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História Remind Me Of The Chords - Capítulo 37


Escrita por:


Notas do Autor


E vamos com mais um capítulo novo!!

Esperamos que goste!

Capítulo 37 - Capítulo 35


-Minha mãe amou o colar que você deu para ela e meu pai se apaixonou pelo relógio. -Alyssa comentou quando entramos no carro, cerca de meia hora depois que os outros convidados já tinham ido embora. 

-Eu pensei em te perguntar o que dar a eles, mas como eu te conheço, você só ia me desencorajar a comprar, então tive que ir na sorte. -Comentei, já dirigindo, com cuidado, para não acordar o Almôndega que estava dormindo na caixa destampada no colo de Aly. 

    Aly apenas riu, deixando a cabeça apoiada no encosto do banco, já estava cansada, mas seu olhar era distante, como se pensasse em um milhão de coisas. 

-Gostou mesmo do violão? -Perguntei, colocando para fora o que eu estava em dúvida há tempos. 

-Claro que gostei. -Ela virou o rosto para mim, ainda deixando a cabeça apoiada. 

-Não estou falando por ser uma relíquia da banda, estou falando por ser um violão. -Comentei, sem coragem de olhá-la, mantinha os olhos atentos na rua. 

-Gostei sim, de verdade. -Ela sorriu de leve. 

-Fiquei com medo de ser cedo demais ou algo do tipo, sabe… -Comentei, espremendo os lábios. -Mas achei que seria mais fácil você ter um violão que tenha uma lembrança positiva. -Completei, explicando, fazendo-a assentir. 

-Foi uma boa ideia. -Contou, me fazendo olhá-la rapidamente para conferir se não estava debochando de mim. -No primeiro momento eu fiquei com medo. Depois reconheci o violão, aí eu entendi isso. Você tem razão. -Completou, me fazendo suspirar aliviado. -Obrigada, amor. 

-Estou aqui para isso. -Completei, fazendo-a sorrir e voltar a mirar a rua junto comigo.

    Não foi preciso muito tempo para chegarmos em casa, indo direto para o banho e nos jogando na cama, deixando o Almondega dormir enrolado em sua coberta, bem ao lado da cama. 

    Acordar na manhã seguinte foi difícil. O quarto ainda estava escuro graças as grossas cortinas e tudo fechado, mas me forcei a abrir os olhos quando notei que Alyssa não estava mais na cama. Demorou alguns segundos para conseguir me sentar, olhando em volta, ainda sonolento. Aly não estava no quarto, nem no banheiro ali perto. Me levantei devagar, fiz minha higiene matinal e coloquei meu roupão, já que estava só de calça. Sabia que o restante do apartamento sempre ficava mais gelado que o quarto. 

    Tentei ajeitar minimamente o cabelo enquanto saía do quarto, fechando novamente a porta. No final do corredor era possível ver que as cortinas da sala deveriam estar abertas, pela claridade, mas antes que eu me aproximasse o suficiente para ver, ouvi o que parecia ser uma nota em um violão. 

    Me aproximei com cautela, evitando barulho, ouvindo outra nota e depois outra. Então um respiração pesada e mais uma nota. Quando cheguei na sala, colocando apenas a cabeça, só o suficiente para ver o que estava acontecendo.

    Alyssa estava sentada no chão, diante da porta de vidro da sacada, o céu tava azul e o sol forte, apesar da baixa temperatura que deveria estar la fora. Ela estava com as pernas cruzadas e segurava o violão, dedilhando ele vez ou outra. Ela respirou fundo e levantou a cabeça para mirar o céu azul entre os altos prédios, sussurrando algo como se conversasse com ela mesma. 

    Alguns segundos depois ela pigarreou e ajeitou a postura e, dessa vez, ela tocou as mesmas notas, mas em seguidas, num rítmo. Parou, respirou fundo. Tentou de novo. E de novo. E de novo. Ela não errava a nota da música, mas foi um pouco difícil de reconhecer. Ela estava claramente nervosa e lutava para manter a calma, mas tocava perfeitamente. Ela tentou novamente, parou, respirou, falou alguma coisa para si mesma em voz alta e tocou. Tocou a introdução e começou a cantar Your Biggest Fan, de Jonas L.A. 

    Dessa vez ela não parou no começo, mas aguentou cantar apenas a primeira estrofe, a voz falhou, começando a chorar, mas antes que ela parasse de tocar eu entrei de vez na sala, cantando o refrão, incentivando-a a continuar.

