História Relatos Secretos - Se você não contar eu também não conto. - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Conto Erotico, Gay, Hetero, Incesto, Lésbico
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Palavras 3.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Bia e Samantha


Eu não estava num dia muito bom, hoje faz exatamente um mês que terminei com minha namorada, isso mesmo, sou sapa <3 Na verdade falo pra minha família que sou bissexual, mas é só conversa, eu gosto mesmo é de uma xxt <3. As mulheres são mais cheirosas, mais bonitas, mais gostosas, mais sexy..ohh céus, chega haha. Eu estava até gostando daquela ordinária, mas tudo bem, nada como uma xota após a outra. Minha mãe, tentando melhorar meu ânimo me aparece com passagens de avião para uma praia afrodisíaca. Lembro como fiquei eufórica na hora:

— Não acredito mamãe! Me belisca vai! Quando nós iremos?

— Amanhã de manhã, pois a Samantha tem aula hoje á noite e …

Cara, nessa praia tem uma das melhores noitadas LGBT, já estou imaginando todas as gatas de biquíni e… O que?

— Pera mãe, quem?

— A Samantha…

— A Samantha??????

Mamãe me olhou um pouco sem graça

— Isso mesmo, bom, eu sei que vocês não se dão muito bem mas…

— Mãe essa garota me odeia! Ela não suporta a ideia de existir uma bissexual na família e vive enfurnada naquela casa dela estudando! Por isso não conhece esse gênero e não sabe o quanto a gente é gente boa, paz e amor… – Levantei o dedo indicador e médio simbolizando paz e amor enquanto eu falava.

— Eu sei Bia – Continuo mamãe- Isso será um bônus na viagem, ela irá saber o quanto gente como você é … Gente boa – e levantou os dedos me imitando.  Eu caí na gargalhada, mamãe sempre ficava constrangida ao falar sobre essas coisas.

— Tá mãe, eu não vou esquentar minha cabeça com isso, quero apenas ficar em paz e curtir o local, provavelmente ela ficará presa no quarto estudando ou lendo a bíblia – revirei os olhos – então tá beleza. Mas que fique claro, se ela atacar, eu vou atacar – Fiz uma pose de Kong fu ou sei lá o quê era, vi em um filme outro dia.

— Tabom meu bem – disse mamãe entre risos – Mas ficaríamos todos felizes se vocês se dessem bem igual antigamente, vocês eram tão unidas

— Mamãe isso nunca irá acontecer de novo, nós crescemos e nos tornamos pessoas diferentes!

E era verdade, eu era da noitada, da galera! Mas Samantha não, ela gostava de estudar – a certinha da família – e mal tinha amigos, aliás, eu era a melhor amiga dela, estávamos sempre juntas e achavam que até fossemos irmãs se não fosse o fato dela ser morena e eu loira, mas isso foi na sétima série, desde que ela soube que eu gostava de garotas se afastou e cortou contato comigo, éramos da mesma sala e ela pediu para mudar de colégio e desde então nos víamos muito pouco, melhor assim.

— Ok, desisto, seja o que Deus quiser – Disse mamãe.

Por fim aqui estou eu, no aeroporto com minha família esperando a dela. Vi de relance meus tios vindo pelo corredor, tentei localizar a abençoada mas não a vi. Mamãe começou a acenar até que eles no viram e se aproximaram e… Caraca… Samantha? Era ela. Graças a Deus eu estava de óculos escuros e ela não viu meus olhos a olhando de cima para baixo. É, estava diferente… Da onde ela tirou aqueles peitos? E que roupa é essa? Esta, era uma roupa normal, Shortinho, blusinha… Mas ela não usa essas coisas…  Antes só faltava andar de burca e agora ta mostrando as pernas sem cor e um decote com peitos que para mim eram inexistente! Deixa ela virar pra mim analisar a bunda… Não chega, me recompus e fingi que não a tinha visto – sou muito boa nisso – e cumprimentei meus tios, enquanto meus pais a abraçavam – falsos – e depois nossos pais se cumprimentavam enquanto falavam em como a gente tinha crescido e blá blá blá. Me distraí com eles tagarelando e não percebi Samantha andando até mim com um sorriso seco:

–Oi… Como… Você está? – Ela estava sem graça demais mas falava com dureza. Me espantei de vê-la falando comigo.

