História Relearning - Capítulo 19


Escrita por: e Cinthias19

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Benício, Delfina, Emília, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo Balsano, Miguel, Monica, Nico, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Rey, Sharon, Silvana, Simón
Tags Romance, Simbar, Sou Luna
Visualizações 461
Palavras 3.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 19 - "Lugar Público"


Fanfic / Fanfiction Relearning - Capítulo 19 - "Lugar Público"

- Vamos lá Âmbar. Delfi está aqui. – É noite de segunda-feira e eu estou me arrumando para um coquetel que está acontecendo na empresa do meu pai.

 

- Já estou aqui. Que apressado. – Eu falo descendo as escadas. – Obrigada por ficar com as crianças, Delfi. Eu não tenho mais cara para pedir isso a Mônica. – Falo sincera.

- Sem problemas, querida. A foto da minha pulseira de agradecimento já foi enviada para o seu marido. – Ela fala rindo e Simon revira os olhos.

- É a babá mais cara do universo. Olha isso. – Simon me mostra a pulseira e o valor.

- É linda. Eu quero uma também. – Faço bico passando a mão em seu braço.

- E vou a falência. Tchau Delfi, tchau crianças. – Simon beija cada uma das crianças e eu faço o mesmo. – Crianças, enlouqueçam a Tia Delfi, a façam merecer ganhar uma pulseira tão cara.

- Não escutem o papai, crianças. Obedeçam a Tia Delfi. – Falo olhando feio para Simon. – Delfi qualquer coisa estamos com o celular ligue para nós imediatamente. – Falo a abraçando.

- Tchau. Divirtam-se e não se preocupem. Nós vamos ficar bem.

Entramos no carro e nossa ida foi silenciosa, depois do acidente dificilmente Simon se concentra em algo que não seja a estrada, então conversas estão descartadas.

- Querida. Simon. Como estão? – Minha mãe está de anfitriã na porta da enorme sala de reuniões onde acontece esse tipo de evento na empresa.

- Olá Silvana. Estamos muito bem e você? – Simon diz enquanto abraço a minha mãe e depois ele faz o mesmo.

- Estou ótima. Adoro festas. – Minha mãe fala dando pulinhos. – E as crianças?

- Estão ótimas. Quando saímos estavam fazendo a lição de casa. – Digo a minha mãe.

- Entrem. Mais tarde conversamos. Tenho que receber outras pessoas. Sharon ligou avisando que não viria então o ambiente está mais leve. – Minha mãe fala nos dando passagem.

Entramos e a sala estava consideravelmente cheia, procuro meu pai e não o vejo em lugar algum, mas noto a porta de ligação da sua sala aberta e puxo Simon até lá.

- Boa noite, pai. – Falo assim que a pessoa que o estava cumprimentando se afasta.

- Boa noite, meu amor. – Meu pai me abraça. – Como vai Simon? – Ele o cumprimenta sem me soltar.

- Muito bem, Gary. Bela festa. – Simon fala.

- Estão de mãos vazias? Não vão beber nada? – Meu pai pergunta.

- Acabamos de chegar, mas Simon está dirigindo e eu tenho que trabalhar amanhã cedo. Nada de bebidas para nós. – Respondo ao meu pai.

- Eu tenho que falar com outras pessoas, nos vemos mais tarde. A Sharon ligou avisando que não vem. – Meu pai fala.

- Minha mãe me avisou. Ainda bem, não tenho psicológico para encontrá-la novamente tão cedo. – Falo e meu pai assente, pedindo licença quando alguém o chama.

Fomos cumprimentar outras pessoas e acabamos nos afastando. Simon conversando com clientes dele e eu de papo com uma executiva das indústrias Benson que perdeu a paciência de esperar o homem ideal e se rendeu à inseminação artificial.

- Desculpe Ângela, mas posso roubar minha filha por alguns instantes? – Meu pai chega acompanhado de um senhor baixinho e careca.

- Claro senhor Benson. Foi um prazer revê-la Âmbar. Com licença. – Ela fala saindo.

- Querida. Esse é Frederico Castillo. Ele é dono de uma fábrica de laticínios e está precisando renovar sua publicidade para o lançamento de um novo tipo de queijo. Comentei com eles que você e as suas sócias são as fadas da publicidade. – Meu pai fala orgulhoso.

- É um prazer, Sr. Castillo. – Falo estendendo a mão para um cumprimento, mas ele a segura e a beija. Sinto nojo, mas evito constranger o meu pai limpando a mão.

- O prazer é meu senhorita Benson. Eu já ouvi falar muito bem de sua agência antes mesmo do seu pai falar que você era filha dele. – Ele fala.

- Vou deixá-los conversando com licença. – Meu pai sai.

