História Relações Dérmicas - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 6
Palavras 1.723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Lemon, LGBT, Shonen-Ai, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Uouououo no creio que finalmente estou postando uma fanfic q emozaaaaum

Aaah, sim, é fanfic pq todos os shipps q vao aparecer aq são do meu grupo de amigos, ai to achando muito foda escrever assim, pq baseei uma personagem totalmente em mim, ainocreo eu to louca pra ela aparecer logo aaaaaaaaaa kssksksisksksj

Capítulo 1 - Capítulo 1- Queria meu celular ue


Ferronando: Já to indo

Roni: Finalmeeente E NAAAAO ESQUECE DO PRESENTE PELA MOR SE NÃO TU VAI VOLTAR A PÉ PRA PEGAR

Ferronando: Haha eu não sou esquecido assim

Roni: Naaaaaao maaaagina, afff só vem logo

Roni estava a espera de seu amigo, Fernando, iam juntos a uma festa de 15 anos de Danielle, uma amiga em comum deles.

Para Fernando, seria sua primeira festa, por ser uma pessoa fechada demais, conhecia poucos amigos e assim não era convidado para sair tão frequentemente. Diferente de Roni, que toda semana estava fora de casa em alguma festa ao apenas andando pelo centro da cidade com grupos de amigos que se preocupavam mais em tirar fotos boas para postar no Instagram do que realmente se divertir.

Ocorreu certa divergência entre essa amizade, claro, com a mudança de grupos sociais e escola, Roni e Fernando se afastaram consideravelmente mas nunca deixaram de se falar, ainda sentiam a mesma confiança de tempos atrás.

Sócrates, o cão de Roni late para o portão avisando que há visitas.

Feliz em saber que era o amigo, Roni o recebe com um abraço de tapas nas costas.

Fernando passa pelo portão, deixa de lado a mochila com roupas e vai até o cão dócil de Roni que havia crescido bastante desde a última vez que o viu.

-Mano, temos que ir ver agora aquela série que você cisma em achar ruim, sério.- Roni falava disparadamente puxando seu amigo para dentro da casa.

-Oi tia Cirlene.- Fernando disse passando pela cozinha mas sem parar para conversar direito com a senhora que sorriu para o jovem.

Fernando pouco prestava atenção em seu amigo que falava demais e muito muito rápido- Ele está falando de química?-.

-Tá, cala boca Roni.- Irritando-se com o falatório sem fim, Fernando tapou a boca de seu amigo e o encostou na parede do quarto.

A expressão de espanto congelou na face de Roni, a forma como Fernando se mostrou forte e dominante parecia, na mente de Roni, gay demais.

-Tu é viado, porra? Isso foi estranho demais, não faça isso de novo.- Roni puxou a mão do amigo de sua boca e se jogou na cama rindo ainda da situação que Fernando criou.

O garoto sentiu-se confuso com o que o amigo falou, ficou vermelho ao se tocar do que havia sido chamado.

-Eu... Não sou gay, você que é, seu idiota.- Fernando começou a distribuir socos no braço de Roni e começaram uma briga de socos e risadas que era bem comum quando mais jovens para mostrar quem era o mais forte, Fernando ganhava todas.

Fernando sempre sentiu algo estranho pelo Roni, imaginou que poderia ser admiração, mas o que tem para admirar nele? Não tinha uma beleza invejável, era o estilo famosinho que consegue o número de qualquer garota, era modinha, superficial e compartilhava memes da SAM, o máximo que Fernando poderia admirar era sua inteligência mas o garoto tinha o mesmo nível se não maior que o do Roni.

Sem perceber suas posições, Fernando estava em horizontal e com Roni no seu colo atacando seu amigo com cócegas na barriga.

Fernando segurou os pulsos magros de Roni o fazendo parar e sorrir olhando diretamente para os olhos cor de mel de Fernando.

Parando para sentir o corpo de Roni, percebeu a pressão que tinha contra seu amigo de baixo. Olhando para aquele sorriso só o deixava mais duro. Torceu mentalmente para que o menor saisse imediatamente de seu colo.

