História Represália - Capítulo 8


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Categorias Alex Mapeli, Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo, Flavia Pavanelli, Justin Bieber, Paulo Dybala, Sabrina Carpenter
Personagens Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo, Flavia Pavanelli, Justin Bieber, Paulo Dybala, Sabrina Carpenter
Tags Barbara Palvin, Cr7, Cristiano Ronaldo, Drogas, Flavia Pavanelli, Gangster, Járbara, Justiça, Justin Bieber, Máfia, Mafioso, Morte, Paixão, Policial, Vingança, Violencia
Visualizações 94
Palavras 5.836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


⏩Boa leitura, meus amores!!!

Capítulo 8 - A revolta


Fanfic / Fanfiction Represália - Capítulo 8 - A revolta

POV. Justin Bieber

Parei o carro em frente ao colégio da Manuela, abaixei o vidro da janela e vi nitidamente o Nathan encostado na moto preta, ajeitando os cabelos dela. Apertei o volante do carro com força, analisando cada detalhe da mão dele acariciando a bochecha da minha prima, o sorriso torto daquele fedelho me irritava, tirei a pistola de dentro da mochila pronto para matá-lo. Nathan havia beijado Manuela na boca, destravei a arma mirando a cabeça do garoto.

— Controle o seu ciúme, cara. — Dybala puxou o meu braço, impedindo-o de matá-lo. — Não podemos chamar atenção de todos.

— Não é ciúme, é..... proteção. — esbravejei enfurecido, socando o volante com força, semicerrando os olhos para não vê-los juntos. — Esse garoto está querendo desvirginar a minha prima.

— Desvirginar? Essa palavra existe? — gargalhou alto.

— Palhaço! Você não me compreende, nem deveria estar lhe contanto essas coisas. — resmunguei impaciente, dando partida no carro.

— Experimenta contar ao Bruce que você nutre pensamentos indecentes com a Manuzinha e levará tiro no rabo. — disse debochado.

— Eu não tenho pensamentos indecentes com minha prima. — revirei os olhos, aumentando a velocidade.

— Admita que tu sente algo pela Manuela, cara! Eu não estou aqui para julgar seus sentimentos, sei perfeitamente o quanto esse assunto é confuso na sua cabeça. — falou sério, fazendo um cigarro de maconha. — Não é nada fácil, o cara se apaixonar por uma garota proibida.

— Não estou apaixonado pela Manuela, isso é apenas uma fase. — retruquei mal humorado, ele fingiu uma tosse, reprimindo o riso. — Eu jamais deixaria as coisas chegarem longe, se é que você me entende?

— Possa ser que agora vocês não cheguem no finalmente, mas daqui alguns anos, não duvido que sua opinião mudará. — argumentou. — Você sente inveja de um garoto de 13 anos, porque ele pode beijar a sua prima sem receber olhares tortos das pessoas e ainda poderá ser aceito pela sua família. A verdade é essa: Você queria ser o Nathan e viver essa paixão que sente pela Manuela, sem ser apontando na rua como o cara que seduziu uma garota de menor. Mas és tão preconceituoso consigo mesmo, que estar deixando sua felicidade escapar de suas mãos. Tu vai acabar virando um velho rancoroso.

— Eu era apaixonado pela Eloá e consegui esquecê-la, com a Manu é a mesma coisa, daqui a pouco, essa sanidade passará. — afirmei convicto.

— O que você sentia pela Eloá era uma ilusão retratada da sua ex namorada. A ingenuidade da moça te fazia relembrar a sua ex Melanie, mas hoje sabemos, que essa vagabunda não era ingênua e sim uma sonsa ardilosa. — disse estressado, tragando seu cigarro. — Quando você a beijou na frente do colégio, percebeu o equívoco que seria se envolver com a Eloá, mas com a Manuela as coisas mudam de concepção.

— Como assim? — franzi o cenho, sem saber o motivo dessas comparações.

— Você gosta da Manuela do jeito que ela é: teimosa, linda, determinada e sedutora. Em momento algum chegou a comparar Manu com sua ex paixão. — ponderou pensativo. — Você não fica idealizando-a, apenas gosta da sua prima com os defeitos e qualidades que a mesma possui. Já a fantasma Melanie revelava somente as suas qualidades, ela era perfeita demais, e quantas vezes tentamos te alertar? Mas você estava cego de amores por ela e até chegou a nos ameaçar de morte.

— Mesmo gostando da Manu, nunca me sentiria confortável ficando com a minha prima. — suspirei pesadamente, parando o carro em frente ao colégio.

— E se ela não fosse a sua prima?

