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História Remember Me (Imagine Park ChanYeol) - Capítulo 12


Escrita por: e Byms9195


Notas do Autor


Perdoem a demora!

Bom, vamos colocar um pouco de aflição? Vamos né.. KKKKKKKKK

Perfil: @yshaA @byms9195

Capítulo 12 - Capítulo XI


Fanfic / Fanfiction Remember Me (Imagine Park ChanYeol) - Capítulo 12 - Capítulo XI

ah... o que? – ela ficou quieta, principalmente por estar desentendida do que o rapaz havia falado, diferente dele, que um misto de sentimentos passava pelo corpo – nós...estamos fazendo isso rápido demais.

— desculpa, eu...realmente quero tentar! Não tenho certeza mas...quero seguir meu coração e acertar no que é certo! – ele a todo custo tentou controlar sua respiração, parecia que seu coração iria pular pela boca. – eu gosto quando você me protege, quando confia em mim, quando voce me abraça dizendo que vai ficar tudo bem. Eu quero te amar, eu quero passar todos os momentos contigo!

— ChanYeol, eu não sei o que você interpretou com nossa amizade; me desculpe se eu insunuei que quero algo contigo.. não acho que estou preparada para um namoro sério Park.

— eu também achava isso, mas... podemos tentar! Não precisa ser sério, só deixe-me te amar; permita -me mostrar todos os sentimentos puros que eu tenho por ti. Eu quero mostrar a cada dia mais o quanto mais eu te amo; – ele observou a menina abaixar a cabeça, enquanto continuara a escutar ele, estava indecisa de seus sentimentos, ele sabe de tudo, tudo que irá passar. Mas estava disposto a fazer isso. – só me dê uma chance, uma chance de mostrar que eu posso..

— Não dá! Você não pode! – exclamou a menina, um pouco alto; viu o garoto se encolher e formar um bico sobre os lábios um pouco triste. — você sabe o que terá que passar? Sabe quantas vezes as pessoas já julgaram uma amizade minha, sabendo o que eu passei?

—Não me importo, não sou nenhuma dessas pessoas. – a garota olhou para o rapaz, sem entender. – eu sou diferente delas; sei o que você passou, eu passei por esse mesmo problema. Mas eu... eu busquei me aproximar mais das pessoas, procurei me aproximar mais de quem eu vi que podia confiar. Que queriam meu bem. E foi aí que eu percebi quão idiota eu fui; eu me apaixonei por alguém que pude chamar de amiga, fiquei admirado com você, com o que você conseguiu se tornar.

— ChanYeol...

— eu me senti bem, todas as vezes que você me disse que eu não precisava me preocupar. Eu quero sentir isso, eu quero fazer isso. Por favor, eu só quero uma chance... uma chance para mostrar o que eu sou capaz de fazer por ti.

— eu não quero te machucar menino Park.

— Não irá! Eu prometo a ti, deixe-me ajudar, eu quero corresponder aos meus sentimentos, seguir meu coração, esquecer tudo em volta e focar na gente.. no nosso agora – ele segurou as mãos da garota, fazendo carinho com o polegar.

Todavia a jovem não respondeu, isso deixou o garoto um pouquinho frustado, acabou por se levantar colocando sua mãos no bolso, enquanto a garota continuara com a cabeça baixa, ela estava triste? Chorando? Loey teve a certeza quando a viu lamuriar-se, em agonia, ela acabou fungando, durante o tempo em que ficaste a vislumbrar aquele impecável piso de madeira.

— não chora.. me desculpe e-eu, eu não quis forçar a barra. – ela continuava quieta, com seus pensamentos aflorados, buscando alguma resposta para esse medo indecifrável na qual sentia, estava novamente oscilante do que fazer. – eu sou um idiota, desculpa...

— Não, a culpa não é sua. É minha... Eu, eu sou assim. – ela passou os dedos pelo olho, na tentativa de retirar as muitas as lágrimas que se permitiam cair. – eu quero tentar, mas... estou com medo, estou com medo de falhar, de não ser boa o suficiente, ou... morrer antes disso.

O garoto, antes que a menina pudesse terminar sua frase, sabia que teria pior, sem negligência nenhuma abraçou ela, do mesmo jeito que ela fazia com ele, do mesmo jeito na qual a menina sorria dizendo que tudo irá passar, tudo tem seu tempo, e que não podíamos desperdiçar aquilo em vão. Principalmente quando mais precisávamos do que temos de mais valioso.

