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História Remedy - amizade colorida - Capítulo 14


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Notas do Autor


eu li um pouco dos termos de uso pra escrever uma fic, que burocracia eu só queria botar meu lado retardado pra fora. Credo skksksksksk
Boa leitura, nha

Capítulo 14 - Aquele que contou a verdade


É exatamente isso, como não consegue se imaginar a vontade comigo se nós temos intimidade o suficiente para tal feito?

Talvez tenha passado pela minha cabeça, que se não consegue fazer isso, não deveríamos sustentar o que temos.

Alissa.

Vou dividir meu tempo com Morfeu em dias, mas só faz umas horas que ele está aqui então não posso colocar "dia um".

Eu acordo, mas ainda não é outro dia, é só nove horas da noite segundo meu celular. 

Me sentei na cama, e agora que me sentei e descobri onde foram parar minhas roupas, lembro que não tomei banho hoje. Pois é, eu estava suada, antes e depois. Aí que nojinho de mim. Morfeu está vendo série pelo celular no outro lado da cama.

Me levanto e vou ao guarda-roupa pegar um pijama, pego uma camiseta grande, e um short de legging, roupas íntimas e partiu banho.

Morfeu usou camisinha não é? 

EU NÃO ME LEMBRO DESSE DETALHE, SE NÃO O MAIS IMPORTANTE.

— MORFEU! — gritei desligando o chuveiro e me enrolando na toalha.

Ele abre a porta e sua cara de sono não é lá muito atraente. — o que é?

— a g-gente... quer dizer... V-você...

— fala logo caralho.

— você usou camisinha não é?

— é lógico que sim sua burra. Eu não vivo no ano zero. Acho que diferente de você eu penso nas consequências na hora e não depois. — apesar de ser desnecessário esse sermão ali, ele está completamente certo, que droga.

— tá talvez você tenha razão.

— anda logo eu também quero tomar banho. — fechou a porta e saiu.

°°°

Fazer comida é um saco, porém estou com fome. 

— cozinha hoje? — fiz birra.

— não. — nem prestou atenção no que pedi, só via aquela série desde que acordou.

— foda-se. Eu cozinho pra mim.

O que vou cozinhar? Está tudo congelado. E é quase hora de dormir.

Um purê de batata. Nossa batatas são tão boas. Vou comer purê.

Coloco música para ouvir enquanto descaco as batatas, cozinho, lavo louça e toda essa chatice.

OH MY MY MY, OH MY MY MY. — eu cantava em minha cabeça.

Quando só falta as batatas cozinharem para eu amassar, Morfeu saí do quarto. Ele vem em direção a cozinha, pega um copo enche de água, e vai para a sala liga a tv e toma água enquanto vê qualquer coisa.

Ele está sonâmbulo. Mas não vou arrastá-lo para o quarto, ele volta a dormir sozinho.

Minhas batatas cozinham, então eu faço o purê. 

Não é por nada não, mas meu purê é maravilhoso. Depois de comer eu lavo a louça e volto para o meu quarto, estou cansada então vou dormir.

Morfeu ainda está lá na sala. Foda-se vou dormir.

— Morfeu.

Por algum motivo que eu não lembro, acordei no sofá. Me levanto vou ao banheiro, e faço higienes matinais e passo um pó compacto na minha cara de acabado. Depois vou ao quarto onde a Al está dormindo, ownt. Ela é fofinha de boca fechada e de olhos fechados, ou seja só dormindo mesmo.

— bom dia baratão, esqueceu que existimos? Nem tudo são flores, sentiu nossa falta? — disse a mariposa número dois e sua voz estridente.

nem um pouco, agora vazem.

não não não, o que acha se você... Apertar a mão até sangrar? Ou dar um soco no box? — disse a número um.

— ei ei, senpai, eu tenho uma ideia melhor, se entope com os remédios da Alissa. — dizia a número dois ao seu aparente "senpai".

