História Represália - Capítulo 9


Escrita por:

Postado
Categorias Alex Mapeli, Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo, Flavia Pavanelli, Justin Bieber, Paulo Dybala, Sabrina Carpenter
Personagens Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo, Flavia Pavanelli, Justin Bieber, Paulo Dybala, Sabrina Carpenter
Tags Barbara Palvin, Cr7, Cristiano Ronaldo, Drogas, Flavia Pavanelli, Gangster, Járbara, Justiça, Justin Bieber, Máfia, Mafioso, Morte, Paixão, Policial, Vingança, Violencia
Visualizações 95
Palavras 9.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


▶ Boa leitura!!!

Capítulo 9 - A máscara caiu


Fanfic / Fanfiction Represália - Capítulo 9 - A máscara caiu

POV. Manuela Palvin Aveiro

Pela janela do meu quarto vi uma moça acompanhada ao lado do meu irmão, sai do quarto correndo e desci a escada antes que os dois aparecessem, vovó se apressou em recebê-los. Eu fiquei eufórica com a chegada desta garota em nossa residência, Ronnie nunca trouxe nenhuma mulher para jantar conosco; era a primeira vez. Assim que minha vó abriu a porta, os dois adentraram na sala, a morena era bem jovem, aparentemente tinha 16 anos, seu cabelo era longo, liso na raiz e cacheado nas pontas. Estava vestida de maneira discreta, era um vestido florido, justo na cintura, sorri simpática e a moça retribuiu o sorriso, parecia meio tímida.

— Fiquem à vontade. A casa é de vocês. — vovó disse alegremente, corri até o meu irmão e o abraçei com carinho.

— Ela é linda, Ronnie. — sussurrei no seu ouvido. — É a sua namorada?

— Sim. Eloá, essas são: vovó Carlota e minha irmã Manuela. — apresentou-nos formalmente.

— Prazer em conhecê-la. — cumprimentei a moça com dois beijinhos nas suas bochechas coradas. — Seus olhos são muito lindos.

— Os seus também são belíssimos, acho que temos a mesma tonalidade de azul. — observou pensativa.

— Também acho, venha! Eu vou te mostrar o meu quarto, lá podemos conversar a sós. — convidei animada, amei conhecer minha cunhadinha. Ela me parecia ser confiável, sincera e uma ótima pessoa.

— Manu. — meu irmão me repreendeu com o olhar.

— Deixe de ser chato, vem Eloá! — segurei na sua mão, levando-a para meu quarto. Subi a escada e segui pelo corredor, abri a porta e ela entrou. — Sente-se!

— Com licença! — falou educadamente, sentando-se na cama.

— Você é a primeira garota que meu irmão nos apresenta como namorada. — comentei animada. — E eu gostei muito de ti, podemos ser amigas?

— Sim, também senti uma conexão muito especial por você, é como se te conhecesse a muito tempo, sabe? — disse pensativa, acariciando meu cabelo. — Sempre quis uma irmãzinha para cuidar dela.

— Eu também senti essa mesma conexão, gosto muito do meu irmão, mas sinto falta de alguém do gênero feminino para poder conversar, trocar conselhos e outras coisinhas a mais. — suspirei, encostando minhas costas na cabeceira da cama.

— Mas agora que nos conhecemos, podemos ser amigas. — disse simpática. — Tenho uma amiga que você vai adorar, ela se chama Sabrina.

— Eu só tenho um amigo o Nathan, as meninas do colégio são falsas, elas me fitam com cara de raiva. — contei aborrecida. — E olhe que nunca fiz nada contra aquelas vagabundas, mas você sabe como é: beleza incômoda muita gente.

— E você gosta do Nathan? — perguntou atenciosa.

— Sim, eu gosto muito dele. Mas meu coração pertence a outra pessoa, o problema é que esse outro garoto é proibido para mim. — susurrei baixinho. — Ele é meu primo e minha família é contra esse tipo de relação. Para piorar a minha situação, ele tem 18 anos.

— Um amor quase impossível. — considerou. — Mas idade não importa, eu sou quatro anos mais nova do que o seu irmão e estamos juntos, felizes e apaixonados. Para o amor não importa a idade, o importante é amar e ser amada.

— Mas no meu caso, o Justin parece não sentir nada por mim, ele agora está me ignorando, chega até ser ridículo. Depois eu que sou tachada de criança. — revelei frustrada.

— Dar um tempo pra ele descobrir o que sente por ti, se ele tiver que ser seu será e ninguém vai conseguir separar vocês dois. Quem sabe um dia sua família não aceite a relação de vocês? — disse confiante.

— Meninas! O jantar está pronto. — vovó anunciou, saímos do quarto e fumos conversando sobre coisas aleatórias. O sorriso dela se desfez quando viu meu primo adentrando a sala.

— Vocês se conhecem? — indaguei confusa.

— Sim, eu quase fui atropelada por ele. — ela disse séria e o Justin confirmou. — Vocês são primos?

— Sim. — afirmei. — Justin essa é a namorada do meu irmão. Eloá, a minha cunhadinha.

— Seja bem vinda a família. — sorriu simpático e abraçou-a amigavelmente.

— Obrigada.

Levei Eloá para sala de jantar, ela sentou-se ao meu lado ficando de frente para o Cris e eu de frente para o Justin. A empregada nos serviu o ravioli com camarão ao caldo de azeite.

— Quando sairá o casamento de vocês? — vovó indagou alegre, fazendo meu irmão se engasgar com o vinho.

— Em breve, assim que Eloá terminar o colegial. — respondeu sério.

— E você meu neto, quando nos apresentará sua namorada? — vovó questionou ao Justin.

— Eu não tenho namorada. — disse despreocupado, comendo sua refeição. Sorri feliz por saber que ele não estar comprometido com ninguém, fitei seus olhos castanhos de mel e desejei beijar sua boca. Justin limpou seus lábios com o guardanapo e observou Eloá e a mim; ao mesmo tempo. — Os olhos de vocês duas são idênticos.

— Foi exatamente o que comentei com a Manuela. — Eloá disse calma.

— Poderíamos ser confundidas facilmente como irmãs. Aliás qualquer dia poderíamos ir ao cinema: eu, você, o meu irmão e o Justin. — comentei risonha, Bieber sorriu de canto.

— Pode ser! — Eloá concordou contente, fitando o Cris com um olhar apaixonado, ele sorriu, mas não era um sorriso que alcançava os seus olhos.

Uma hora depois.....

Meu irmão levou Eloá embora da mansão, eles seguiriam para o apartamento. Estava adorando ter uma cunhada, principalmente por saber que o Cris está namorando uma moça de família, porém, receio que tem alguma coisa por trás desse namoro. Bebi meu achocolatado e caminhei até a varanda, a lua estava linda e iluminava o céu escuro, fazia um pouco de frio, mas não me importava. Fechei os olhos sentindo o perfume do Justin, escutei seus passos caminhando em minha direção, fingi desinteresse na sua pessoa.

— Está muito tarde para você ficar aqui. — retrucou sério.

— Não posso mais vê a lua? — questionei com certo tom de sarcasmo.

— Pode, mas é perigoso ficar do lado de fora. Há inimigo querendo te raptar e eu já conversei com o seu irmão sobre esse assunto e a partir de hoje: você terá dois seguranças. — avisou sério.