— Eu não sei, cara! Estou confuso, muito confuso. — admiti no suspiro. — Se ela pelo menos tivesse 16 anos, se não fosse minha prima e nem irmã do meu melhor amigo poderia abrir uma exceção.

— Eu realmente espero que a Manuela tenha paciência contigo e consiga esperar essa confusão sair de sua cabeça, mas só o tempo dirá o que vocês sentem um pelo outro. — disse sério, saindo do carro.

Voltei a dirigir a Ferrari pensando na minha conversa com o Dybala. Manu era especial para mim, eu não queria machucá-la, ela é a única garota que me faz pensar em coisas boas. Já a Melanie, era uma mulher quente na cama, tínhamos uma química extraordinária e nunca havia encontrado em outra garota essa fome de prazer na cama.

Vivemos 1 ano e meio juntos como marido e mulher, fizemos planos de ter dois e até de nos casar na igreja, naquele tempo eu era um idiota apaixonado que acreditava no amor e fazia todas as suas vontades.

E no fim, Melanie destruiu a minha vida, me traiu com o meu amigo de faculdade Ryan, ela era tão venenosa que desse triângulo amoroso saiu uma tragédia, talvez eu consiga relatar os fatos quando sentir-me curado do remorso que carrego a mais de 2 anos. Ela me transformou nesse ser humano desprezível, medroso e fraco, capaz de recair facilmente nos próprios vícios. Mas por outro lado, Manu me colocou de pé, me aceitando desse jeito torto que sou. Hoje fazia duas semanas que não me drogava e nem bebida demasiadamente até perder as forças.

Eu estou lutando contra os meus impulsos covardes, contra a culpa que ainda morava em meu peito, estou lutando contra o desejo de cair novamente nas drogas. Eu queria ser bom o suficiente para ganhar o seu amor, confesso que queria ser o Nathan só para tê-la nos meus braços, beijar a sua boca e ganhar os seus beijos. Mas ninguém sabe o que se passa na minha mente, não é frescura e nem tão menos medo de se apaixonar de novo. Era a certeza de que vou machucá-la, de que sou um merda sem salvação, Manuela merecia um cara sóbrio, amoroso e fiel e essas três qualidades não combinavam com o cara que a vida havia me transformado.

Parei o carro um pouco afastado do hotel, não seria prudente invadir o local de dia, havia câmeras e também testemunhas. Restou-me esperar o Phillipe sair do hotel, coloquei munição na pistola, mas a ordem recebida era torturar o delinquente até a morte e eu não costumava brincar em serviço.

— Está me dando sono ficar vigiando esse cara. — resmunguei impaciente, vestindo minhas luvas pretas. Enfim, a vítima saiu do hotel, entrou no carro preto dirigido pelo motorista particular, mantive uma distância segura entre o seu carro e o meu. Na hora exata entraria em ação, cogitei a ideia de jogar o seu carro para fora da pista, mas perderia a graça, e hoje estou com vontade de torturar.

{...}

O carro parou num Bordel afastado do centro da cidade, o loiro calvo adentrou o local, estacionei meu carro no beco, coloquei o capuz do casaco preto na cabeça, deixando a pistola escondida no cós da calça e as mãos no bolso do casaco. Andei cabisbaixo como se não quisesse nada, até que parei no lado do motorista, dei duas batidas no vidro do carro, o moreno se assustou pondo a mão no peito, estava distraído assistindo vídeo pornográfico no celular. Era um amador, provavelmente nunca comeu uma boceta ou estar a anos sem ter o pau chupado, ele meio envergonhado abaixou o vidro do carro, ficando corado em seguida.

— Pois, não? — indagou confuso e o que recebeu em resposta foi um murro no seu nariz. — Aiiiiiiiiiiiiii

O puxei pela gola da camisa para fora do carro, empurrando-o de encontro a parede. Como tinha um caminhão na frente do Bordel, ninguém me viu socar esse imbecil. Acertei uma joelhada na sua barriga, e um soco no seu queixo tão forte que o infiel caiu desmaiado no chão.

— Ótimo! — suspirei, puxando seu corpo para dentro do beco. Retirei minha roupa deixando no meu carro, em seguida, retirei a calça social, a camisa e o terno do motorista. Vesti apressadamente a roupa, depois pus o chapéu preto do moreno desacordado. — Adeus!

Fiz um corte grande no seu pescoço matando a testemunha, segui para o carro do Philippe, ficando no local do seu motorista. Fiquei batucando meus dedos no volante, esperando a vítima aparecer. Pelo retrovisor vi o loiro vindo com o telefone na orelha, antes que eu saísse para abrir a porta, ele mesmo abriu e sentou-se no banco detrás.

