História Relacionamento Malaquita - Capítulo 2


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Categorias Steven Universe
Personagens Jasper, Lápis Lazuli, Malaquita
Visualizações 4
Palavras 1.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Poesias, Sobrenatural, Terror e Horror, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Não reencarnação


Simplesmente paralisei, estava me esforçando, pois todos os meus impolços carnais me dizia para cair no chão, devido a tenção e a falta de ar.

Ao ouvi de seu grito a seu tombo.

Querendo me levar ao chão,

E a dor... Quanto mais sentia, mais me sentia carnal,

Mais me lembrava que ela também estava carnal.

Vi as almas indo pra beira da varanda, menos a Pabblo que tropeços nos próprios cascos, com espreções desesperada e falou:

- Não pode ser...! - choramingava Pabblo.

- Essa não... - Vi lágrimas escorendo pelo rosto de Christopher e de Shirley.

- Olhem direito! Ela está com algo estranho mas costas! - comentou Alice.

Fui olhar o que era, todos haviam disviado o olhar perante a cena, exato Socrates, mesmo depois do comentário de Alice, e a sena... me lembro, foi a mais marcante naquele ano, Malaquita estava lá no chão e com uma pedra azul em formato de gota em suas costas, seu rosto de lado dava para ver a pedra laranja que era para ser seu nariz.

Seus olhos fechados,

Suas asas abertas...

Já podia imaginar sua alma se esvaindo.

Tive a sertesa de em que sonho ela estava, ou melhor de quem é esse sonho, que a personagem sempre escapava voando ou quase isso. Abri minhas asas e deci até ela, que estava caida, mais quando eu a toquei teve um sparmas muscular ou algo assim, e abriu os olhos, sentou e olhos pra mim, como se só tivesse caído da cama num pesadelo, mesmo tendo caído de uns 13 metrô no máximo, meu reflexo foi de abraçala de tanto alívio, por não pareceu que estava realmente sentindo dor, deveria ter tentado voar e isso amorteceu sua queda. Fui toca-la mas mesmo assim recuou, lembrei na hora o porque, as asas... Lápis tinha povor disso, pensava que eriam levá-la para um julgamento terivel onde sofreria a eternidade, escondi as asas e já sabia o que disser:

- Não sou um anjo - Mostrei em baixo da minha clavícula, mais especificamente entre meus seios, - Não tenho a marca dos céus.

- Seus asas... Eu vi! - disse ela abrindo as próprias, pronta para um vou de emergência.

- Olhe na minha texta. - Apontei e ela olhou . - Não tenho a marca da besta.

- Quem é você!?

- Uma alma sofrida que teve a rejeição de dos mundos. - Eu a estendi a mão, - E recebi essas asas por piedade, de ambos... E... Tento ser um auxílio a sertas pobres e sofridas almas, mais não vou te obrigar a nada.

Ela olhava para o lado e para o outro, parecendo caucular ser tinha chance de sair voando e me despistar, olhou pra mim com seus olhos eles eram tarquesa, mais pela transformação estava um azul caneta e o outro amarelo, o que me deu a sertesa que em alguns minutos o sonho e ser vivido seria de Jarper.

Ainda estava com a mão estendida e vi que ela não ia decidir ficar comigo, iria fugir pra sei la onde, podendo se desfazem em pó ao sair da bareira, que mantinham as almas lá dentro, sorte que não se encomodava com o colar em seu pescoço, se ela tirase iria direto pra uma aria de reencarnação, e eu provavelmente não a veria mais. 

 Resolvi abordala de outro geito, não a agresividade e sim um outro método para apaziguar, aliás esse método é normalmente usado em cães assustados que tem medo de outro, e funciona perfeitamente com humanos, na maioria das veze... E como Lápis não caia nessa maioria, eu dava um toque que ela gostava.

Fui indo pra trás sem tirar os olhos dela, encostando na parede, fui para o outro lado e me tranformei em um ser que ela gostava. Voltei a vela e fingi que estava machucado e tropecei, ela como esperado veio me socorrer, parecia asustada e disse:

- Patinho! Levanta! O que houve com você!?

Eu só me fiz mais de coitada, e o patinho tinha sido seu primeiro " ser" de estimação.

- Alice é você!? Você voltou pra mim! - Ela me colocou em seu braços e me aconchegou em sua peito. - Pensei que tivesem te matado.