— Não preciso de guarda costa, o Nathan sabe me proteger. — falei calma, bebericando meu achocolatado, seus olhos se escurecem e suas mãos se fecharam em punhos.

— Aquele magrelo seria incapaz de te proteger, um soco e ele cairia sentado no chão. — debochou, se encostando na parede.

— Não ouse a batê-lo. — resmunguei impaciente. — Nathan é especial.

— Pensei que EU fosse especial para você. — bufou irritado, dando ênfase no eu. — Aquele garoto não saberia cuidar de ti, Manu.

— E quem saberia? Você? Que sempre me ignora e só fala comigo quando acha conveniente. — repliquei séria. — Acha mesmo que não sou capaz de te esquecer?

— Acho, está tão óbvio, Manu! Você está com o Nathan só para me causar ciúme, isso é tão infantil. — sorriu sarcástico.

— Infantil? Para sua informação eu estou namorando o Nathan, não se trata de um jogo de sedução, apenas estou tentando seguir em frente. — falei firme, encarando seus olhos. Se ele pensa que sempre vou estar disponível ao seu dispôr, está muito enganado. Não vou ficar correndo atrás de homem nenhum, mas também, não será nada fácil negar a atração que sinto pelo Justin.

— VOCÊ ESTÁ NAMORANDO AQUELE FILHO DA PUTA? — rosnou exaltado, segurando com força no meu braço, meu copo de achocolatado caiu no chão devido a sua excitação.

— Ai. Pare de agir como se fosse o meu dono, eu estou cansada da sua bipolaridade. Senão quer nada comigo, então por que se altera só de ouvir o nome do Nathan? — esbravejei enfurecida, ele suspirou fundo.

— Você não entende, Manu. — sussurrou baixinho, ficando cabisbaixo.

— Realmente não te entendo, você é tão.... — antes que terminasse a frase, Justin me puxou pelo braço e me levou pra os fundos da propriedade. — Você está me seqüestrando?

— Sem deboche, suba! — ordenou, encarei a escada da casinha da árvore e fiquei indecisa, fazia anos que não vinha aqui.

— Por que me trouxe para cá? — indaguei impaciente, ao entrar no local percebi que o chão de madeira estava limpo, havia um colchonete no piso.

— Quero conversar contigo, só isso. — sussurrou, sentando-se no colchão e me puxando para se sentar ao seu lado. — Você se lembra que quando visitava a vovó, nós dois ficava a tarde toda brincando aqui?

— Sim, você adorava destruir minhas bonecas. — retruquei mal humorada e ele riu.

— E você puxava os meus cabelos, era uma piralha muito folgada. — disse risonho.

— Era a única maneira de me defender, você tinha 10 anos e eu ainda beirava no cinco anos de idade. — revirei os olhos.

— Eu gostava de ficar perto de ti e de dividi meus docinhos contigo. — confessou nostálgico, se deitando no colchonete e fitando pelo buraco da telha quebrada a lua no céu escuro. — Eu também nunca tive uma família de verdade, minha mãe me rejeitada desde sempre, amor maternal era algo desconhecido por mim. Eu invejava seu irmão nesse aspecto, tia Yasmim sempre cuidava dele com muito carinho, quando visitava o meu primo: sua mãe me dava banho, penteava os meus cabelos, dava minha mamadeira e me colocava para dormir na cama do Cris. Eu chorava escondido, porque sempre quis uma mãe assim e não tive, e a tia Yasmim era solidária comigo, cuidava de mim da mesma maneira que cuidava do seu irmão. Ela nunca me negou um abraço, um afago no cabelo, sua mãe era especial.

— Infelizmente eu não tive a sorte de conhecê-la. — deixei minhas lágrimas caírem em meu rosto. — Somos dois azarados: você tem uma mãe e ela nunca soube te amar, e eu perdi a minha no mesmo dia que nasci.

— Lamento. — Justin acariciou minha bochecha, limpando minhas lágrimas. — A vida nunca é fácil, Manu. Perdemos muitas pessoas importantes durante nossa caminhada, eu não quero perder mais ninguém, muito menos você.

— Também não quero te perder, Justin. Me prometa que você sempre voltará vivo das missões? — pedi baixinho, ele sorriu abertamente, um sorriso lindo, sincero que realçava o seu rosto lindo. Seus olhos castanhos dourados são como o sol iluminando o meu dia, eu amava esse garoto mais que tudo nessa vida.

— Por que você se importa comigo? — questionou curioso, fitando meus olhos azuis, seu dedão roçando em minha bochecha, ele ainda estava deitado e eu apenas estava sentada ao seu lado.

— Você ainda não respondeu a minha pergunta, e se me preocupo contigo: significa que tu és importante para mim; Justin. Não posso viver no mundo onde não tenha você. — sussurrei, sentindo minhas bochechas ficarem ruborizada.

— Eu prometo que voltarei sempre vivo das missões e também vou te proteger do mal. Aliás, você precisa tomar bastante cuidado no colégio, tenho um inimigo muito perigoso que está querendo te matar, não aceite nada de ninguém. — avisou preocupado.

— Agora virei alvo dos seus inimigos? — interpelei incrédula.

— Sim, eles sabem que tenho um carinho por ti e para me atingir, pretendem lhe matar. — suspirou, fechando os olhos brevemente. — Me desculpa por te colocar nessa roubada.

— Não vai me acontecer nada. — garanti, ele se sentou e encarou minha boca por alguns minutos.

— Você é tão linda. — murmurou, senti as palpitações do meu coração aumentando, seu dedão acariciou meus lábios. Estava morrendo de vontade de beijá-lo e de sentir o calor dos seus braços. Nossas bocas foram se aproximando, sentir a textura dos seus lábios, Justin pediu passagem com a língua e eu cedi. Era de fato, a primeira vez que me beijava sem que roubasse um beijo seu, nossas línguas se chuparam devagar, como se quisessem guardar o sabor do nosso beijo nas nossas memórias mais profundas. Acariciei os fios do seu cabelo loiro, macio e cheiroso, Justin me colocou sentada no seu colo. Suas mãos seguraram minha cintura, não saíram de lá, teria que ter muita paciência, ainda era cedo para darmos esse passo. Me conformei em beijá-lo, e ele beijava maravilhosamente bem, cada chupada na minha língua fazia meu corpo se arrepiar e quando o ar se tornou necessário aos meus pulmões, respirei ofegante, seus lábios estavam entreabertos. Abraçei-o fortemente, me sentindo protegida nos seus braços, sabia que não seria fácil para o Justin admitir que sente algo por mim. Aos olhos dos outros seria errado nos envolver, mas para o amor sincero tudo era perfeitamente aceitável.

— Shiii! Barulho de carro. — Justin me retirou do seu colo e pela fresta da janela de madeira ele viu dois carros pretos parando em frente ao portão de casa. — Os inimigos nos encontraram, mas como eles descobriram que estávamos na casa da vovó?

— Isso não é hora de fazermos perguntas e sim de agirmos, a nossa vó precisa de ajuda. — desci a escada e o Justin praguejou baixinho.

— Era para você ficar escondida na árvore. — disse irritado.

— Eu vou ajudar a vovó. — corri pelos fundos e o Justin foi pela frente avisar sobre a invasão aos seguranças.

— Que diacho foi isso? — vovó derrubou o copo de água no chão, usava sua camisola longa de dormir, quando entrei pela cozinha o primeiro tiro tinha sido dado.

