História Remember - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Interativa, Juventude, Maturidade, Romance, Vida Diária
Visualizações 78
Palavras 3.417
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oooin, eu to muito louca essa hora da manhã, viu

Capítulo 7 - Bônus - Through the Night


– Boa tarde, Sra. Lee. Como está? – Gritou SunHee para a mulher que cruzava a rua. A garota se debruçava na janela com metade do corpo para fora.

               A idosa acenou discretamente e lhe dirigiu um sorriso sem graça, caminhando rapidamente para dentro de sua casa. SunHee, sorriu maldosamente perante a reação da mulher, atormentá-la era seu passatempo favorito. Já morava ali a tantos meses que seus vizinhos tiveram uma pequena prova de quem era, isso a deixava constrangida, mas tinha algo de bom em ser temida.

– Você é uma vaca gorda e eu quero te cortar em pedaços bem pequeninhos e dar eles de presente ‘pro gato daquela velha maluca.

               SunHee prendeu a risada ao ouvir a voz de Mina esbravejando pela sala. Ela se virou e viu a loira se atirar no sofá se afundando nas várias almofadas do estofado.

– Boa tarde, flor da tarde – disse com ironia indo em sua direção.

– Boa tarde é o caralho! Era ‘pra ter me acordado – grunhiu contra a almofada. – Sai, Sunny – chutou a amiga deitou em cima dela.

– Aí, meu filho, sua louca!

               Mina empalideceu ao vê-la cair no chão e cobrir a barriga aparentando dor, ela estava prestar a chamar todas as ambulâncias da cidade quando de repente Sun caiu na gargalha. Suspirou aliviada e começou a tacar as almofadas na garota.

– Brincadeira, meu amor – gritou limpando as lagrimas e desviando. – Você ‘tava dormindo tão bem que não consegui te acordar – confessou se sentando direito sobre o tapete. – A noite com o Jungkook foi boa, hein? Hein? – Riu balançando o colo maliciosamente insinuando coisas.

– Sim – suspirou deprimida. – Muito boa! – Cobriu o rosto com as mãos, nervosamente.

– Mina...

               SunHee, se levantou rapidamente e deitou ao lado da amiga ficando cara a cara com ela.

– Qual é o problema? – Questionou ao vê-la distante.

– Jungkook... ele é incrível. Ele gosta de mim, posso ver, mas eu não quero sentir nada por ele, entende? Só quero ter alguém com quem beber e transar ocasionalmente.

– E ele quer compromisso sério? – Franziu o cenho, não era feitio do amigo.

– Não. Ele quer o mesmo que eu, e só que as vezes eu quero mais, em raros momentos eu quero ele por inteiro.

Aigoo... Tão complicada – afagou seus cabelos. – Eu não gosto de vocês juntos – deixou claro. – Você é complicada, cheia de problemas e ele também, não quero que nenhum dos dois se machuque mais.

               Mina, por um instante não foi capaz de reprimir o deboche em sua mente, amava SunHee, porém, quem era ela para falar sobre não gostar de complicações? Grande parte de seus problemas provinham dela, por mais que não admitisse isso para ninguém.

– Esquece isso. Como foi hoje de manhã? Eu deveria ter ido com você.

               As duas tinham combinado de ir ver uma mascate naquela manhã. Mina, não acreditava em vidência ou pessoas que se diziam místicas, mas Sun acreditava com total convicção.

– Ela perguntou se eu gostaria de pôr um fim à minha eu.

               Mina se assustou.

– O que você disse?

– Por um momento eu realmente quis dizer sim... – soltou um breve suspiro. – Eu estou no meu limite, ela notou assim que me viu. Quando penso em continuar vivendo assim, as coisas não entram em perspectiva, sabe?

               Ela sabia muito bem, talvez Mina fosse uma das únicas pessoas que compreendiam SunHee, em todos os seus momentos.

– E o você disse por fim?

               A perguntou ficou no ar, pois a porta se abriu dando espaço para a figura de Sophie entrar. Sun, balançou a cabeça indicando que falariam depois.

My love – chamou a recém-chegada que parecia extremamente abatida.

– Que cara de bunda é essa, garota? – Indagou Mina.

– Olá! – Ela cumprimentou-as com desanimo. Murmurou que tudo estava bem e seguiu direto para a cozinha, as meninas trocaram um olhar confuso.

               Sophie, se serviu de um generoso copo com agua e bebeu sem cerimonias, deixando que o liquido molhasse seu maxilar e consequentemente o lenço que usava no pescoço. SunHee, a observava da porta, deu de ombros mediante seu pensamento, Sophie já conhecia seu jeito invasivo, sendo assim se aproximou dela e a abraçou por trás, concluiu que tinha sido a melhor decisão ao ouvi-la reprimir um soluço.