— Boa, como sempre – Respondi com sarcasmo ao mesmo tempo em que levantava meus peitos e jogava meu cabelo. Samantha nunca foi boa em iniciar uma conversa com alguém. Na mesma hora nossos pais nos chamaram pois nosso voo ia sair.  Dentro do avião corria tudo bem, eu sentei na janela e infelizmente a babaca sentou ao meu lado – deve ser meu perfume – mas estava curtindo a viagem com meus fones de ouvido e olhos fechados até que o avião começou a tremer, estalei meus olhos na hora e achei que era só isso, mas não, o tremor continuou e o murmúrio dos passageiros começou a tomar conta do avião seguido de meu desespero; Levantei:

–Ai meu Deus, pai? Mãe? – Olhei pros lados á procura deles e os vi nos assentos do fundo, papai falava alguma coisa para mim enquanto mamãe fazia sinais que não entendia; uma voz dando instruções aos passageiros se ergueu mas meu desespero era tanto que não prestei atenção, por fim meu pai fazia sinal de que estava tudo bem enquanto minha mãe me mandou sentar. Comecei a olhar para os lados e as pessoas continuavam sentadas, apenas eu de pé e histérica:

–Aí meu Deus eu nem fiz 18 anos ainda e já vou morrer, MÃE, PAI  quero morrer perto de vocês.. – Papai fez gesto pra eu sentar e minha mãe com a cara vermelha de vergonha, da onde vinha essa calmaria? Os passageiros me olhavam assustados enquanto o pânico tomava conta de mim:

— E agora meu Deus? – Eu já estava em prantos – Senhor segura esse avião – Mais uma tremida – AAAAAAAAH NÓS VAMOS MORRER, NÓS VAMOS MORRER E… – Samantha fechou o livro com força e me puxou pelo braço me fazendo sentar, ela fechou o cinto na minha cintura e antes que eu protestasse falou:

–Dá pra calar essa boca? Não ouviu as instruções? É apenas uma turbulência devido ao – Não entendi a explicação Nerd dela – além do mais você está assustando os passageiros e me envergonhando!

–Só uma turbulênc…

–Sim!

–Não vamos morrer?

-NÃO – Ela revirou os olhos

— Tabom – Olhei para frente tentando me acalmar, e passado alguns minutos o avião já estava tranquilo, olhei discretamente pra Samantha e vi seu rosto fechado e brava, credo, tão linda! Terminamos a viagem logo e assim que descemos minha mãe me puxou pelo braço:

— Pelo amor de Deus que cena foi aquela? Você te quantos anos mesmo, 10?

–Aff mãe não foi minha culpa… – Eu me encolhi um pouco, envergonhada e meu tio e minha tia estavam rindo lembrando o ocorrido, já Samantha permanecia com o rosto impassível. Pegamos as malas e logo chegaram os taxi que pedimos; Cada família se apossou de um e fomos para os apartamentos que tínhamos reservado. A viagem foi um pouco longa e com isso deu pra conhecer um pouco o lugar que por sinal era ma-ra-vi-lho-so!  Chegando no prédio, o gerente nos informou que tiveram um contratempo e uma das reservados ainda não estava disponível e para se redimirem nos deram um ap com 3 quartos e assim, dividiríamos o ap por enquanto. Pegamos o elevador e subimos. O Ap era simples, mamãe e papai ficaram em um quarto, meu tio e minha tia com outro e me restou  dividir com a Samantha. Começamos a desfazer as malas – eu só joguei tudo dentro do guarda roupa com exceção dos biquínis – e comecei a escolher; Samantha arrumava suas coisas cuidadosamente e eu logo tirei toda minha roupa para colocar meu biquíni. Ela me olhou na mesma hora, tentava disfarçar mas uma mulher sabe muito bem quando está sendo observada  Não resisti e falei;

— Não olha muito não se não meus peitos vão cair – Disse em um tom descontraído. Ela bufou:

— Não seria pra menos, olha o tamanho disso – Sua voz era de deboche, mas eu era mais

— Menor que sua inveja e maior que seus ovos de codorna – Pisquei. Não vou mentir, meus peitos eram maior do que eu gostaria, mas nunca foi problema todos amavam haha, mas preferia eles menores que nem os da Samantha, digo, que nem os de qualquer outra pessoa. Coloquei um biquíni rosa choque, com a calcinha atolada do jeito que eu gosto; Meu cabelo em um rabo de cavalo e meu chinelo – fiel companheiro. Todos estavam prontos com suas roupas de praia – Samantha colocou uma saída de praia gigante – então descemos. O Sol estava no auge, a praia ficava pertinho do apartamento e enquanto fazíamos uma caminhada curta as pessoas foram surgindo, quanto mais perto chegávamos mais gente se via, mais mulheres se via, mais bundas se via, que delícia de lugar! Mamãe vendo meu sorriso falou:

–Lindo né?