— Estão querendo nos matar. — falei apavorada, a porta literalmente estava sendo fuzilada. — Vamos para o segundo andar. — ajudei a vovó a subir os degraus, do alto da escada vejo meu primo correndo para o escritório, com certeza, atrás da pistola.

— Vamos rezar minha netinha. — vovó me levou para o seu quarto trancando a porta de chave, afastei a cortina e vi 5 homens armados invadindo a mansão e havia mais outros saindo do carro, meu coração ficou apertado com medo do Justin ser baleado. — Vem rezar, Manu! Pai nosso que estais no céu.....

As mãos da vovó estavam trêmulas segurando o rosário, andei de um lado para o outro até que vi a espingarda velha do vovó. Peguei a mesma verificando se estava em bom estado de conservação, coloquei as balas que estavam na gaveta, abrir só um poquinho a janela e mirei na direção dos bandidos, atirei no moreno e cai de bunda no chão.

— Merda! Nos meus filmes parecia algo tão fácil. — falei irritada, pela minha falta de equilíbrio, a situação piorou, eles começaram a atirar na direção do quarto.

— O que você fez, Manuela? — vovó se arrastou até a porta, abrindo-a. — Vamos sair daqui.

Engatinhei para fora do quarto, o barulho de tiro era endurecedor, vovó gritava por Jesus Cristo, mas nós estávamos em ar puros.

— Desculpa, vovó! Não aprendi atirar direito, vovó faleceu antes de me ensinar tudo que sabia sobre armas. — comentei frustrada, correndo para o meu quarto, peguei meu celular e liguei para o meu irmão, mas só caía na caixa postal. — DROGA!

Mandei uma na mensagem para o Dybala e graças a Deus, o mesmo falou que estava a caminho com reforços.

POV. Justin Bieber

A máfia Rússia descobriu que matei o Phillipe e agora querem se vingar de mim, peguei as duas pistolas cheia de balas, abri a janela e comecei a disparar os tiros na direção dos intrusos, consegui matar dois deles, eles revidaram atirando na direção da janela. Fiquei encostado na parede e o vidro da janela se quebrou em mil pedaços, voltei a atirar matando mais dois. Sabia que eles invadiriam o escritório, fiquei atrás da porta e quando ele veio abrí-la, empurrei-a de volta. Ele caiu no chão, atirei na sua cabeça e corri para o segundo andar, vi um deles no corredor e já fui logo atirando no infeliz, que caiu desfalecido no chão. Levei um soco no rosto, sendo pego de surpresa por um gorducho, minha pistola caiu no chão, revidei o soco, esmurrando seu nariz. Antes que ele apontasse o revólver no meu peito, virei a sua mão com toda força que tinha, e o infeliz gritou de dor.

— Aiiiiiiiiiiiiii

Retirei o revólver de sua mão direita e atirei três vezes na sua cabeça, virei o rosto vendo mais dois subindo a escada, fiz do corpo do gordinho de escudo, livrando-me das balas. Revidei atirando na direção deles, matei o baixinho, o segundo tiro acertou o peito do Negrão, faltava apenas um, chutei a porta do meu quarto e me escondi no banheiro. Esperei o desgraçado vim atrás de mim, ele veio apontando a pistola para todos os lados, se agachou para olhar debaixo da cama, apertei o gatilho fazendo o tiro acertar bem no meio da sua bunda.

— Aiiiiiiiiiiiiii.

— Quem é o seu mandante? — questionei enfurecido, o puxando pelo seu cabelo longo.

— Walter Ken. — respondeu dolorido, como suspeitava é o pai do Philippe. Chutei com força na sua barriga e atirei na sua cabeça.

— JUSTIN.

— Manu. — corri para fora vendo a Manuela saindo do seu quarto com a vovó. Sorri ao vê-la, mas o meu sorriso se desfez quando um homem apareceu atrás das suas costas preste a matá-la. Meu coração disparou, não queria que minha prima morresse, ela estava tão inocente sem vê a pistola sendo apontada nas suas costas. O infeliz destravou a arma e o grito saiu alto da minha boca, ela estava quase chegando a mim. — Nãooooo........

O barulho da bala fez um zumbido alto nos meus ouvidos, vovó havia aparecido de súbito e levou o tiro no lugar da minha prima, segurei a Manu pela cintura e atirei três vezes no bandido, eliminando-o a queima roupa. Vovó caiu no chão, com os braços abertos e o rosário enganchado nos seus dedos, Manuela se virou de costas a vendo sangrar no peito.

— Vovó!

Manu se agachou no chão, querendo ajudá-la, mas nossa vovozinha estava sangrando bastante. Ela acariciou o rosto pálido da vovó e começou a chorar diante dos olhos castanhos de Dona Carlota.

— A senhora não pode morrer, vovó! Quem vai cuidar de mim? — Manu sussurrou chorosa. — Não me abandone, vou ligar para a ambulância.

— Não tenho muito tempo, querida. Seu irmão cuidará de você. E será bom morar com o Cris, quem sabe assim, ele não se tornará um homem menos amargo. — disse no fio de voz, minha vó me fitou atentamente e disse. — Prometa-me que cuidará da sua prima?

— Prometo. — respondi firme, segurando na sua mão.

— Também me prometa que vocês dois sempre serão primos, não mais do que isso. — pediu já sem fôlego, a respiração falha. Abri a boca para responder, mas não consegui dizer nada. Minha voz não saia, meu coração se recusava a prometer, Manu também não disse nada, vovó abriu a boca para protestar, mas sua voz não saiu, seus olhos se arregalaram e o seu pulso estava parando.

— Ela morreu? — Manu indagou confusa, fechei os olhos da vovó e assenti.

Abraçei minha prima, retirado-a do chão, Manuela era tão baixinha, frágil e linda. Beijei seu cabelo castanho, deixando seus braços ao redor da minha cintura.

— A culpa foi minha, vovó morreu para me salvar. — Manu sussurrou, choramingando, acariciei suas costas querendo arrancar essa dor do seu peito.

— Não foi sua culpa, o culpado se chama Walter Ken. — murmurei sério. — E eu vou matá-lo.

— Vocês estão bem? — Dybala apareceu com três capangas armados.

— Tentaram nos matar, infelizmente vovó não resistiu. — resumi.

— Sinto muito! — Dybala lamentou. — Vamos sair dessa mansão o mais rápido possível, não é seguro continuarmos aqui. Vocês vão para o meu apartamento, pois, o Cris não atendeu nenhuma das minhas ligações.

— Você tem razão. — considerei. — Manu, faça as suas malas.

Ela assentiu, fitando o corpo da vovó pela última vez.

— Eu vou agilizar os preparativos do enterro, e você levará a Manu para meu apê. Nossos capangas sumiram com a maioria dos cadáveres, diremos a polícia que tentaram assaltar a casa e os seguranças conseguiram matar alguns dos bandidos, mas que também eles foram mortos. Você e Manu, tem que sumir da cena do crime. — Dybala disse sério, entregando a chave do seu apê.

