História Rem - Capítulo 9


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Categorias Channing Tatum, Fifth Harmony, Josh Duhamel, Julian Morris, Matthew McConaughey, Michael Fassbender
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Channing Tatum, Dinah Jane Hansen, Josh Duhamel, Julian Morris, Lauren Jauregui, Matthew McConaughey, Michael Fassbender, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Visualizações 1.591
Palavras 1.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoinhas!
Qualquer erro...
Boa leitura!

Capítulo 9 - Fracasso


Estava deitada na minha cama, não conseguia dormir, me sentia muito fracassa por não ter encontrado o menino da Lauren. Logo meus pais entraram no quarto.

- Oi. – Eles disseram baixo. – Passou a dor?

- Sim. – Ela me entregou um saco com gelo e coloquei sobre minha barriga.

- Faz dois dias e não desinchou. – Ela disse analisando.

- Demora um pouco.

- Seu amigo me ligou, disse que recebeu uma proposta do FBI.

- O McConaughey me ofereceu um cargo lá, mas eu não tenho estomago, eu ajudei o pior monstro do mundo a ter uma estadia melhor no primeiro interrogatório que fiz e essa culpa está comigo até agora.

- Mas lá é mais tranquilo, filha.

- Não vamos ter essa conversa hoje, vamos? Estou com muita coisa na cabeça para discutir sobre escolhas que já fiz.

- Não vamos discutir, mas que você deveria pensar...

- Eu estou pensando em tudo, Ok?

Eles assentiram e minha mãe foi cozinhar, eu acho que eles estão morando no meu apartamento porque não saíram daqui desde o dia que voltei da missão.

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Assistia Adônis jogar basquete pela escola dele. Ele era muito bom, sempre gostou, tanto que mesmo com pouca idade, estava no time principal. Ele fez uma de três pontos e a arquibancada delirou. Apontou para nós duas, Nicole estava babando e sorri ao observar a admiração dele.

- Porque está para baixo, Mila?

- Uma missão ai que está me perturbando. – Ela segurou meu braço e apoiou o queixo no meu ombro, encarei o namorado dela que estava ao seu lado, ele era enorme e minha cota de socos nessa semana tinha acabado, mas ele nos olhou e pareceu não ligar.

- Sabe qual é problema?

- Qual, prof? – Ela bateu no meu braço.

- Vai se foder. – disse sorrindo. – Você absorve demais todos os casos. Se sente responsável, mas porque você é boa demais, Mila. Você é tão bondosa que é difícil acreditar que você coleciona mortes. Acho que já passou da hora de você sair disso e aproveitar sua vida, ter seus próprios problemas e principalmente, cuidar do seu filho. Ele sente sua falta e eu preciso de ajuda. Ele está crescendo, já coleciona bilhetinhos e eu não vou ensinar ele a usar camisinhas.

- Ele só tem dez anos.

- Você me disse o mesmo quando ele tinha dois. – Revirei meus olhos, mas eu sabia que ela estava certa.

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Resolvi ir a agencia do FBI, queria falar com Duhamel sobre o filho dele, não estava no galpão e nem em transferência. McConaughey me deu carta branca e isso era bem estranho, mas não questionei.

- Olá, gostosa.

- Agente Cabello. – Falei repousando minhas mãos sobre a mesa. – Aproveitou bem a TV e a cela?

- Estou aproveitando.

- Aproveitou! Vai sair daqui direto para a comum.

- Porque?

- Seu filho não estava nesse galpão.

- Ele deve ser fraco como a mãe e deve ter morrido. Sempre soube que não herdaria meus genes.

- Não brinca comigo, Duhamel. Eu não gosto de ser feita de idiota, me diz para onde você o mandou e continuará com suas regalias.

- Quero ser transferido.

- O que?

- Sim. Meu irmão está na de Orlando... Quero ficar com ele. Nem precisa de regalias.

- Pode ser. Me fale do garoto.

- Não sou burro, Gostosa. Me leve lá e quando eu encontrar meu irmão eu te falo.

- Não vou te transportar para depois me dizer que ele está morto.

- Ele não está morto. Posso te garantir isso.

- Já me mentiu uma vez...

- Eu não mataria meu primogênito, me apaixonei pela olhos verdes assim que coloquei meus olhos nela e nosso filho é a única coisa boa que eu fiz. Ele está bem e em segurança, te ajudo se você me ajudar.

Não falei nada, não tinha como perder a única chance de encontrar esse garoto, então me responsabilizei por ele e por seu transporte. McConaughey me disse que estou devendo uma a ele e eu detesto dever a esse ponto a alguém.

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Meu celular chamou, um número desconhecido e eu atendi.

- Alô?

- Camila. É a Lauren.

- Oi. – Droga. – Como você está?

- Aflita. O que aconteceu? Achou ele?

- Não, Lauren. Me desculpe, Duhamel mentiu sobre seu filho, mas amanhã vamos transferir ele para outro lugar e ele prometeu falar.

- Não se desculpe. Não se decepciona quem não esperava nada.

Foi o que ela disse antes de encerrar a ligação.

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Sabe quando você tem essa sensação de que algo está errado. Pedi uma para o chefe para acompanhar o transporte do Duhamel e como sempre, arrastei Dinah e Tatum comigo. Assim que o carro do FBI saiu do prédio, comecei a seguir eles. Estávamos no carro de Tatum

- Porque estamos o seguindo?

- Quero ser a primeira a saber onde está o garoto.

- Espero que ela diga mesmo onde ele está.

- Vou quebrar todos os dentes dele se ele não me falar. Vou mesmo, saio presa de lá, mas eu mato ele.

Eles não falaram nada, liguei para o McConaughey e pedi o número dos oficiais que levavam o carro. Demorou muito para atenderem.

- Eu sou do SWAT. Queria saber...

- Sou eu, Camila. – McConaughey falou e eu estranhei. – Não sei como cometemos um deslize desses, mas os agentes que deveriam estar no carro, estão presos na dispensa.

- estou seguindo o carro. Podemos resolver isso. – Encerrei a chamada. – É um plano de fuga do Duhamel.

- Vamos derrubar então.

- Vamos ver o lado que ele vai.

Os seguimos por bastante tempo, eles pegaram a estrada baixa, os seguimos deixando uma margem de segurança. Uma hora e meia... Logo cruzamos pela entrada de Naples. Pedi para Tatum estacionar e eles pararam em frente a uma casa perto da praia.

- Acha que o garoto está aí? – Não deu tempo para pensar e logo um garoto apareceu na porta. Uma senhora o empurrou e completamente receoso ele se aproximou de Duhamel. Bagunçou o cabelo dele e o menino ficou encarando o carro que deu partida e sumiu dali. Ele entrou chorando para dentro de casa.  



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