Me aproximei, sentando ao seu lado sem parar de cantar. Ela claramente se esforçava para continuar, mesmo com as lágrimas caindo em seu rosto. Ela fechou os olhos e respirou fundo, rindo de leve quando eu comecei a cantar a parte do rap. Ela espremeu os lábios, tentando se controlar, sem parar de tocar, incrivelmente bem para quem não tocava há anos. Fechou os olhos novamente e respirou fundo mais uma vez, engolindo o choro antes de me olhar e cantar comigo o refrão no final da canção. 

Quando a música acabou, ela se deixou levar pelas lágrimas, chegando a soluçar. Tirei o violão de seu colo e me aproximei o suficiente para abraçá-la, deixando que ela chorasse tudo o que precisava. 

Foi preciso alguns minutos assim até que ela se acalmasse, já praticamente deitada em meu colo, agora ofegava, recuperando o fôlego. 

-Estou orgulhoso de você. -Comentei, beijando o alto de sua cabeça, sentindo seu cabelo perfumado. -Fico feliz que esteja tentando pra valer. -Completei, fazendo-o erguer a cabeça para me olhar, forçando um sorriso. 

-Obrigada por tudo. -Ela falou, me fazendo segurar seu rosto e lhe dar um selinho, tentando secar seu rosto com os polegares.  

    Eu a abracei novamente e ficamos assim mais alguns momentos, vendo o céu azul. 

-Já tomou café? -Perguntei, quebrando o silêncio que se instalou no cômodo. 

-Ainda não. -Respondeu, ajeitando a postura. 

-Que tal panquecas? -Ergui uma sobrancelha para ela, fazendo-a sorrir, fungando e concordando. 

    Eu levantei e estendi a mão para ajudá-la a levantar também. Fomos para cozinha, eu sabia o quanto ela gostava de cozinhar junto comigo e eu, claro, adorava também. Então começamos a preparar a massa para as panquecas. Eu ia misturando enquanto Aly acrescentava os ingredientes. 

-Sabe o que é pior? -Ela começou a falar, colocando algumas gotas de essência de baunilha na vasilha que eu misturava, mas ela esperou eu olhá-la para continuar. -Se tudo que aconteceu entre a gente, não tivesse acontecido, hoje eu acordaria na casa dos meus pais, para fazer panquecas com a minha mãe, com Jonas Brothers tocando no último volume a manhã inteira. Os vizinhos odiavam. -Comentou, com um sorriso, me fazendo rir. 

-Me senti ofendido com a parte dos vizinhos odiarem. -Comentei, fazendo-a rir e encolher os ombros. -Acho que já está bom, não? -Perguntei, lhe mostrando o resultado da massa, fazendo-a assentir. 

Enquanto eu pegava a frigideira, ela tocou a massa com a ponta do dedo e o levou a boca, provavelmente só provando, mas a cena foi estranhamente sexy. 

-Está boa? -Perguntei, colocando a frigideira no fogão e me virando para ela, para pegar a vasilha com a massa que estava em sua mão. Mas ela só assentiu e repetiu o movimento, mas ao invés de colocar o dedo na boca para provar, ela estendeu o dedo para mim, colocando em minha boca para eu provar. De fato estava boa, mas Alyssa era muito melhor. Muito. Melhor. 

-Não está ótima? -Perguntou, me fazendo assentir, pegando a vasilha de sua mão e colocando-a ao lado do fogão, na bancada, me virando para Aly no segundo seguinte, me aproximando o suficiente para pegar seu rosto em minhas mãos e olhá-la, fazendo-a me olhar numa mistura de timidez e confusão que a deixava ainda mais adorável. Foi impossível não sorrir. -O que foi? -Perguntou, com o rosto corado.

-Você é incrível. Eu te amo tanto. -Falei, olhando cada detalhezinho de seu rosto perfeito, enquanto ela abria um sorriso que me fez sorrir junto, com seus olhos esverdeados me olhando com extrema paixão.

    Me aproximei mais, até minha boca alcançar a sua e meus dedos entrelaçarem em seus cabelos. Senti suas mãos segurando meu roupão, me puxando para perto de si. Nossas línguas se juntaram, se acariciando enquanto uma de suas mãos subia para minha nuca. O beijo lento e carinhoso, como sempre, começou a esquentar. A cozinha já não parecia tão gelada quanto antes, mas quem teve a iniciativa foi Aly, deslizando meu roupão pelos meus braços e passando as unhas de leve por eles, mais do que o suficiente para aquecer ainda mais meu corpo. 