— Me deixe em Lower Manhattan/ Wall Street. — disse impassível, assenti dando partida no carro e ele voltara a falar com a pessoa pelo celular. — Calma papai, Joseph garantiu que Eloá será minha esposa, a união das duas gangues resultará em grandes vitórias pela frente. O trio BBD não terá forças suficientes para sabotar nossas encomendas. Claro que tudo dará certo meu pai, depois que Eloá estiver em nossas mãos, sequestraremos a Manuela, as duas novinhas serão um grande sucesso na nossa boate, cada noite com as duas cobraremos uma fortuna.

Esse desgraçado está querendo transformar as meninas em prostitutas? Aproveitei a sua distração para pegar um caminho oposto, levando-o para o galpão onde executo as vítimas. Com a velocidade que usei chegamos no meu esconderijo rapidinho, Philippe fitou a janela e franziu o cenho.

— Incompetente! Você errou o caminho. — vociferou raivoso, retirei o cinto de segurança e sai do carro apressado.

— Desce do carro! — ordenei ríspido, abrindo a porta e apontando a pistola na sua cabeça. Philippe acertou um chute forte na minha barriga e me fez cair no chão, o desgraçado veio para cima de mim. Acertando dois socos no meu queixo, revidei o murro acertando sua bochecha, mudei a posição sentado-me na sua cintura e socando a sua cara.

— Eu vou te matar. — rosnei ríspido, esmurrando seu rosto, o soco dado na sua boca o fez cuspir sangue, seus olhos ficaram inchados e o seu nariz se quebrou, o murro foi feroz. — Você gosta de bancar o esperto, né?

Arrastei o infeliz pela gola da camisa até a porta dos fundos, abri a mesma jogando o imbecil no cão, ele gemia de dor, tentando se levantar. Retirei sua pistola do cós da sua calça e o loiro gritou, quando o tiro acertou seu ombro.

— Quem é você? — questionou intrigado, me vendo limpar o sangue do meu nariz.

— A morte! — respondi sarcástico, atirando duas vezes nas suas pernas, deixando-o incapacitado de se levantar.

— Aiiiiiiiiiiiiii.

— Você queria levar a Manuela e a Eloá para sua boate, desgraçado! — chutei sua barriga com força, o bico do tênis machucando suas costelas.

— Você é mais um dos amantes da Eloá? — indagou enfurecido, tentando se levantar, acertei um chute no seu queixo fazendo-o ficar se contorcendo de dor.

— Não, sou o Bieber. — revelei ríspido, pegando a faca em cima da mesa.

— Um dos membros do BBD. Aliás o que significa a sigla? — interpelou sério.

— Não lhe interessa. Quero saber como você descobriu sobre a existência da Manuela? — questionei enfurecido.

— Não vou revelar meus planos. — sorriu fraco, com os dentes sujos de sangue.

— Beleza! — segurei seu pé, retirei o sapato preto junto a meia, e cortei o seu dedão.

— Aiiiiiiiiiiiiii

— Por enquanto, é só os dedos, mas se você despertar o meu mau humor, da próxima vez arranco a perna inteira. — ameaçei friamente, arrancando outro dedo, o sangue manchava minhas luvas.

— Eu pensei que você estivesse morto. Mas vejo que já superou a traição da Melanie, não foi? — disse sarcástico, cravei a faca na planta do seu pé com todo ódio que sinto. — Aiiiiiiiiiiiiii

— O que você sabe sobre ela? RESPONDA, FILHO DA PUTA! — esbravejei enfurecido, cortando o pé do Phillipe.

— Sei aquilo que todo mundo sabe, que você a matou após flagrá-la transando com seu melhor amigo. Como era mesmo o nome dele? — debochou. — Ah lembre, Ryan. Que lindo! Bieber defendeu a honra de uma prostituta.

— Prostituta? Do que você está falando? — interpelei irritado, o fitando com raiva, ele gargalhou alto. — SE VOCÊ NÃO FALAR, TE MATO.

— Pelo visto você não conhecia a mulher que se deitava na sua cama, Melanie era uma das minhas garotas de programas. Ela foi contratada para te seduzir, nunca te amou de verdade, era tudo teatro. — contou risonho. — E o plano funcionou perfeitamente, você se apaixonou por ela, até deixou escapar que era um gângster em ascensão, falou do Bruce e das senhas do cofre. Detalhe: ela te drogou e obteve todas as informações necessárias e até descobriu que você tinha uma prima chamada Manuela.

— Não pode ser! Melanie não seria tão baixa assim. — falei atordoado, não pude ter sido um fantoche nas mãos daquela mulher. — Você está blefando.

— O amor é mesmo cego. — disse com certo tom de sarcasmo. — Eu te conto que sua mulher era uma puta e você se nega acreditar? Essa paixão doente que você ainda nutre pela Melanie é ridícula, e me pergunto se você a matou de verdade?