– O que foi? – Murmurou.

– Muita pressão na universidade – respondeu ela com a voz tremula.

– Tem certeza?

– Sim.

               Sun, assentiu e se afastou dela, se ela quisesse falar estaria ali para ouvi-la.

– Sabe, esse lenço já saiu de moda faz tempo – comentou, ao vê-la engolir o choro, a raiva tomou conta de si, já imaginava do que se tratava. – Sophie, você tem que dar um fim nisso, esse relacionamento é toxico e ‘tá acabando com você. Ele te machucou, não foi? – Viu-a concordar. – Vamos mata-lo, sim? A Mina pode cuidar do corpo, a gente só entra com o assassinato.

– Sunny... – repreendeu sua tentativa de brincadeira.

– Desculpa – fez uma careta engraçada. – Mas, sério, tome logo uma providencia ou nós vamos tomar no seu lugar. A psicóloga aqui é você, garota – piscou para ela.

               Sophie consentiu e respirou fundo, aquilo iria ter um fim, não continuaria mais vivendo daquela forma miserável com seu namorado, em breve acertaria o rumo de sua vida.

– Oh, Oppa? – Proferiu Sun ao celular. – Sério? Sim! Nós já vamos. Beijos – desligou animada. Gritou para que Mina se juntasse a elas. – Se arrumem, nós vamos sair com os meninos.

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– Hoseok, se você continuar comendo assim vou acabar falindo antes mesmo de ganhar alguma coisa – Seokjin ficou abismado com a quantidade de comida que o amigo abocanhava ao mesmo tempo.

– Hyung, eu ‘tô em fase de crescimento, preciso me alimentar. E ‘tá saindo de graça – justificou, engolindo o alimento com dificuldade. Jin riu da sua fase de crescimento adulta.

– Entendi, entendi... – encerrou o assunto, enquanto dava tapas em suas costas.

– Aproveite a comida, Hoseok – o pai de Jin, Cheol, o incentivou a comer mais, era por sua conta.

– Tio, você é o melhor – ele agradeceu encenando emoção.

– Tio? – Jin bateu mais forte.

– Sim! Eu já sou da família, hyung. Não sabia? – Riu da expressão do mais velho.

– Cada coisa...

               Seokjin não demonstrou, mas se sentia confortável com a afirmação de Hoseok. O amigo, não tinha mais ninguém além de sua mãe adoecida, ele se sacrificava dia e noite para pagar as contas do hospital e no fim nunca sobrava nada para o mesmo. Quando os outros mencionavam a possibilidade ajuda-lo, ele apenas agradecia e gentilmente negava, não por orgulho, mas por não querer ser uma preocupação para ninguém. Admirava a natureza conquistadora dele e seu esforço, contudo, se eram mesmo uma família, ele não poderia negar daqui para frente, certo? Afinal, esse é o papel de família: apoiar sempre.

– Hyung, pega uma câmera rápido, precisamos registrar esse momento – Hoseok balançou seu braço afoito e sorrindo.

               Namjoon, voltava do banheiro, agora vestindo o terno que tinha ido experimentar. Ele parecia desconfortável e Hoseok não segurava a gargalhada estridente, fazendo Jin rir junto com ele, em tanto tempo em que se conheciam jamais imaginaram ver o amigo tão formal e engomado.

– Se vocês não se calarem... – ameaçou fazendo-os parar imediatamente.

– Ficou legal – disseram os dois ao mesmo tempo.

– Parece que eu acertei no tamanho, ficou ideal – Cheol brindou sozinho orgulhoso de sua escolha.

– Sim, eu agradeço sr. Kim – Namjoon agradeceu formalmente o homem.

– Não pense que é de graça, sim? Esse terno tem um preço muito caro – Jin falou serio atraindo a atenção dos três. – A felicidade da SunHee, não ouse magoar a minha irmã, entendeu? Se você o fizer vai se tornar o meu pior inimigo.

– Ah, eu sei disso, hyung. Não se preocupe... a felicidade dela é a minha – afirmou se sentando de frente para eles.

– Meus garotos cresceram tão rápido, nem parecem mais aqueles pirralhos secos do ginásio – Hoseok dramatizou secando o choro imaginário.

– O único pirralho seco era você – riu Namjoon se lembrando do garoto franzino.