— Ótima ideia! — recuperei minhas pistolas e entrei no meu quarto, abrir a porta do closet pegando minhas roupas e pondo dentro da mala. Precisamos urgentemente sair de New York, o circo estava se fechando, fechei o zíper da mala e sai do meu quarto. No corredor Manuela havia deixado suas duas malas grandes, levei uma das malas junto com a minha, desci a escada vendo muitos cacos de vidro, vasos quebrados e seus pedaços espalhados pelo chão. Senti no peito uma tristeza profunda, porque nunca mais teremos coragem de vim para cá, abri a porta da frente seguindo em direção a garagem, joguei as malas dentro do porta malas. Depois voltei para dentro da mansão para buscar a outra mala, Manu vinha cabisbaixa com a mochila nas costas e com o Alfredo no colo, o cachorrinho parecia assustado.

— Minha vida nunca será normal, não tenho pais, avós e agora temo perder as duas únicas pessoas importantes em minha vida. — murmurou, andando devagar. — Se você e o meu irmão não fossem mafiosos, nossa família estaria unida.

— Não escolhemos ser mafiosos, Manu. Já nascemos destinados a seguir o legado de nossos pais, tanto eu como o seu irmão, não tivemos alternativa a não ser seguir nessa vida criminal. — expliquei pacientemente, guiando-a para fora da casa.

— E agora mais uma vez serei obrigada a mudar de país, escola, casa.... — suspirou.

— Ficará longe do Nathan. — falei baixinho.

— Você disse alguma coisa? — me fitou de relance, joguei a mala dentro, fechando o porta malas.

— Nada. — sorri de canto, abrindo a porta para que ela se sentasse no seu lugar. — Você irá se adaptar a nova vida.

Entrei no lado do motorista, colocando o meu sinto de segurança, Alfredo fechou os olhinhos se acomodando no colo da dona.

— Pelo menos Eloá também irá conosco. — disse pensativa.

— Creio que não, Manu. — respondi evasivo, não queria envolver a Manuela nessa vingança particular entre Joseph e Bruce. Que por sinal pode ser o pai da Manu, é uma situação completamente complicada, consegui um fio de cabelo da Eloá. Roubei antes que a mesma fosse embora do jantar, só falta o fio de cabelo da Manu, quando ela adormecer conseguirei amostra.

— Porra! Pensei que meu irmão estava apaixonado. — lamentou, virei à direta aumentando a velocidade do carro.

— Acredite! Seu irmão ficará pior de hoje em diante, você precisará ser forte. — avisei, já prevendo muitas discussões. — Nesse último mês, o Cris estava razoável, mas nos próximos dias, não será fácil para ninguém aturar o mal humor do cara.

— Odeio quando ele encarna o Bruce Parker, meu irmão fica insuportável. — revirou os olhos. — Igualmente você, quando age como Bieber, fica intragável.

— Eu sou um anjo. — me defendi, passando em frente a parte mais linda de New York, devido as suas luzes e seus outdoors imensos e o movimento de pessoas. Na Times Square se encontra praticamente de tudo pela quantidade de loja que há nesse lugar. Dirigir o carro devagar, Manuela admirou os famosos letreiros digitais gigantes e muitos cartazes espalhados pela cidade. — Incrível, né?

— Demais, ninguém nunca me trouxe aqui. — susurrou abrindo a janela do carro.

— Um dia prometo te levar numa viajem inesquecível, só nós dois. — dei uma piscadela e ela sorriu abertamente, seus olhos azuis voltando a brilhar. Não queria que a Manuela ficasse se sentindo culpada pelo incidente com nossa avó, gostava de admirar seu sorriso meigo e vê-la feliz era meu maior objetivo, pelo menos hoje. — Srta. Palvin.

— Sr. Bieber. — disse brincalhona, me fazendo rir. — Qual a sua profissão de fachada? Tipo meu irmão é advogado e você?

— Empresário, vou abri em Chicago uma empresa voltada a construção de motores de carros esportivos. Porém, o seu irmão me propôs uma sociedade, 60% das ações da empresa serão minhas e as 40% que restariam; ele irá comprar exclusivamente para você. — comuniquei e ela ficou boquiaberta.

— Eu serei sócia? — Manu soltou um gritinho. — Eu preciso estudar muito, me preparar para administrar a empresa ao lado do meu sócio lindo, Sr. Bieber.

— Se empolgue não, tá! Eu ainda não disse que aceitei a proposta, não sei se quero te vê na minha empresa. — voltei a dirigir com mais velocidade.

 

— Ingrato! — resmungou. — Senão me aceitar como sua parceira, me terá como inimiga. Serei a sua concorrente, mandarei fazer uma empresa só para mim.

— Folgada!

— Idiota, preconceituoso. Não me quer como sócia, só porque sou do sexo feminino. — disse raivosa.

— Manu, você só tem 13 anos. Não posso te colocar a frente dos meus negócios, farei uma proposta ao seu irmão, quero ele como meu sócio. O Cris é bem preparado, administra muito bem a advocacia Aveiro e me ajudará nos investimentos. E você ainda cursa o oitavo ano do ensino fundamental e não sabe nada sobre empresas. — falei franco, estacionando o carro na garagem do prédio onde fica o apê do Dybala.

— Pois, fique sabendo que serei uma excelente empresária e para sua informação o senhor irá ter que me aturar na sua empresa. Serei contratava nem que seja como auxiliar administrativa do meu irmão e você terá que me engolir, desfilando de salto 15 na sua empresa. — disse desafiadora, gargalhei alto.

— Você sonha muito alto, isso nunca acontecerá, Manu. — abri a porta do carro, saindo do mesmo.

— Daqui a cinco anos, você mudará de ideia. — replicou séria.

— Daqui a cinco anos, você ainda estará na faculdade, provavelmente cursando ainda o primeiro ano do curso de administração. — cogitei pensativo.

— E isso não me pedirá de estagiar na sua empresa. — falou convencida, entreguei uma das suas malas e puxei as demais para dentro do elevador. Como o Dybala havia avisado ao porteiro que veríamos para cá, não houve problemas em nossa hospedagem.

— Como disse antes: isso nunca sucederá. — assobiei tranquilo.

— Mão de vaca, negando uma ajuda a própria prima. — retrucou estressada, acariando o pêlo do Alfredo.

— Cansei de discutir, você precisa descansar e eu preciso encontrar o seu irmão. — fitei as horas no meu relógio de ouro e já era 22:30 h da noite.

— Nem morta que ficarei sozinha no apê do Dybala. Amanhã você fala com o meu irmão, mas hoje ficará comigo. — a porta do elevador se abriu, saímos do mesmo levando as malas até a porta, peguei a chave abrindo a porta marrom. Manu entrou na sala, ligando a luz, em seguida soltou seu cachorrinho, que foi logo se sentando na poltrona.

— Você quer comer alguma coisa? — questionei sério, deixando nossas malas no canto da parede.

— Estou sem fome, só quero esquecer essa noite desastrosa. — suspirou fundo, meio abatida. — Esse apê só tem dois quartos?

— Sim, melhor você descansar o dia amanhã promete.

— Vou dormir, boa noite. — beijou minha bochecha e levou a mochila consigo.

Esperei pacientemente a Manuela dormir, sai do banho e vestir a calça moletom cinza. Estava decido a roubar um fio do seu cabelo, não posso ficar com essa dúvida rondando a minha cabeça, preciso saber: se ela é ou não a minha prima? Suspirei fundo, pegando um saquinho de plástico e vestindo minha mão com a luva branca, segui devagarinho até o quarto. Ela dormia feito um anjo, seu cabelo espalhado no travesseiro, e a coberta encobria seu corpo, beijei sua testa, roubando um fio do seu cabelo, coloquei no saquinho transparente e guardei na minha mochila. Sentia a necessidade de ficar ao seu lado e de protegê-la.

