi.

E Taehyung? Ele tinha deixado em casa, com comida na geladeira e pôs um filme qualquer na televisão para ele ficar distraído. Disse que não poderia sair até ele voltar, pois Busan, para ele que chegou agora, poderia ser perigosa.

Esperou o ônibus chegar, na parada, até o avistar ao longe. Entrou quando enfim chegou e sentou-se no fundo, com fones de ouvido nas orelhas e vários livros em mãos.

{...}

       JG – Terminaram o dever, crianças? – Perguntou divertido.

 Todos – SIM! – Gritaram animadas.

       JG – Perfeito – Sorriu, pegando os livros debaixo de sua mesa, fazendo as crianças ficarem com os olhinhos arregalados e brilhantes – Hora da história!

  Todos – Ebaaaaa! – Comemoraram felizes.

       JG – Qual querem hoje? – Levantou os livros e escolheram um da direita – Olha, incrível. “Um jardim encantado”, o nome. – Sorriu.

E quando ia começar a ler...

      TH – Jeon? – Taehyung adentra a sala, meio desnorteado.

       JG – Misericórdia – Arregalou os olhos, indo para perto de Taehyung – O que faz aqui? – Perguntou em um sussurro.

       TH – Eu resolvi ver o que você estava fazendo – Sorriu inocente – Eu pedi aquele negócio que você pediu naquele dia e paguei com o seu dinheiro.

        JG – O meu... – Suspirou pesado – Ok, eu estou trabalhando. Agora que já sabe o que estou fazendo pode ir embora.

       TH – Por que? – Fez um bico.

        JG – Porque... – Olhou para seu biquinho – N-nada.

       TH – Então vou ficar. – Sorriu quadrado.

        JG – Aish, tá – Respirou fundo e olhou suas vestes – Taehyung, o que merda é isso?

       TH – O que? – Olhou para seu corpo – Ah, isso? Eu fiz, gostou?

        JG – E como você fez isso? – Não poderia mentir, Taehyung estava um gato. Mas como ele havia feito aquelas roupas?

       TH – Bem... peguei uns lençóis, cortinas talvez. – Fez uma expressão pensativa.

         JG – Puta. que. pariu – Respirou fundo novamente, perdendo a paciência – Eu acho melhor você ir embora mesmo, mais tarde já estou em casa.

       TH – Ah não, Kookie, por favor. – Falou como uma criança.

Kookie...

        JG – Você me chamou do que? – Tinha o rosto completamente corado.

       TH – Kookie. Por que? – Sorriu inocente – Combina com você e seu sorriso de coelhinho, Kookie.

        JG – Senhor, eu vou morrer – Abaixou a cabeça e tentou controlar o corado de seu rosto – Ok, fica, mas não faz nada.

       TH – Obrigado, Kookie. – Riu e foi para frente da lousa – Oi, crianças. – Cumprimentou animado.

         JG – Taehyung, caramba, eu mandei você não fazer nada. – Falou entre os dentes, nervoso.

       TH – Aish, fica quieto – Pediu – Eu sou o Tae.

 Todos – Oi, Tae. – Cumprimentaram em uníssono.

        TH – Vocês gostam de castelos? – Perguntou e assentiram – Eu vim de lá. – Arregalaram os olhos.

            ? – Você é um príncipe? – Perguntou pasma uma garota.

        TH – Sim, de fato. – Riu fofo.

            ? – Uau – Se impressionou e correu a Taehyung, junto a mais algumas crianças – Onde é, onde é?

        TH – França. – Contou e soltaram um “Oh” alto.

            ? – Você já viu a Torre Wafer? – Taehyung ri.

        TH – Na verdade se chama Torre Eiffel. E sim, já a vi. É enorme. – Contava animado.

Jeongguk observava com os olhos brilhando. E sem perceber estava sorrindo bobo para Taehyung e as crianças.

            ? – Você fala francês? – Perguntou um menino meio alto.

        TH – Sim, claro que falo – Limpou a garganta – Bonjour les enfants, je suis Kim Taehyung, prince de France.

            ? – Maneiro. – Sorriu surpreso.

De repente escutam o sinal ser tocado e então soltam um “Ah” decepcionados. Taehyung ri e alisa o rosto de uma criança a sua frente.

        TH – Amanhã vou voltar. – Elas arregalam os olhos.

            ? – Mesmo? – Pergunta eufórica a menina.

        TH – Sim, prometo. – O abraçou feliz e correu para pegar sua mochila, indo embora junto com os amigos.

            ? – Tchau, Tae, tchau, tio Jeon. – Despediu-se dos dois e se foi sorridente.

Jeongguk riu e passou o braço pelos ombros de Taehyung, sorrindo.

         JG – Tá, eu deixo você vir mais vezes.

        TH – Convencido. – Fez um bico e Jeongguk riu.

         JG – Vamos, vou te levar a um lugar.

        TH – Onde? – Perguntou curioso, segurando sua mão.

Não respondeu. Apenas continuou com as mãos dadas a Tae, indo para o lado de fora e pegando um taxi. Com um tempo depois para na frente do shopping. Taehyung ficou meio intrigado.

         TH – Onde a gente tá?

          JG – Shopping. Nunca foi a um?

         TH – Ah... não. Para que serve esse shopping?

          JG – Compramos diversas coisas aqui, como roupas, acessórios, sapatos e mais.

         TH – Oh, incrível – Sorriu – No castelo, as costureiras e sapateiras fazem isso para nós.

          JG – Ainda existi esse tipo de coisa hoje em dia?

        TH – Bem... sim, tecnicamente. – Riram.