– Oh, verdade! A gente até fez campanha alimentícia ‘pra ele – recordou Seokjin. Na época escolar Hoseok era magricela, o que levou a uma ação bem planejada pelo grupo de amigos, fizeram uma petição de caridade para ajudar o garoto, quando no fim a real intenção deles era comer de graça, deu certo por um tempo até serem descobertos e punidos.

– Esquece isso, aí. Até hoje minhas costas doem da surra que minha mãe me deu – Hoseok fez careta de dor.

– Eu e Tae quebramos o recorde da duração dos castigos – contou Namjoon. Os dois moravam juntos a muito tempo, desde que os pais do mais velho morreram em um acidente.

– E mamãe proibiu Seokjin de sair por duas semanas – SunHee antecipou a fala do irmão, ela e Mina se acomodaram na mesa, Sophie tinha ido direto para o banheiro. – Eu lembro de ter sido um inferno ‘pra ele – emendou com sinceridade.

– E foi. Nunca me senti tão mal pela Rapunzel, ela deve ter sofrido – ele exagerou no gesto fazendo todos rirem.

– Uau! Você vem sempre aqui? – Sun notou a forma elegante que o namorado estava vestido.

– Sim, sempre esperando te encontrar – respondeu antes de selar seus lábios em um selinho rápido.

– Não façam isso – Seokjin lançou o guardanapo neles.

– Mal sabe você que eles fazem pior no quarto dela – disse Mina maldosamente.

– Ou melhor você quis dizer – completou Hoseok no mesmo tom que o dela.

– Ah, parem com isso... – Seokjin cobriu os ouvidos.

– Hyung, eu não sei do que eles estão falando, juro – brincou Namjoon.

– Ya! – SunHee deu um tapa em seu braço. – Então eu faço tudo sozinha?

– Desisto! – Falou Seokjin desgostoso.

               Eles riram com gosto. Mina, roubou metade da comida de Hoseok, a contragosto dele e não demorou muito para que os cinco dividissem os pratos. Cheol, já não se encontrava mais com eles, a chegada repentina de SunHee o tinha feito sair apressadamente, ninguém notou a não ser Seokjin, ele sempre notava como o pai agia com a menina, aquilo o desgastava. Sophie, se juntou a eles timidamente, ela não se considerava tão próxima dos garotos, se conheciam a algum tempo, porém, não tinha muito contato com alguns como: Hoseok.

– Olá! – Ela saudou-os.

– Oh, Sophie! Bem-vinda – disse Hoseok um pouco alto demais. Os outros dois a cumprimentaram também com alegria.

– Onde estão os outros? Eu quero ir logo – Mina demonstrou-se brava com a demora.

– Vocês acabaram de chegar, então nem reclama – avisou Namjoon voltando do seu momento particular com SunHee.

– Jungkook, está vindo – apontou Sophie para a porta por onde o garoto entrava.

               Mina prestou atenção nela quando ninguém mais notou, observou que os olhos da garota não desviaram de Jungkook em nenhum momento, enquanto ele caminhava em direção a eles, aquele brilho estava lá no olhar dela, não queria admitir, mas sentia-se enciumada e perturbada, até onde sabia Sophie tinha namorado, ela ainda não tinha sido capaz de perceber o que sentia por ele? De qualquer forma esse problema não era seu, Jungkook não ficaria com ela.

– E aí – o garoto foi curto ao falar com eles.

– Agora só faltam Jimin e Tae, Yoongi vai encontrar a gente lá – informou Seokjin.

– Onde eles estão mesmo? – Indagou Namjoon.

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– Esse é o ultimo – disse Jimin tirando o saco de adubo de suas costas e colocando-o no caminhão.

– Ah, eu estou morto – Taehyung arfou se sentando na beirada do veículo.

– Sim, eu também. Valeu por ter vindo – agradeceu Jimin com um toque de mãos.

– Sim, sim... o que você não faz ‘pra me ver tão sexy, não é? – Sorriu limpando a testa suada rudemente.

– Você ‘tá nojento, isso sim – zombou.

– Ah, qual é? Me dá abraço – abriu os braços.

– Sai, nojento – deu um soco na barriga dele que acabou se encolhendo pela dor, mesmo disfarçando. – Tem que fazer um jantar ‘pra mim primeiro.

– Interesseiro! – Tae tremeu fingindo aversão a ele.

– Filho... Taehyung... obrigado por terem vindo ajudar, eu não ia dar conta sozinho – afirmou o pai de Jimin visivelmente exausto, o homem já não tinha mais a juventude de antes.

– Pode chamar mais vezes, sr. Park. Sem problemas – afirmou Tae.

– Nós vamos sair depois daqui pai. Te vejo em casa – se despediu Jimin dando um abraço nele.

