História Reprise et dépassement - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Histórias Originais, Omegaverse
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


boa leitura

Capítulo 6 - Pessoas novas


Como eu sou um ser muito preguiçoso, e não quero contar tudo o que aconteceu nas últimas semanas, eu vou simplificar tudo.

 

Podemos começar com o fato da Lis estar mais afastada, e está ficando mais com as amigas, não que eu a empeça disso, porém ela tinha deixado claro que não gostava muito da amigas, eu não entendo, outra coisa é que o novo aluno está ficando com as irmãs, eu até que ficava bastante com as duas, porém quando eu comecei a namorar, a Lis disse para mim se afastar, porque ela não sentia algo bom vindo das meninas, eu até hesitei em fazer isso, não me afastei totalmente, mas a agente mal se fala, outra coisa relacionado a esse ômega é que o cheiro dele é muito bom, e não sou só eu a concordar, os meus animais interiores super aprovam o cheiro dele.

 

Bom eu não preciso lembrar que eu sou herdeiro da casa europeia, porém meu pai já deixou claro que eu posso dividir o governo com um dos meus irmão que quiserem isso, e eu tenho quase certeza que a Kiara vai querer, os outros já deixaram claro que não gostam desse troço; como eu posso dividir o poder, então eu também posso ter outro trabalho, eu agradeço por meu pai ser esse tipo de líder, mas mesmo assim eu ainda sou o primeiro herdeiro, então eu tenho que cuidar de alguns assuntos, por exemplo gangues que estão desfazendo o acordo de paz; vou explicar melhor o que seria um acordo de paz.

 

Um acordo de paz geralmente é feito entre uma casa, gangue, ou até mesmo uma facção, e algo menor (gangues, na maior parte das vezes), por exemplo, a minha casa tem acordos de paz com gangues locais, e gangues e facção  do país, não são todas claro, sempre tem alguma que não quer fechar o acordo, o acordo de paz não traz nenhuma grande obrigação, resumindo são somente duas regras no acordo (duas maiorais) que são: as “casas, gangues, facções” não podem atacar os menores e vice-versa, os grupos menores não podem causar o caos no território, já que este último é de pertence do grupo maioral.

 

Não são regras tão difíceis de se seguir, porém sempre tem alguma Gangue doidona que ama quebrar essas regras, e foi isso que eu fiquei encarregado de resolver.

 

Uma gangue, Hellboys, quebrou uma regra, ao torturar fisicamente e psicologicamente, e assassinar um grupo de um ômega e três betas, como eles não eram rivais, isso foi uma regra quebrada, e eles precisam pagar por isso, então eu fui atrás da gangue, porém quando eles me viram fugiram que nem cachorrinhos (fracotes), foi uma perseguição besta, porém em certo momento eu senti um cheiro conhecido, é muito bem, era p cheiro de um ômega, e eu sei quem era esse ômega, era o Marcel, ele estava por perto, acho que me distrai com o cheiro, porque perdi o grupo de vista, logo senti o cheiro dar uma leve mudança, ele ficou com um cheiro mais amargo que o normal, ele estava com medo; o cheiro se distanciou, e eu tomado pelos instintos segui o cheiro, porém ele sumiu, e logo eu avistei o grupo, que eu estava “caçando”, eles não tinham me notado, eu ia atacar, até sentir o cheiro e morangos com baunilha e mel, junto com uma pitada de um cheiro de um campo florido, era uma mistura... exótica, mas muito gostoso, não era doce que nem os outros, era doce, e com um amargo doce!?, porém esse amargo ficou pior, ficou mais forte, até que o doce aumentou, porém não era o doce normal do cheiro, era um doce quase queimado, ele estava em perigo... com medo... assustado... chorando... machucado; não pensei duas vezes antes de sair correndo em direção ao local.

 

A cena era a seguinte, o ômega estava quase desacordado, no chão, chorando, sangrando, enquanto seis pessoas (a gangue) o cercavam, ele desmaiou, eu precisava fazer algo, precisava salvar ele, e matar aqueles desgraçados. Eu quase me transformei na forma Lupina do meu tigre, porém meu leão era mais racionam e rápido, e assumiu a forma primeiro, a partir da aí, não era quem controlava o corpo lupino,  eu não lembro de muito, porém o que eu lembro são somente flash, como eu derrubando os alfas do grupo, não matei ninguém c somente os machuquei, até desmaiarem, lembro de ter pego o ômega pela camisa com minha boca, eu corri até onde tinha deixado o carro, Quando cheguei no carro me transformei novamente em um humano, fiz os primeiros socorros no ômega, e o coloquei no banco de traz do carro, liguei para um contato para cuidar da gangue, já tinha feito minha parte.

 

Passou algumas horas, ele ainda não tinha acordado, eu dirigi até uma lanchonete e fiz um pedido, espero que ele goste de frango.