{...}

Voltavam para casa, depois das compras feitas e um sorvete. Taehyung começa a escutar música de longe, então se anima um pouco.

        TH – Tá ouvindo isso? – Parou bruscamente com Jeongguk e perguntou.

         JG – Isso o que? – Riu envergonhado, pelas pessoas o estarem olhando.

        TH – A música – Começou a procurar ficar mais perto do som – É clássica, mas ao mesmo tempo eletrônica.

         JG – Um remix. – Riu.

        TH – Isso, um remix – Começou a dançar e criar os próprios passos – Tipo... assim.

        JG – Taehyung, pare, você está me fazendo passar vergonha. – Pediu escondendo o rosto em meio as sacolas que tinha em mãos.

        TH – Vamos, tente comigo. – Pegou sua mão e puxou-o para mais perto.

Começaram a misturar vários passos diferente, mas que seguiam perfeitamente o ritmo da música. Jeongguk soltou algumas risadas e Taehyung também. Um amontoado de pessoas começou a se aproximar dos dois que dançavam, observando e sorrindo.

Taehyung parou por um tempo e olhou homens com fardamento de guarda empurrarem a multidão, chamando por seu nome.

        TH – Jeongguk, vamos embora. – Começou a puxa-lo para que ele parasse.

         JG – Por que, está divertido.

        TH – Olhe. – Apontou para os guardas. Jeongguk entendeu e correu com Taehyung, deixando algumas pessoas decepcionadas, outras apenas rindo.

Foram o mais rápido possível para acharem algum lugar para esconderem-se. Viram uma estação de metrô no subterrâneo, então seguiram até lá, pegando o primeiro metrô que viram.

         JG – Nossa. – Disse ofegante, rindo.

        TH – Que metrô pegamos? – Questionou, respirando da mesma maneira que o garoto ao seu lado.

         JG – Para... – Olhou a placa – Puts. – Reclamou.

       TH – O que foi?

         JG – Esse vai pra Gangnam.

       TH – O-oi? Isso não é aqui, é?

        JG – É em Seul.

       TH – Meu Deus. – Respirou fundo – Desculpa, foi culpa minha.

        JG – Não, claro que não – Riu – Você fez eu me divertir de uma forma que nunca em diverti na minha vida. Eu agradeço.

       TH – Oh... certo. – Abaixou o olhar, mexendo os pés de maneira fofa.

Alguns assentos do metrô esvaziaram, então Taehyung e Jeongguk se sentaram. O menor colocou sua cabeça no ombro de Jeon e suspirou, fechando os olhos e cochilando. Jeongguk encostou sua cabeça na dele e adormeceu por lá, também.

Com algumas horas depois o homem do metrô os chama, mexendo no ombro de cada um.

          ? – Ei, vocês dois. – Chamou.

       JG – Hum? – Abriu um dos olhos, se assustando em seguida – O-onde estamos?

          ? – Estão de volta a estação de Busan. Desçam, já irei fechar tudo.

       JG – Oh... certo – Sacudiu Taehyung – Tae?

      TH – Oi, o que, já estamos em Gangnam? – Jeongguk riu.

       JG – Voltamos a Busan – Explicou – Vem, vamos descer. – Taehyung assentiu e se levantaram.

Em alguns minutos de diferença, eles já estavam em casa. Jeongguk ajeitou as novas cobertas que comprou em sua cama e as afofou, respirando fundo, orgulhoso.

      TH – Já vai dormir? – Apareceu na porta, com um pijama listrado.

      JG – Sim – Assentiu – E você?

     TH – Não estou com muito sono – Contou cabisbaixo – Mas boa noite.

      JG – Não quer ficar por aqui?

     TH – O que?

      JG – É, eu posso contar alguma história para você e você dorme.

     TH – Não sou mais criança, Kookie. – Riu.

      JG – Sim, sei disso, mas uma história não é nada demais. Ler é para todas as idades, não? – Argumentou e Taehyung apenas assentiu, sentando-se como índio na cama do mais velho.

     TH – Qual irá contar? – Perguntou enquanto se cobria do joelho a parte de cima da cintura.

      JG – Não sei. – Se sentou também.

     TH – Pensa em alguma, vai. – Pediu ansioso.

      JG – Que tal... O Menino do Pijama Listrado?

     TH – Essa eu não conheço – Olhou para si mesmo – Eu estou de pijama listrado. Essa história é sobre mim de novo?

      JG – Não, não – Riu – É que olhei para o seu pijama e lembrei da história. Eu tenho o livro aqui, vou pegar.

     TH – Não – Segurou em seu braço com leveza – Quero ouvir você contar com suas próprias palavras. – Pediu fofo.

      JG – Bem, isso vai ser difícil – Riu nervoso – Mas não custa tentar.

Começou contando cada coisa que se lembrava da história, juntando todo fragmento que estava perdido em sua mente. Depois de alguns minutos, Taehyung cambaleava para o lado, enquanto estava sentado.

Não posso deixar de citar que, antes de cair de sono, chorou em algumas partes da história.

Jeongguk riu e o deitou com cuidado, se deitando ao seu lado também. Cobriu-o direito, colocando a maior parte do lençol para o menor. Pregou os olhos finalmente e pensou.

Namjoon estava errado.

Jeongguk já tinha o único e ótimo amigo que acabara de fazer bem ao seu lado.

Não precisava de mais nada.

Continua no próximo capítulo.


Notas Finais


Voltamos a ativa, aeeee

Tô mó feliz, depois de duas semanas ilhada, sem nenhum modo de comunicação com o mundo, eu voltei kkk

Até o próximo cap, amo vcs


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