História Relentless 2 - Capítulo 50


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber
Tags Luta, Romance
Visualizações 313
Palavras 6.418
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oiiii, voltei!!!!

falei que voltava logo!

aproveitem, tem algumas músicas nesse cap, segue abaixo a lista caso queiram ler ouvindo:

Hostage - Billie Ellish
My Favorite Part - Ariana Grande feat. Mac Miller
All Our Endless Love - The Bird and The Bee feat. Matt Berninger

Capítulo 50 - Endless Love


Fanfic / Fanfiction Relentless 2 - Capítulo 50 - Endless Love

PARTE II

— Se sua febre não baixar em duas horas, vamos para a emergência.

Nah. — ele resmunga e faz uma careta.

Depois do banho, Justin se deitou na cama de Lucas para descansar e ainda que a preocupação que preencha meu sistema nervoso, não consigo ignorar seu corpo malhado coberto apenas por uma cueca boxer. É impossível. Passei anos sentindo todo meu corpo ser ativado por aquele corpo, não dá pra deixar passar essa excitação.

E ele continua lindo. Deixamos o silêncio encher o quarto confortavelmente enquanto ficamos olhando um para o outro imerso em nossos pensamentos.

— Você tinha um compromisso com seu namorado lá, né? 

Justin não sabe que terminei com Michael, ou que ele terminou comigo no caso. E prefiro deixar assim. Também proibi as crianças de darem updates da minha vida amorosa a ele, assim como não permiti que eles ficassem me falando sobre quem ele estava saindo.

— Tinha. – minto e mordo a bochecha desconfortável.

Ele não parece culpado e eu sei bem que não está. Mas ele também não demonstra felicidade por ter estragado minha noite.

— Não fiz de propósito, tá?

Justin morde um pedaço da torrada depois de mais algumas colheradas de sopa que pedi pra nós.

Jantar com ele é diferente agora. Quando olho para minha sala de jantar e não vejo lembranças de feriados, nem de refeições cheias de alegria e brincadeiras com minha família. O bom de começar uma nova história é a oportunidade de fazer tudo do jeito certo, mas ao mesmo tempo, as lembranças, os momentos e as pequenas coisas que tinham muito significado se perdem no passado.

— Você não é uma criança, Justin. Sei que pode até ter pensado, mas não teve a real intenção de estragar minha noite.

Ele balança a cabeça e eu rio, porque é como se Lucas estivesse na minha frente.

— Meu Deus, o Lucas te puxou todinho.

Ele ri — É... Não dá pra negar. – ele admite num tom esquisito como se escondesse algo. – Se ele tivesse puxado seu irmão aí a gente tava perdido.

Ele comenta e eu jogo uma torrada nele.

— Não fala assim dele.

— Nada contra o Pete. Adoro o cara, mas ele tem um péssimo gosto pra mulheres. Tipo, ele terminou com a Zoey porque queria viajar o mundo e ela queria estabilidade. Ele foi e virou mundo afora só pra descobrir que o que ele sempre quis, era o que já tinha antes.

— Ele precisava descobrir. Não o julgo por isso, prefiro me arrepender de algo do que nunca tentar.

— É diferente, Mack. Zoey sempre foi louca por ele.

— Engraçado como isso soa familiar, né. — digo sentindo um gosto amargo de lembranças ruins.

O silêncio retorna e ele olha para o teto, cobrindo o rosto com o antebraço.

Meu celular apita e vejo uma mensagem de Valentina. Ela e Charlotte estão numa viagem de garotas com as filhas de Mandy e Brian, Dylan e Hailey em San Andreas. Na foto, todas estão de biquíni e óculos de sol numa lancha. Sorrio para foto e mostro a Justin.

— Olha, elas estão se divertindo.

Digo e ele sorri para a foto — Cara, a gente sabe fazer filho bonito, né?

Rio e puxo o celular de volta. — Elas são lindas mesmo.

E são. A realidade é que sou a mãe mais coruja do mundo, mas minhas filhas são literalmente seres humanos lindos. Do tipo que não é saudável até.

— Você tem falado com o Luke? Mandei mensagem no início da semana e ele não me respondeu. Penn disse que eles estão na semana de provas e estão sem tempo.

A expressão de Justin muda, e ele desvia o olhar — É...

Ele não continua e o silêncio preenche o ambiente de novo, depois de terminar minha sopa, espero que ele termine a dele e recolho os pratos.

— Mmm, eu vou tirar essa roupa. Se precisar de alguma coisa me chama.

Ele assente sem olhar pra mim e respiro fundo antes de levantar. Coloco a louça na lava-louças e vou até o meu quarto, tiro meu vestido e ligo a banheira e vou retirar a maquiagem enquanto ela enche. Entro na banheira e deixo meu corpo relaxar.