— CALA A BOCA! — vociferei exasperado, enfiando a vaca na sua coxa, seus olhos se arregalou, o grito foi tão alto que doeu os meus ouvidos. — Você está querendo tirar meu foco na missão, para encontrar uma brecha e fugir. Mas isso não vai funcionar.

— Garoto problemático, estou apenas afirmando que todas as mulheres da sua vida te traíram: a sua mãe lhe roubou a fortuna do seu finado pai e fugiu do país sem se importar contigo, Melanie te traiu com o seu melhor amigo. — gargalhou. — Você sempre será um perdedor, nenhuma mulher consegue te amar, Bieber. Tu és um fracassado, drogado e incapaz de ser um grande gângster. Não sei como o Bruce é seu parceiro nos negócios?

— Vocês me usaram só para prejudicar o meu primo, mas eu juro que vou destruir a máfia do seu pai. — rosnei furioso, o fitando fixamente. — Ninguém destruirá minha família, nem o trio BBD. Você será o começo da minha vingança.

— Meu pai e o meu filho irão te matar. — vociferou raivoso.

— Filho? Você tem um filho, coroa! — sorri de canto. — Vou adorar executá-lo.

— Impossível você descobrir o paradeiro do meu filho. — disse sério. — Mas não se preocupe, quando ele assumir o trono da máfia Rússia, a primeira missão dele será te matar.

— E VOCÊ ACHA QUE SEU FILHO CONSEGUIRÁ ME DESTRUIR? — soltei uma risada debochada, em seguida tratei logo de esfaquear sua barriga. Cada facada representava a minha fúria.

— Ele saberá te destabilizar na hora certa e você voltará a ser um drogado, jogado nas calçadas da rua feito um cachorro abandonado. — sussurrou, a voz fraca, sua barriga aberta com vários cortes, o sangue jorrando para fora do seu organismo. Rasguei a pele da sua bochecha fazendo seu osso mostrar, queria que ele sentisse muita dor, que sofresse cada segundo restante da sua vida.

— Qual o nome do seu filho? — indaguei ríspido, cortando suas orelhas grandes.

— Isso é algo que nunca lhe revelaria. — murmurou, em seguida seus olhos ficaram tortos, segurei no seu pulso constatando a sua morte.

— Droga! Tem alguém sendo treinado para me matar, mas quem? — indaguei pensativo, jogando o cadáver na lata de lixo, empurrei a mesma para fora, joguei gasolina e acendi o isqueiro, a chama de fogo foi crescendo, queimando o corpo do Philippe. A única coisa que sei é que existe uma quadrilha me investigando, colhendo informações sobre a minha vida, ele descobriram sobre a Manuela e se souberem que sinto algo por ela, tentarão matá-la. Eu preciso protegê-la, mas para isso, vou ter que magoá-la.

POV. Eloá Stewart

Despertei sentindo o cheirinho de pudim, na mesinha encontrei uma bandeja com meu café da manhã e uma rosa no copo com água. Suspirei fundo, rodopiando no quarto, ontem a noite foi maravilhosa, única e inesquecível. Retirei a camisola decidida a tomar uma ducha quente, ainda sentia um incômodo na minha boceta, mas creio que logo passará. Enquanto, a água molhava minha pele, fiquei relembrando minha noite de amor, fazer sexo era tão prazeroso e ainda não sei o porquê da Débora ter medo? Derramei o sabonete líquido na minha pele, lavando cada parte do meu corpo, mordi o lábio inferior imaginando o Cris aqui comigo. Ele me ama e disso não tenho dúvidas, não sei por quanto tempo fiquei no banho, mas despertei quando a água começou a esfriar. Enrolei a toalha branca no meu corpo e sair do banheiro, no quarto encontrei o Cristiano pegando a carteira. Minhas bochechas ficaram coradas, aquela pequena dose de whisky havia me dado coragem para ficar desinibida na cama. Seus olhos castanhos me fitaram dos pés a cabeça, mas ele não retribuiu o meu sorriso, será que fiz algo de errado ontem a noite? A sua indiferença machucou o meu peito, ele nem se quer me disse bom dia, apenas jogou duas cartelas de comprimido na cama.

— O primeiro comprimido é para dor, o segundo se chama pílula do dia seguinte, é apenas duas pílulas, beba o copo com água que deixei sobre a mesa junto a pílula e depois de algumas horas repita o mesmo procedimento. — disse sério, vestindo sua camisa social, segurei a minha vontade de chorar. Ele estava frio comigo, como se tivesse arrependido de ter tirado minha virgindade. — Vou comprar sua roupa e já volto.