— Sem sombra de dúvidas!

Ela me olhou estranhando meu sorriso maléfico e balançou a cabeça em reprovação. Logo encontramos um local bacana na areia e nos instalamos com os guarda sóis, cadeiras, toalhas… De fininho eu fui saindo com a desculpa que estava com fome e fui em um barzinho bem movimentado ali, a galera bebendo e tal, entrei e enrolei um pouco, precisava puxar assunto com alguém e perguntar da tal festa LGBT, enquanto eu escolhia alguém com quem conversar vi Samantha conversando com um cara, pelas feições ela estava o rejeitando; ia seguir meu rumo quando eu vi ele mostrando um ingresso pra ela, cheguei mais perto para ouvir a conversa

— Gata essa é a balada mais famosa da cidade, alguém como você não pode ficar de fora!

— Eu não me misturo com essa gente sem – ela já ia falar merda quando interrompi

— Sem mim! – Falei – Ela não vai em nenhum lugar sem mim! Deu meu sorriso mais amarelo pro cara. Samantha me olhou sem entender e o cara respondeu:

— Ora, se esse é o problema, toma aqui – enfiou a mão nos bolsos e retirou mais um ingresso e entregou os dois pra Samantha – um para cada! – Ele parecia satisfeito, mas sua satisfação estava afetada pela cara de desânimo da abençoada, tive que animar ele, vai que resolve tomar os ingressos de volta

— Pode deixar que vamos sim – Puxei ela pela pra mais perto de mim – Obrigada meeeeesmo – Eu já estava dando pulinhos de alegria. Consegui os ingressos e de graça, adoro!!

— Vejo vocês lá – ele disse se despedindo com os olhos comendo a Samantha.

— Eba!!!! Saí de lá com os olhos brilhando e sorriso de orelha a orelha, os olhos de Samantha me fuzilavam, garota sem graça

— Por que essa cara se você não vai?

— Pensar nesses lugares com o tipo de pessoas como você me dá nojo!

Me virei na hora, ela podia falar o que fosse que meu barato é difícil de cortar

— Olha, ninguém liga para o que você acha… – Fingi um espirro falando – Semgraça – e Saí cantarolando.

A tarde foi ótima, nadamos, comemos comidas gostosas, e fomos pro mar jogar vôlei, todos jogamos menos a sem graça, eu ainda estava a todo vapor quando meus pais e tios desistiram.

— A Samantha joga com você – disse minha tia. Eu já estava me virando pra sair da água quando ouvi um “tabom”.

Ela se levantou deixando o livro na cadeira e e foi tirando sua entrada/saída de praia que eu achei que nunca tiraria. Todos já tinham voltado para debaixo do guarda sol me deixando ali sozinha, ba-ban-do. O que aconteceu a seguir foi em câmera lenta: Seu corpo foi aparecendo aos poucos enquanto se despia, primeiro as coxas um pouco coradas por causa do sol, e a calcinha do seu biquíni – branca; uma barriga lisinha e uma curva na cintura que minhas mãos começaram a coçar querendo pegar; assim que ergueu os braços tirando a burca por completo, a parte de cima do biquíni era tomara-que-caia e seus peitos estavam perfeitos nesse modelo, por fim se deslocou um pouco mostrando uma pinta que ela tinha próximo ao bico do peito. Seu coque desmanchou e os cabelos escuros caíram moldando sua silhueta e fiquei molhada, e não tô falando só da água que batia nas minhas coxas. Ela virou guardando a saída de praia isso me deu a visão do que eu almejava ver á algum tempo, sua bunda empinadinha. Ela  foi entrando na água e veio pra perto de mim, quando percebeu que a olhava devolveu minha alfinetada de hoje cedo:

— Não olha muito não, vai que meu biquíni cai – Debochou.

— Eu não ia achar ruim – Não conseguia segurar minha língua quando se tratava da Samantha. Suas bochechas coraram e ela parecia refletir se foi uma boa ideia chegar perto de mim de biquíni, será que foi isso esses anos todos? Medo de ficar perto de mim e eu fazer algo por ser lésbica? COMO SE EU FOSSE QUERER ESSE PAU DE SEBO… Uma onda veio em nossa direção nos acertando em cheio, Samantha caiu com o impacto e teve dificuldades pra se levantar então a puxei de volta, se afogar nesse tanto de água é uma vergonha né miga? Quando pensei em tirar sarro seu  biquíni que nesse momento encontrava-se transparente devido á agua me chamou atenção:  a calcinha estava tão agarrada na bucetinha dela que entrava na repartição, aparentemente estava lisinha, minha boca encheu d´água, subi os olhos para ver a situação da parte de cima e não estava muito melhor do que a de baixo: os seios eram firmes e bico moreninho, ela toda molhada assim me deu tesão, eu os queria na minha boca, queria sentir seu biquinho endurecer enquanto os mamava,  queria ouvir ela gemendo no meu ouvido e implorando por mais, queria ter o prazer de sentir o gosto da sua bucetinha e ela gozando na minha boca…

— Ah desisto.