— Não tem problema, não chore, se não eu irei chorar também.. – teve um mínimo e esperança quando ela finalmente sorriu, sorriu abraçando o garoto de volta. Tentando se agarrar aquele aconchego. – "esta tudo bem, vai ficar tudo bem"

— tudo bem. Desculpe por isso.. – ela secava suas lágrimas enquanto olhando para o jovem; ChanYeol sabia que não teria uma chance, nao naquele momento frágil dela; então encheu o peito e disse:

— Então... se você não quiser, eu posso-

— eu estava vendo filme.. – a garota cortou o rapaz, ela não queria continuar com aquilo, aquele assunto estava a deixar desconfortável. – quer ver comigo? Acho que vai ser melhor do que... você ir embora a essa hora.

— sim! Claro, pode ser! – uma sombra de sorriso apareceu no rosto, sua empolgação era fofa aos olhos da garota. – digo... se não for incômodo é claro.

— sua mãe, não quer avisa-la? – ela agora pega o controls da televisão, mudando para o filme que estava vendo. – Acho que vai ser melhor.

— tens razão! – ele saiu por um breve momento, que foi suficiente para a menina arrumar aquela pequena bagunça que estava na sala; portanto não tardou tanto, porque logo o rapaz apareceu na sala afirmando que sua mãe o deixara ficar.

Após uma longa discussão sobre qual filme o "casal " iria ver, opinaram por assistir série, um palpite de ChanYeol; porque como ele disse, ela levam mais tempo e daria mais mistério. Mas todos sabemos que foi apenas uma desculpa para ver a garota mais vezes, talvez serial isso certo?

Ela ainda estava insegura de tudo isso, estavam indo rápido demais, gostava dele, ela queria sua companhia mas... machucar ele não estava em seus planos, em poucas semanas, meses, anos até; não tinha como confirmar, ela poderia morrer hoje, amanhã ou daqui a 20 anos.


[...]


— ainda acho que ele poderia atirado nela, estava bastante suspeito; eu sabia que no final iria acontecer isso. Estava bem na cara! – comentavam sober o filme, esquecendo um pouco do assunto anterior.

Chanyeol permanecia com a cabeça deitada sobre as pernas dela, enquanto recebia um carinho gostoso em seu couro cabeludo; já disse milhares de vezes que as mãos dela eram macias, e deixou bem claro quando argumentou que queria sentir aquele tipo de massagem todos os dias.

Hayashi não sabia qual seria a relação deles agora, como iris ser daqui para frente. Ele não a indagou nenhum momento, eles eram namorados? Ficantes? Ou tinham uma amizade colorida? Sua mente estava embaralhada, procurava alguma resposta mas sempre dava no nome: Park Chanyeol.

Mas desligou um pouco de seus pensamentos quando observou que o rapaz havia dormido, escutou uma respiração forte e sentiu uma pequena quentura sobre as pernas. Se inclinar um pouco para ver sua expressão seria meio arriscado de acorda-lo, mas decidiu mesmo assim.

Ele estava com uma expressão serena, seus olhos fechadinhos, e um bico sobre os lábios; por um breve segundo se condenou a beijar daquela boca macia, sentir o gosto daquele ósculo mais uma vez; portanto não queria o acordar então... tentou dormir junto. o que não deu muito certo, pelo fato da televisão permanecer ligada e estar com um pouco de frio.

Entretanto, sua postura estava a incomodando, enquanto ChanYeol estava deitado, ela permanecia sentada naquele sofá. O que era um pouco desconfortável ainda mais para ela.

Finalmente depois de tempos, tentando se concentrar para dormir ela conseguiu; contar os números de trás para frente baixinho, havia adiantado de alguns coisa. Nunca mais iria julgar daquelas pessoas que falam de contar números fazia o estresse diminuir. Pelo menos servia para alguma ocasião.


— 10:34 a.m — Incheon, Coreia do Sul —




Sentia beijos sobre seu pescoço, mãos passeando pelo seu corpo; eram tão bons, ela queria mais, portanto, encaminhou daqueles lábios até sua boca. Na qual o garoto pediu passagem com a língua podendo sentir mais daquele ósculo luxuoso pela manhã. Seus braços envolvendo a pela sensível o menino, afundando mais naquele beijo gostoso.