J U S T I N

A ideia de saber que ela está a duas portas de distância de mim sem roupa é aterrorizante e excitante ao mesmo tempo. Ainda que eu sinta meu corpo operando apenas com 50% de sua capacidade, não dá pra ignorar o fato de que a mulher da minha vida provavelmente está nua a poucos metros de mim. E isso, essa sensação angustiante de arrependimento é o que assola meu peito diariamente. Algumas vezes é só um incômodo, às vezes se torna insuportável e às vezes eu me pego chorando no meio da noite sem saber o que fazer sem ela ali.

Me levanto com certa dificuldade porquê de repente meu corpo está pesando toneladas. Respiro fundo e vou até a suíte principal. O quarto é menor do que a que tínhamos em casa. Mas ainda sim bem amplo para um apartamento. A decoração é toda cinza com tons amadeirados, é apático. Olho para a cama e a imagem de outro homem a amando pesa na minha cabeça. Eu mereço isso.

Ouço uma música vindo do cômodo adjacente, o closet e me aproximo com cuidado. (Sugestão: Hostage Billie Ellish pra tocar!)

I wanna be alone... alone with you is that makes sense. I wanna steal your soul, and hide you in my treasure chest. I don’t know what to do, to do with your kiss my neck... I dont know what feels true, but this feels right so stay a sec... Yeah, you feel right.

Sua voz cantando suavemente é um dos meus sons favoritos, um som que escutei poucas vezes porque ela é toda envergonhada a respeito desse dom secreto que tem. É como um anjo cantando. Paro no meio do closet e fico a escutando e sentindo minha pele arrepiar e meu coração bater mais forte.

— Kiss me until I can speak. And nothing hurts when I’m alone. And let me crawl inside your veins I’ll built a wall, it’s not like me to be so mean you’re all I wanted just let me hold you... like a hostage.

Entro no closet e vejo ao fundo o acesso para o banheiro. Ela está de costas pra mim, deitada na banheira oval com uma taça de vinho e a música enchendo o ambiente. Sorrio porque ela sempre gostou de fazer isso. Sempre gostou de ter seus momentos sozinha aproveitando a calmaria de seus pensamentos, claro que eu sempre dava um jeito de ir ficar com ela e sempre acabávamos tendo transas incríveis. A lembrança dos momentos de amor que tivemos na banheira me faz arrepiar e sinto meu pau endurecendo na calça. Me recosto no batente e fico a observando relaxar imaginando as coisas que eu faria com ela, ela continua cantando e suspiro com a imagem.

— O que eu sempre disse sobre banheira e vinho, Lucky? — ela se assusta com meu falso tom de repreensão e agita a água ao se virar.

— O que... Arght! Justin!

Ela afunda mais na banheira depois de perceber que parte de seus seios estavam visíveis. Não consigo ignorar a beleza deles e ajeito o pau dentro da cueca.

— Sai daqui!

— Billie Ellish? Não sabia que você curtia esse tipo de música.

Ignoro sua fala e ela respira fundo como se juntasse paciência.

Justin...

— Oi. — digo com um sorriso e então ela parece perceber que estou só de cueca no banheiro dela. Vejo seus dentes morderem a carne de seu lábio inferior e respiro fundo ao perceber o tesão no olhar dela. Ela me quer.

 — And let me crawl inside your veins I’ll built a wall give you a ball and chain, it’s not like me to be so mean you’re all I wanted just let me hold you... like a hostage. — canto baixinho e ela suspira como se acordasse para o mundo real.

Ela olha pra mim e me aproximo. Mack acorda pra realidade e balança a cabeça. — Justin, sai! Não somos mais casados, você não pode invadir minha privacidade assim.

Ela argumenta tentando ficar brava, mas posso ver em seu corpo que ela só tá fazendo cena. — Não tem nada que eu não tenha visto. E bom, você me ajudou a tomar banho, pensei em retribuir o favor. — digo todo sacana e isso a faz rir.

— Estou ótima. Consigo tomar banho sozinha, agora vaza.

— Posso ficar só olhando, então. — faço pirraça.

Não é uma pergunta, mas ela não percebe. — Não! Justin...

Me encosto na parede gelada de mármore e sinto calafrios, mas não deixo transparecer, porque nem fodendo que vou perder a oportunidade de ver Mack toda nua e molhada. Estou sendo ousado? Sim, mas a gripe está me dando uma dose extra de coragem e ela não está me xingando, então deve estar gostando.

— Arght! — ela grunhe irritada e não estou preparado para o que vem a seguir. Ela se levanta da banheira com a água escorrendo pelo corpo e vem até mim, pega a toalha e lentamente, muito lentamente, enrola ao redor do corpo. Nesse meio tempo me perco em seu torso, apreciando a visão de seus seios redondos e maravilhosos, a barriga lisa e levemente marcada por músculos, as pernas longas e moldadas ao redor da...

Sinto meu corpo todo reagir a sua nudez de uma forma bem primitiva. Meu pau fica tão duro que ameaça sair da cueca, minhas bolas apertam em desespero.

