História Relearning How To Live - Capítulo 5


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Categorias David Luiz, James Rodríguez, Marco Reus
Personagens David Luiz, James Rodríguez, Marco Reus, Personagens Originais
Tags Acidental, David, Gêmeos, James, Luiz, Marco, Mari, Reus, Rodriguez, Segunda Temporada
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Palavras 1.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Coming Back Home Pt2


—Não tanto como eu a tua.—Ele deu um sorriso com a língua entre os dentes e eu soube que as coisas estavam mais calmas…

—Sou toda sua então.—Dei um pequeno sorriso e ele soltou uma gargalhada.

—Vamos então.—Ele me pegou pela mão e me levou até a mesa onde nossos amigos estavam.—Gente vou roubar a Mari 40 minutos, não saiam daqui!

—Usem camisinha, não quero ser dindo de mais um nenê.—Disse James rindo, mas eu já estava longe para mandá-lo tomar naquele lugar.

—Para onde o senhor está me levando?—Perguntei ao ver que nós não íamos sair da boate, mas sim íamos subir mais alguns andares.

—Para o terraço.—Ele deu um sorriso entre dentes e abriu a porta.—Precisamos conversar.

—Eu sei que te devo muitas explicações.—Disse avançando pelo local iluminado pela lua.

—Sim, deve.—Ele me virou para ele.—Mas primeiro eu tenho explicações a te dar.

—Marco eu não...—Ele me calou com um abraço.

—Sim Mari, eu te devo explicações.—Ele nos afastou um pouco e me olhou nos olhos.—Quando eu soube do acidente só deus sabe o quanto eu fiquei com raiva, do David sim, mas de você.—Ele abaixou a cabeça e deixou uma lágrima escorrer.—Você tinha o seu sonho bem ali na sua frente, mas não! Você optou por escolher o caminho mais difícil, optou por mais sofrimento.—Ele me encarou com os olhos vermelhos cheios d’água.—Você se pôs em risco, pôs seus filhos em risco.—Ele engoliu em seco.—Então eu tive raiva, apaguei cada lembrança sua da minha vida, cada roupa sua, cada foto, cada vídeo, eu apaguei tudo, comecei a me relacionar com várias mulheres, mas não só isso, eu faltei com a minha palavra, com a minha promessa.—Ele se ajoelhou me abraçando pela cintura e encostando a cabeça na minha barriga.—Eu prometi que se algo acontecesse com você eu cuidaria dos gêmeos como se fossem meus.

“Nós estávamos deitados na sacada admirando a linda noite que fazia em Dortmund.

—Uma bala pelos teus pensamentos.—Disse Marco me ajeitando em seu peito.

—Estou pensando que estou com medo, tanto descuido e agora isso.—Acariciei minha barriga de sete meses.—Tenho medo de não resistir e deixa-los sozinhos.

—Eii, nunca mais repita isso.—Ele me colocou sentada de frente para ele.—Vai ocorrer tudo bem.

—Mas e se não ocorrer Marco? Quem vai cuidar deles?

—Eu te prometo se algo te acontecer que cuidarei deles como se fossem meus.”

—Marco você não pode se culpar por sentir raiva.—Puxei ele para cima, fazendo-o  levantar e me encarar.—Eu não estou brava por você ter escolhido pensar em você, é humano se colocar em primeiro lugar.—Coloquei minha mão em seu cabelo e acariciei.—Está tudo bem.

—Você não estava se escondendo de mim por raiva?—Perguntou-me surpreso.

—Não.—Dei um meio sorriso.—Eu não sabia como te encarar depois de tudo que aconteceu, eu achei que você estava bravo comigo.

—Sim, eu estive bravo por um tempo, mas já passou.—Ele me abraçou.—Mari eu quero te fazer uma proposta, na verdade refazer a minha proposta.

—Marco, por favor...—Ele me interrompeu.

—Não precisa me responder agora, só me ouça, eu sei o quanto esse processo com o David está sendo difícil, mas vem morar comigo, vamos recomeçar de onde paramos, sei que não tínhamos nada concreto, mas nós nos gostávamos muito, me dá uma chance de te fazer feliz, e se você não quiser nada disso apenas fique comigo até conseguir a guarda dos gêmeos.

—Marco eu n...—Ele me interrompeu novamente.

—Apenas pense.—Ele me fez um carinho.—Vamos voltar para a festa antes que a Helena venha nos procurar.—Delicadamente ele me puxou pelas escadas até a mesa onde nossos amigos estavam.

—E então?—Perguntou meu irmão em meu ouvido assim que eu sentei ao seu lado.—Aceitou?

—Você sabia?—Perguntei incrédula.

—Nós tínhamos até mesmo um plano “B” caso você não aceitasse conversar hoje.—Ele bebericou sua cerveja piscando.

—Vocês não prestam.—Disse balançando a cabeça.

—Eu nunca disse que prestava.—Meu irmão deu um sorriso malicioso e saiu atrás de uma morena que passou por nós.

David POV

—A porra de um mini zoo Sara!—Nós já estávamos brigando por duas horas ou mais.—Você tem o que na cabeça?

—A temática do aniversário é circo eu achei que seria uma boa!—Ela gritou de volta.

—Qual parte do não se mete no aniversário dos gêmeos que você não entendeu?!—Eu estava perdendo a paciência.—Eu te disse que era tudo entre eu e Mari!

—A parte em que eu sou a tua noiva, tua futura esposa e tenho criado essas crianças junto com você!—Ela mostrava a mão com o enorme anel que, sinceramente, eu me arrependo amargamente de ter dado á ela.

—Mas não é a mãe deles, você não tem direito de opinar sobre os meus filhos!

—Quando a mãe deles estava inútil em cima de uma cama eu podia opinar, agora que ela voltou eu não posso mais?!—Ela me empurrou e eu cai sentado no sofá.—Foi só essa vadia de quinta voltar que você ficou insuportável!

—Cala boca!—Berrei ao me levantar.—Cala a porra da sua boca e nunca mais repete algo assim sobre ela!

—Isso David defende aquela vagabundinha e os bastardinhos nojentos dela.—Disse ela com desgosto apontando para o quarto dos gêmeos.

—Cala a porra da sua boca e olha bem como fala dos meus filhos e da mãe deles!—Passei a mão no rosto ao sentir meu autocontrole se esvair.—Vai embora.

—O que?!

—Vai embora Sara, eu preciso de um tempo.

—Como?—Ela estava incrédula.

—É o que você entendeu, vai embora eu preciso de um tempo.—Caminhei até a porta abrindo-a.—Some por favor.

—E para onde eu vou?

—Não me interessa.—Ela bufou saindo do apartamento.

—Finalmente paz!—Fui até o quarto dos gêmeos apenas para verificar se ainda estavam dormindo, logo indo para o meu...

 

 

 



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