-Mano, você tá com cara de bobo.- Roni disse saindo de cima de Fernando sem notar o volume na calça do amigo. - Mas falando em bobo.- Pegou o controle da Tevê.- Como anda você e a Sofía? Continuam próximos?- Piscou maliciosamente para Fernando que só riu com a pergunta.

Sofía é sua melhor amiga mas eles fingem ser um casal para os pais dela não a questionarem sobre sua sexualidade pela quarta vez. Sofía é totalmente lésbica mas não é tão simples pra ela aceitar-se e nem assumir para as pessoas, longa história.

-Continuamos na mesma.- Falou retirando o celular do bolso sem querer prolongar o assunto e notou sua ereção ir embora.- E você com a Ingrid? Ou é com a Felicia? Pera, é a Letícia agora? Te vi com a Brena nos status esses dias.- Fernando falou irônico.

-Haha, como você é engraçado ein, senhor Fernando.- Jogou o travesseiro no rosto do garoto que ria da reação do amigo.- Esses dias to é com ninguém.- Ele fez um bico choroso.- To na seeeeeeca.

-Uau, uma semana sem pegar ninguém, que grande recorde ein?- Fernando ria do drama que seu amigo fazia, falando com muita dor em cada frase.

Conectando a internet, várias mensagens chegavam do grupo "A firma" que era basicamente um grupo de pessoas retardadas anti-emoji, anti-famosinhos e com o ideal de implantar comunismo em todas as nações e acabar com a família tradicional -uma zoação entre os membros-.

Assunto das mensagens era sobre hentais de avião, não tão estranho quanto os outros temas já tratados. O seu melhor amigo, Ted, era o fundador daquele santuário virtual, sendo reconhecido como Deux Ted III vulgo cara de bolacha vulgo lolicon.

Começou a rir do que estavam falando e isso incomodava Roni que queria a atenção do amigo só para si.

-Ei, eu to bem aqui, fala é comigo.- Roni puxou o celular da mão de Fernando de forma mimada.- Estou aqui declamando minhas decepções amorosas e você tá ai coisado nesse celular.

-Me da logo seu bobo.- Fernando avançou até as mãos do garoto dramático que fazia caretas o provocando.

-Me beija e eu te dou.- Roni gargalhava com a vergonha que Fernando sentia, estava tão vermelho quanto sua camiseta.

É claro que Fernando queria fazer isso, queria ter em seus braços o garoto que agora zombava dele, mas não era tão simples. Ou era? Aliás, se fosse fazer isso, era por causa da provocação, ele só queria o celular, certo?

Os dois de joelhos na cama, enquanto Roni ria sem preocupação, Fernando resolveu investir. Colocou a mão no pescoço do risonho que não teve tempo para reagir, foi puxado para um beijo fazendo o ter mistos desejos ao sentir os lábios do amigo em contato com os seus. Talvez, se não fosse o seu lado "ooh eu sou muito macho para gostar de beijar um cara" eles teriam continuado com mais intensidade.

-Mas que merda é essa, cara?- Roni empurra Fernando para trás e passa a costa da mão tentando tirar todos os resquícios dos lábios do amigo. Roni agora era o envergonhado, o rubor de suas bochechas deixavam de certa forma fofo.

-Queria meu celular ue.- Fernando girou seu telefone em mãos, agora sendo o que estava rindo.- Ah vá, não me diga que vai ficar tão incomodado assim, foi só um selinho.- Agora tomava uma postura mais confiante na situação, sabia que dava para contorna-la com um bom papo.- Vamo assistir a série ou não?- Tomou o controle da mão do amigo tentando colocar no canal correto.

-Não mecha aqui.- Segurou a mão de Fernando com o olhar ainda assustado. Sentia um arrepio só de ter o toque da mão de Roni junto a sua.- Vou arrumar uns cabos primeiro.- Levantou da cama e foi até a Tevê e conectou algumas coisas que ainda precisava.

