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História Remind Me Of The Chords - Capítulo 22


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Notas do Autor


Está aí o próximo capítulo!! Espero que goste!

Capítulo 22 - Capítulo 21


Nick tinha ficado até um pouco mais tarde, se oferecendo para ajudar a limpar a casa e a bagunça deixada pelas visitas, o que facilitou para acabarmos mais rápido, mas ainda assim tarde.

-Porque não dorme aqui, querido? -Minha mãe perguntou, vendo-o pegar o casaco para vesti-lo. 

-Temos um quartinho onde você pode dormir. -Meu pai se apressou a dizer, fazendo David rir de leve, notando o mesmo que eu. 

-Não quero incomodar vocês. -Nick falou, agradecido. 

-Não será um incômodo. Está tarde, não é uma boa coisa dirigir até New York essa hora. -Minha mãe insistiu. 

-Ela tem razão. -Eu dei de ombros, tentando não transparecer o quanto eu estava feliz por dentro. 

-Então está bem. -Ele concordou. 

-Vou ajeitar o quarto de hóspedes. -Minha mãe sorriu, simpática, saindo da sala, enquanto meu pai subia junto com ela. 

-Tudo bem, agora eu acho que é melhor eu ir embora. - David sorriu malicioso para nós dois. 

-Porque? Você ouviu, meu pai não vai deixar eu dormir com ele. -Revirei os olhos, fazendo Nick corar. 

-Verdade. - David riu, balançando a cabeça. 

-Vamos dormir juntos no quarto de hóspedes? -Nick brincou, erguendo uma sobrancelha para David, fingindo seduzi-lo.

-Primeiramente, não. Tenho área vip no colchão no quarto da Alyssa. E segundo, não me olha assim que eu respeito minha amiga, apesar querer. -Ele fez uma cara de superior, nos fazendo rir. 

    Então fomos nos arrumar para dormir. David ofereceu imediatamente uma das bermudas que ele tinha levado, o que me fez rir ao ver Nick só de bermuda rosa com estampa de donuts coloridos depois que ele tomou banho. 

    Minha mãe fez questão de levá-lo para o quarto de hóspedes que ficava no final do corredor, enquanto eu entrava para tomar meu banho e vestir minha camisola logo depois. 

    Enquanto David tomava o dele, eu ajeitava a cama improvisada ao lado da minha, me aconchegando em meu travesseiro, sem acreditar que Nick estava há algumas portas de distância. 

    David voltou em silêncio, deitando-se na cama improvisada depois de apagar a luz. Um silêncio profundo dominou o quarto, enquanto mirava o teto branco do quarto, sem um pingo de sono. Como que eu dormiria sabendo que ele estava logo ali e eu não podia dormir agarrada a ele?

    Me sentia uma adolescente. Ser tratada daquela maneira pelos menos pais me causava uma certa revolta, afinal, será mesmo que achavam que eu já não transava com Nick? Ou que existia uma lei universal na qual as pessoas só poderiam transar numa cama, durante a noite, caso o contrário, não importa o quanto tempo fiquem sozinhos, longe de casa, juntos, o sexo só acontece numa cama, de noite, com os pais por perto. Era ridículo.

-Você não vai? -A voz repentina de David me assustou, me fazendo estremecer.

-Onde? -Perguntei, sem entender.

-Sério? Nick Jonas logo ali e você não vai lá dar uns amassos nele? -Perguntou, me fazendo rir. 

-Ah.. Não sei, não quero causar estresse nos meus pais por causa disso. -Comentei.

-Quando saí do banheiro dava pra ouvir o ronco do seu pai do corredor. -David comentou, para me encorajar. -E sabemos que só ele liga mesmo para isso. -Completou.

-Mesmo assim…

-Vai logo, garota, eu sei que você tá se segurando. -David comentou e eu ri, me levantando. 

-Mas e se alguém aparecer aqui?- Perguntei, já sentada na cama.

-Meu Deus, não viveu a adolescência mesmo. -David se levantou, me expulsando da cama. 