— Vou cuidar de ti, pequena. — susurrei, meu dedão roçando na sua bochecha. — Um dia quem sabe, você não será a minha mulher. Mas até lá, me contento em apenas te admirar dormindo.

Me deitei ao seu lado, percebendo que seu cheirinho me deixava calmo e eu não precisava de calmantes ou drogas para cair no sono. Bastava sua presença que já me sentia um novo homem, me pergunto: senão estou enlouquecendo? Posso ter qualquer mulher aos meus pés, mas ultimamente Manuela tem roubado os meus pensamentos. Prendi a respiração, quando ela se virou, deixando sua perna no meio das minhas, seu braço agarrando a minha cintura como se eu fosse o seu ursinho de película.

— Boa noite! — susurrei.

Nos encobri com o edredom, protegendo-a da temperatura fria, fechei meus olhos sentindo meu corpo cansado. Amanhã será o velório de nossa vó e eu preciso ajudar a Manu a superar mais essa perda em sua vida.

POV. Cristiano Ronaldo

Eloá saiu do banho vestida com seu shortinho perto e uma blusinha branca de seda. O cabelo castanho solto em cascatas caíam pelas costas, deixei meu copo de whisky sobre à mesinha e me sentei no sofá. Definitivamente hoje seria a última noite que tocaria em seu corpo, não vou conseguir viver com ela, por mais um dia. Chega de agir com certa lentidão, hoje Joseph caíra em minha armadilha, Eloá sorriu meiga e sentou-se ao meu lado.

— Adorei sua família. — disse calma, beijando minha bochecha. Fitei às horas e eram 22 h da noite, daria tempo antes de matar o velho.

— Minha família é tudo que tenho, mas agora preciso de sexo. — comentei, deixando minha mão adentrar por debaixo da sua blusa, sua respiração ficou acelerada, a pele se arrepiou com o meu carinho. Fitei seu rosto e suas bochechas ficaram ruborizada, mordi de leve seu lábio inferior, e ela soltou um gritinho por ter colocado-a sentada no meu colo. — Hoje vou te ensinar como se fode de verdade, você nunca se esquecerá desse dia. Eloá. — sorri de canto, mal sabia que o seu pai pensa que ela foi sequestrada.

— Awnn..... — gemeu quando sentiu seus seios sendo apertados pelas minhas mãos. Vou adorar destruir sua inocência, ela estava feliz com vários planos em mente.

— Levante os braços. — retirei sua blusinha para ter acesso aos seus seios, que por sinal eram maravilhosos. — Não sinta vergonha, já fizemos isso antes e você gostou.

Passei a pontinha da língua no seu mamilo, ela suspirou, sentindo minhas mãos acariciando suas costas nuas e a minha boca abocanhando o seu seio esquerdo. Chupei cada pedacinho dele; deixado-o sensível ao meu toque, ela se remexeu inquieta sentindo meu pau despertando, afastei seu cabelo para o lado e mordisquei a parte superior do seu seio. Deixando um beijo chupado no seu pescoço, sua pele estava arrepiada e quente.

— Tire minha camisa. — pedi, ela retirou e suas mãos acariciaram meu peito, beijei seus lábios macios com muita ternura. A primeira coisa que havia tirado da Eloá foi a sua pureza, só faltava destruir sua família patética. Seus seios ficaram espremidos no meu peitoral, chupei sua língua deixando-a com mais vontade. Apertei sua bunda sentindo meu membro mais duro, afastei-me dos seus lábios deixando-a respirar.

— Levante-se! Tire o restante da sua roupa. — pedi, ela se levantou e foi tirando o seu shortinho bem vagarosamente. Bebi mais um pouco do meu whisky, meus olhos estavam fixos nos seus movimentos. — Agora falta a calcinha.

— Sinto vergonha....

— Na última vez que tranzamos, você não estava envergonhada. — constatei, mordiscando sua barriga.

— É que eu tinha tomando uma dose de whisky. — confessou baixinho.

— Hum... beba! — ofereci meu copo, ela bebeu um longo gole, fez uma careta por não ter o hábito de beber. Retirei minha calça moletom, juntamente com a cueca e liberei meu pau. Eloá fitou meu membro ereto com muito desejo, rasguei o plástico do pacote da camisinha, vestindo meu pau, eu não posso arriscar que essa garota saísse grávida. — Retire sua calcinha.

Ela começou a descer a peça, sua lentidão atiçou meu desejo, suas bochechas corou brevemente. Ainda não se acostumara com o meu toque, puxei sua cintura trazendo-a para mais perto, deixei uma de suas pernas amparada ao sofá e dei uma chupada demorada na sua boceta. Devo confessar que sua bocetinha era muito gostosa, lambi sua intimidade e ela soltou um gemido baixo, agarrando meu cabelo pela raiz.

— Isso é muito prazeroso. — comentou.

— Quero que você me ponha dentro de você. — instruiu, trazendo-a para o meu colo, Eloá hesitou, mas depois apanhou meu membro com a sua mão e massageou-o por alguns segundos, soltei um suspiro longo, demorado. — Me deixe entrar.

Ela pós a cabecinha dentro da sua bocetinha e foi descendo aos poucos, encarei seus olhos azuis, vendo suas pupilas dilatadas.

— Ai. — gemeu alto, aproximei meus lábios da sua orelha e ela se arrepiou ouvindo a minha voz.

— Gosto quando você me provoca. — susurrei, chupando o lóbulo da sua orelha, segurei na sua cintura, nossos quadris ficaram totalmente encaixados, seus joelhos dobrados e era delicioso estar por inteiro dentro dela. Beijei seus lábios, começando a foder sua bocetinha, minhas mãos firmes na sua cintura, ensinando-a subir e descer pelo meu pau. Nossas línguas entrelaçadas foi aumentando a nossa vontade, Eloá parou de me beijar, pegando o ritmo dos movimentos. Encarei seus olhos fascinado com o que via, seus quadris se remexendo gostosamente, ela estava rebolando. — Muito bom, mas pode ficar ainda mais melhor.

chupei seus seios deixando-a no controle, ela estava gostando, aprendera a subir e descer com mais intensidade. Meu pau ficando bem molhado com sua lubrificação, mordisquei o bico do seu seio e apertei a sua bunda. Como era possível sentir tanto tesão pela garota que mais detesto na vida, Eloá se empolgou e não queria mais parar de cavalgar, deixei minhas costas recostada no sofá só para fitar sua bocetinha e seus seios subindo e descendo, ela rebolava bem gostoso.

— Awnn..... Tá gostoso demais. — murmurou fechando os olhos, estava afoita, com o rosto corado e a respiração descompassada.

— Está bem perto de gozar, minha linda! — desci minha mão para seu clitóris, estimulando-o, meu dedão pressionando-o do jeito que ela precisava, Eloá mordeu o lábio inferior com força e alcançou o seu orgasmo cravando suas unhas nos meus braços. Ela gemeu demoradamente quase como um soluço, a deitei com cuidado no sofá ficando sobre seu corpo, esperei recuperar um pouco do fôlego, pois, seu corpo tremia. Gemi abafado no seu pescoço com sua boceta me apertando. — Você gosta disso, ah?