Mackenzie se seca na minha frente e entra no closet, meu olhar segue seu corpo e meu queixo cai junto com a toalha que cobre seu corpo. Mack pega um creme na ilha central do closet e apoia a perna no puff, suas mãos deslizam a loção pelas pernas e o cheiro de rosas inunda o ambiente. Ela se curva e pega uma lingerie na gaveta, veste a calcinha e então uma camisola.

M A C K E N Z I E

Tento ignorar o calor instantâneo que sobe pelo meu corpo com minhas atitudes. Não é do meu feitio, mas se ele queria jogar, eu ia mostrar quem dava as cartas. Deslizei a camisola no corpo com os olhos de Justin em mim e me senti incrivelmente sexy com isso.

É ridículo como algumas sensações são sempre provenientes da aprovação no olhar masculino sob nossos corpos, no entanto, eu gostava disso. De ser o centro da atenção dele. Pego o robe que faz conjunto com a camisola e o visto também. Tento ignorar o volume dentro da cueca dele, mas é difícil. Desde que terminei com Mike não dormi com mais ninguém, os três meses de abstinência estão se fazendo presentes agora.

— Mack...

Ele geme e aperta o pau por cima do tecido. Ignoro como meus peitos incham em desejo e como já estou molhada pra ele. Meu Deus.

— O show acabou, Bieber. — digo tentando parecer neutra, mas sinto até meu rosto quente em desejo.

Ele suspira e vem até mim como um lobo avança sob sua presa. Seu corpo pressiona o meu e não consigo conter um gemido quando seu pau aperta minha barriga.

(Sugestão: My Favorite Part - Ariana Grande feat Mac Miller)

J U S T I N

Dou um passo e a distância entre nós é reduzida a centímetros, o cheiro dela invade meu mundo. Levanto a mão para segurar seu rosto, mas paro no caminho. Ela não é mais minha.  Meu cérebro entende, mas meu coração não dá a mínima. Seu olhar assiste meu gesto e ela me ajuda a ir até o final: Mack pega minha mão e leva até seu rosto segurando-a ali e relaxando o rosto na minha palma.

— Justin... – ela diz meio que em reprimenda, meio que em desejo. É difícil pensar agora.

You just don't know how beautiful you are and baby that's my favorite part. You walk around so clueless to it all... — mais um beijo — Like nobody gonna break your heart — a música agora é uma das nossas favoritas. My Favorite Part (Mac Miller).

E me lembra das noites em que nós chegávamos em casa cansados, os dois sentados na sala com as crianças correndo ao nosso redor, em meio ao caos nós dois apreciando a presença um do outro com vinho e queijo.

Você partiu meu coração.

Ela rebate a letra da música e vejo dor em seus olhos.

— Eu te amo. — sussurro e seguro sua nuca. Ela pende a cabeça para o lado e aproveito para depositar um beijo na curvatura. Ela se arrepia e amolece com meu toque.

It'll be alright babe, see, me, I got you covered I'm gon' be your lover, you might be the one If it's only tonight, ayy, we don't need to worry... — canto novamente e suas mãos alcançam minha barriga.

Quando estou me aproximando de seus lábios ela recua e empurra minha barriga.

— Acho melhor você voltar pro quarto.

Ela se recupera e aperta o laço do robe em volta do corpo se mantendo longe de mim. A frustração varre meu corpo e meus ombros caem.

M A C K

Quando vejo meu reflexo nos olhos de Justin me recordo de tudo que aconteceu para chegarmos até ali. Me recordo de que ele escolheu se divorciar. Ele que agiu pelas minhas costas e entrou com um pedido de divórcio sem ao menos discutir comigo antes. Ele foi o responsável por tudo. Então ele teria que viver com as consequências disso. Se minha vontade era me jogar nos braços dele e transar até o dia raiar? Claro que era. Mas eu sou maior que isso.

A indignação reveste seu corpo e ele sai do meu quarto batendo à porta ao sair. Esse é o Justin Bieber pré divórcio.

Antes de dormir, vou até o quarto e dou uma última checada nele. Justin está esparramado da cama de Luke como se tivesse caído ali. A TV está ligada num programa aleatório e ele não parece concentrado, pois está digitando no celular.

— Tudo bem? — pergunto do batente. Ele olha pra mim e se ajeita. Agora ele está vestindo uma calça de moletom azul e uma camiseta branca. Ele assente com a cabeça e olha pra mim.

— Não esquece de colocar um despertador pra tomar outra dose do remédio as 3h. – ele balança a cabeça de novo e suspiro. – Boa noite, Justin.

— Boa noite, amor. – ele frisa e me arrepio com seu tom rouco. Dou a ele um sorriso curto e fecho a porta voltando para o meu quarto e me enfiando na cama.