Acordar assim já teria ganhado pontos com ela, que sorriu ao terminar o beijo olhando os olhos do rapaz: — eu nem escovei os dentes.

— desculpa – ele riu nasalmente percebendo que não eram nem 12:00 e já estava animadinho. – eu não sabia como te acordar, e... queria ser romântico.

— esse é o seu romântico? Caralho.. – o garoto sorriu abaixando a cabeça sentindo um selinho em sua testa – deixa eu levantar; tenho que fazer café.

— ah, eu já fiz! – animado ele se levantou, pegando a bandeja com algumas guloseimas e carboidratos. – não sei ainda do que você gosta então.. opinei por fazer um de cada.

— eu gosto do suco de morango. Nisso você acertou..

— Então eu errei o resto? – ela negou deixando o rapaz um tanto quanto confuso. – então eu acertei?

— talvez, só irei saber quando provar..


[...]


Os dois passaram um pouco a tarde juntos, mas infelizmente o garoto deve de ir embora por conta de sua escola, estar no terceiro ano do ensino médio não era tão difícil para ele. Mas ainda sim teria que estudar, fazer faculdade e se formar.

— mais tarde eu volto.. prometo. – o garoto agora caminhava em direção à porta de saída, enquanto ela, o observava acompanhando-o. – até mais Hayashi.

Recebeu um último beijo antes de perde-lo e vista; ela estaria um pouco confusa, o dia inteiro praticamente eles passaram aos beijos, na hora do almoço, café da manhã, e quase janta. Eles ainda não namoravam, quando ela deu todas essas autorizações a ele?

Entretanto ela gostava do beijo, mas ainda se sentia insegura de tudo isso; a partir do momento em que deu uma chance, ele achara que estavam a namorar mas.. e o pedido?



— Boryeong, Chancheong do Sul; —



bom dia doutora!

A senhora estranhou o fato dele estar empolgado em plena quinta-feira; ele não era assim, algo tinha acontecido; e a curiosinmdade corroia a mulher que cabelos quase braços sentada em sua cadeira. — bom dia ChanYeol; vejo que está bem animado hoje.

— estou! – o rapaz se sentou na cadeira de veludo frente dela.

— quer me contar o porquê?

— Não sei se posso, ainda não está confirmado. – a doutora assentiu dado por vencida – mas irei contar: Estou apaixonado!

A senhorinha sorriu olhando para o rapaz, que afirmava um sorriso sincero e gostoso de se ver; trasparecia em sua fisionomia a felicidade que estava sentindo. Isso era bom; poderia fazer com que ele melhorasse o mais rápido possível. — o que te faz leve a essa conclusão?

— Meu coração acelera quando eu olho para ela, sinto uma imensa vontade de abraçar, beijar e protege-la, apesar dela ser mais velha que eu. Sinto que a amo, amo cada comentário que ela faz, o sorriso, os olhos ah... – ele fechou as mãos percebendo que suavam. – eu acho que realmente estou perdido.

Um riso foi escutado pela sala, os dois estavam se divertindo bastante naquela conversa; ela até se poupou de perguntar como ele estava: então levou a conclusão, a terapia estava andando certo.

Ele estava fazendo amizades, mas algo chamou atenção da senhora. O fato a menina ter leucemia.

Isso poderia machucar bastante o garoto, ver ela sofrer não será um ponto muito bom. Além de deixa-lo traumatizado, poderia fazer com que a depressão dele voltasse. Portanto, deixou de tocar no assunto e terminaram sua sessão psicológica e o rapaz teve de ir embora.

— até terça que vem Park! – o menino saiu quase saltitando, conversados com sua mãe, dizendo sobre a dona de seu coração. Mas a senhora logo tirou o sorriso a cara permitindo de pegar o celular discando para um número conhecido pelo rapaz.






— Você não pode deixar eles ficarem juntos..


Notas Finais


Quem foi? Hum?

Hehe, perdoem-nos a demora, estou com um bloqueio criativo imenso; e a Camila está super enrolada.


Estamos no dedicando bastante mas as vezes não tem como; sabe?


Troquei a capa gostaram? Ou preferem a outra?


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