               Eles se sentaram no chão, descansando. O sol, se escondeu entre as nuvens proporcionando uma sombra acolhedora, o vento soprou uma brisa refrescante amenizando o clima. Os dois estavam em uma estufa relativamente grande, haviam flores de todos os tipos, cores e formas, uma bela combinação do diferente.

– Eu decidi desistir da SunHee – murmurou Tae. O garoto encolheu os joelhos e os abraçou, quando viu que Jimin o olhava preocupado, transpareceu um sorriso que tentava dizer “está tudo bem”.

– Acha que é o melhor?

– Sim. Eu e ela somos só bons amigos, não quero ficar entre ela e o Nam – revelou com dor. Namjoon, havia se tornado o irmão que sempre quisera, porém, nunca teve a chance de descobrir se tinha, seus pais viviam longe a muito tempo e não mantinham contato com ele.

– É o melhor mesmo.

               Jimin, poderia ter dito muitas outras coisas além disso como, por exemplo: que SunHee e Namjoon não estavam tão bem assim. Há algumas noites, tinha ouvido uma discussão entre os dois, não se ateve aos detalhes, seria invasivo demais, porém, não pôde evitar ouvir quando ele dissera que já não sabia se aguentaria mais passar por tudo com ela. Namjoon, estava cansado de tudo que tinha haver com a situação de SunHee, era nítido. Não imaginava Taehyung passando por metade do que o hyung passava, não que seu amor não fosse forte o suficiente, porém, SunHee não permitiria que isso acontecesse, ou ele queria acreditar nisso. Haviam muitas outras barreiras para alguém ficar com a amiga e ninguém tinha conhecimento disso.

– Então, vou me esforçar para encontrar alguém que a supere... alguém que seja melhor que ela e me faça esquecê-la – assegurou com firmeza.

– Sério? Vá em frente, eu te dou meu apoio. Vire um cafajeste, as garotas se atraem por esse tipo.

               Tae, virou ‘pra ele impassível, então encheu sua mão com terra e tacou no garoto.

– Me respeito, eu tenho meus princípios – riu da raiva dele tirando a areia dos cabelos negros.

– Taehyung, quer morrer?!

               Tae, levantou rápido vendo o amigo pegar um amontoado de terra para jogar nele também. O celular deles começou a tocar em conjunto, fazendo-os parar, era seus hyung’s. Jimin, foi o único a entender.

– Jin hyung. Nós já estamos chegando... sim, daqui uns dez minutos –

– Dez minutos? Eu ainda vou me limpar – observou Tae.

– Eu sei – Jimin caiu na risada. Seokjin odiava atrasos.

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               Yoongi, encostou o carro há alguns metros da antiga casa. Atualmente tinha se tornado um habito parar ali, ficava incontáveis minutos no local, via sua mãe ir e vir a todo momento, raramente via Jungkook, o irmão não ficava muito em casa e para seu desprazer também tinha de ver seu pai. Todas as vezes que via sua mãe chegar sentia a necessidade de ir até ela, abraça-la, ouvir sua voz ou simplesmente olha-la de perto, desejava tanto que seu coração doía como naquele momento em que saiu de casa: Jungkook o olhando sem entender e com lagrimas nos olhos, ele pedindo para que não fosse tentando carregar suas malas para dentro de casa, mas não conseguia. Sua mãe aos prantos e com os olhos vermelhos, ela não dizia nada e não precisava, sabia o quanto aquilo a estava machucando, ao entrar no taxi não podendo mais ouvi-los deixou que seu choro se libertasse. Após isso ele se viu sozinho e abandonado.

 – Querido, quero ir para casa. – A mulher ao seu lado pronunciou com a voz sonolenta.

               Ele ligou o carro e começou a se mover. Apesar de tudo ele não estava mais só, tinha encontrado bons amigos, iria se casar em breve, ainda tinha contato com o irmão, não era familiar o bastante, mas pouco a pouco Jungkook sedia espaço para que ele pudesse voltar a sua vida e por fim tinha sido agraciado com a figura materna de In Sook. Quando encontrou SunHee pela primeira vez, não tinha imaginado que sua vida sofreria uma reviravolta daquela forma, a jovem o levou para sua casa e fez de seu sótão uma casa para ele, até Sook o encontrar e afirmar que cuidaria dele dali em diante. Ele não resistiu, apenas seguiu os caminhos que a vida o estava oferecendo.

               Checou rapidamente as mensagens que chegavam no seu celular, duas de SunHee, uma de Namjoon, três de Hoseok e duas de Seokjin. Riu com a loucura dos amigos, sua família. Deixou a noiva em casa e em seguida foi para em direção ao encontro deles.

