História .remember me - Capítulo 2


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Categorias Black Pink
Personagens Dahyun, Hyoyeon, Irene, Jennie, Jisoo, Joy, Lisa, Min Yoongi (Suga), Mina, Momo, Moonbyul, Park Jimin (Jimin), Rosé, Sana, Seohyun, Seulgi, Solar, Taeyeon, Tiffany, Yoona
Tags Abo, Amnésia, Chaelisa, Drama, Jennie, Jennie G!p, Jennie!alfa, Jensoo, Jisoo, Jisoo!ômega, Lisa, Matthew, Medicina, Mimo, Moonsun, Rose, saida, Seulrene, Taeny, Tristeza, Yoonmin
Visualizações 173
Palavras 1.863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI GENTE!!! QUERIA MUITO AGRADECER AOS FAVORITOS, A QUEM COMENTOU, AO BRIAN POR DAR TANTO CARINHO A LEMBRANÇAS DE UM AMOR, A TODO MUNDO!
Sério, vocês fizeram minha semana. Muito obrigada por isso <3
Agora, vamos começar de fato a fanfic. Espero que vocês gostem desse capítulo, mesmo.
Boa leitura, nos vemos lá embaixo.

Capítulo 2 - .one: then five years passed and I still want you


Jennie deu um suspiro ofegante e abriu seus olhos num evidente desespero. Ao seu redor, várias pessoas a encaravam em choque, alguns médicos seguravam bandejas com remédios e seringas e um deles tinha um dedo em uma tela. Ela o olhou fixamente. O que diabos estava acontecendo?

— Se-senhora Kim? — Um homem perguntou, se aproximando. O seu tom assustado estava definindo Jennie no momento. Ela quis falar mas sua garganta estava seca e sua língua parecia areia.

Ela apontou para a própria boca e um médico gritou para outro buscar água, totalmente eufórico. Jennie estava assustada, ainda mais porque tudo parecia absolutamente diferente.

Quando o outro médico trouxe a água, ele caminhou junto com uma outra mulher, esta que parecia abalada. Mas ao ver Jennie, ela começou a ofegar, parecendo conter os soluços. A garota na cama se questionou quem ela era para estar tão magoada e onde estavam seus pais. Ela estava no hospital, certo? Então eles deveriam estar lá.

Jennie bebeu a água enquanto pensava na hipótese. Ela sentia os seus músculos de seu corpo travarem e doía horrores para mexer os mesmos. Ela olhou para seu braço e viu que mal tinha carne, os ossos quase expostos contra a pele. Ela arregalou os olhos. Como tinha se transformado nisso se a não menos dois dias atrás - ela pensava - tinha se tornado uma das capitães das líderes de torcida? O seu corpo estava em forma e perfeito!

— Senhora Kim. — Uma médica chamou e Jennie olhou para ela. Queria corrigir o fato de que ela era apenas senhorita, já que não havia casado ainda. — Qual é a última coisa que se lembra? — Perguntou cautelosamente.

— Eu… — Jennie apertou os olhos, tentando procurar na sua memória. Sua cabeça doeu um pouco, mas ela se lembrou o que tinha acontecido por último em sua mente. — Eu lembro de Seulgi estar se confessando para a Irene, no baile. — Disse com a voz extremamente rouca. A mulher que tinha entrado com o médico pareceu extremamente abalada, se virando para um doutor e abraçando-o.

— Senhora Kim? — Chamou o médico, mas dessa vez ele não olhava para Jennie. Olhava para a mulher abraçada ao homem. Ela saiu dos braços do mesmo e olhou atentamente para o mesmo. — Quando exatamente isso aconteceu?

— Maio de 2007, doutor Im. — Disse a mulher chorosa. Jennie olhou de olhos arregalados para ela. O seu alfa pareceu ter alguma ligação com ela, pois foi naquele momento que ela se sentiu viva. E sem perceber, a mulher também se aproximou até que estivesse ao lado da cama de Jennie, tocando sua mão.

— Isso é… mentira? — Jennie tentou exclamar, mas sua garganta não colaborou. O doutor Im se aproximou e tentou livrar a mulher do aperto que dava em Jennie. A ômega o olhou com fogo nos olhos e ele quase se afastou, mesmo com os feromônios de raiva.