O quê? Ela estava voltando pra areia, mas que droga! Eu nem fiz nada ainda!

Voltei pra areia e percebi que logo iria escurecer. Meu pai estava distribuindo algumas bebidas caseiras que ele mesmo fez e distribuiu, pelo jeito eles estavam animados e iriam focar ali até tarde. Lembrei que tinha a festa hoje á noite que começava mais cedo que as da minha cidade então aproveitei e anunciei para todos que tínhamos uma festa típica da cidade para ir

— Gente, eu e a Samantha ganhamos ingressos pra uma festa aqui na cidade e…

— Não vai rolar – Samantha olhava para os lados como se procurasse algo – Acho que perdi os ingressos!

-Você…o quê?

Todos olhavam sem entender.

— Eu acho que deixei cair no mar, coloquei dentro do meu biquíni quando o cara me entregou e…

–Você é sonsa ou se faz?

–Olha eu não tive culpa e…

— E você conseguiu, estragou minha noite!

Saí batendo os pés na areia indo em direção ao hotel, aquela idiota fudeu com tudo e á essa altura seria difícil encontrar mais ingressos. Cheguei no hotel e fui pro meu quarto tomar um banho e esfriar a cabeça pensando no tanto de gata que perderia por causa da infeliz. Entrei no banheiro, tirei meu biquíni e  pendurei no registro que por sinal era mais alto do que os convencionais.  Comecei minha chuveirada, peguei meu vibrador e comecei a me masturbar, gozar melhora o ânimo de qualquer um, comecei a lembrar da Samantha toda molhada na água,  bico dos peitos duros e xaninha ensopada… Aquela desgraçada, eu sentia raiva e vontade de chupá – lá ao mesmo tempo… Acelerei o ritmo tentando imaginar aquela xaninha na minha boca e prestes a gozar ela entrou no meu banheiro, me pegando no flagra.
— A porta está aí pra bater
— Você tá fazendo coisas nojentas debaixo do chuveiro? Acho que tá faltando um homem pra te acalmar – e ria, ela parecia estranha, bêbada eu diria? Ah não,  ela estava com um copo das bebidas do papai nas mãos e aquilo derrubava até um cavalo.
— Se eu fosse você não se aproximava tanto assim se não te pego pelos cabelos…- e novamente ela riu
— Eu não gosto de ser tocada por gente da sua laia – sua voz já vacilava, ela se aproximou e jogou a bebida do seu copo em mim e aproveitei a mão dela estendida e a puxei pra baixo do chuveiro, ela deu um grito em protesto e eu achei foi pouco. Arranquei o copo de suas mãos e ela tentou me empurrar, ela não tinha muita força,  ainda mais por estar sob efeito da bebida mal tive trabalho com ela, puxei meu biquíni pendurado no registro e com a calcinha  amarrei seus pulsos finos, e com as tiras da calcinha amarrei de volta no registro fazendo com que ficasse presa com  os braços pro alto. A água do chuveiro caía bem em cima de seus peitos, escorrendo pro resto do corpo fazendo seu biquíni ficar transparente de novo e a visão era maravilhosa.
— Me solta!
Meu tesão interrompido por ela quando entrou no banheiro, voltou, minha xaninha estava vibrando e minha mão desceu, instintivamente
– Fique quietinha aí que já te solto —
Aproveitei a situação dela, presa e exposta pra mim e abaixei seu sutiã, deixando apenas os biquinhos pra fora — Agora sim.
Me afastei olhando seus biquinhos sendo molhados com a água do chuveiro olhei pro vibrador e olhei pra ela e tive uma ideia: se ela já me dava tesão sem fazer nada,  imagina sentindo prazer? Peguei meu vibrador e o liguei sem tirar os olhos dela
— O que você vai fazer? Não vai pensando que…
Minhas mãos já afastavam sua calcinha e forcei a entrada da sua xotinha com o vibrador, fazendo-a se contrair