— Não vai me beijar? — questionei indignada, segurando na toalha com força, havia me entregado por amor e era assim que os homens costumavam tratar as suas mulheres, após uma noite especial como aquela?

Ele suspirou fundo, depois caminhou até a mim, sua mão acariciou minha bochecha e sua boca me beijou. Deixei minhas lágrimas saírem, enquanto, nos beijavam, acariciei suas costas por debaixo da camisa sentindo sua pele quente. Chupei sua língua seguindo os seus movimentos, dando sugadinhas na mesma, mas logo que o beijo terminou, ele se afastou de mim, abriu a porta e foi embora. Alguma coisa tinha acontecido, ele estava diferente e desse Cristiano que agora pouco estava no quarto, senti medo. Suspirei fundo, fitando os comprimidos, bebi a água e o analgésico para dor, deixando os outros comprimidos para mais tarde.

— Filha!

— O que a senhora está fazendo aqui? — indaguei mal humorada, passando geléia na torrada.

— Vim saber como você está? — adentrou o quarto fechando a porta.

— Estou ótima. — debochei, bebericando minha xícara de café.

— Que modos são esses, Eloá? Você nunca foi de usar ironias. — falou revoltada, deixando sua bolsa caríssima sobre o colchão. — Com que tipo de pessoa a senhorita está se envolvendo? E essas chupadas em seu pescoço, você se deitou com algum homem?

— Que importância isso faz, mamãe? — revirei os olhos.

— Pare de agir feito uma adolescente sem educação! Revirar os olhos é falta de respeito com quem está falando contigo. — rosnou enfurecida, gargalhei alto, deixando minha torrada no prato.

— Engraçado, né? Que para me ensinar a manter a boa etiqueta, a senhora se diz mãe, mas para me defender daquela humilhação, a senhora foi incapaz de levantar a voz contra o seu marido. — falei impaciente, fitando seus olhos azuis e odiando suas lágrimas falsas. — Você assistiu de camarote o meu pai me humilhando na frente dos empregados e o que a senhora fez para me proteger? Nada.

— Você não deveria ter chegado nua em casa. — disse séria. — Seu pai só quer o seu bem.

— O meu bem? Discriminação, violência doméstica e familiar se enquadra na lei de feminicídio. Meu pai usou de agressão física e psicológica comigo e a senhora considera normal? — indaguei incrédula. — Eu não estava completamente nua, e antes de ser julgada covardemente, ele deveria me escutar e não me humilhar daquele jeito. E a senhora ainda tem coragem de abrir a boca e dizer que mereci aquela humilhação? QUE TIPO DE MÃE É VOCÊ? A SENHORA ME TRANSFORMOU NISSO AQUI: NESSA GAROTA INCAPAZ DE DISTINGUIR SE AS PESSOAS ESTÃO AO MEU LADO POR REALMENTE GOSTAREM DE MIM OU APENAS POR AMBIÇÃO. EU ESTOU APRENDENDO DURAMENTE QUE A VIDA NÃO É COMO PENSEI E QUE AS PESSOAS SÃO MÁS.

— Não seja ingrata! Seu pai e eu te demos tudo do bom e do melhor. — disse ríspida, me levantei da cadeira sem acreditar no seu discurso.

— A SENHORA ACHA QUE RIQUEZA COMPRA O VAZIO QUE SINTO NO PEITO? EU FIQUEI 10 ANOS LONGE DOS MEUS PAIS, DA MINHA CASA, PRESA NAS REGRAS QUE VOCÊS DOIS ME COLOCARAM. E AGORA QUE SAIR DAQUELA PRISÃO, ME SINTO PERDIDA, POIS, O MUNDO AQUI FORA É MAIS CRUEL DO QUE IMAGINAVA. E O QUE MAIS ME DOI É SABER QUE ME ENCONTRO SOZINHA, PORQUE A SENHORA NUNCA FICARIA AO MEU LADO, ME CRIOU PARA SER A FILHA OBEDIENTE E INCAPAZ DE TER PENSAMENTOS PRÓPRIOS. — desabafei.

— Quem está te obrigando a dizer essas coisas, Eloá? Você nunca levantou a voz contra seus pais? É a Sabrina, não é? Aquela garota moderna está te levando ao mal caminho. — indagou enfurecida, segurando nos meus braços e me chacoalhando.

— A senhora ainda acha que sua filha não tem intelectualidade e não consegue pensar sozinha? Acha que não tenho o direito de formular os meus próprios argumentos? — interpelei revoltada, a minha vida está se transformando numa mentira.

— Foi aquele cara que saiu do apartamento da Sabrina? É ele que estar te levando para o caminho da perdição. Responda, Eloá? — inquiriu exasperada.