- Não é senhorita Benson, é Sra. Álvarez. – Eu o corrijo querendo mostrar que não estou disponível.

- Seu pai nunca comentou que a filha era tão linda assim? – Ele fala passando o olhar pelo meu corpo em apreciação e fico com nojo. Esse cara é mais velho que o meu pai.

- Então Sr. Castillo o que exatamente o senhor está pensando para o marketing do novo produto? – Ignoro seu elogio e foco no trabalho. Tentando dar um pouco de noção ao velho.

- Desculpe não prestei a atenção na pergunta. Me perdi na cor desses seus lindos olhos. Eles são verdes ou azuis? – O amigo do meu pai fala e me sinto cada vez mais incomodada. Ele está realmente dando em cima de mim mesmo com os meus cortes.

- Eles são azuis. – Falo grossa ignorando o elogio mais uma vez. – A campanha seria exclusivamente focada no produto novo ou seria uma divulgação para a marca inteira? – Pergunto deixando claro que nossa conversa deve girar em torno de trabalho.

- Escuta, Âmbar. Por que você e eu não conversamos melhor amanhã em um restaurante na hora do almoço? Aqui no escritório do seu pai estamos parecendo formais demais. – Ele só pode estar de palhaçada.

- Tenho uma melhor. – Abro minha bolsa e pego um cartão da agência, conferindo para ter certeza de que não é o que vem o meu numero pessoal. – Aqui está o cartão da agência. Ligue amanhã e marque um horário, eu ou uma das minhas sócias ficaremos muito felizes de podermos atender a sua empresa. – Eu sei que essa não é a forma de tratar um possível cliente, mas essas investidas estão me tirando do sério.

- Atrapalho? – Simon chega ao meu lado e apoia a mão nas minhas costas.

- Claro que não amor. – Falo me aproximando mais dele. – Esse é o Sr. Castillo. Amigo do meu pai e tem uma fábrica de laticínios que está precisando de uma renovação na publicidade. Sr. Castillo esse é o meu marido Simon.

- É um prazer em conhecê-lo. – O velho fala tão falsamente que sua hostilidade não passa despercebida por Simon. – Âmbar, eu ligo para sua empresa amanhã, espero que marquemos uma reunião o mais rápido possível. Adeus.

- É sério que esse velho acabou de dar em cima de você na minha frente? – Simon fala com raiva fazendo menção de segui-lo e eu passo o braço pelo seu abdômen “segurando a fera”.

- Deixa para lá. É só um velho inconveniente, se você não tivesse chegado e ele tivesse falado mais alguma gracinha eu teria dado um murro em seu nariz. – Também estou muito irritada, mas não quero estragar a festa do meu pai.

- Você não vai trabalhar para ele. – Simon ainda está muito irritado.

- Com certeza não, mas eu não posso abrir mão de qualquer boa proposta para a agência. As meninas cuidam dele. – Falo e ele balança a cabeça concordando comigo.

- Vamos lá para fora tomar um ar. – Simon fala me guiando em direção ao deck do escritório do meu pai onde podemos ver grande parte da cidade.

O deck estava vazio e quando chegamos lá nos abraçamos. Encosto o meu rosto em seu pescoço sentindo seu cheiro e fecho os olhos enquanto Simon nos balança como se estivéssemos dançando, mesmo não tendo nenhuma musica por aqui.

- Já falei o quanto você está linda essa noite? – Ele sussurra próximo a minha orelha.

- Ainda não. – Sussurro levantando o rosto para olhá-lo nos olhos.

- Você está muito linda. – Ele fala sem tirar os olhos dos meus.

- Você também está lindo. – Falo e ele ri. – O que foi?

- Nada. Só gosto quando você me elogia.

- Ihhh. Já vai ficar todo metido. – Falo o provocando.

- Claro que não. Olhe para mim, sou o cara mais modesto que você conhece. – Nós dois gargalhamos.

- Sim senhor eu sou muito lindo sinta orgulho porque deixo você me olhar. – Falo debochando.

- E você senhora não chegue perto de mim você não é digno de pisar no mesmo chão que eu piso? – Caímos na risada e eu faço menção de me afastar dele e ele aperta mais os braços em volta de mim.

- Não se afaste. Estamos tão bem assim. – Ele tem olhos de cachorro abandonado e não resisto o beijando delicadamente.

Separo meus lábios do dele para respirar e começo a falar, mas os lábios de Simon voltam aos meus rapidamente e perco todos os pensamentos coerentes. Eu teria gemido se tivesse espaço para que passasse qualquer som entre as nossas bocas. Minhas pernas fraquejam um pouco e se Simon não estivesse me segurando tão forte provavelmente teria caído. Sinto sua ereção pressionando meu ventre.

- Acalme-se, mocinho. Estamos em um lugar público. – Falo arfando quando nos separamos para respirar.