J U S T I N

É sábado. Acordo me sentindo um pouco melhor e mais disposto. Levanto da cama cedo e vou até a cozinha. O apartamento é silencioso e pelo horário deduzo que ela ainda não acordou. Depois de ir ao banheiro vou a cozinha e decido preparar o café. É o mínimo que posso fazer diante de todo trabalho que dei a ela. Estraguei sua noite, lhe disse coisas que talvez ela não estivesse preparada para ouvir...

Preparo café e ovos com queijo quente. A cozinha dela mais parece um laboratório e levei um tempo até pegar o jeito. Coloco a mesa próximo a varanda e quando termino atualizo Zeff e Gabe sobre o meu paradeiro.

— Bom dia. – escuto sua voz e quando me viro, vejo ela acordada cheia de sono, com o cabelo preso num coque e o robe de ontem em volta do corpo. Ela está linda, tão linda que sinto um aperto no peito.

— Bom dia. – sorrio – Preparei café pra gente. Numa tentativa de te compensar por ter cuidado de mim ontem. – ela olha pra mesa e sorri.

— Não precisava. – ela se senta e sento a sua frente.

— Tá se sentindo melhor? Sua aparência tá bem melhor hoje.

Rio – É... Sim. Seu café me salvou.

— Mmm não sei. Acho que os remédios têm uma grande parcela nisso, hein. – ela brinca e serve café para nós dois.

M A C K E N Z I E

Tento não gemer de prazer ao comer os ovos Benedict dele, Justin sempre foi um ótimo cozinheiro. Comemos num silêncio confortável até ele suspirar.

— Mm, Mack, sobre ontem e tudo... Desculpa, tá legal?

— Ok. Não aconteceu nada demais. — dou de ombros, mas na verdade foi demais sim.

— Não. Aconteceu sim, amor. Eu fodi com nosso relacionamento da pior forma possível. Magoei você e parti seu coração. Porra, eu... na festa do Tay eu te disse que ia dar um tempo pra gente se consertar e voltar a ficar junto. Mas... eu que te quebrei, né? Então sou eu que tenho que te consertar.

— Justin...

— Espera, nunca te pedi desculpa. Então — ele se aproxima de mim e segura minhas mãos olhando nos meus olhos — Me desculpa, Mack. Me desculpa por ter partido seu coração. Me desculpa por ter acabado com nosso relacionamento e com nossa família. Me desculpa. Eu... Nunca aprendi a te amar direito. Percebi isso agora... sabe aquele nosso lema: Lute duro e ame mais ainda? Me perdi nisso. Te amei com tanta força que acabei te quebrando. — ele admite e sinto meus olhos lacrimejarem.

– Ninguém nunca me avisou que eu podia acabar perdendo o amor da minha vida por amá-la demais. E... — ele sorri com tristeza — Não é o tipo de coisa que a gente pensa, né? Amar nunca devia ser demais, mas no meu caso... Bom, eu deixei meu coração falar demais e ignorei minha cabeça. Então me desculpa, porque toda vez que eu criticava suas roupas curtas, reclamava da sua equipe de trabalho e sentia ciúmes absurdos de você era só eu te amando além da conta. Nunca fiz isso pra te controlar, por favor, acredita quando eu falo isso — ele segura meu rosto olhando pra mim — Nunca quis que você fosse apenas minha propriedade.

Balanço a cabeça e as lágrimas que enchem meus olhos caem pelo rosto.

Choro, pois, sua declaração ampara meu coração. É como se a peça que faltava se encaixasse perfeitamente. Ele me abraça e enfio o rosto em seu peito enquanto o calor de seu corpo me acalenta. Ele me envolve e me sinto segura novamente. Ele me aperta e o abraço de volta. O tempo passa e quando Justin afrouxa o aperto, levanto o rosto pra ele, tentando secar as lágrimas. Ele passa os polegares no meu rosto e me dá um sorriso, vejo seus olhos enevoados também e sorrio.

De repente volto a ver o homem da minha vida ali. É o meu Justin. Meu garotão e não apenas o Lucky One ou o Justin Bieber que o mundo conhece. É o cara pra quem entreguei meu coração aos 20 anos na faculdade, o cara que jurei amar até o fim dos meus dias e pra quem entreguei o meu “Pra Sempre”.

— Nunca achei que você me tomasse como propriedade... Entendi que nosso relacionamento acabou se tornando abusivo no fim por conta dos ciúmes e das brigas de nós dois, mas sempre acreditei no seu amor.

Ele suspira aliviado e me abraça de novo — Obrigado. 

Ele me aperta com força e Rio — Ei, assim vai me quebrar, Bieber.

Ele ri e me dá um beijo estalado na boca de supetão. — Ei!

— Merda, desculpa. Você tá com o babaca lá...

— Mike e eu não estamos mais juntos. — digo de uma vez e ele fica calado com a surpresa.

Ele aperta os lábios numa linha fina e desvia o olhar. Não dizemos ou fazemos nada por vários segundos até ele finalmente se manifestar.

— Mmm. Posso perguntar o porquê?