— Aquele cara tem nome, ele é meu namorado. — respondi cínica, vendo o choque nos seus olhos. — E quer saber mais? Eu me perdi nessa cama com ele, sabe aqueles planos que a senhora tinha de me casar virgem com o Phillipe? Não se concretizará mais, como papai disse: "Eu sou uma perdida e nenhum dos seus sócios vão querer-me como esposa".

— Você não pode ter se deitado com aquele homem, o cara é mais velho do que você, Eloá. — esbravejou raivosa, suspirando pesadamente.

— Garanto que ele é mais novo que o Philippe, aquele loiro com cara de dor, velho e asqueroso me dar nojo. — falei enraivecida, retirando a toalha do meu corpo. — Agora veja as marcas no meu corpo e diga ao papai que a filha dele, finalmente criou coragem e se transformou numa perdida.

— Você.....

— Sim, transei com o meu namorado e foi maravilhoso ser comida por ele, aprendi numa só noite o que era sexo, fiz, gostei e penso em repetir outras vezes. — falei sarcástica, voltando a encobrir meu corpo, mamãe chorava, horrorizada com minhas palavras. — Não é interessante? A minha prima jurava que sexo era algo sujo, nojento e causava muita dor, mas a vida me ensinou o contrário, e é muito prazeroso fazer amor.

— Chega! — mamãe acertou um tapa na minha bochecha esquerda, o local ardeu de dor. — Você não é mais a minha filha.

— Eu nunca fui, a senhora provou isso quando permitiu a minha ida ao convento. Agora saia do meu quarto! — peguei a sua sacola jogando-a no corredor, empurrei minha mãe do quarto e fechei a porta com força.

— VOCÊ VAI SE ARREPENDER DISSO, ELOÁ! — esbravejou raivosa, socando a porta com força. Primeiro meu pai me decepciona e agora a minha mãe, espero que meu namorado não me magoei.

Uma hora depois.....

A porta se abriu, corri para os braços do meu namorado me sentindo tão frágil e sozinha. Abraçei sua cintura, chorando copiosamente, demorou alguns segundos até que ele retribui o meu abraço, acariciando o meu cabelo.

— O que houve?

— Tive uma briga feia com a minha mãe. — respondi chorando e ao mesmo tempo soluçando.

— Tenha paciência, daqui a pouco vocês se entendem, comprei sua roupa. — disse sério, entregando-me a sacola, ele estava distante, frio e pouco carinhoso.

— Obrigada! — enxuguei minhas lágrimas, pegando um conjunto de lingerie e o vestido florido, que tinha um decote ousado nas costas.

— Melhor você se arrumar, temos um jantar na casa da minha avô. — avisou seriamente.

— Eu aceito.

— O que você aceita, Eloá? — indagou intrigado, segurando meu queixo, seus olhos sondando-me.

— Morar contigo. — respondi no murmúrio, ele sorriu de canto, parecia feliz com a minha decisão.

— Você vai amar viver ao meu lado. — disse evasivo, depositando um beijo castro nos meus lábios. — Estou lhe esperando na sala.

Assenti, assim que ele saiu do quarto, vesti a calcinha e o sutiã, depois o vestido florido, dois dedos acima do joelho, soltinho da cintura para baixo. Amarrei meu cabelo no rabo de cavalo frouxo, deixando minhas costas desnudas, por fim, usei a sapatilha preta. Suspirei fundo, usando o perfume da Sabrina e o seu batom rosinha, tinha aprendido a fazer uma maquiagem básica. Sai do quarto, encontrando-o lendo algo no seu celular, assim que percebeu minha presença, ele se levantou do sofá.

— Você está linda. — elogiou, abrindo a porta do apartamento.

— Obrigada. Cadê a Sabrina?

— No colégio. — respondeu calmo, entramos no elevador juntos com os demais inquilinos.

Cris me abraçou desta vez com carinho, adorava seus beijinhos na minha testa. Acho que estava me tratando com frieza porque não havia aceitado morar no seu apartamento, mas agora tudo se resolvera e iria conhecer sua família.

— Você tomou o remédio? — indagou sério. Droga! Esqueci de beber as pílulas.

— Sim, fiz exatamente o que você mandou. — menti, escondendo meu rosto no seu pescoço. Não queria que ele brigasse comigo e também não deve ser perigoso ficar sem tomar o comprimido.

— Ótimo! — suspirou aliviado e em seguida sussurrou no meu ouvido. — Comprei camisinha, da próxima vez será ainda mais seguro.

Me senti envergonhada, lembrando das nossas safadezas na cama, o elevador parou e assim fomos de mãos dadas até o seu carro. Ele foi gentil abrindo a porta, me sentei no banco do passageiro, criei coragem até pedir:

— Posso usar o seu celular? Eu preciso mandar uma mensagem para Sabrina e agradecê-la pelo acolhimento. — expliquei.

