História Rendezvous - Capítulo 1


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Categorias Red Velvet
Personagens Irene, Joy, Seulgi, Wendy, Yeri
Tags Irene, Seulgi, Seulrene
Visualizações 38
Palavras 683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esses capítulos iniciais vão ser úteis no entendimento, então provavelmente venham a ser chatos. Ademais, não esperem por nada meloso ou cenas quentes(??), mas quem sabe.

[...]

A estória a seguir é deveras ficcional. Qualquer semelhança com pessoas, sentimentos vivos ou mortos é mera coincidência.

Capítulo 1 - Capítulo I


Sr. Bae morreu na noite de vinte e cinco de abril. Morreu de um infarto fulminante, pouco depois de cochilar e quando se preparava para ir beber na casa do amigo, Dr. Kim, que não teve tempo de se despedir. No dia seguinte fez-se o enterro, que foi um dos mais concorridos na cidade de Daegu. Apesar dele não possuir nenhum grande cargo, ocupava elevado lugar na sociedade pelas relações da família. Esta compunha-se de duas pessoas: uma filha, Bae Joohyun e uma irmã, Seungwan. Contava esta com trinta e poucos anos e sempre vivera com o irmão cuidando da sobrinha, após a morte da mãe da mesma. Joohyun tinha vinte e cinco anos e era formada em física.

O Dr. Kim, médico e velho amigo da família, logo que voltou do enterro, foi falar com Joohyun, a quem encontrou no escritório particular do finado, em companhia de Seungwan. Alguns momentos correram de um profundo silêncio entre os três. O primeiro que o rompeu foi o médico.

-Seu pai deixou testamento?

-Não sei, respondeu Joohyun. Kim soltou um som nasal, ação que lhe era habitual quando se sentia frustrado.

-É preciso procurá-lo, continuou ele. Quer que a ajude?

Joohyun apertou-lhe afetuosamente a mão. -A morte de meu pai, disse a moça, não alterou nada as relações de confiança que temos.

O armário estava fechado, Joohyun deu a chave ao médico; este abriu o móvel sem nenhuma comoção exterior. O que podia se notar em seus olhos era a tamanha curiosidade, expressão que nenhuma das duas reparou. Logo que começou a remover os papéis, a mão do médico tornou-se trêmula.

-É isso? Perguntou Joohyun.

Kim não respondeu logo, olhou para o papel como se quisesse advinhar o conteúdo.

-Sabem o que está aqui? Disse enfim. -Talvez um divisor de águas para a família.

Nem Joohyun, nem Seungwan, pediram ao médico as devidas explicações. A curiosidade era natural e podia-se ler no olhar de ambas. O médico não disse nada, apenas entregou o testamento a Joohyun e pôs-se vagar pela sala mexendo na estante de livros. 

Joohyun rompeu o silêncio: -Que "divisor de águas" é esse a que se refere? perguntou ao médico.

Dr. Kim parou diante a moça.

-Não posso falar nada, seria incoveniente antes de saber as últimas vontades de seu pai.

Seungwan foi menos paciente que sua sobrinha; após longa pausa, pediu ao médico a razão de suas palavras.

-Seu irmão, disse este, tinha uma boa alma. Tive tempo para o conhecer melhor, saber de suas qualidades e ter sua confiança, assim como ele tinha a minha. Ele não queria que o último feito da sua vida fosse um erro.

-Talvez, um erro! Suspirou Joohyun.

-Mas doutor, insistiu Seungwan, por que motivo não nos conta logo. Tenho certeza que não será algo que vá desonrar meu irmão.

O médico viu que Seungwan tinha razão e que se não fosse dizer mais nada, era melhor nem ter começado. Joohyun, vendo que ele hesitava em continuar, posicionou-se:

-Não precisamos de explicação nenhuma, interrompeu a moça. - Amanhã saberemos tudo. 

Nessa ocasião alguém bateu na porta. O médico saiu logo em seguida, prometendo que voltaria no dia seguinte. Joohyun foi para o quarto ainda pensativa. -Que segredo será esse? Qual a necessidade disso logo agora?

Kim, como se ouvisse Joohyun, pôs-se a responder antes de entrar no carro, que estava parado em frente a casa:

- Acho que fiz bem prepará-las para essa notícia, a dor deve ser menor.

As relações de Dr. Kim com a família Bae era antiga, como já dito. Os dois senhores possuiam a mesma idade, conheciam-se desde a formatura e nunca mais afrouxaram esse laço de amizade.

Quando ele chegou em casa, encontrou sua esposa - Kim Yerim -  adormecida em uma cadeira de balanço e seu filho, Doyoung, tocando algumas notas no velho piano. Ele tocava com habilidade e Kim gostava de o ouvir. Naquele dia, porém, disse ele, que parecia um pouco inconveniente que o rapaz tocasse algo tão alegre. Doyoung obedeceu, mesmo que sem vontade. O pai pôs-se a observar o filho, com uns olhos profundos e amorosos, como ele nunca viu. 





Notas Finais


Caso algum dia alguém venha a ler isso porfavor diga o que achou. Curto, chato demais? A 'autora' agradece.


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