— Não se atreva! Não põe esse treco em mim… Ahh… Para Bia, tira isso – E liguei. Enfiei-o por inteiro de uma vez e sem dó e ela se contraiu dando um gritinho. Me afastei para ver essa cena e me encostei na parede oposta, o dedo na minha xana entrando e saindo, e Samantha me olhando com os olhos semi – abertos enquanto era comida pelo vibrador, o barulho que ele emitia era abafado pelo chuveiro, enquanto eu Continuei me masturbando olhando sua xana branca que continha uns pelinhos aparados, não tenho preferência quanto á isso, com pelos ou sem eu chupava com gosto. Meu olhar dividia – se entre sua bucetinha com um vibrador adentro e seus seios com os bicos endurecidos apontados para mim, ah não,  eles estavam pedindo para serem chupados. Me aproximei olhando pra eles e quando cheguei perto ela virou o rosto, abaixei um pouco e encostei minha boca no seu bico, logo minha língua começou a contorná-lo
–Não Bia, sai daqui!!
-Fingi que não ouvia e brincava com os bicos em minha boca, mamava de leve, lambia de leve, sugava de leve… A essa altura meus dedos que me masturbavam já estavam encharcados com minha lubrificação,  meu líquido descia por minha mão enquanto eu me apoiava na parede com a outra e mamava aquela vagabunda
— Para… ahh paraa…. – a voz dela já estava ofegante e seu prazer ela evidente — Eu nunca te perdoarei por isso!!
Eu não ligava, só queria prová – la. Deixei um dos seios totalmente exposto e o engoli, suas súplicas continuavam mas senti seu corpo se arrepiando conforme eu a mamava. Gostosa. Tirei o outro peito do sutiã e o mamei igualmente, seu gosto e seu cheiro eram de outro mundo, seus pedidos para me afastar e seu corpo pedindo pra eu ficar me deixava esfomeada de tesão, seus bicos endurecendo na minha boca me enlouquecia,  droga não consigo mais me segurar, gozei ali mesmo com a água do chuveiro caindo sobre nós, eu nunca gozei tão rápido! Me afastei dela e notei a área que eu chupei ficando roxa, está linda! Seu rosto vermelho de vergonha e sua pele arrepiada e convidativa me fizeram prosseguir, ajoelhei e tirei sua calcinha e desenterrei o vibrador dela, ela deu um gemido quando o fiz e logo seu mel escorria, confirmando seu tesão. Lambi o vibrador e melequei minha boca de sua lubrificação
— Agora você descobrirá o motivo por eu ser lésbica, vadia.
–Não, já chegaaahh
Mordisquei sua barriga e ela se contorcia, suas súplicas se tornavam gemidos, fui deixando chupões por sua barriga e cheguei na bucetinha melada, lambi devagar pra sentir bem o gostinho, suguei cada lado de seus lábios vaginais até ficarem completamente vermelhos, finalmente ouvia seus gemidos com clareza, que gemido gostoso! Eu amava até o som dos gemidos das mulheres! Abri sua bucetinha e lambia em volta do seu grelo, pressionava minha língua o máximo que podia e comecei a sugar toda sua lubrificação, chupei e engoli tudinho, suas pernas estavam bambas e quase não aguentavam mais o peso de seu corpo que queria desmoronar. Comecei a mamar ferozmente e sua buceta pulsava como se tivesse um coração dentro dela, seus gemidos estavam virando gritos e ela se contorcia muito esfregando a xota na minha cara, gosto assim. Ergui suas pernas passando por meus ombros pra ter um contato maior com sua buceta e mamei, mamei que nem um bezerro esfomeado e ela rebolava na minha cara, seus gritos de prazer ecoavam pelo banheiro e ela parecia uma puta, finquei minhas unhas na sua bunda enquanto apertava e ela deu seu último grito, expelindo um líquido da sua xana, enquanto gozava. Ela me molhou toda com isso, fiquei satisfeita pois sabia que isso acontecia quando as mulheres atingiam um ponto altíssimo de prazer, e não foi a primeira vez que isso aconteceu,  pois eu sabia o que estava fazendo. A tirei de cima de mim e desamarrei seus braços, ela ficou ali no chão do banheiro descansando e curtindo a pós – foda.
— Tabom ou quer mais?
Ela não respondeu e minha risada saiu debochada.
— Vou deixar você terminar seu banho e quando precisar de um trato é só me chamar!
Sai e fechei a porta do banheiro, meus pais e tios já tinham chegado e sai avisando que nós duas fizemos as pazes e que ela estava no banho, todos ficaram felizes por nós, mas ninguém estava tão satisfeita quanto eu 



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