Ela me apertou, pasei a asa em seu rosto e fiz surgir um pó que eutomaticamente entrou em seus olhos. Ela parou de me apertar, me poes em sua frente, perguntou:

- Alice o que houve?! Eu dormi muito, não foi!? - Ela me sacudir esperando uma resposta. - Responda Alice!

- Eu estou aqui! - Respondeu Alice, saindo da varanda e dessendo até nós.

- Para! Entam você é... - Me soltou, estava surpresa com a tal revelação.

- Kássane!? - Voltei a minha forma de costume, que ultimamente... tem sido uma meio humana.

- Ou... Kássane! Desculpe eu so- só Estava curioso e você não estava! E eu tava... - Ela colocou a mão na cabeça, como a eu fosse bater nela. - Discupe não fasso mais, eu...!

Eu a calei com um forte abraço, ela não gostava de abraços, mais era melhor que uma surra, ficou paralisada e Alice se juntou a nós.

- Pensei que iria te perder... - saiu umas três lágrimas do meu olho, só três. - Pra sempre! Nunca mais faça isso!

- Haran - ela empurou meu abraço. - Pode me soltar agora e contar como foi a minha visão fora do sonho.

Mau respondi as outra almas enterronperam nosso diálogo, e todos queriam abraçar Malaquita, pra ela não era embaraçoso ou algo do tipo, ela só sismava comigo mesmo.

Naquela mesmo dia, não esitei em dar uma punição de 4 horas para Malaquita, na sensação de fome, sede e cansaço, vivida por um homem perdido no deserto e na frequência censivel, ou seja na carnal.

Enquanto sentia suas punições, eu pedi várias sensações, para comemorar a " Não reencarnação de Malaquita ",

Alice foi pegar auguns gostos especiais como bola vegano de morango, Coca-Cola,suco natural de laramja, chocolate sem leite e outros docês.

Pabblo foi faser uma ligação, caselando o pedido de socorro que tinha feito para uma amiga minha, uma hora antes de eu chegar, e fazendo um pedido pra vir na comemoração, queria chamar mais dois amigos mais... Se isso se espalhava para uma vigia de almas poderiam tentar tirar Malaquita de mim... Entam preferia o sigilo.

Shirley deichou sua tristeza de lado, e fez uma bela decoração em casa, com fitar, aquela vaquinha ama fitas, de preferência brancas.

Sócrates foi arumar meu quarto, ele éra o único com permissão pra isso pois não tinha a ousadia de usar minhas armas, só questionar sobre elas, mais claro eu sempre estava junto, na ocasião não era diferente. 

  Bastet tinha ido dar uma volta, ela não era muito de ajudar, mais falei pra na volta alugar uma fita pra vermos o filme Pantera Negra,e ela ficou brincando do porque não poderia ser um tigre como ela, não tínhamos acesso a redes móveis como telefone sem fio ou internet, pois tinha uma previsão que se houvese, não teríamos mais controle e ela daria uma série de interferências na frequencias das almas. Além disso prefiro fitas e minha TV não é preto e branco,a imagem é ótima da até pra ver em 3D, mais tem uma parte de madeira.

Chritopher ficou encarrgado de perfumar a casa, ele amava a sensação que o cheiro proporcionava, e também colocou uma músicas no grande rádio, um CD do Roberto Carlos e músicas populares de 1060 pra baixo.

Tudo ocurei como o planejado, a casa estava arumada, decorada e cheirando muito bem, Malaquita saio do castigo desesperada e foi direto se satisfaser na cosinha, as sessões que ela teve foram reais e seus vestígio tinha que ser removido de modo tradicional. A minha amiga Benny chegou no início e eu contei o ocorrido a ela, e a agradeci por ter vindo socorelos, pois ela morava muito longe, experimentamos sensações ótimas da comida, antes que Malaquita acabace com todu e vimos Pantera Negra de 2018, os filmes do futoro e de outro setor de entrega de almas eram o triplo do preço, um abisurdo! Mas aquela era uma ocasião especial.

A sala era grande, aliás Christopher e Sócrates ficaram no chão, pois o porco tinha derubado de propósito um perfume, no tapete da sala ficou cheirosa por uma semana, chegava até a ser enjoativo na verdade.

Não queria falar do ocorrido nunca mais, não queria que ela patrice para o mar de sofrenvia de onde a tirei.




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