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               Sophie, pôs a bandeja sobre o balcão e se preparou para sair, os outros já estavam do lado de fora, Seokjin impaciente pela demora de Jimin e Taehyung sugeriu que eles fossem e em seguida os dois iriam sozinhos. Voltou para a mesa, apanhou sua bolsa e o casaco, antes de ir ficou um tempo parada olhando para o caos que a mesa se encontrava, não tinha costume de estar perto de pessoas tão animadas e energéticas. SunHee, sempre dizia que ela lhe lembrava Hoseok, e ela era assim, só não conseguia encontrar forças para agir da sua forma habitual, de alguma forma Jun-Ho estava roubando sua essência.

               Se virou bruscamente chocando seu corpo contra alguém, era Jungkook, ela se desculpou sem jeito.

– Nós já estamos indo – ele informou. Ela se deu conta de que tinha passado muito tempo no seu devaneio.

– Desculpe, me distraí – riu envergonhada.

– Ok, vamos logo – deu meia volta e já se afastava, ela o seguiu. – A propósito, você deveria sorrir mais.

               Sophie ficou surpresa, mas apenas concordou e sorriu minimamente.

– Sophie, você foi engolida pelo restaurante? Que demora.

               SunHee os esperava, os outros caminhavam mais na frente, de onde os três estavam podiam ouvi-los cantando. Eles caminharam rápido até alcança-los. Ao longe eles ouviram seus nomes serem chamados, Taehyung e Jimin, corriam com pressa na direção deles, então eles começaram a correr também, tentando não serem alcançados. Aqueles que viam de longe não conseguiam compreender a cumplicidade que habitava entre eles, a alegria que existia apesar das dificuldades e o amor que compartilhavam.

               Os que iam na frente diminuíram o ritmo, assim Tae aproveitou para pular nas costas de Jungkook que caiu no chão, rindo, Jimin se jogou em cima deles, cansado. Hoseok ia na frente dançando com SunHee, eles cantavam uma música animada e desconhecida, possivelmente a letra havia sido inventada na hora. Namjoon e Seokjin iam mais atrás conversando sobre a casa do mais velho, ele queria que Namjoon se mudasse definitivamente para lá, assim dividiriam o aluguel entre si e com Yoongi. Taehyung, não desistiu de pular em Jungkook que acabou carregando-o nas costas, Mina gargalhava dos dois. Sophie ficou um pouco para trás e Jimin fez companhia a ela.

               Um carro passou buzinando chamando a atenção deles.

– Meu carro! – Gritou Seokjin quando Yoongi pôs a cabeça para fora.

– Vocês estão muito lerdos, o sol já ‘tá quase se pondo – anunciou.

– Hyung, me leva com você.

               Jungkook gritou se jogando na carroceria do carro, os outros fizeram o mesmo.

– Meu carro... – lamentou Seokjin ao ver os maus-tratos com o veículo.

               Depois de alguns minutos eles chegaram ao destino. Uma costa que dava acesso ao Rio Han. Saíram do carro e admiraram a paisagem ao redor, assim como o sol se pondo no horizonte, o encontro da luz alaranjada com a agua do rio se transformava em um espetáculo. Eles se sentaram na grama, um ao lado do outro. Yoongi, passou o braço pelos ombros de Jungkook, este não rejeitou o contato. Sun deitou na grama e descansou a cabeça no colo de Seokjin.

– Eu amo vocês! Amo todos vocês – disse ela em bom som. – E por isso eu quero viver o máximo que eu puder e quero que estejamos sempre juntos.

– Nós não vamos a lugar nenhum! – Gritou Hoseok cheio de energia.

– Sim, nós vamos ficar sempre juntos! – Foi a vez de Jimin gritar.

– Sim! – Todos concordaram.

– Você também Sophie, agora está com a gente – falou Tae olhando para a garota.

– Sim! – Ela disse abrindo um grande sorriso.

               SunHee fechou os olhos aproveitando o momento e se deixou levar para o encontro com a mascate naquela manhã.

 

Não. Eu não quero pôr um fim à minha eu. Continuarei vivendo o máximo que puder... sorrindo com meus amigos e amando-os. Quero aproveitar tudo que a vida tem a me oferecer e mesmo que eu não tenha controle sobre mim ou sobre a vida, eu aceitarei as consequências passou a mão pelo seu ventre. Eu vou conseguir?

Não! Sinto muito, você não vai conseguir...   lamentou a idosa.

 

 

 


Notas Finais


Gente, não sei o que foi isso... talvez eu apague daqui a pouco


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