Dou de ombros e ele prossegue — Por que você decidiu procurar outra pessoa? — sinto o tom de mágoa disfarçado em sua voz.

— Eu não decidi. Não sai um dia na rua e decidi que já era hora de achar alguém. — admito — Mas eu decidi que não podia mais te esperar. Porque... a gente ainda tem uma vida muito longa pela frente. E sim tenho medo de ser infeliz pelo resto da minha vida por não estar mais com você. Eu só estava tentando dar mais uma chance pro amor.

A verdade me dói e ele percebe isso.

— Esse medo é minha realidade, Mack. Eu sei que nunca vou amar ninguém como amo você. E eu só tô sendo sincero, ok! Não é como se seu tivesse tentando te agradar pra gente ir pra cama.

Rio e ele me acompanha.

A vontade de tê-lo de volta é quase tão grande quanto o meu amor próprio. Na verdade, é maior. Mas minha terapeuta teve um longo trabalho comigo para que eu conseguisse me certificar diante de mim mesma e da minha vida. Amo Justin mais do que me amo e enquanto isso for a nossa realidade, nunca vamos dar certo.

— Já que estamos colocando as coisas na mesa. Por que você fez tudo pelas minhas costas? Por que entrou com a papelada do divórcio sem me contar?

Ele respira por um segundo e olha pra mim — Tenho dez títulos de campeão mundial de UFC, Mack, as pessoas por muito tempo achavam que eu era o cara mais forte do mundo, algumas ainda acham. – ele dá de ombros – Nunca foi verdade. Sou fraco e consigo admitir isso agora. Não tive coragem de olhar nos seus olhos e te falar que era melhor a gente se separar do que destruir a vida um do outro. Eu não ia conseguir lidar com a dor nos seus olhos, a decepção... Por isso fiz do jeito que fiz. Me envergonho disso, fui covarde, fraco e um filho da puta.

— É. Tenho que concordar com você aí.

Ele faz uma careta e dá risada, e o som da risada dele me liberta dos meus medos do desconforto de falar com ele pisando em ovos. De repente não sinto mais medo do que Justin pode fazer com meu coração.

— Mas eu tive minha parcela de culpa. Nunca facilitei as coisas pra você, então... Me desculpa, também. Por ter gritado, dito tantas coisas que... Desculpa por te magoar com as minhas palavras sabendo que elas iam te ferir. E desculpa por tentar superproteger a Charlie... Agora eu vejo que você sempre teve razão. Ela é tão forte quanto Luke e Tina, mas eu... – mordo o lábio sem saber direito me explicar. – Depois do sequestro eu fiquei aterrorizada com a ideia de perder toda a minha família. Você me ajudou e cuidou de mim e sempre me deu a certeza de que estava ali pra me proteger, mas eu me sentia vulnerável. O mundo é um lugar tão cruel, Justin... Tanta coisa ruim acontece diariamente... Eu só pensei que se a mantivesse longe de tudo isso, ela sempre estaria a salvo.

Ele suspira e me dá um sorriso reconfortante. – Eu sei, linda. Nossos filhos são nossa vida, eu sei que foi difícil pra você e eu devia ter respeitado isso. 

— Me desculpa também por não respeitar o seu medo de me perder. Me desculpa por não respeitar as suas angustias. A gente sempre foi explosivo demais um com o outro, tentando combater um incêndio com gasolina.

— Brian me falou isso um tempo atrás, que nosso amor é inflamável e que a chama do nosso amor mais nos machucava do que nos ilumina. – ele pontua.

— Ele tem razão, no entanto.

Balanço a cabeça e ele aperta minhas mãos nas suas. – Você sempre vai ser o amor da minha vida, sabe disso né?

— E você sempre vai ser meu garotão. – respondo com um sorriso largo e ele ri, me puxando para seus braços novamente. Deixo Justin me envolver num abraço apertado e respiro em seu peito aproveitando aquele momento.

De repente me sinto de volta nos tempos da faculdade, nós dois abraços no meio do apartamento dele, aproveitando nossa amizade cheia de benefícios. Sorrio com a lembrança e levanto o rosto pra ele. Justin olha nos meus olhos e fico na ponta dos pés para encostar meus lábios nos seus. É inocente, doce e com um gostinho de juventude.

Quando me afasto, mordo o lábio e sorrio. A surpresa em seus olhos me faz rir – Beijo de amigo. – dou de ombros e ele ri me apertando de novo.

— Ah, Lucky. Você é um perigo pro meu coração.

Ele brinca e rimos. Me solto de seu abraço, mas ele segura minha mão e entrelaça nossos dedos. Ele me puxa para sentar a seu lado e cedo. Tomamos café juntos, trocando sorrisos e olhares, jogando conversa fora e sendo apenas o casal que fomos destinados a ser: um casal de melhores amigos que são apaixonados um pelo outro.

