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História Renegado pelas fadas - Capítulo 19


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Capítulo 19 - Capítulo - 018



Natsu.


Estávamos comemorando nossa primeira vitória, Sting ficou tão feliz com o resultado que se ofereceu para pagar as bebidas ,mas para o seu azar , Cana também veio para Crocus.

Estava tudo perfeito, tudo ótimo. Mas eu comecei a sentir meus olhos pesarem, minhas pálpebras pareciam ter 200 toneladas cada, eu com muita relutância pisquei, mas quando abri os olhos não estava mais no bar, eu estava em um lugar Escuro e silencioso.

Eu olhei em volta na tentativa de encontrar algo, mas nada. Eu estava começando a me desesperar, a poucos segundo , Minerva estava sentada no meu colo bebendo enquanto riamos e agora eu estou sozinho nesse lugar....

-- Minerva! -- chamei na esperança dela responder , mas nada. -- Minerva! -- chamei mais um vez apenas para ser respondido pelo silêncio novamente. -- MINERVA!! -- gritei mais alto e finalmente fui respondido, mas não foi pela minha Dama.

??? -- Pare de gritar ,seu maldito lagarto flamejante! -- uma voz ríspida e revestida de ódio me repreendeu, no susto eu olhei em volta com chamas cobrindo meus punhos. -- Grrrr você é realmente deplorável, e isso me irrita ainda mais ao saber que não consigo esse maldito corpo. -- ele dizia enquanto parecia andar a minha volta, eu tentava acompanhar ele, mas ele se movia de forma estranha.

-- quem é você? Onde eu estou? E do que caralhos você está falando? -- perguntei ainda em posição de batalha, essa voz era familiar , assustadora e familiar, eu ia repetir as perguntas , mas ele me interrompeu gargalhando alto.


E.N.D. -- Você está na sua mente. -- ele respondeu e eu olhei na direção de onde sua voz saiu. -- não estou falando de nada além de tomar de volta o que é meu. -- ele respondeu e sua voz vinha de trás de mim, eu olhei na direção novamente, e nada. -- e quem sou eu...? -- ele fez uma pausa e uma chama azul se ascendeu na escuridão, mais especificamente na mão de alguém que se parecia muito comigo. -- eu sou Etherious Natsu Dragnel, ou em outras palavras eu sou você!

No choque eu dei alguns passos para trás, como assim ? O que isso quer dizer , só existe eu , não é possível que haja outro eu. 

Eu estava confuso, eu olhava para meu "chará" que se aproximava a passos lentos de mim ,com um sorriso macabro no rosto.

Eu respirei fundo e me recompus , olhei para ele e me pronunciei.

-- o qu- -- ele sumiu de maneira repentina e antes que eu pudesse reagir sua mão já me segurava pelo pescoço me erguendo no ar.

E.N.D. -- parece que deu certo. -- ele disse e logo me olhou sorrindo de forma maldosa. -- trazer você aqui funcionou, aquela magia de dragão não pode ser utilizada daqui.

Eu fiquei confuso ele preparou um soco revertido de suas chamas azuis e eu fechei os olhos esperando o impacto que nunca veio, ele me largou e se afastou gritando, eu abri os olhos e ele queimava em uma lábareda vermelha como sangue.

Eu me levantei e enchi meus pulmões com as chamas que o feriam as poucos e logo as engoli, me senti completamente faminto, não me alimentou nenhum pouco, mas deu energia, e isso não dava para negar.

Ele se levantou e tentou me atacar com um soco revestido de chamas azuis, eu desviei com certa dificuldade e devorei suas chamas azuis e mais uma vez , nada, eu continuei faminto , porém, energizado.

E.N.D. -- não adianta, esse fogo não vai te ajudar. -- ele disse se preparando para me atacar novamente, mas antes que eu pudesse me defender.

ROOOAARRRRRRR!!!

Fomos surpreendidos por um enorme dragão feito inteiramente de chamas vermelhas como as que a poucos segundos o feriam intensamente, e mais uma vez ele estava sofrendo só de estar em contato com aquela intensa chama vermelha como o sangue, não demorou mais do que alguns segundos ele foi totalmente consumido pela chama restando apenas sua estranha chama azul ,que continuava intensa mas não ousava se misturar com a vermelha.

Eu estava me deixando levar por aquela aconchegante chama carmesim até ouvir uma voz, ela era grave e imponente.

-- O que está esperando ? -- eu procurei o dono daquela voz e nada, eu olhei para cima e vi o que deveria ser o rosto do dragão.

Mesmo que não desse para ver direito era como se Ignnel me olhasse, eu não disse nada, apenas consumi aquelas chamas carmesim juntamente as azuis, e mais uma vez eu estava no escuro, eu buscava ao redor alguma maneira de sair dali até que...