    Passei um braço ao redor de sua cintura, grudando seu corpo no meu, deixando que ela sentisse a ereção de meu membro escondida apenas pela calça de moletom. Ela mordeu meu lábio inferior e passou as unhas pelo meu tórax, se afastando apenas o suficiente para me olhar e sorrir maliciosa antes de segurar a barra de sua regata e levantá-la, tirando-a e deixando-a no chão junto com meu roupão. Meus olhos desceram por instinto para seu par de seios perfeitos, com o bicos rígidos, me chamando para chupá-los.

    Toquei seus seios com as mãos, acariciando-os. Sentia seu olhar sobre mim, mas eu não me importava, eu amava apreciar toda sua beleza, nos menores detalhes. Ela colocou as mãos sobre as minhas, me incentivando a apertar mais forte seus seios, o que eu fiz sem pensar duas vezes, fazendo-a soltar um leve gemido, quase inaudível, que me fez sorrir de leve. 

    Sem exitar, eu a peguei pela cintura e  a coloquei sentada sobre o balcão ao nosso lado, de maneira que seus seios ficassem na altura necessária para que eu os beijasse, chupasse e mordiscasse deliciosamente, lhe tirando suspiros. Ela prendeu as pernas ao redor do meu corpo, apertando meus cabelos para me incentivar a continuar a acariciá-la com a língua.

Passei as mãos pelo seu corpo, sem afastar a boca de seu mamilo, fazendo movimentos circulares com a ponta da língua no bico rígido de tesão. Minhas mãos encontraram a barra de sua calcinha box, que ela usava para dormir às vezes, puxando-a para baixo. Foi preciso que ela se erguesse, se apoiando em suas mãos para que eu conseguisse terminar de puxar a calcinha até tirá-la, obrigando-a a desprender suas pernas de mim. 

E então finalmente a visão estava completa. Antes de me aproximar, eu parei para admirá-la. Alyssa nua, sentada no balcão escuro, que parecia deixá-la mais branca do que de fato ela era, a pele macia convidativa ao toque, seus cabelos escuros e levemente ondulados, caindo até a cintura, acariciando seu corpo e seus mamilos rosados, seus olhos verdes me olhando com tesão e, agora, com certa timidez pelo momento de admiração, fazendo seu rosto corar docemente.

    Voltei a me aproximar com um sorriso, colando seu corpo no meu e a beijando novamente. Deslizei uma de minhas mãos até do seu seio e em seguida para o meio de suas pernas, fazendo-a quebrar o beijo com um gemido quando toquei seu ponto de prazer. Ela se apoiou melhor no balcão e arqueou as costas, sentindo o prazer de minhas carícias. Ela se entregou ao prazer e jogou a cabeça para trás, fechando os olhos e deixando que os suspiros saíssem. Sua intimidade úmida me convidava a penetrá-la, me deixava mais rígido, cada vez mais louco por ela. Sem parar de acariciar seu ponto de prazer, eu beijei seu pescoço, indo de seu ombro a sua orelha, arrepiando seu corpo. 

    Ela abriu um pouco mais as pernas, me puxando para mais perto. Ela deslizou a mão pelo meu corpo e alcançou minha calça, me fazendo ajudá-la a chegar onde queria sem que eu parasse de lhe dar prazer, abaixei a calça apenas o suficiente para colocar meu membro para fora, sentindo sua mão envolvê-lo imediatamente, acariciando-o. Então ficou mais difícil de resistir. Não foi preciso mais que poucos segundos para eu me render e puxar suas coxas para minha cintura, fazendo-a se apoiar com as mãos, enquanto eu encaixava meu membro em sua entrada e a preenchia deliciosamente, tirando gemido de ambos. 

    Ela se segurou em mim, juntando seu corpo no meu conforme eu me movimentava, deixando a cozinha cada vez mais quente. Nossos corpos já levemente suados e suas unhas afundando de leve em minha pele, seus gemidos, seus seios sarrando em meu peitoral. Era demais. Não precisava muito daquilo tudo para chegarmos ao ápice. Sua intimidade quente e úmida me levando ao delírio. Agarrei mais meu corpo contra ao seu e estremeci junto com ela, sentindo sua mordida em meu ombro enquanto eu soltava um rouco e baixo gemido ao preenchê-la de prazer. A sensação do meu membro pulsando dentro dela e de sua intimidade me apertando com o seu orgasmo era indescritível, me fazia querê-la ainda mais. 

    Permanecemos ali, abraçados, sem nos mover, nos recuperando, até nossas respirações se controlarem. 

-Acho que precisamos terminar essas panquecas…-Ela riu de leve, se afastando apenas o suficiente para me olhar.

-É mesmo… já tinha me esquecido delas… -Comentei, fazendo-a rir junto comigo, me dando um selinho logo depois. 

 


Notas Finais


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