Assentiu enlaçando suas pernas nos meus quadris, me trazendo para mais perto, meu pau arremeteu com mais força, chegando até o fundo e ela arqueou o corpo cravando suas unhas grandes em meu braço.

— Awnnn.... Oh..... — Eloá gemeu, sentindo meus movimentos ficarem mais rápidos, fodendo sua bocetinha apertada com estocadas fortes, possuindo-a como sempre quis desde a primeira vez que a vi desnuda.

— Puta merda! — grunhi rouco, sentindo sua pele suar, beijei seus lábios inchados pelos beijos, metendo com mais rapidez, apertei suas coxas entrando e saindo da sua bocetinha gostosa. Diabos! Eu queria comê-la todos os dias e receio que não me cansaria de tal ato, nossas línguas se chupavam com certa sofreguidão e nossos quadris estavam bem encaixados. Eu não queria sentir tesão por ela, mas sentia. Sua musculatura interna começou a se contrair, apertando o meu pau, Eloá gozou novamente; tinha no seu rosto uma expressão de pura satisfação, penetrei mais umas cinco vezes e também gozei.

— Porra! — grunhi rouco, escondendo meu rosto no vão dos seus seios, ela acariciou meu cabelo e eu ofegava como se tivesse corrido uma maratona.

— Eu te amo. — murmurou apaixonada, encarei seus olhos azuis vendo o tamanho da sua felicidade. Estava chegando a hora de colocar um ponto final nessa história.

— Eu não te amo. — sorri de canto, vendo seu sorriso se desfazer.

Joguei a camisinha fora e vesti minha roupa, bebi o último gole da minha bebida, encarando-a ainda em choque. Parecia ter levado um tapa na cara.

— Vista-se! — ordenei ríspido, ela franziu o cenho largada no sofá. — ESTÁ SURDA, CARALHO? VISTA-SE!

— Por que você está gritando comigo? — indagou confusa, se sentando no sofá.

— POR QUE VOCÊ É INSUPORTÁVEL E EU NÃO CONSIGO MAIS FICAR AO SEU LADO. — esbravejei enfurecido, querendo matá-la. Seus lábios tremeram, ela queria chorar, se sentia rejeitada.

— Por que você está fazendo isso comigo? Por que me diz palavras tão duras, se estavam fazendo amor e tudo parecia bem? É uma brincadeira de mal gosto, não é? Por favor diga-me que você não está falando sério. — seus olhos azuis marejaram, ela vestiu-se apressada querendo uma explicação mais óbvia.

— Estou com cara de quem está brincando? Não seja tão ingênua e burra. — gargalhei alto, limpando meus lábios sujo do seu batom. — Olha bem para mim, Eloá! Você acha que um homem como eu, perderia tempo com uma garota ingênua feito você? SERÁ QUE NÃO PERCEBEU AINDA QUE TE USEI? QUE SÓ QUERIA TIRAR SUA VIRGINDADE? ACABAR COM SUA INGENUIDADE GRITANTE. GAROTA, COMO EU TE ACHO IDIOTA. VOCÊ É SEM GRAÇA, É TEDIOSO DEMAIS TER QUE LHE ENSINAR AS COISAS.

— Por que me odeia tanto? O que te fiz para receber tamanha rejeição? — indagou magoada, o rosto molhado pelas lágrimas, estava frágil.

— PARE DE CHORAR! — segurei no seu braço esquerdo, empurrei-a na parede e segurei no seu queixo com um pouco de força; obrigando-a me encarar. — TU QUER SABER PORQUE TE ODEIO TANTO, POR QUE NÃO SUPORTO OLHAR NA SUA CARA? VOCÊ É FILHA DO JOSEPH. EU PROMETI A MINHA MÃE QUE ME VINGARIA DE TODOS QUE ARRUINARAM MINHA FAMÍLIA. EU NÃO SUPORTO OUVI A SUA VOZ, SENTI SEU CHEIRO, ENCARAR SEUS OLHOS AZUIS E SINTO VONTADE DE TE MATAR, DE TE FAZER SOFRER. ESTOU CANSADO DE BANCAR O NAMORADO FOFO, MEIGO E CARINHOSO. EU SOU ISSO AQUI QUE VOCÊ ESTÁ VENDO.

— VOCÊ É UM MONSTRO! — rosnou enfurecida, soluçando em meio ao pranto, seu corpo tremia, os olhos estavam vermelhos e tristes.

— MONSTRO É O SEU PAI. A SUA SORTE É QUE NÃO TE ESTUPREI DA MESMA MANEIRA QUE SEU PAI ESTUPROU A MINHA MÃE. — falei friamente, socando a parede com força.

— ISSO É MENTIRA. VOCÊ ESTÁ INVENTANDO ESSAS COISAS SÓ PARA ME COLOCAR CONTRA A MINHA FAMÍLIA. VOCÊ É UM MENTIROSO. — gritou exacerbado, gargalhei da sua ingenuidade, enchendo meu copo com algumas pedras de gelo e whisky.

— Acha que seu pai é um santinho? Garota, eu sinto muito ter que estragar seu mundinho cor de rosa e te trazer de volta a realidade. Joseph Stewart não passa de um embuste, covarde e cínico. Ele não é um empresário como você pensa, além de ser um estuprador, seu pai é um mafioso. — revelei sério, bebericando a minha bebida.

— Não acredito em mais nada que venha da sua boca. Você me fez de idiota, me usou como se fosse um objeto qualquer, uma puta sem importância. VOCÊ INVENTOU QUE MEU PAI É UM ESTUPRADOR SÓ PARA ME ENVENENAR CONTRA ELE. EU NÃO SOU CULPADA DO SEU DESENTENDIMENTO COM MEU PAI. NÃO É CULPA MIMHA SE A SUA VIDA É UM INFERNO. — disse enfurecida, apontando o dedo na minha cara. Seus seios subindo e descendo por causa da sua exasperação.

— CALA A BOCA! — joguei o copo com força na parede e seus olhos se arregalaram. — SE A MINHA VIDA É UM INFERNO A CULPA É DA SUA FAMÍLIA, SEU PAI DESTRUIU MINHA INOCÊNCIA DE CRIANÇA E AGORA EU ESTOU DESTRUINDO A SUA. NÃO SABE O PRAZER QUE SINTO EM TE FAZER CHORAR, SOFRER. É AMARGO O SABOR DA DECEPÇÃO, NÃO É SRTA. STEWART? VOCÊ ESTÁ PROVANDO DO MESMO SABOR QUE ANOS VENHO SENTINDO. EU VOU MATAR A SUA FAMÍLIA, VOU DESTRUÍ-LA DA MESMA MANEIRA QUE SEU PAI DESTRUIU A MINHA. ELE MORRERÁ PELAS MINHAS MÃOS E VOCÊ NÃO VAI PARA O ENTERRO DO SEU QUERIDO PAI

— QUEM É VOCÊ, DESGRAÇADO?! — interpelou trêmula, a voz ficando fraca, estava confusa, magoada e ferida.

— Bruce Parker. — respondi sério, seus olhos azuis se escureceram de ódio. Pelo visto já ouviu o meu nome em algum lugar, sorri de canto.

— Bruce? O mafioso da América. Você é um assassino. — murmurou horrorizada, se sentindo tonta.

