História Relatos Secretos - Se você não contar eu também não conto. - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Tags Conto Erotico, Gay, Hetero, Incesto, Lésbico
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Palavras 1.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Lana e Sebastian


Subi no ônibus e fui indo pro fundo, todos os bancos ocupados – pra variar - e foi lotando, como sempre. Apesar de ter meus 24 anos eu sou baixinha e não conseguia segurar em cima; mas por fim encontre um vão entre as pessoas que dava apenas para minha mão passar e segurar no ferro. A maioria das pessoas eram maiores do que eu e de costas para mim, provavelmente nem notavam que eu estava ali e poderiam facilmente me esmagar sem perceber. É, mais um dia normal indo pro trabalho. Quase.

Depois de lotar, o ônibus começou a ganhar certa velocidade, e a cada curva as pessoas iam se empurrando e com essa "brincadeira" eu fui sendo arrastada e quando dei por mim já estava encostada na parede do fundo e o único local de segurar era na parte de cima. Legal. Alguém estava me espremendo contra a parede, agradeci pois assim eu não caía. Levantei o olhar pra ver quem era meu salvador e me arrependi no mesmo instante, o homem segurava em cima e meu rosto estava colado em seu peito, que constrangedor! ! Ele percebeu meu desconforto e sorriu pra tentar amenizar o clima, sorriso lindo, por sinal. Péssima hora pra pensar em flerte Lana. Estava sem graça demais pra sorrir de volta então me virei de costas pra ele, foi difícil fazer isso com o pouco espaço e ele nem sequer se esquivou pra me ajudar e isso fez com que minha bunda roçasse intensamente em seu quadril. Não tive culpa ué. O ônibus deu um leve tranco fazendo com que o homem me encoxasse ainda mais contra a parede e senti seu volume exatamente no vão da minha bunda, eu estava com um vestido de pano grosso e reto, era secretária. Depois do tranco o homem continuou com o volume alojado ali, o que ele estava pensando? Empurrei- o com a bunda pra ver se ele se tocava e o ônibus inventa de fazer uma curva, pô motorista ajuda aí né? ? Virei um pouco a cabeça e o homem percebendo aproximou seu rosto do meu e disse:

-- Desculpe por isso senhorita... Mas estou tão espremido quanto você, não consigo me afastar...Nem se eu quisesse - e deu um sorriso comprometedor demais. Droga de homem com o sorriso bonito. Mas ele continuou:

--- Aliás, me chamo Sebastian.

-- Lana- Respondi. Minha voz mal saiu, as palavras dele " nem se eu quisesse" ainda ecoavam na minha cabeça. Mas continuei com a cara virada pra parede do ônibus a fim de não dar entrada pra qualquer outro tipo de assunto. Minha intuição dizia que o homem estava sorrindo atrás de mim e seu volume na minha bunda estava ganhando vida a cada segundo que passava, eu não tinha nem pra onde ir! Fiz mais uma tentativa de empurrá - lo com a bunda e ele abaixou até meu ouvido sussurrando:

-- Não me provoca...

-- N.não é isso que está pensando...- tentei me explicar mas ele me encoxou contra a parede e senti meu vestido subindo de leve

-- Ah mas eu não estou pensando nada... - o ordinário respondeu. Ele subiu meu vestido o suficiente pra sua mão apalpar a minha bunda, ele ficou massageando- a, suas mãos eram firmes e se fosse um momento propício eu tinha apreciado sua pegada mas nesse momento eu estava ficando assustada. Me virei nervosa para xingá - lo:

-- Seu saf... Ele apertou ainda mais minha bunda e me interrompeu:

-- Shhhhhhhhhhh..... Fica calminha pra ficar tudo bem. Seu tom foi ameaçador e suas feições e gestos discretos lembravam - me uma cobra traiçoeira. Eu olhava pros lados e todos estavam de costas pra mim, não conseguiriam ver minha cara assustada. Ele recomeçou a massagem, com as mãos entrando pelas minhas coxas e subindo até as nádegas, ora ou outra sua mão entrava mais que o necessário na minha bunda, encostando na minha calcinha fio dental, que ele puxava de vez em quando fazendo ela voltar com força contra meu cú e minha xana ao mesmo tempo. Ele começou a roçar o pau na minha bunda novamente e dessa vez com a saia do vestido levantada, sua mão passou pra frente do vestido acariciando minha menina, seu dedo estava entre os lábios da minha buceta fazendo um movimento lento e gostoso.. Não Lana que isso, ele é um tarado!! Enquanto eu me dava mil motivos pra estar apavorada, ele mexeu no seu zíper e senti sua vara quentinha nas minha pernas, sentia a cabeça encostando na minha xana, olhei pra baixo e consegui ver sua cabeça entre minhas pernas, meu Deus do céu, é uma vara de pesca? Além de enorme sentia sua espessura grossa entre minhas coxas, da onde veio esse homem senhor? Sua mão voltou pra dentro da saia puxou minha calcinha de lado até que senti seu dedo entrando na minha xota, ele estava indo devagar que mesmo se as pessoas estivessem de frente pra mim seria difícil notar algo estranho. Sem me dar conta eu já estava molhada, outra no meu lugar estaria agora rezando pra que tudo terminasse logo mas minha buceta estava querendo que aquilo nunca acabasse, à essa altura eu já tinha desistido de resistir e empinava a bunda ainda mais pra ele, que acrescentou um dedo na minha xotinha, ele ainda ia bem devagar, quando fiz menção de gemer ele retirou os dedos de mim e colocou na minha boca, fazendo-me provar do meu próprio mel, e cá entre nós, era uma delícia! A cabeça da sua benga estava parada na porta da minha bucetinha e eu estava louca esperando, e nada. Quem estava provocando quem agora? Empinei minha bunda e a forcei para trás fazendo seu pau entrar alguns centímetros em mim e eu estava doidinha, comecei a rebolar devagar, nunca fiz isso em pé e não tinha muito segredo. Ele retirou o dedo da minha boca e segurou na minha cintura cochichando:

-- Calma Laninha... fique quietinha que eu que faço o serviço.