Minerva -- ... Tsu.... Natsu...Natsu....! -- ouvi a voz de Minerva e logo meus olhos se abriram , eu estava no mesmo lugar e na mesma posição de antes desse estranho pesadelo.

Minerva segurou meu rosto me fazendo olhar para cima e pareceu se surpreender ao ver meus olhos, mas logo acariciou meu rosto e disse de forma carinhosa.

Minerva -- o que houve , rosinha...? -- ela perguntou com um sorriso carinhoso e eu sorri negando com a cabeça , não vou preocupa-la com um pesadelo ou seja lá o que tenha sido essa merda.

-- melhor impossível. -- eu falei e a roubei um beijo logo abraçando com força sua cintura, o que puxou um pouco a manga esquerda do meu casaco, deixando a mostra uma estranha mancha preta que parecia subir mais um pouco, eu decidi ignorar por enquanto.


Não voltamos muito tarde, depois da cerimônia de saudação as 4 guildas que vão participar esse ano , nós nos retiramos para o hotel onde a Sabertooth estava instalada, durante todo o caminho eu pensava naquele sonho e no meu braço, estava me sentindo desconfortável, nem participei da conversa sobre as guildas, nós chegamos no hotel e cada um foi para o seu quarto exceto eu e Minerva que ficamos no mesmo quarto, ela foi arrumar algo para amanhã enquanto eu fui até o banheiro para tomar um banho , tirei meu casaco e olhei meu braço me deparando com uma marca estranha, mas levemente familiar ,parecia a mesma que Gray tinha no braço, mas a minha era diferente, eu olhei a marca de forma curiosa, até ouvir Minerva abrindo a porta.

Minerva -- vim lhe dar um banho de banheira... -- ela disse se aproximando de forma maliciosa.

Após longos e maravilhosos minutos de banho/sexo selvagem , eu e Minerva estávamos deitados nús na cama .

-- realmente, a cara das fadas quando nós saímos em primeiro , foi ótima. -- eu concordei rindo sendo acompanhado pela morena deitada no meu peito.

Minerva -- que marca é essa ? -- ela pergunta de forma curiosa parando de rir. -- não me lembro dela quando transamos de manhã.

-- porque ela não estava aí. -- eu disse e ela me olhou em clara confusão. -- eu não sei o que é, mas tenho quase certeza que tem algo haver com....a minha raça. -- eu completo levemente incomodado , eu não gosto de tocar nesse assunto.

Minerva -- eu sei que não gosta de falar sobre isso , tudo bem se não quiser. -- ela disse se levantando para me encarar nos olhos , eu sorri e neguei com a cabeça.

-- tudo bem, mas se for realmente isso, acho que pode ser uma marca de magia Devil Slayer. -- eu digo meio pensativo.

Minerva -- nossa... Nunca ouvi falar de alguém com duas magias Slayer's diferentes. Quero dizer de raças diferentes. -- ela disse impressionada , mas logo deitou a cabeça no meu peito brincando de desenhar com a unha no meu peito. -- você não para de me surpreender....

-- eu me esforço. -- digo a apertando em um abraço e a mesma ri. -- agora vamos dormir , amanhã começará pra valer os grandes jogos mágicos e temos que estar 110%....

Minerva concorda já meio sonolenta e usa sua magia para apagar a luz e nós dormimos de conchinha.


Enquanto isso.

Auto.

Em outro prédio mais próximo ao Coliseu, a equipe das fadas se reunia para discutir , afinal haviam sido humilhados e não podiam deixar as coisas desse jeito.

Erza -- Malditos. Malditos. Malditos. -- a ruiva quebra a mesa de centro com um soco e encara sua equipe seriamente. -- isso foi humilhante, fomos hilhados pelos traidores que preferiram um demônio sujo a sua própria família. 

Gray -- concordo plenamente, não devemos pegar leve com eles apartir de agora, as outas guildas não são problema , fiquem seus esforços na equipe do Dragnel. -- completou o Devil Slayer de gelo.

Erza. -- deixem os traidores sobre minha responsabilidade e eu garantirei que eles sofram pro sua covardia. -- disse a ruiva criando uma espada e a atravessando no que restou da mesa .

Lucy -- eu mesma darei um fim na cadela daquele demônio, tenho contas a acertar com ela.

Gray -- eu cuido do demônio, ele não tem a menor chance contra a minha magia Devil Slayer. -- terminou o moreno criando uma névoa gelada sobre ele.

Mais ao longe Makarov ouvia as juras de ódio que seus filhos faziam e suspirou de forma melancólica.

Makarov -- eles não vão ter a menor chance. -- disse o velho mestre indo até às escadas. -- e eu não tenho como defende-los disto, afinal, ele procuraram a ira de Natsu......




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