História Relações Métricas no Triângulo Retângulo - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bbw, Dendrofilia, Filha, Filho, Filosofia, Gravidez, Gyaru, Inbreeding, Incesto, Infantilismo, Irmã, Irmão, Mãe, Matemática, Milf, Pegging, Psicologia, Scat, Watersports
Visualizações 27
Palavras 1.149
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Harem, Hentai, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa imagem já dá um spoiler, mas é a Flora, que foi a garota que comeu 2/3 do capítulo, e meus amigos, que capítulo, tava tão foda, que eu até coloquei um cameo no final, ou seja, vai aparecer uma personagem que só quem me conhece a tempos vai se lembrar e dizer: "nossa, é ela!"... Bem, boa leitura.

Capítulo 8 - C vezes h é igual a b vezes m


Fanfic / Fanfiction Relações Métricas no Triângulo Retângulo - Capítulo 8 - C vezes h é igual a b vezes m

2 semanas depois, 8h00:

Léo acordou cedo para poder estudar, coisa que só tinha tempo para fazer naquele horário, graças a nova rotina com “atividades familiares”, enquanto estava com a cara em um livro com exercícios de álgebra, ele ouviu o barulho da porta do quarto abrindo com força e batendo na parede, o garoto pensou:


Léo: Ah não, é ela!


Léo virou a cabeça e viu uma jovem adulta voluptuosa, loira, bronzeada e maquiada vestindo uma blusinha com estampa de onça e um shortinho jeans desabotoado com pelos pubianos amarelos saindo pelo zíper, Leonardo falou:


Leonardo: Oi, Flora, o que você quer?


Naquele instante, a bronzeada enfiou a mão dentro do shortinho e começou a se tocar enquanto respondia:


Flora: O que mais, maninho? Vim para transar, desde que você me engravidou eu estou com um tesão proporcional ao meu volume.

Léo: Sim, eu sei, mas precisa ser toda hora? Não poderia fazer com a mamãe?

Flora: Agora ela está no jardim de trás com a vovó. Vamos lá, irmão, seu filho está implorando para beber seu leitinho.

Léo: Ah, deixa disso!


Léo voltou a resolver as questões no caderno, enquanto isso, a bronzeada se aproximou e colocou a barriga na orelha do irmão, então passou a imitar um bebê:


Flora: “Buá buá o papai não quer mais foder a mamãe buá”


Léo ignorou, mas a irmã continuou com a estratégia:


Flora: “Buá e agora? Vou ficar sem o leite do pau do papai buá buá”. Ah, maninho? Vai deixar a sua filha assim? E se no futuro ela começar a fazer sexo com garotas?

Léo: Isso é ridículo, se eu gozar em você ela não vai ser atingida. E se ela gostar de meninas vai ser melhor para mim; você, a vovó e a mamãe gostam e só deixam eu fodê-las.

Flora: Ah, mano, vamos lá, te deixo comer meu cu.

Léo: Não.

Flora: Eu lambo o esmegma do seu pau e ainda chupo, que tal?

Léo: Tentador, mas não.

Flora: Está bem, você prefere mesmo estudo a sexo... Bem, e se eu te ensinar cálculo enquanto transamos?

Léo: Você disse cálculo?

Flora: Sim! Limites, derivadas e integrais, não gostaria de aprender tudo isso?

Léo: Hum, gostei, vamos lá, vai na minha cama.

Flora: Eba! Agora eu estou tão excitada, que acho que vou mijar!

Léo: Certo, faz na minha boca.


Flora abaixou o shortinho e deixou a vagina exposta para o irmão colocar a boca bem em frente a uretra dela, em seguida, a bronzeada começou a despejar toda a urina garganta abaixo em Leonardo, enquanto isso, a grávida apalpava os seios e gemia:


Flora: Uh... Meu irmão está bebendo o meu mijo cheio de ácido úrico, como está o gosto? Bem, deve estar bem ácido, não?


Quando Flora terminou, o próprio irmão limpou-a com lambidas, em seguida, a garota ficou de quatro na cama e começou a implorar:


Flora: Venha, mano, meu cuzinho tá piscando para que você meta a rola nele.

Léo: Tudo bem, mas eu quero que me ensine.

Flora: Sim, mas vamos lá, estou cheia de tesão querendo acordar o meu filho dentro do útero.


Léo ficou de joelhos em frente ao ânus da irmã e apreciou os movimentos de contração e dilatação dele, logo após, introduziu o pênis nela com dificuldade, a fazendo gemer de prazer, em seguida, a Flora começou a aula:


Flora: Certo... Ugh... Cálculo, né? Então, limites...