J U S T I N

Sinto que o clima entre nós dois voltou a normalidade, sinto meu peito leve e a culpa nos meus ombros some. Então decido que é hora de fazer o que vim fazer aqui. Contar que vamos ser avós. A ideia não parece mais tão ruim assim, na verdade a observo por um instante e nos vejo daqui cinco anos, correndo atrás do garotinho ou garotinha, levando ele a Disney e mimando como avós fazem. Sorrio com a ideia.

— Ei, que foi?

— Olha, antes de mais nada, quero te avisar que já gritei, castiguei e quase matei o moleque por isso. E agora passou, deixo você me dar uns murros caso precise descontar em alguém. E bom...vai ser um choque. É incrível como independentemente de como a gente os cria, eles se tornam seres humanos completamente diferentes, né? – divago por um instante e ela me olha confusa.

— Mmm... Ok, você não tá fazendo muito sentido, Justin.

— Lucas engravidou uma garota. – solto de uma vez e espero o surto. Sua mão esquerda ainda está entrelaçada com a minha e a aperto com carinho.

Ela me olha por dois segundos e cai na risada e rio junto por um tempo até ficar sem graça. Ela cessa o riso e bate a mão na mesa – O que? Isso é brincadeira, né?

— Não. – digo e o olhar dela se perde pela sala.

— EU SABIA! Eu sabia que ele ia acabar fazendo alguma idiotice! Eu vou matar o Lucas! – ela grita e fica de pé.

— Eu tentei, mas não temos onde esconder o corpo.

Ela anda pra lá e pra cá por alguns segundos e fico quieto, porque sei que é demais para processar.

— Ele é uma criança! Ele não faz ideia do que... Meu Deus! – ela passa a mão no rosto e respira fundo. — Quem é a garota? Ele fez teste de paternidade? Ele não estava namorando. Pode ser um golpe. Porque sabem quem somos e seria como ganhar na loteria. Precisamos de um teste de paternidade.

A ideia até me passou pela cabeça, mas ele admite ter estar transando com a garota então achei improvável. – É da faculdade, eles não tinham nada sério, mas... Acho que ele não vai forçar a garota a fazer isso.

— Não podemos simplesmente aceitar isso assim. Senão daqui um mês aparecem mais trinta com filhos dele na nossa porta. Isso é um golpe! E Lucas é estupido o suficiente pra cair sem nem questionar. Aonde foi que erramos? Cacete! – ela grita de novo e grunhe. Me aproximo dela e seguro seus braços.

— Ei. A gente o criou do jeito certo, mas agora não cabe mais a nós dois decidir as coisas por ele. Ele já tem vinte e um anos, é responsável pelas próprias ações. O que a gente pode fazer é aconselhar e infernizar a vida dele de hoje até a criança nascer, porque aí você sabe, vamos nos tornar avós babões pra caralho. – ela faz uma careta brava, mas dá risada no final.

— Eu sou muito nova pra ser avó! – ela choraminga.

— Pode apostar que é. Mas pensa assim, nosso neto vai ter a avó mais gostosa na escola. Isso aí é pra poucos. – digo sorrindo e ela ri e suspira, me abraçando.

— Vamos ser avós, Justin. – ela diz como se degustasse as palavras na boca.

— Vamos sim, linda. – olho pra ela e agora vejo lagrimas de emoção ali.

— Eu vou ter um neto...

— Ou dois, porque você sabe, tem grande probabilidade de ser gêmeos. – a lembro e ela sorri largo. Agora não vejo mais raiva em seus olhos, apenas emoção. Ela me abraça apertado e repete mil vezes – Vamos ser avós!

•••

No final do dia Mackenzie decide voltar comigo para Los Angeles para darmos um sermão histórico em Lucas. Primeiro vamos bancar os terroristas e então parabenizá-lo.  Chegamos ao consenso de que vai ser difícil e ele provavelmente vai querer desistir mil vezes no meio do caminho, mas vamos estar ali, do lado dele para mostrar que a vida é assim.

O clima entre Mack e eu está em paz e não consigo desgrudar dela. Depois do “Beijo de Amigo” meu coração ficou todo amolecido por ela.

Kayden nos pega no aeroporto junto com Zeff. Ele fica surpreso ao ver Mackenzie e me olha chocado quando ela deita a cabeça no meu ombro durante a viagem enquanto mexe no celular. Rio e sibilo um “depois te explico”. Ele sorri e me dá parabéns em silencio.

— Zeff, o Gabe tá na cidade? Vamos precisar reunir a equipe de marketing pro que vem a seguir.

— Ele chegou de Chicago hoje de manhã. Marketing é? Vão anunciar a volta de vocês dois na Ellen Degeneres?

— Quê? – Mack ri – Claro que não, Zeff. Não estamos juntos.

— Aham. – ele diz e ri.

— Luke vai ser pai. – digo de uma vez e o queixo dele cai.

— Puta que pariu... – ele fica em silêncio e balança a cabeça.