— SE ENCHA DE REMÉDIO! SE ENCHA DE REMÉDIO! SE ENCHA DE REMÉDIO!

— CALEM A BOCA! — sem perceber gritei e acordei a Al que levantou assustada.

— a-ah não foi nada, só levanta, precisamos ir para escola.

— tudo bem, só não me acorde mais assim. — ela levantou pegou o uniforme e foi ao banheiro, depois eu fiz a mesma coisa. Quando estávamos prontos fomos para, arg, a coisa de metal com rodas.

— não é a primeira vez que você tá sozinho e manda alguém calar a boca. — disse ela fechando a porta do carro.

— eu sei. — ah se ela visse todas as coisas que elas me falam, e quando eram milhares, minha cabeça é um verdadeiro pesadelo.

— quem você manda calar a boca? Eu sei que elas gritam, e falam coisas ruins à você.

— não quero falar sobre isso. — desviei o olhar, que antes estava no rosto dela.

— e já falou com alguém sobre isso?

— sim.

— posso saber quem? — caralho, por quê ela se importa, eu hein.

— a enfermeira do hospital, minha orientadora e a sua mãe.

— falou para minha mãe e não para mim? — parecia chateada.

— ela descobriu, eu falei sonâmbulo. 

— ah certo. Pretende me contar algum dia? — NÃO ELE NÃO PRETENDE SUA VADIA. — acho que elas tem medo de sumir completamente quando eu contar pra Alissa.

sinceramente. Não.

Depois disso ela só dirigiu na dela, e ficou na dela a aula inteira. Hoje teve prova, o que é justificável, tínhamos que ficar quietos querendo ou não. Duh.

Na volta para "casa" não foi diferente.

Quando chegamos eu coloquei minha mochila no canto e troquei de roupa, ela fez o mesmo.

Fui para a cozinha, afe cozinhar é um cú. Vou fazer miojo.

— Quer um miojo Al? — nenhuma resposta. Andei até onde ela estava. — vai me ignorar até quando sua pau no cu?

— engraçado, quem não quer falar as coisas aqui é você.

— eu não consigo imaginar eu me sentindo a vontade falando isso com você. 

— viu. É por isso, não consegue se imaginar a vontade comigo, sendo que nos conhecemos a TREZE ANOS. Não que tempo seja sinônimo de intimidade, mas não é de negar que temos uma, porra transamos ontem.

— transa não tem nada a ver com intimidade.

— para você então.

— Alissa para de drama.

— eu tô preocupada com você caralho, custa entender? — talvez eu seja um pouco lerdo em demonstrações de afeto.

— são mariposas. — falei baixo.

— são o que?

— esquece. Só não se preocupa, vou ficar bem.

— você só fica pior quando diz que vai ficar bem. Senta e me conta direito.

Me sentei ao seu lado na cama, esqueci de mencionar que ela está no quarto.

— são mariposas. — ela concordou com a cabeça. — antes, eram muitas delas, por isso eu era um total bosta, não que muita coisa tenha mudado. Elas me faziam tomar decisões, as piores possíveis, pois eu achava que era um corpo para elas controlalem, elas me fazem fazer coisas como, o incidente do box e o nosso beijo no dia que brigamos. Só que agora, só restaram duas, mas elas mesmo assim não me deixam em paz, e por favor, esconda seus remédios onde eu nunca possa achar, quase os tomei hoje de manhã. — acho que resumidamente é isso.

— e quando que elas não estão?

— nas poucas vezes, acho que quando estou com você. — parece tosco mas é verdade.

— então quando elas estiverem te atormentando, lembre do meu rostinho lindo. — ela jogou os cabelos e fez expressão de convencida, o que me fez rir.

— você é a minha ruína, mas eu te amo.

— eu sei que sou sua ruína, mas também te amo.



Notas Finais


Cês deve tá tudo na aula foi mau ae skskskksksksksksk


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