Um certo silêncio manteve enquanto ele arrumava a Tevê. Fernando se arrependeu de ter se aproveitado da situação e beijado Roni, o ar que antes era de certa excitação estava ficando pesado e desconfortável.

-Você tá com raiva de mim?- Fernando perguntou receoso esfregando as mãos de forma envergonhada pelo ato.- Foi só um brincadeira, desculpe.

-Só deixando uma coisa clara.- Roni virou-se para Fernando e respirou fundo.- Eu não sou gay.- Enfatizou cada palavra da frase.

-Então o seu problema é só isso? Reforçar sua heterossexualidade?- Fernando não conseguia esconder o riso, ver seu amigo preocupado em ter gostado do beijo era hilário.

-Não ria, seu viadinho.- Colocou no canal correto e apertou no play para reproduzir a série.- Agora, espere ai que eu já vi o começo, vou pegar alguma coisa pra comermos.- Jogou o controle entre os lençóis e foi até o lado de fora, batendo a porta com força.

Roni não tinha como negar, queria mais de onde tinha vindo aquele beijo mas ele tinha plena certeza que era hétero e só havia gostado pela excitação e não por ser com uma cara.

Fernando, agora sozinho no quarto de Roni, olhava a estante de livros rasa que o garoto tinha- Graças a Ingrid vulgo sua nova "melhor amiga" que claramente ele é apaixonado-.

A culpa é das estrelas, cidades de papel, todos os livros de diário de um banana, mangás da turma da Mônica jovem, seu gosto literário é tão infantil Roni. Pensou Fernando consigo mesmo.

Sentou-se na cama, pegou o celular e digitou uma mensagem para Ted.

Ferronando: Adivinha onde eu to

Deux: Dando o cu na Mangueira? Fala logo

Ferronando: Na ksa do Sr Ronilverson vulgo Ronildon vulgo o kra q saiu da escola e vc não gosta

Deux: Oq kcete vc ta fazendo ai? A quanto tempo que eu não falo com esse bosta mano

Ferronando: Bom, você sabe que ele é meu amigo, só vim dizer pra te irritar msm, boooa tarde

Deux: É um cyber sapeca serelepe mesmo, enfim, mande ele se foder por mim, agradeço

Abrindo a porta com certa dificuldade, Roni entrou com um balde de pipoca e duas latas de refrigerante equilibradas perigosamente uma na outra.

-Isso vai cair.- Fernando olhou para a cena cômica de equilibrismo amador.

-Se não me ajudar, vai mesmo!- Falou irritado com a inerte do amigo diante da situação.

-Só se pedir por favor.- Fernando provocou sorrindo de canto.

-Pega essa merda logo mano.- Rosnou para Fernando com raiva.

-Já disse, peça por favor.- Fernando se levantou de forma maliciosa.

-Não vem pra perto se não eu juro que jogo isso tudo nos teus pés.- Roni, por ser menor sentiu-se coagido a andar para trás.

Então, com toda a confiança, Fernando aproximou-se de Roni da forma como a Felicia, sua amiga que gosta de coisas gays, descreveria, mas com o final diferente.

Roni derrubou tudo no chão fazendo as latinhas caírem nos pés de Fernando o fazendo desequilibrar e cair para trás.

-Eu avisei.- Roni bufou e começou a juntar as pipocas do chão e recoloca-las no balde.

Soltando uma risada alta, Fernando começou a ajudar a limpar o quarto com o amigo e propositalmente fazendo suas mãos se tocarem para irritar o baixinho.

Dava para sentir, mesmo que com o rosto fechado de falsa raiva, Fernando podia perceber que Roni gostava das provocações.


Notas Finais


Hihihihihiihihihihi ai nunca fiquei tão animada mano, eu já tenho tudo em mente aaaaaaaaaa

Como não sou uma pessoa muito organizada e q só sabe dormir, vai ser difícil para postar um próximo capítulo, mas ta quase pronto então talvez não demore taaanto assim, eeeeenfim, só vim dizer isso msm

Já disse q to feliz? Aaaaaaaaaaaa


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