— Senhora Kim, eu preciso conversar exclusivamente com a Jennie-ssi. — Pediu cauteloso. Só então a ômega se afastou, olhando com algo como saudade em seus olhos. O alfa dentro de Jennie quis puxa-la de volta e abraça-la. Os feromônios que a ômega emitiu deixavam claro sua decepção.

Ela saiu da sala e Jennie imediatamente sentiu falta do cheiro de algodão doce. Então, ela se virou para o doutor e percebeu que ela não sentia o seu cheiro. Ela congelou.

— Senhora Kim… eu vou te dizer algumas coisas e você terá que ser forte, okay? — Ele pediu. — Quanto antes a senhora souber, mais fácil será de aceitar e ter um bom descanso. — Jennie assentiu, o olhando com olhos perdidos. — Você sofre um acidente de carro grave há cerca de cinco anos, no ano de 2013. Você estava em coma durante todo esse tempo e perdeu vários momentos de sua vida. Aquela que acabou de sair é sua ômega, senhora Kim Jisoo. Você se lembra de algum desses momentos, Senhora Kim?

Sua pergunta soou vaga. Jennie não estava ouvindo. Estava ainda impactada com o fato de que passou cinco malditos anos em coma. Cinco anos e que ela não lembrava de cerca de seis anos antes. Seu coração começou a acelerar, mas então Jennie sentiu sua consciência cair e ela desmaiou.

_________


Quando Jennie Kim abriu os olhos pela segunda vez, sua visão estava embaçada. Ela achou que estava acordando de um sonho louco em que tinha sofrido um acidente grave de carro e então estava em coma fazia cinco anos. Mas a visão branca do quarto esterilizado lhe trouxe rapidamente a consciência. Tudo era branco, exceto aquele ponto num sofá. Uma mulher tinha uma criança em seu colo. Ela logo se recordou do que o médico tinha dito, que aquela era sua ômega. Quando ela exalou com o pensamento, a mulher percebeu que tinha acordado. Por isso, ela se ergueu com a criança no colo e se aproximou.

— Ei, você acordou. — Disse suavemente. Ela, sem fazer questão de espaço pessoal, colocou o menino na cama e indicou a cabeceira, onde tinha uma jarra de água. Jennie assentiu e então a mulher despejou um pouco em um copo e serviu para ela. Jennie foi incapaz de não perceber sua extrema beleza. Ela parecia quase como se fosse divina, e não uma mulher de verdade.

— Omma? — O menino na sua cama perguntou e olhou curiosamente para a mulher na frente de Jennie. Esta que sorriu carinhosamente e o olhou, silenciosamente perguntando o que foi. — Essa é o meu appa? — Questionou, os olhinhos doces se virando para Jennie com confusão. Inevitavelmente, ela sorriu para o menino. O seu ar de doçura, seus olhos expressivos, seu rosto fino e que lembrava muito o da mulher ao seu lado, tudo nele era apaixonante.

— Nós falaremos disso mais tarde querido. — A mulher disse sorrindo, mas era um sorriso contido e tenso. — Vá lá para fora brincar com a tia Dahyun, ela deve estar naquele lugar que eu te ensinei durante a última visita, certo? — Pediu carinhosamente e o menino, ansioso para agradar sua omma, assentiu e quando foi colocado no chão, saiu correndo para fora. A ômega não se deu ao trabalho de gritar para que ele parasse de correr.

— Ele é bonito e parece ser esperto. — Jennie comentou com sua voz fraca. Ela ainda estava deitada na cama, sentindo seus músculos doerem por estarem parados.

— Ele só poderia ser nossa completa junção para isso. — A mulher disse e Jennie a encarou um pouco assustada. — Desculpe-me. O doutor disse que lhe explicou a situação. — Ao ver Jennie assentir, a mulher a olhou atentamente. — Eu sou Kim Jisoo, eu sou ômega, como você pode ver; eu tenho vinte e sete anos e sou advogada. E eu sou sua esposa. — Jennie assentiu, mesmo com a última parte. O doutor tinha lhe dito. Jisoo… esse nome era bonito.

— Qual o nome dele? — Ela se atreveu a perguntar, ainda pensando no rosto do menino.

— Jiwoo.

— Eu sempre quis ter um filho chamado Jiwoo. — Jennie sussurrou, se perguntando como a mulher saberia. Então, ela se lembrou, que elas eram casadas.