— Sou assassino e meu robe é matar meninas ingênuas feito você. — debochei. Eloá se ajoelhou nos meus pés. — Por favor não me mate. Eu te imploro, faço tudo que o senhor quiser, até ficar anos no seu cativeiro. Mas não destrua a minha família.

— Sua bondade me deixa enjoado, sua mãe nunca te defendeu e o seu pai te trata como uma prostituta. E mesmo assim você está implorando pela vida deles? — segurei seu queixo, vendo o medo nos seus olhos. Aproximei minha boca da sua e sussurrei: — Tudo que eu queria de você, meu bem! Eu já consegui, você não tem mais nada para me oferecer, Eloá. — acariciei sua bochecha molhada pelas grossas lágrimas que seus olhos azuis derramavam. — Eu não te amo e recuso o seu amor, transar é algo natural, posso escolher uma das minhas amantes para saciar os meus desejos. Eu roubei a sua inocência, e você foi tão bobinha se apaixonando por um estranho, deveria ter escutado os conselhos da sua amiguinha Sabrina. Pelo menos aprenderá a nunca mais confiar 100% nas pessoas que lhe cerca.

— EU TE ODEIO. — se levantou do chão e acertou uma bofetada no meu rosto.

— Vadia. — revidei acertando um tapa na sua bochecha e ela começou a chorar. Segurei com força o seu cabelo e a joguei no sofá, em seguida, peguei minha pistola de dentro da gaveta e o meu celular. — Vamos fazer um vídeo para o seu pai. Diga para ele o quanto você está sofrendo, Eloá!

Comecei a filmá-la, seu choro não cessava, suas lágrimas transbordavam feito a correnteza do mar, seu rosto estava vermelho pelo tapa na bochecha, isso deixava tudo ainda mais instigante.

— Depois de anos a sua procura, iremos nos encontrar Joseph. Sua filha é tão ingênua, o senhor não deveria ter deixando-a presa naquele convento. Eloá é tão manipulável, bobinha e juro que esperava que sua filha fosse uma garota esperta, corajosa, desafiadora, não esse ser frágil, chorona e meiga que você criou. — comentei, dando zoom no rosto dela. — Agora diga para o seu pai que você sente muito medo. — apontei a pistola na sua direção, filmando seu rosto, seu cabelo bagunçado e seu pijama amarrotado. Ela ficou encolhida no sofá, chorando abraçada a almofada azul.

— Me perdoa, papai?! — disse choramingando.

— Comovente. — gargalhei, enviado o vídeo para o email do Sr. Joseph Stewart. — Agora seu pai ficará ainda mais preocupado com o seu sumiço. Mas não se preocupe, a morte dele vai ser bem lenta, para que goze de alguns minutos de vida.

— Não mate meu pai. — pediu, mas não quis dar ouvidos ao seu pedido. Amarrei Eloá na cadeira para que não fugisse do meu apartamento, quando voltasse pensarei se pouparei a sua vida ou não. — Eu te odeio.

— Não foi exatamente isso que ouvi quando você estava nua em meus braços. — debochei, aproximando minha boca da sua, ela virou o rosto recusando meu beijo.

— Sei que fui ingênua, mas me entreguei por amor, por paixão e desejo. Sou capaz de sentir tais sentimentos sem medo de errar e sabe que tenho pena de ti. Porque o senhor nunca saberá o que é amar de verdade, esse sentimento é nobre e o seu coração é vazio, frio e cheio de mágoas. Você pode até conseguir se vingar de minha família, mas isso não lhe trará paz. — disse ríspida, revirei os olhos sem paciência para ouvir tais palavras sentimentais. — Tu vai ficar sangrando por dentro, se remoendo internamente por não consegui sair desse mundo sombrio em que você está preso, o senhor nunca saberá o que é amar de verdade.

— Seu conselho de auto ajuda é tão ridículo. Acha mesmo que me comove com suas palavras? Que sou incapaz de amar? Para o seu desapontamento, eu amo minha irmã, minha avó, minha falecida mãe e meu trabalho. — retruquei sério, deixando seus pés amarrado.

— Não é desse tipo de amor que me refiro, só para deixar bem claro: amei o Cris, não esse homem frio que está me amarrando. — retrucou exasperada, seus olhos azuis estavam fixos nos meus.

— Esse é o meu verdadeiro eu interior, como você mesma disse: "Sou incapaz de amar". Eu não fui criado para perder o meu tempo brincando de casinha, tenho ambições maiores do que firmar uma família com qualquer mulher. — debochei, guardando a pistola no cós da calça. — Quando eu regressar, seu pai estará morto.

— Eu vou fazer justiça, um dia farei você cair diante dos meus pés, e aí será você a implorar pela sua vida. Então, vou virar as costas da mesma forma que você está fazendo agora. — vociferou enfurecida.

— Não me faça rir. Sabe quando você me terá na palma de sua mão? — indaguei com deboche. — NUNCA.

— Você busca vingança e eu busco justiça. — afirmou séria, não chorava mais, estava ciente de que sou o causador de sua dor.

— Você nunca destruirá Bruce Parker, se contar para alguém que sou mafioso, ninguém acreditará na sua palavra. Não há provas contra mim. — coloquei a mordaça na sua boca e sai do quarto pronto para matar seu pai.

40 minutos depois......

Mandei a Débora me encontrar no barzinho de sempre, fitei as horas e ela estava atrasada. Paguei a conta seguindo para fora do bar, seu carro parou na calçada, encarei seus olhos verdes e mandei que abrisse a porta do carro para mim.

— Pra onde vamos? — indagou curiosa, deixei a mochila no banco detrás e coloquei o cinto de segurança.

— Para sua casa. — falei com certa tranquilidade e ela freou o carro bruscamente.

— Não podemos, meu tio acha que sou uma moça recatada e agora que Eloá foi sequestrada por um tal de Bruce. O velho está descontrolado, se minha prima for morta, serei a herdeira de toda fortuna dos Stewart. — disse séria.

— Relaxe! Vou entrar na mansão sem ser percebido, quando chegarmos perto da mansão, entrarei no porta malas e você agirá como se nada tivesse acontecido. — acariciei sua mão tentando persuadí-la. Podemos transar na cama da sua prima.

— Isso é tentador, mas você não estava namorando a Eloá? — indagou intrigada.

— Terminamos semana passada, a garota não faz o meu tipo. — dou de ombros, dizendo aquilo que a Débora queria escutar da minha boca. — Senti saudades de você, sua prima não consegue nem dar tesão. Muito inexperiente, fresca e sem sal.

— Eu sabia que Eloá nunca seria capaz te satisfaz na cama. — sorriu abertamente, acariando minha coxa esquerda. — Obviamente você nunca conseguiu gozar com ela.

— Nunca gozei com sua prima. — menti.

— Melhor você se esconder no porta malas, em 5 minutos chegaremos na mansão. — disse séria, parando o carro.

Peguei minha mochila e sai do carro, abri o porta malas entrando no mesmo. Será tão fácil capturar o Joseph, só preciso ter cautela na hora de agir, Débora voltou a dirigir o carro sem nenhuma pressa. Ouvi o barulho dos portões se abrindo, quando o carro voltou a parar novamente deduzir que estávamos dentro da mansão.

— Pode sair.

— E os seguranças? — questionei intrigado.