— Aqui.

Enquanto, ele estava atento na pista, pesquisei no google algo relacionado a transar sem preservativo. Li a respeito da ejaculação propriamente dita, a notícia falava que a expulsão do esperma dá-se por contrações espasmódicas dos músculos que envolve o corpo esponjoso; deduzir que seria o pênis. Continuei lendo as informações: O volume de esperma eliminado em cada ejaculação é de aproximadamente 5 ml e contém cerca de 350 milhões de espermatozóides pronto para fecundar o óvulo. Meus olhos ficaram arregalados, imaginado estes espermatozóides safados correndo atrás do meu óvulo. Ai, meu Deus! Estou correndo risco de ter um embrião se formando no meu útero, eu não posso engravidar assim de primeira.

— Você está bem, Eloá? Seu rosto está pálido. — indagou apreensivo.

— Foi só uma queda de pressão. — sorri fraco, mandando uma mensagem para Sabrina, avisando que precisava urgentemente falar com ela. Eu não posso ter um bebê nessa altura do campeonato, maldita hora que esqueci das pílulas.

POV. Sabrina Carpenter

Assim que cheguei no colégio, joguei minha mochila de qualquer jeito na cadeira, amarrei meus cabelos no coque frouxo e esperei a vagabunda da Débora chegar. De hoje não passará, aquela vadia aprenderá a nunca mais mexer com a Eloá, tenho absoluta certeza, que ela foi a responsável pela humilhação que minha amiga passou com o pai. Fiquei andando de um lado para o outro, a raiva aumentou em alto nível, a porta se abriu e o novato adentrou a sala.

— Está querendo cavar um buraco no chão da sala, loira? Acordou de mau humor, foi? — indagou debochado, se sentando na mesa.

— Cala a boca, Dybala! — rosnei estressada.

— Você é a segunda pessoa que me manda calar a boca, primeiro o Bieber e agora você? — arqueou as sobrancelhas, revirei os meus olhos sem paciência para ouvir sua voz.

— Sabe por que as pessoas mandam você calar a boca? Porque você é insuportavelmente chato. — sorri com deboche e ele gargalhou.

— Parece que seu namorado não tem comparecido na cama, a loira está azeda igual raposa do mato. — disse risonho.

— Você está me comparando a um bicho do mato? — indaguei enfurecida, fitando seus olhos azuis.

— Sim, é o que está parecendo. Está pronta para dá o bote em alguém, pensando bem, você está parecida com uma cobra traiçoeira. — disse pensativo.

— Você não sabe o quanto te odeio. — revidei exasperada.

— Eita, paixão brava! Isso tudo é vontade de beijar a minha boca? Confessa que está morrendo de saudades do meu beijo, hein? —sussurrou baixinho, acariciando minha bochecha. Comecei a rir alto, dando um tapinha na sua mão.

— Você deveria trabalhar no circo, és um palhaço ou melhor um ilusionista, acha mesmo que sinto algo por ti? — falei debochadamente. — O único sentimento que sinto por você se chama aversão e saiba que prefiro ser beijada por um cavalo a ser beijada por você.

— Me engana que eu gosto, doçura. — sorriu de canto, dando uma piscadela.

— Bom dia! — Débora chegou com um sorriso enorme nos lábios, me virei abruptamente acertando um soco na sua boca. Ela tombou para trás, derrubando os livros no chão. — Aiiiiiiiiiiiiii

— Você achou que humilharia a Eloá e ficaria sem nenhuma punição? — interpelei exaltada, estapiando o seu rosto, minhas mãos ardiam pelas bofetadas dada em suas bochechas. Sua pele ganhou o tom avermelhado, eu estava possessa e disposta a fazer a vida dessa vadia um verdadeiro inferno.

— Você está me machucando. — retrucou enfurecida, tentando segurar meu braço.

— ISSO É MUITO POUCO COMPARADO AO QUE VOCÊ FEZ COM A SUA PRIMA. TU ÉS UMA INVEJOSA, RECALCADA E INFELIZ. — gritei alto, os alunos começaram a invadir a sala querendo ver a briga. Débora acertou um tapa na minha bochecha, mas eu fechei a mão em punho acertando um soco no seu nariz. Meu pai era um ex policial do exército, e me ensinou a socar muito bem o meu adversário. — PENSA QUE VAI MANIPULÁ-LA PARA SEMPRE? EU VOU ABRIR OS OLHOS DA ELOÁ E ELA VERÁ A PODRIDÃO QUE VOCÊ É: FALSA, CÍNICA, DISSIMULADA.