— Foi a primeira coisa que você me disse quando nos casamos. — Sussurrou a ômega, se aproximando. Ela tocou o cotovelo de Jennie e a olhou profundamente. — Eu senti tanto a sua falta, eu não sabia o que fazer sem você. Eu achei que deu tinha te perdido para sempre Jennie. Nunca mais faça isso comigo, por favor. — Pediu a olhando em seus olhos. Os castanhos escuros da ômega começaram a encher de lágrimas e Jennie sentiu o seu coração se apertar. Ela queria puxar a ômega para um abraço, mas não seria possível. Não naquele momento, pois ainda não conseguia sentir forças o suficiente em seus músculos.

— Eu não vou. — Jennie garantiu, sentindo pena de Jisoo. Ela tinha lutado por tanto tempo e parecia tão sem esperanças que doeu seu coração. E isso não a preparou para ter a ômega lhe abraçando totalmente, enterrando a cabeça em seu ombro e começando a chorar. Ela tentou acalmar a mesma com resmungos, mas o seu choro só piorava.

Jennie tentou a acalmar, mas só conseguiu resultados quando, sem ao menos perceber, começou a emitir feromônios calmantes para a ômega. Tão fracos que ela não percebeu, mas sua ômega, carente de emoções e carinhos durante um longo tempo, percebeu e os sentiu. Jisoo só queria beijar Jennie até seu ar faltar, mas sabia que não poderia naquele momento. Não quando era uma total desconhecida para sua esposa.

— Eu te amo. — Jisoo sussurrou, tão baixo que ela nem sabia se tinha dito de verdade. Mas a confirmação veio no cheiro de Jennie, que se tornou um pouco amargo. Ela se afastou, sorrindo para a alfa. Seu sorriso tinha perdido um pouco o brilho, Jennie foi capaz de perceber a leve mudança do humor da mulher.

Jisoo se afastou e limpou as lágrimas de seus olhos, tentando disfarçar que estava chorando. Jennie viu que mesmo com os olhos vermelhos, a ômega ainda continuava linda.

— Onde estão meus pais? — Jennie perguntou, um pouco ansiosa. Agora, sua garganta não estava doendo muito.

— Estão voltando da América em poucos dias. Eu os avisei ontem, e eles estão ansiosos para lhe verem. Matthew estava no Japão e deve voltar amanhã. — Jisoo explicou, lentamente.

Jennie assentiu, sentindo sua cabeça doer um pouco. Então, ela encostou a cabeça no travesseiro.

— Estou com dor. — Sussurrou, chamando a atenção de Jisoo.

— Eu vou chamar Taeyeon. — A ômega disse e logo se adiantou para sair, enquanto Jennie sentia tontura, então ela fechou os olhos.

A porta se abriu novamente e ela abriu os olhos, encarando uma mulher loira e baixa que entrava ao lado de Jisoo, que trazia Jiwoo em seus braços.

— Olá, Jennie. — Disse a loira, se aproximando até estar ao seu lado na cama. Jennie apertou os olhos, sentindo que o rosto da médica era levemente familiar. — Eu sou Kim Taeyeon, sua médica há cinco anos. — Falou estendendo a mão. Jennie olhou para a mão dela e ergueu a sua própria lentamente. Ela conseguiu tocar a da médica e conseguiu sorrir para ela.

— Você não estava ontem na sala. — Ela afirmou e a doutora Kim sorriu com apreensão.

— Não estava, não. Eu não aguentaria estar lá. — A mulher disse. — Talvez mais tarde, após você estar recuperada, falemos mais sobre isso. Jisoo me disse que você está com dor, certo? Eu vou dar apenas um analgésico para você dormir um pouco e descansar. — Falou e mostrou uma bandeja com uns comprimidos. Ela ajudou Jennie a se posicionar na cama e lhe deu o remédio com um pouco de água.

Jennie ficou levemente zonza ao erguer a cabeça, mas depois que deitou, sentiu seu corpo relaxar um pouco. Ela fechou os olhos, mas os abriu abruptamente pois sentiu uma mão em seu rosto.

Jiwoo tocava seu rosto, passando os dedinhos levemente pela sua testa e sorrindo. Ela até sorriu de volta, enquanto ia levemente para a inconsciência.

— Eu te amo, mamãe. — O menino disse e Jennie sentiu seu coração apertar quando fechou os olhos. Então, ela voltou a adormecer.


Notas Finais


Kim Jiwoo é a criança mais fofa do universo segundo a revista: eu. Eu amo muito esse menino, gente.
Então....?
Me digam o que acharam e boa noite!


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