- Eu não tenho culpa do quanto você é deliciosa. Olha o estado em que você me deixa. – Fala roçando em mim e eu acabo gemendo baixinho. – Deus como eu amo você. – Ele fala e congela como se o clima estivesse acabado.

- Olha Simon eu sei que você me ama. Você não precisa pisar em ovos quando me disser isso, eu só não quero que fique magoado por eu não dizer de volta para você. – Eu falo e me sinto mal.

- É claro que eu vou ficar magoado. Como você quer que eu me sinta sabendo que a minha mulher não me ama? – Ele fala angustiado.

- Você aceitou os termos. Pensei que estivesse de acordo. – O lembro.

- Claro que aceitei você não me deu opções, mas eu nunca disse que estava de acordo. – Ele fala. – Olha desculpa, Âmbar. Eu só me deixei levar pelo momento, não queria acabar com o clima.

- E quem falou que o clima acabou? – Pergunto o puxando sua boca para minha novamente.

- Estou atrapalhando? – A voz da minha mãe nos assusta instantes depois e nos separamos.

- Claro que não, mãe. – Me viro nos braços de Simon para encara-la e ele encosta o queixo em meu ombro. – Precisa de algo?

- Precisava saber onde a minha filha estava porque ela sumiu a mais de uma hora, mas percebi que ela está muito bem e eu não precisava me preocupar. – Minha mãe fala risonha.

- Só viemos aqui fora tomar um ar. Lá dentro tinha muito gente. – Falo bancando a inocente e sinto Simon rindo contra a minha pele.

- Sugiro que da próxima vez vocês devem ir tomar um ar na casa de vocês, no quarto de vocês e de porta trancada para não traumatizarem meus netos. – Minha mãe fala com uma expressão divertida.

- Já está tarde mesmo. Amanhã levantamos cedo e temos que dispensar a babá. – Simon fala.

- Babá? Deixaram os meus netos com uma babá? – Agora minha mãe parecia indignada.

- Não é uma babá fixa, mãe. Só precisávamos de alguém para olhar as crianças hoje à noite. Além disso a babá é a Delfi. – Falo e ela suspira de alívio.

- Nunca em toda a minha existência vi babá com honorários tão caros. – Simon resmunga.

- Bom. Nós já vamos, vamos entrar para nos despedir do meu pai. – Falo me desvencilhando de Simon e puxando a minha mãe.

Quando chegamos em casa Delfi estava dormindo no sofá com as crianças em cima dela. Não deveria estar confortável para nenhum deles.

- Eu pego Harry e você Sophi e Josh. Vou arrumar o quarto de hóspedes para Delfi. – Eu Sussurro para Simon.

- Não precisa. – Ouço Delfi dizer baixinho. – Pedro está esperando para vir me buscar.

- Um minuto. – Falo pegando Harry de cima dela, enquanto Simon pega Sophi. Subimos juntos e quando descemos Simon pegou Josh liberando Delfi.

- Camarada você já está grande demais para isso. Como foi que isso aconteceu se ontem você era um bebê?! – Simon dramatiza baixinho quando ver o quão grande Josh está e nós rimos.

- Eles deram muito trabalho? – Pergunto enquanto Delfi digita em seu celular.

- Eles são uns amores. Seus filhos são as únicas crianças que me fazem ter vontade de ter filhos também. Pedro chega em dez minutos. – Ela fala.

- E como estão as coisas com ele? – Pergunto curiosa.

- Eu resolvi seguir o conselho de vocês, dei uma de Âmbar Smith, o chamei para jantar ontem à noite e o pedi em namoro, a reação dele foi muito cômica você tinha que ver. Ele disse que não esperava, mas disse sim. Então desde ontem eu sou uma pessoa oficialmente comprometida. – Ela responde um pouco tímida.

- Fico feliz por você, Delfi. – Falo a abraçando.

- E vocês? – Ela pergunta olhando para a escada.

- Estamos na mesma. – Falo suspirando. – Estávamos muito bem hoje à noite, nos divertindo juntos até ele dizer que me amava. Isso me incomodou.

- Por que? Você não disse eu te amo também? – Delfi perguntou como se fosse óbvio.

- Claro que não Delfi. Eu não quero mentir para ele. – Falo.

- Mentir? Tem certeza Âmbar? – Ela pergunta um pouco irritada.

- O que você está querendo dizer, Delfina? – Me irrito também.

- Conversamos sobre isso depois. – Ela fala quando ver Simon descendo as escadas.

- Precisamos negociar esse seu preço, Delfi. – Simon fala sentando na poltrona a nossa frente.

- Sem negociação, meu parceiro. Espero meu presente até no máximo amanhã à tarde. – Delfi fala olhando as unhas. Ouvimos uma buzina.