— AIIIIIIIIII. SOCORRO! — gritou por ajuda, mas ninguém se intrometeu na nossa briga, puxei os seus cabelos com força, arrancando um tufo, ela se ajoelhou gemendo de dor, o sangue saindo do seu nariz e manchando a farda branca.

— Eita, a onça pintada está brava. — Dybala assobiou.

— Me solta! Eu não fiz nada contra Eloá. — se fez de vítima, as lágrimas molhando o seu rosto, joguei-a no chão e chutei com força na sua barriga, em seguida, me sentei na sua cintura segurando com força na gola da sua farda.

— Mal amada. Você sempre quis tudo que pertencia a sua prima, roubou a família dela, a casa que a garota morava e não duvido que queria roubar o namorado da Eloá. — rosnei furiosa, o sangue fervia em minhas veias.

— O Cristiano sempre será MEU. — esbravejou raivosa, arranhando meus braços com suas unhas afiadas, mas fiz questão de quebrar uma por uma. — Aiiiiiiiiiiiiii. Desgraçada!

— Você tem um caso com ele? Confessa vagabunda! — indaguei com ódio, esmurrando seu olho esquerdo.

— Sim. — Débora revelou, limpando o sangue dos seus lábios com as costas da mão esquerda. — Você e a Eloá sempre serão duas chifrudas. Você me odeia porque roubei o seu namoradinho, e a Eloá mal sabe que transei com o Cris.

— Você é uma nojenta, garota! Não sei o que é mais pior: a sua obsessão em atrapalhar a vida da Eloá ou se é o Cristiano sendo tão baixo a ponto de ter um caso com a prima da própria namorada. — comentei enfezada.

— Que culpa tenho eu, se a minha priminha não sabe nem o que é foder? — debochou sarcástica.

— Pois, fiquei sabendo que ela passou a noite toda fodendo com o seu amante. E pelo gemidos dos dois a transa foi ma-ra-vi-lho-sa. — revelei atrevida, vendo seus olhos verdes escurecendo de raiva.

— Mentirosa. O Cris não geme no sexo, você está mentindo. — esbravejou raivosa, acertando um soco no meu rosto, tentei desviar do golpe, mas ainda fez o meu semblante cortar.

— Ele não geme com você, querida. — falei debochada, retirei minha tesourinha de cortar unhas e comecei a rasgar a farda da Débora.

— Louca! O que você está fazendo? — interpelou enfurecida, rasguei sua farda, e em seguida a saia do uniforme. — Você gostou de deixar minha amiga despida, não foi? Agora é a sua vez de sentir na pele a mesma humilhação.

Puxei com força o sutiã e a calcinha da Débora, os meninos gargalharam chamando-a de vadia.

— Você pagará muito caro por essa humilhação. — ameaçou friamente, tentando cobri a sua nudez.

— SILÊNCIO! — O professor adentrou a sala com certa fúria. — Sabrina Carpenter, você está expulsa. Para sala da diretória, agora!

— Vou com muito prazer. — peguei minha mochila na mesa e sai da sala com um sorriso satisfeito nos lábios. Débora chorava, estava nua e sangrando pelo nariz e pela boca, mandei um beijinho no ombro, sentindo a adrenalina passando.

— Sabrina!

— O que foi? — questionei impaciente.

— Seus cabelos bagunçados estão parecendo como uma juba de leão. — sorriu de canto.

— Hahahaha... — debochei irônica. — Suas comparações são hilárias. Por acaso você está treinando para ser comediante?

— Ok. Falando sério agora. Eu não imaginava que você fosse tão perigosa. — disse impressionado. — Você humilhou a Débora.

— O próximo a ser desmascarado será o seu amiguinho Cris. — avisei sarcástica, ele segurou no meu braço e me puxou para a sala do auditório. — Ei!

— Não se meta no caminho do Cristiano. — disse ríspido, me encostando na parede.

— Eu não tenho medo de ninguém, muito menos do seu amiguinho cafajeste. — comentei séria, fitando seus olhos azuis. — Quem é você Dybala? O que o seu amigo quer da Eloá?

— Se você tem amor a sua própria vida não tente estragar os planos do Cristiano, seria uma pena ter que machucar seu rostinho lindo. — disse enigmático, segurando minha cintura, nossos rostos ficaram muito próximos. Antes que pudesse raciocinar, ele me beijou sofregamente, chupando minha língua com certa sede de desejo, levei as mãos aos seus cabelos, puxando-os pela raiz. As coisas ficaram confusas na minha cabeça, senti saudade do seu beijo e só agora percebi que estava ficando atraída pelo Dybala, mas que também ele me escondia um segredo muito obscuro. 



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