    Rapidamente ele ajeitou a cama, usando travesseiros e o cobertor para simular que alguém estivesse deitado, coberto. 

-Pronto, agora vá em paz. -Ele voltou a se deitar no chão.

-Valeu! -Sorri, animada. De fato não tinha aproveitado minha adolescência. 

    Abri a porta devagar, tentando não fazer barulho. Saí assim que tive certeza que o corredor estava vazio, fechando a porta atrás de mim cuidadosamente. Na ponta dos pés eu atravessei o corredor, passando pela porta dos meus pais, onde de fato era possível ouvir o ronco estrondoso do meu pai, até chegar a porta do quarto de hóspedes, abrindo com cuidado, evitando ao máximo qualquer barulhinho.

    Entrei tão silenciosamente que quando fechei a porta atrás de mim, parecia que Nick ainda não tinha me notado ali. Ele estava deitado na cama, todo descoberto, apenas com a bermuda chamativa, mexendo no celular com uma mão e com a outra apoiada atrás da cabeça. 

-Toc toc. -Falei baixo, mas o suficiente para ele estremecer e me olhar assustado, colocando a mão no peito logo depois. 

-Quer me matar do coração? -Ele riu, se sentando na cama, enquanto eu me aproximava. 

-Claro que não. David falou que eu tenho a obrigação de vir dar uns amassos em você para eu dormir melhor. -Sorri, parando ao lado da cama de solteiro do pequeno quarto, quando ele virou as pernas para sentar virado para mim.

-Entendi. Então você veio me dar uns amassos? -Ele sorriu, pegando minha mão e eu assenti, tentando esconder o sorriso. 

-Queria saber de uma coisa… -Mordi o lábio inferior, me aproximando. -Tem algum fetiche sobre sexo na casa dos seus sogros? -Perguntei, aproximando meu rosto do dele, já com um joelho sobre a cama, ao lado da perna dele. 

-Seria muito bom, mas acho errado. -Ele espremeu os lábios, me fazendo semicerrar os olhos. 

-Tem certeza? -Eu empurrei ele, fazendo-o deitar na cama, subindo sobre ele ao mesmo tempo, com uma perna em cada lado de seu corpo. 

    Eu o beijei antes que ele tivesse tempo para responder, um beijo quente, enquanto minhas mãos alisavam seu tórax nú, arranhando-o de leve. Não foi preciso muito tempo para sentir sua rigidez contra meu corpo, fazendo minha mão deslizar do seu tórax até sua calça, acariciando seu membro por cima da bermuda.

-Ainda acha errado? -Sussurrei, sem afastar muito nossos rostos, vendo sua expressão de tesão com a minha carícia. 

-A-acho. -Ele gaguejou, me fazendo sorrir.

-Acho que ele não concorda com isso. Ele parece com bastante vontade. -Comentei, sentindo meu corpo esquentar, o quarto parecia pegar fogo. 

-Eu… -Ele começou a falar, mas antes que continuasse eu desci até a altura de seu membro, desprotegendo-o da bermuda e colocando seu membro em minha boca rapidamente, fazendo-o suspirar. 

    Eu o chupei com prazer, adorava ouvi-lo suspirar de prazer, mas eu não queria só aquilo. 

-Bem… Mas já que você acha errado… -Comentei, parando de repente, levantando da cama. -Vou voltar para o meu quarto. 

-Ah, vai… -Ele levantou atrás de mim, me puxando pelo braço até meu corpo bater contra o seu e ele me segurar firme pela cintura. 

-Talvez eu tenha mudado de ideia. -Ele sorriu malicioso para mim, seus olhos transbordando tesão. 

    Devolvi o sorriso malicioso e o beijei novamente. Dessa vez ele que me jogou na cama, na diagonal, com ele por cima de mim. Seu membro roçando em minha coxa. 

    Ele desceu os beijos para meu pescoço, enquanto uma de suas mãos puxava a alça da minha camisola, começando o que seria uma rápida, silenciosa e deliciosa transa.

 


Notas Finais


O que acharam? Espero que tenham gostado! Até a próxima sexta!


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