— É... Você tá olhando pro futuro vovô do pedaço. É uma merda.

Zeff cai na risada e Mack o acompanha. Porque de fato, só de falar a palavra vovô já sinto dor nos ossos.

Chegamos em casa e ainda que eu não tivesse questionado Mack se ela iria querer ficar na minha casa, assumi o risco e fui direto. Ela não reclamou, o que me mostra que avançamos mais um passo nessa... Reconciliação? Não dá pra definir ainda.

— Vou ligar pro Gabe reunir todo mundo na segunda de manhã. 

Assinto e ele começa a mexer no celular. Quando ela olha ao redor do apartamento sinto a peça final do quebra cabeça se encaixar e de repente tudo ali parece meu lar. Porque ela está ali.

— Quer comer alguma coisa? Posso fazer um filé e alguns legumes rapidinho.

Ofereço e ela balança a cabeça aceitando.

— Vou tomar banho enquanto isso, posso?

— A casa é sua.

Ela sorri e arrasta a mala até o quarto. – Cara, que felicidade de ver vocês dois juntos de novo. – Zeff comenta assim que ela some no corredor. Tento segurar o sorriso, mas não dá. Tô feliz pra caralho e quero que o mundo todo veja isso.

— Não é oficial ainda, mas ela tá me perdoando. – digo orgulhoso e ele sorri. Zeff vem até mim e me puxa pra um abraço.

— Agora não me inventa de fazer burrada de novo. Ela é das raras. – ele me aconselha e concordo.

Preparo o jantar e pouco depois que coloco a mesa, Zeff vai embora pra casa. Mack surge na sala de jantar pouco tempo depois vestida com um moletom e pantufas, o cabelo molhado e a cara limpa me dá vontade de ir até ela e beijá-la até perder o folego, mas me controlo.

— O cheiro está uma delícia hein. Coloca mais pratos, Penn tá vindo com o Taylor pra gente discutir o plano de ataque ao Lucas. – ela diz e ri.

— Quê?

— Não tenta entender. É a Penélope.

•••

 M A C K E N Z I E

— Como estão as coisas? Já decidimos onde vamos esconder o corpo? — Penn questiona servindo as taças. Justin ri.

— Bem que eu queria que fosse tão fácil assim.

Justin corta o filé e serve os pratos.

— Querem a verdade? Não estou surpresa! Claro que o Luke ia pegar esse gene cafajeste do Justin. Você não conseguia manter o pau dentro das calças na faculdade, nenhum de vocês né. – ela diz e dá uma olhada pra Taylor que cai na risada e dá de ombros.

— Meu gene porra nenhuma. Sempre transei com proteção. Não fui estúpido o bastante pra engravidar ninguém.

Ele se defende — Você teve sorte, Justin. – eu pontuo.

— Claro que tive, Lucky. — ele concorda e pisca pra mim depois de servir o prato de Taylor.

— Ah, menos, Bieber. Isso foi bem cafona.

— Shh, Penn.

— A gente sabe quem é a menina pelo menos?

— Da faculdade. O nome dela é Ember.

Penn pega o celular e começa a digitar, depois de alguns segundos ela grita — Eu sou demais! — e vira o celular pra gente com o perfil de Instagram de emberwillians.

— Quê?

— Luke segue ela no Instagram. Vamos lá galera, século XXI. Todo mundo se segue no insta. — ela pontua e Justin me olha puto por não ter pensado nisso antes. — Olha, ela não segue a gente. Já não gostei.

— Menos, amor.

— Uau, ela tem um corpão. – Justin comenta.

Pego o meu celular e entro no perfil da garota. A que ponto chegamos? Estou stalkeando a namorada do meu filho no Instagram. Bom, ela é a futura mãe do meu neto, preciso conhecer a mulher. — Tá de parabéns. A garota é linda. — Taylor comenta, Justin e ele estão debruçados sobre o iPad e todo mundo está ignorando o jantar.

— Ela é ok. — pontuo enciumada.

A garota é linda. Sua pele negra brilha tanto quanto seus olhos verdes. Ela é magra e com os cabelos ondulados. De repente ela me lembra uma princesa. De a Princesa e o Sapo.

Seu perfil está cheio de fotos dela com amigos em festas, dela na praia e com a família. Pela foto da ação de graças vejo sua família. Os pais sorridentes e um irmão, que é ridiculamente lindo também. Merda. A família toda é fantástica. Mas falta algo. Não consigo assimilar que a garota sorridente e descontraída das fotos vai ser mãe. Mãe do meu neto.

— Olha essa pele, nem que eu fique o dia inteiro torrando no sol fico com uma cor dessas. Que raiva, agora odeio a garota porque queria ser ela.

Penn reclama e rimos.

— Imagina como será lindo o bebê.

Minha imaginação gera a imagem de um bebê lindo e suspiro um tanto emocionada e um tanto apreensiva com tudo que está prestes a acontecer, mas obrigo minha mente a ver o lado positivo da coisa.