- É o Pedro. Nos vemos amanhã, não precisa me levar até a porta. – Delfi me abraça e vai até Simon. – Tchau Simon. Te espero amanhã. – Ouvimos a porta bater.

- Enfim sós. – Simon fala se levantando.

- Estou tão cansada. – Falo teatralmente fingindo um bocejo e me deitando no sofá.

- Posso fazer algo para aliviar seu cansaço? – Simon fala sentando no sofá enquanto eu me viro de bruços.

- Primeiro me ajudar a sair desse vestido, eu não alcanço o zíper. – Falo fazendo bico.

Sinto uma mão de Simon se apoiar nas minhas costas enquanto a outra desliza lentamente o zíper que vai até a minha bunda, levanto o tronco fazendo o vestido deslizar e Simon termina o trabalho puxando ele pelas minhas pernas. Eu estava agora somente em uma lingerie preta e meus saltos.

- Mais alguma coisa, madame? – Simon está me provocando.

- Quero que você fique à vontade também. Essa sua gravata não está te incomodando? – Falo me sentando no sofá para observá-lo fazer o que eu pedi.

Simon começa tirando os sapatos e se levanta ficando de frente para mim. Fixo meus olhos nele e sei que ele está olhando para mim, mesmo não olhando para os olhos dele. Meus olhos acompanham sua mãos enquanto ele tira o paletó, a gravata e começa a abrir botão por botão da camisa. Puta merda deveria ser proibido alguém ser tão gostoso quanto Simon, tenho vontade de lambê-lo inteiro e minha boca saliva com o pensamento. Suas mãos abrem seu cinto e desabotoam sua calça, meu olhar refletindo todo o desejo que estou sentindo.

Sua calça desliza pela sua perna e foco minha atenção em sua excitação bem aparente por baixo de sua boxe preta.

- Não tire. – Digo quando vejo suas mãos irem em direção ao cos da sua cueca. Ele se senta ao meu lado no sofá.

- E agora, madame? – Seu tom de voz é rouco revelando o quanto ele está excitado.

- Agora? – Me levanto passando por ele sentindo seu olhar queimando a minha pele. – Eu vou para o quarto enquanto você vai deixar todas esses roupas na lavanderia. – Paro no pé da escada com um pé no primeiro degrau. – Te espero lá em cima. – Falo manhosa e Simon sai correndo segurando as roupas e eu dou risada.

Ele já está atrás de mim quando entro no quarto seus olhos em minha bunda. Ele me abraça por trás, uma das mãos em cima da minha calcinha.

- Quero você assim com esses saltos hoje. Não tire. – Ele comanda atacando o meu pescoço. Sua mão entrando em minha calcinha e acariciando minha entrada. – Porra você está muito molhada para mim. – Gemo baixinho perdendo a sanidade.

- Não pense. – Como se eu pudesse ter algum pensamento coerente nesse momento. – Apenas sinta. – Oh sim. Eu estou realmente sentindo. Estou tão perto. – Vamos linda goze para mim. – Eu tenho um orgasmo libertador e não consigo segurar o grito que sai pela minha boca.

Simon abre o fecho do meu sutiã e me pega no colo me acomodando na cama e tirando meus sapatos enquanto se livra da sua cueca vindo novamente para cima de mim e beijando meus mamilos, uma onda de prazer cruzando meu corpo.

- Não faça isso – eu me mexi tentando escapar dele com o mísero controle que ainda me restava.

- Não faça o que? - ele beija o topo das minhas coxas, desliza minha calcinha e gulosamente chupou e mordeu minha feminilidade. Senti sua língua lambendo minha entrada e quando a introduziu em mim o meu orgasmo novamente mais forte do que o outro. Um gemido profundo saiu da minha garganta.

- Simon!!!!

- Voce é deliciosa. Adoro quando geme meu nome. – Ele fala se acomodando em cima de mim, acariciando meus cabelos e beijando meus lábios. Eu ainda estou perdida em meu último orgasmo. – Preciso de você agora. – Abro minhas pernas facilitando seu acesso e ele me penetra profundamente.

Ambos gememos desesperados enquanto ele se movimentava dentro de mim, nossos corpos se encaixam perfeitamente e sinto que estou novamente perto de outro orgasmo. O terceiro da noite. Um gemido rouco escapou de seu peito ao mesmo tempo que um grito alto saiu da minha garganta. Ficamos um bom tempo nessa posição, um sobre o outro, incapaz de nos movermos, em um limbo sem tempo ou lugar.

Delicadamente ele deslizou para fora de mim sem me abandonar por nenhum instante, girou meu corpo e passou um de seus braços por debaixo da minha cabeça. Debrucei-me contra seu peito. Eu senti sua mão acariciando minhas costas nuas, pouco a pouco me afundando na inconsciência.

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...