História Renascimento - Billdip - Capítulo 2


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines
Tags Billdip, Mabefica, Mabeficica, Mabifica
Visualizações 79
Palavras 1.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente é normal eu postar de madrugada então não liguem se comentarem depois de horas de capítulo lançado

Bem vindo a mais um capítulo, esse é maior olha que legal :3

Se gostarem comentem e me deem feedback

Capítulo 2 - Capítulo 1 - Quando voltaremos para lá


- Você vai passar frio se sair assim. – Dipper dizia olhando sua saia curta. – Leve um coberto ou coloco uma de suas meias calças.

- Levo um coberto mesmo, porque to divando com essa roupa. – Mabel sorriu se colocando numa pose, tirando uma risada do irmão. – Vamos logo, quero rever pessoas.

- Mabel – Pacifica riu ao ver a cara preocupada de mim, um riso doído.

- Vem Pacifica vou te mostrar uma coisa. – Pacifica continuava rindo enquanto eu pequena pegava sua mão, e a levava ao teclado da cabana do mistério ao deitando no teclado.

- Pra que me trouxe aqui? – Pacifica já tinha ganhado uma expressão suave e até meio triste. – Se for para falar sobre minhas amigas eu não estou interessada. – Pacifica tinha perdido suas amigas que falaram que apenas estavam com ela, por ela ser uma Northwest.

- Talvez... – Ia continuar a falar quando pacifica tentou se levantar e segurei seu pulso. – Eu não terminei, eu ia dizer olhe para o céu enquanto existir as estrelas eu prometo, que vou ser sua amiga e vou voltar para te ver.

Pacifica ficou surpreendida, me levantei levantando ela também e a abracei fortemente.

Dipper estalou os dedos na frente do rosto da irmã várias vezes, até a mesma desfazer o sorriso e “acordar”.

- Vamos o carro já chegou. – Mabel olhou Dipper e assentiu pegando sua mala e saindo rapidamente de casa, diferente do irmão que foi com calma.

Os dois gêmeos entraram no carro, eles iriam de carona, não trocaram uma palavra cada um pensando e lembrando sentindo suas borboletas no estômago e sua nostalgia.

Mabel

Comemoramos juntas e você sorriu de alegria, invés de sorrir falso.

Era o aniversário de 13 anos da Pacifica, ela me contou.

Seus pais a acordaram com confetes, depois teve tudo que “queria” até sua festa onde ganhou um gigante bolo, uma festa de rico as pessoas a brindavam, mas ela apenas olhava o relógio e finalmente tinha chegado a hora que marcamos e ela fugiu e veio correndo me encontrar.

- Oi Pa –Sorri ao ver Pacifica vindo correndo com os saltos na mão e seu vestido sujo.

- Oi Ma – Nós entramos e eu a levei ao meu antigo quarto, eu apenas tinha feito dois cupcakes e tinha colocado uma vela em um, mesmo assim ela apagou a vela com um sorriso de verdadeira felicidade, ela só queria uma festa com as amigas, apenas com as verdadeiras.

Eu penso como Pacifica deve estar linda hoje em dia.

Dipper

- Sabe Pinetree hoje vi sua irmã fazer uma promessa de amizade. – Tirei meus olhos do livro levando minha atenção ao triangulo. – foi tão enjoativo

Ri com isso, Bill achava tudo que não causava discórdia e sim unia as pessoas enjoativo.

- O que Pinetree? – O triangulo me olhou sem entender.

- Você sempre acha essas coisas enjoativas, as vezes acho que você acha humanos enjoativos. – Continuei rindo e ele cruzou os braços.

- Talvez ache humano pinetree. – Bill sorriu escárnio, parei de rir e voltei a atenção ao livro sem pensar nas palavras proferidas por ele.

Ele sabia como estragar minha diversão.

Os dois irmãos suspiravam, logo parando de pensar e pararam de olhar pela janela, começaram a olhar-se e conversar animadamente, falando como achavam que as pessoas estariam por causa do tempo.

- Como acha que Pacifica vai estar Mabel? – A garota congelou com a pergunta mordendo o dedo pondo-se a pensar um pouco. – Mabel?

- Acho que ela ainda vai continuar com seus cabelos longos e loiros, vai ter um ótimo corpo e vai continuar com a mesma personalidade. – Mabel sorriu imaginando ela e Pacifica novamente no telhado olhando as estrelas e fazendo promessas.

- Sim ela não deve ter mudado. – Dipper olhou para Mabel que sorria e passava as mãos pelo estomago.

Dipper desprendeu os olhos de Mabel lembrando que era isso que fazia sempre que lembrava de Bill o irritando. Então ele começou a pensar se Mabel gostava de Pacifica, seria bom ela iria aceitar que o Dipper é gay, ele olhou para a janela apoiando o cotovelo na janela, ele olhou seu braço e levantou suas mangas olhando as cicatrizes dos garfos.

Eu odeio e amo quando éramos Bipper

- Dipper aonde você escondeu o diário? – Nós estávamos na minha mente, era como se eu fosse um fantasma eu via o que ele fazia com meu corpo.

- Bill por que os garfos? – Perguntei como uma expressão triste olhando meus braços, abaixei minha cabeça conseguindo olhar um pouco Bill que vi expressar pela primeira vez uma expressão triste, ele estava triste de me ver daquele jeito? Talvez.

Bill vinha até mim colocando as mãos em meus ombros.

- Você não precisa saber...

Será que ele não gostava de me ver triste?

Mabel acabou dormindo e deitando no colo do irmão, que começou a lhe dar um cafuné, Dipper continuou olhando pela janela sentindo seu corpo relaxar e cair no sono.

Gravity Falls (Estatua de Bill)

Bill Cipher o demônio entediado, ele estava preso e enfraquecendo, ele não tinha nada além de ficar olhando a escuridão, ele sentia que algo estava para acontecer que iria retirar seu tedio. O que ele tentava fazer se lembrando de quando sentiu alguns sentimentos por alguém, quando possuirá Dipper, ele sentia tristeza de ver Dipper sofrendo ao ver seu corpo. Era a única coisa que fazia o demônio não “morrer” de tedio.

O demônio decidiu que ia andar pela aquela escuridão, pensando nas coisas que fez a Dipper e de como se sentiu quando o possuiu.

Dipper

Finalmente fomos acordados pelo motorista que havíamos chegado, era meio tarde, mas ainda podia ir lá na estátua.

- Mabel vá entrando eu vou passar em um lugar. – Mabel assentiu e sai correndo pela floresta, até aquela estatua em formato de triangulo, ela estava com um pouco de mofo, passei as mãos ao lado da estátua a abraçando logo após.

Bill

Parei de andar na escuridão ao sentir mãos em minhas bochechas, eu podia sentir alguém tocando na estátua e já estava tão fraco que fiquei em forma humana para ficar com energia, quando as mesmas mãos me abraçaram...Parecia Dipper, meu pinetree.


Notas Finais


Obrigado por lerem

comentem por favor me digam o que acham


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