— Não sei o que vamos fazer, nem como. Acho que agora temos que esperar o Luke e conversar com ele. Ele ainda está perdido.

Pontuo e Justin concorda. Jogamos conversa fora com três garrafas de vinho e eles vão embora pouco depois das 2h.

Justin apaga as luzes do apartamento e caminhamos para o corredor de quartos. Ele para na frente da sua suíte, que dá de frente para o quarto das gêmeas, onde irei dormir. Ele recosta seu corpo na parede e faço o mesmo do lado oposto, o vejo morder o lábio pensativo e sinto um leve calor na nuca.

— Boa noite, então. — digo depois de vários segundos em silêncio apenas nos encarando.

— Não quer dormir comigo? Só por garantia, sabe. Vai que a febre volta. Pode ser perigoso.

Ele diz todo sério e caio na risada. Me aproximo dele e passo a mão em seu rosto respondendo na nuca. — Você não perde uma, né?

Ele pega minha mão e beija a palma e com a outra enlaça minha cintura.

— Com você? Nunca mais.

Sorrio e observo seus olhos.

(Coloquem All Our Endless Love pra tocar)

No começo estava apavorada

Com a maneira que esses sentimentos começaram a chegar

Ele é tão lindo, que me sinto meio insegura sobre a minha própria beleza. Sempre pensei que eu não fosse bonita o bastante para estar ao lado dele, e essa insegurança em relação a mim que fazia eu perder o controle com ele ás vezes.

Foi difícil e ainda é me sentir confiante com ele por perto. Durante a terapia aprendi que preciso me certificar diante de mim mesma, porque não posso ser apenas a acompanhante de alguém. E por muito tempo me senti assim com Justin por perto.

Ele é o centro do mundo. Eu era apenas a mulher por trás do campeão.

Mas agora sei quem sou. Sei que a mulher do Lucky One foi uma etapa necessária para o meu desenvolvimento pessoal e sei que no fundo sempre terei orgulho de ser a Lucky do Lucky One, assim como amo ser a Lucky do Justin Bieber.

Faço um carinho em seu rosto e ele fecha os olhos para apreciar meu toque. Meu coração bate tão rápido dentro do peito que tenho medo que ele escute. Recosto minha testa na sua lembrando de todos as noites que dormimos juntos, tentando lembrar de como é sentir seus braços ao meu redor enquanto o sono embala meu corpo. Tais lembranças me doem o peito de saudade e por mais que eu queira ir dormir com ele, não posso. A Mackenzie confiante não merece isso.

Eu não conseguia respirar sem você lá

Eu não conseguia enxergar sem estar nos seus braços

Abri meus olhos para encontrar os seus já abertos

Vejo um pedaço de você dentro de mim

Como se estivesse lá desde sempre

— Dorme comigo hoje à noite. — seu pedido torna ainda mais intensa a pontada no meu coração e respiro fundo.

— Não posso.

— Quero você de volta, amor. – ele pede e minhas defesas caem.

— Ainda não estamos prontos.

Ele me puxa mais pra perto e segura a lateral do meu rosto, apertando a testa contra a minha.

Sou apenas sangue. Sou apenas o passado.

Sou apenas um coração que é massacrado pelo seu toque

Sou apenas estrelas. Sou apenas o céu.

Estou me apaixonando com o ritmo desse amor sem fim.

J U S T I N

Fico acordado a noite

Pensando no tempo em que vivi sem você

Cada respirar é sobre você

Dei voltas ao redor do mundo

Para reorganizar isso

Lutei tanto para seguir adiante

Mas você deixou tanto para trás

Enterro meu rosto em seu pescoço e ela me abraça. É insuportável tê-la ali tão perto, mas ao mesmo tempo tão distante. Sinto o peso das minhas escolhas me atordoar e a aperto em meus braços a tirando do chão. Ela é minha energia vital para continuar seguindo e preciso tanto dela

Sou apenas sangue.

E é você que corre nas minhas veias

Sou apenas o coração que é massacrado pelo seu toque

Sou apenas estrelas. Sou apenas o céu

Você é tudo que eu vejo

E estou me apaixonando pelo ritmo desse amor sem fim.


Notas Finais


E AIIIIIIIII, CAPÍTULO 50!!! É um marco isso, obrigada demaaaais gente! Tô me sentindo mt emocionada com td isso. Vocês são umas lindas, mt obrigada por todos os comentários aqui e no insta e pelas mensagens fofas que me enviam.

O que acharam? O OTP TÁ VIVÍSSIMO, BRASIL! Hahahahah, o que acharam? Nosso casal está indo a passos curtos mas progredindo!

Quero agradecer de novo todo mundo que comentou, vocês são umas lindas e me dá a maior alegria no coração ver vocês por aqui!

Um beijão e volto em breve (em breve mesmo)!

beijooos, mika
pra quem perguntou meu ig: @mikagiovana


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