Léo: Seu cuzinho tá bem apertado.
Flora: Sim... Quer dizer... Limite, bem, como o nome diz...

Léo: Você está muito gostosa desde que pegou esse bronzeado.

Flora: Limite é quando uma função... Ai, ai, aí... Atinge um valor limite...

Léo deu uma mordida na bunda de Flora que gritou:


Flora: Aí! Minha bunda! Por quê?

Léo: Estava com uma aparência tão boa, quis ver se é tão gostosa assim. Além de que você é uma vaca, merece ser marcada atrás.

Flora: Gostei... Gostei muito!


Léo puxou o cabelo dela e passou a meter com mais força, reclamando:


Léo: Não pare de explicar enquanto fodemos!

Flora: Certo... Bem... Limite é o ponto de uma função que queremos saber o valor mais próximo, por exemplo... Argh... Valor mais próximo da raiz quadrada de x²-4 com o x tendendo, ou seja, chegando próximo de 2 é 0, então o limite...

Léo: Mana, eu vou gozar com você explicando...

Flora: Eu também, quer dizer... O limite disso tudo é igual a zero.


Léo não segurou e preencheu o ânus da irmã de esperma, chegando a derramar, após agarrar a nádega direita de Flora e soltar, o garoto falou:


Léo: Você está muito gostosa desde que ficou assim, vamos continuar?

Flora: Hum, sabia que ia adorar se eu me bronzeasse, que tal agora eu fazer aquilo que você gosta? Se não se importam se eu mijar na cama, é claro.


Jardim, 8h00:

No fundo do quintal da casa, além da piscina, tem um pequeno pedaço de terra usado para plantar vegetais, ou seja, uma horta que Margarida e Rosa mantinham, mas, obviamente, haviam segundas intenções nisso, afinal, por que as duas iriam ficar nuas na hora da colheita? A questão teve resolução assim que a de cabelos grisalhos tirou uma cenoura do chão, lavou-a numa torneira próxima e a usou para enfiar no ânus da filha, que, de quatro na terra, falou:


Rosa: Ui... Eu estou com uma cenoura na bunda... Quero muito que ela saia suja para eu comer.

Margarida: Ah, filha, que gostoso, gostaria também de alface? Posso colocar folha por folha na minha bucetinha para você.

Rosa: Sim, mãe, depois vou querer um nabo saído da sua bunda. Quero ver como uma raíz branca fica na cor marrom.

Margarida: Vai ter que esperar, estou com uns três rabanetes lá dentro. Quer ver?


Margarida ficou de quatro na frente da filha e começou a forçar o esfíncter para abri-lo, então, um pequeno rabanete saiu do ânus dela, seguido por outro e após o último, Rosa pegou um nabo já lavado e enfiou no orifício recém aberto da mãe, que elogiou:


Margarida: Hum... Que nabo encorpado.


Então de repente, uma vizinha apareceu na cerca e ficou com uma cara de choque, só que não estranhou e ainda foi cumprimentada pela mãe e filha:


Rosa: Olá, senhorita Fanny.

Margarida: Olá, Fanny!

Fanny: Ah, olá, senhora Margarida, senhorita Rosa, vejo que começaram a colheita dendrófila de vocês.

Rosa: Sim, depois vamos plantar mais e colocar fertilizante.

Margarida: Sim, aliás, como vai a gravidez?

Fanny: Vai muito bem, a cada dia mais o Danny fica feliz em saber que vai ter um irmãozinho.

Rosa: Eu entendo, agora que eu engravidei, o Léo está todo feliz.

Fanny: Hum, você também? Duas solteironas que nunca casaram, mas tem filhos e engravidaram, que coincidência, não?

Margarida: Coincidência é você ser nossa vizinha. Quais as chances de alguém achar essa cena normal?

Fanny: Você está certa, melhor eu acordar o Danny, ele gosta de um leitinho matinal.


Fanny saiu, deixando a mãe e a filha “brincarem” com as plantas do jardim, em seguida, Rosa tirou o nabo do ânus de Margarida, mordeu e sugeriu:


Rosa: Já não está na hora de adubar as novas plantas?

Margarida: Concordo plenamente.


Rosa e Margarida se agacharam na horta e, sem nada dentro do ânus, elas começaram a forçar o esfíncter, para que o fertilizante orgânico saísse.


Continua...


Notas Finais


O limite dessa história será 10 quando as tags do capítulo tenderem ao scat, ou seja, tá quase lá... Ninguém vai entender isso...


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