— Hoje, somente dois deles estão trabalhando e eles estão próximo ao portão, os demais estão procurando Eloá pela cidade. Ordem do meu tio. — revirou os olhos, me abraçando pela cintura.

— Seu carro é blindado? — questionei curioso.

— Sim. — afirmou, beijei seus lábios com sutileza, quando senti a Débora entregue ao beijo, acertei uma coroada na sua cabeça e guardei a pistola de novo no cós da calça.

— Tão burrinha. — sorri de canto, sai da garagem sem fazer nenhum barulho. O primeiro guarda estava de costas para mim, fitando à piscina, deixei o meu braço ao redor do seu pescoço, estrangulando-o cara facilmente. Apertei sua garganta com força até que seu corpo amoleceu, arrastei o rapaz até a garagem. Retirei a navalha da mochila e cortei sua garganta. O próximo estava em frente ao portão, bocejou duas vezes e fitou as horas no seu celular. Acertei um chute lateral que acertou sua orelha, ele tombou para trás, antes que se recuperasse do susto desferir socos em suas áreas vulneráveis: queixo, nariz e garganta. Chutei sua pistola para o lado, ele agarrou minha perna tentando me derrubar no chão, dobrei o meu joelho acertando em cheio o seu nariz.

— Aiiiiiiiiiiiiii — enfiei a navalha três vezes no seu peito até que o imprestável ficou desfalecido no chão.

— Agora só falta capturar Joseph e sua esposa. — sussurrei, corri para a porta dos fundos, entrando pela cozinha, a empregada cortava carnes com uma faca média. — Mãos para o alto.

— Misericórdia! — arregalou os olhos, sentindo a pistola encostada na sua cabeça.

— Se a senhora gritar, será morta. — ameaçei, não queria chamar atenção do anfitrião da casa. Levei a velha para o quartinho dos fundos, ela caminhou vagarosamente, as pernas trêmulas e o choro tornando-se um incômodo para os meus ouvidos.

— Por favor! Não mate minha menina. — implorou.

— Quem é a sua menina? — indaguei enfurecido.

— Eloá. Sou a mãe de leite da garota, a tenho como se tivesse saído do meu ventre e te suplicou ajoelhada que não faça nenhum mal a Eloá. Ela é uma boa menina, não merece tamanha infelicidade. — pediu.

— Cala a boca! — praguejei impaciente, dando uma coroada na sua cabeça. Amarrei a velha nos pés da cama, cortei um pedaço do lençol para amarrar na sua boca. — Eloá. Não suporto mais esse nome.

Sai do quartinho, subindo para o segundo andar, ouvi vozes alteradas vindo do escritório, era o Joseph discutindo com alguém no telefone.

— Quero Eloá ainda hoje na minha casa. Não vou esperar mais um vídeo daquele desgraçado maltratando a minha filha. — rosnou ríspido. — COLOQUE TODOS OS MEUS HOMENS RONDANDO CADA CANTO DE NEW YORK. MINHA FILHA TEM QUE SER ENCONTRADA.

— Comovente a sua preocupação repentina pela Eloá. — apontei a pistola na sua cabeça.

— Bruce. — rosnou enfurecido, desligando o telefone.

— Estou adorando revê-lo, só que desta vez é o senhor que está sobre a mira de uma pistola. — falei ríspido, empurrando o velho para cima da mesa. Procurei no bolso da minha calça as algemas e o infeliz aproveitou do meu descuido para jogar um pequeno vaso na minha cabeça. — Desgraçado!

Me senti tonto, ele se aproveitou para me atacar, o velho fechou as mãos em punhos e veio com fúria para cima de mim. Coloquei o braço esquerdo na frente do meu rosto buscando defesa, Joseph chutou fortemente na minha barriga e o sangue saiu dos meus lábios.

— Fracote! Você não defendeu sua mãe naquela época, não foi capaz de salvar o próprio pai da morte e agora será morto diante do seu maior inimigo. — vociferou raivoso, puxando sua pistola do cós da calça. — BBD significa: Burros, Bestas e derrotados. — o velho gargalhou, meus olhos se escureceram, estava diante do estuprador da minha mãe. É por ela que busco vingança, posso até morrer, mas levo este desgraçado comigo. — Me diga onde está minha filha que pouparei a sua vida.

Me levantei sem medo do seu ar arrogante, ainda estava com minha pistola na mão apontada para seu peito.

— Morremos juntos. Vou adorar te ver ardendo no fogo do inferno, mas a sua filha morrerá no exato momento em que o Bieber tiver acesso a chave do cativeiro. — avisei sério, seus olhos azuis faiscavam de ódio. Eloá tinha um valor significativo, ele queria vender a filha no casamento fajuto com outros mafiosos. Mas isso seria algo impossível de ser realizado. — Então, vamos continuar nos mirando?

— Petulante igual ao pai. — rosnou ríspido, estávamos no impasse. — Não vou me entregar. Quer tanto matar a Eloá. MATE! — vociferou enraivecido.

— Ótimo! — sorri de canto, pelo vidro da janela vi a esposa dele parada na porta com a pistola apontando em minha direção. Porém, suas mãos estavam trêmulas, com certeza, ela nunca matou uma pessoa antes, mas tentaria salvar seu esposo. Joseph desviou seus olhos dos meus, vendo a esposa, antes que os dois me encurralar-se numa armadilha. Atirei na luz do escritório deixando tudo na penumbra total, me joguei debaixo da mesa, os dois começaram a tirar sem um ângulo certo. Pelas lentes de contato especializada que estou usando, consigo enxergar no escuro e vi perfeitamente o exato momento em que Joseph sem querer acertou o tiro no peito esquerdo de sua esposa.

— Ai! — ela caiu ajoelhada no chão, com a pistola na mão.

— Minha esposa. — Joseph se agoniou querendo vê-la, esbarrou de encontro a cadeira, tropeçando no escuro. Apressei meus passos, retirado a pistola de sua mão, deixando este infeliz algemado.

— Acabou para você, Joseph! Sua família está sendo destruída e você atirou na sua esposa. — rir debochado.

— Anne! — a chamou no fio de voz, chutei sua esposa para fora do escritório e ela gemeu dolorida.

Seu vestido estava coberto de sangue, deixei que os olhos do meu inimigo assistisse o último suspiro de sua esposa. Aproximei minha boca da sua orelha e sussurrei:

— Como dói assistir a morte de alguém que amamos, mas não se preocupe, pois, logo mais vocês dois estarão ardendo no fogo do inferno.

Sem mais delongas, resolvi por um fim no sofrimento de sua mulher, destravei a pistola e fuzilei sua testa, o corpo da sua esposa se arqueou do chão.

— Isso não ficará impune, Bruce — gritou exaltado, revirei os olhos. Levando-o em direção à sala. Precisava sair antes que reforços chegassem, não havia mais escapatória para o Joseph. — Você vai destruir a Eloá, ela ficará órfã de pais.

— Que coincidência! Eu também sou órfão. — debochei, ao chegar perto do carro da Déborah, acertei uma coronhada na cabeça do velho. Abri o porta malas, jogando-o dentro e fechando de chave. — De hoje não passará, sua morte já está próxima.

Entrei no carro dando partida no mesmo, os portões da frente se arrancaram com a rapidez que dirigi o Porsche azul. Esperei 13 anos por este momento e não vou falhar.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...