Fiquei parada sentindo sua rola me penetrar e fechei os olhos, eu nunca senti uma vara entrar tão gostoso como aquela, ela estava pegando fogo e escorregava pra dentro bem devagar, sua respiração no meu ouvido estava profunda e ouvi seu gemido baixinho:

--Ahh isso... continua paradinha ...

E continuou o vai e vem devagar, seus dedos na minha boca novamente abafando meus gemidos enquanto ele suspirava em meus ouvidos, ele me espremeu com tudo na parede e continuava metendo sem pressa, se não tivesse ninguém aqui eu já estaria quicando igual louca nesse pauzudo , ele me virou de frente pra ele e me fez ficar nas pontas dos pés enquanto me comida, sua mão afastou minha calcinha do cuzinho e começou a penetrá- lo com o dedo que tava na minha boca, eu gemi baixinho e ele já invadiu minha boca com sua língua, um beijo lento e molhado e nossas respirações falhadas, sua língua era deliciosa e sua boca tinha gosto de café, não era pra menos a essa hora da manhã, e eu amava café. Aquele dedo no cuzinho era novo pra mim, achei que ia sentir dor mas meu prazer triplicou, em vez dele fazer o vai e vem ele me empurrava pra ele com o dedo no meu cuzinho e eu era penetrada duas vezes ao mesmo tempo, eu já estava mordendo seus lábios a ponto de arrancá- los quando ele parou de me puxar pra ele e deixou seu pau parado dentro de mim e aumentou a velocidade no meu buraquinho traseiro, sentia um volume enorme parado dentro da minha bucetinha e seu dedo girava no meu cú, eu ia gozar, eu comecei a gemer internamente e a boca dele estava travada na minha me fazendo ficar quieta, mas ele parou e me virou de costas novamente, sem tirar a vara da minha xana e falou:

-- Empina esse rabo pra mim.

Empinei sem pensar duas vezes e seu pau saiu da minha xaninha e foi entrando no meu cú, passou primeiro a cabeça e ia aquecendo cada centímetro do meu cuzinho, a mão novamente massageando minha bunda e quando entrou a metade daquele caralho em mim ele voltava e entrava novamente. Eu me sentia uma vagabunda dando pra um estranho no meio da multidão, mas o tesão superava esse sentimento, eu não me importava com mais nada, só quero gozar nesse caralho enorme que não se vê todo dia. O vai e vem estava aumentando junto com a profundidade, minhas pregas se abriam pra ele com certa dificuldade, primeira vez com um pauzudo desse não ia ser fácil mesmo não. Mas eu sou dura na queda, sabia que aquela dorzinha era só até esse cú se acostumar com ele. Dito e feito, a dor estava amenizando e seu pau foi fundo até o talo, senti até seus pelos da virilha roçando na minha bunda, ai que homem delicioso! Voltei a rebolar enquanto ele me puxava pela bunda de encontro a ele, que dava leves socadas, acho que nós empolgamos um pouco com o movimento já que a pessoa do meu lado se esquivou. Voltamos pra lentidão e seu pau ia até o talo e voltava devagarzinho... Ah eu não aguento mais isso eu quero gozar, sua mão foi pra minha xaninha ensopada e começou a me masturbar, sua boca colou no meu ouvido e senti seu hálito quente me dando ainda mais tesão:

-- Isso menina...goza comigo vai...Assim mesmo rebola na minha rola que vou entupir esse cú de porra vai - Meu Deus, que voz gostosa, meu corpo estava todo arrepiando e tomado pelo calor, coloquei a mão por trás do seu pescoço para que ele colasse mais em mim

--Isso vadia, que cu gostosinho... aah toma, leitinho fresco . .. aah...

Gozei ouvindo aquela voz gostosa, gozei com aquele pau plantado no meu cú, gozei sentindo a porra me invadindo, gozei por tudo isso que estava acontecendo, que bela maneira de começar um dia indo pro serviço. Assim que gozamos ele retirou o pau do meu cuzinho bem devagar. Ajeitamos nossa roupa bem a tempo do ônibus fazer a primeira parada, que por acaso é onde eu descia. Eu ainda estava ofegante. As pessoas começaram a descer e me virei para aproveitar o fluxo, olhei pro homem que me comeu gostoso e seu rosto era singelo, enfiou a mão no bolso e retirou um cartão no qual me entregou.

-- Foi um prazer conhecê-la Lana, esse é meu cartão, se um dia precisar de meus serviços, ligue - e piscou para mim. Safado, quem vê esse rostinho nem imagina do que é capaz.

--O prazer foi... Todo meu Sebastian. Pode deixar que ligo sim, tenho um trabalho pra você fazer lá em casa. E pisquei de volta. Desci do ônibus toda satisfeita, quem me visse diria que eu vi o passarinho verde, mas na verdade ele era marrom e cabeçudo. Pode esperar, vou ligar logo logo pois quero ter o prazer de sentar e engolir aquela vara todinha.


Pessoal tenho um blog que contém muito mais contos que escrevo, eatou postando aqui aos poucos mas se quiserem ler tudo acessemais : relatossecretoscontoseroticos.life  e sejam felizes ;)



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