 

Bom eu tinha encostado o carro perto de um Parque, já estava escuro, ele acorda, eu o senti se movimentar no banco de trás, não achei que ele ia gritar.

 

-RICK!!??

-Eu mesmo, antes que você achei que eu te sequestrei, vou te contar o que aconteceu e como você veio parar aqui- eu disse torcendo para ele não surtar, contei tudo, exceto o que eu pensei do cheiro dele, e que me transformei na forma lupina.

-Hum... bom acho que obrigado- ele diz soltando um sorriso muito bonito

-De nada, eu não fiz nada mais que minha obrigação... bom achei que você acordaria com fome, então eu comprei um lanche, espero que goste de frango com bacon- digo entregando o lanche.

-BACON? Eu amoooo bacon- ele diz sorrindo com os olhos, logo ele me abraça, eu travei um pouco mas  retribui o abraço.

 

Vejo ele corar, ele acaba parando e inalando o meu cheiro.

-Bom- ele diz super baixo, se eu não fosse lúpus, não teria escutado.

-O seu também-digo, em um simples sussurro, porém ele não escutou.

 

Ele logo devorou o lanche, nós conversamos, nos conhecemos melhor.

-Já são 21:36- solto para mim mesmo

-COMO, o Wallace vai me matar- ele diz quase saindo do carro

-A onde você está indo? Pergunto puxando seu braço

-Eu to indo ‘pra casa, afinal onde estamos? Ele pergunta tombando a cabeça... fofo

-Eu te levo para casa, só me diga onde é que ela fica-digo ligando o carro.

.

M

.

Ainda to meio atordoado com os acontecimentos.

 

Achei que só animais corriam assim, o Rick dirigi extremamente rápido, deve ter infringido umas três leis de trânsito, ele corre para caralho.

 

Cheguei em casa em alguns minutos, o que não me surpreende, e infelizmente ou felizmente, Wallace estava me esperando, e o Rick estava me acompanhado.

-Eu não vou me estressar, só vou dizer que você não vai gostar dos seus próximos dias- Wallace diz abrindo a porta da frente- ô Sr.Rick, como você vai? E o que você faz aqui a esta hora? Ele pergunta mudando totalmente de humor... credo que bipolar.

-Eu vou bem, eu só vim trazer o Marcel- ele responde sem jeito

-Hum- Wallace só diz isso, e volta para dentro da casa

-Hen... então tchau Marcel, até amanhã- ele diz voltando para o carro

-...Tchau- digo, o cheiro dele é bom é uma mistura de terra molhada/Chuva  (um cheiro ozônico ) com um cheiro amadeiro e o final um pouco de café puro, lembra uma floresta.

-Hum,Hum, precisamos conversar-diz Wallace... eu to fudido.

.

.

.

Ontem à noite levei um sermão bem grande, e afinal, eu estou confinado em casa, escola-casa, casa-escola, até o meu Wallace decidir me libertar; hoje de madrugada Wallace recebeu uma chamada, e teve que ir para o hospital, ele disse que eu poderia ir para a escola sozinha, e qualquer coisa era eu só ligar para o hospital e pedir para falar com ele.

-Oie... como vocês vão meninas- pergunto chegando perto das irmãs.

-Estou indo... somente isso- diz Wis com um olhar baixo.

-É podemos dizer que estamos bem- Bé diz.

Eu abracei a Wis, e nós ficamos abraçados até o sinal tocar, nós nos separarmos da Wis, chegamos na sala e somente o “grupinho” estavam na sala; vou contar algo interessante, eu acho (certeza) que elas me odeiam, principalmente a Anna Karl, só falta ela me espancar.

 

Nós nos sentamos no lugar de sempre, bom os alunos estavam chegando, porém entrou um baixinho, parecia um Dinossauro, porém ele era meio fofo, com toda certeza é ômega, ele veio correndo abraçar a Bé.

-Putinha, achei que você só ia voltar no próximo semestre- diz Bé apertando o menino nos braços.

-Então né, estava muito tédio lá, aí eu voltei, JÁ QUE EU POSSO- ele responde saindo do aperto da Bé, vindo em minha direção- e quem seria você? Ele pergunta mexendo nas minhas orelhas, eu solto um pequeno ronrono, mas logo em recomponho.

-Oi-e, eu-eu sou o Marcel, mas pode me chamar de Ma- digo tombando a cabeça e soltando um sorriso, ele aperta minhas bochechas e volta a acariciar minhas orelhas, eu acabo cedendo ao carinho, afinal, ainda é um cafuné... sem perceber eu acabo liberando meu cheiro, e ronronando  tanto alto.

-Uau... você tem um cheiro incrível- o menino fala

-Quem diria que até você, Marcel, o sério, teria esse lado-Bé diz e depois solta uma gargalhada

-Esqueci de me apresentar, eu sou o Gustavo, prazer- ele diz se sentando na cadeira ao lado.

-Prazer- digo sorrindo

 

Após alguns minutos o professor chega, a aula ocorreu normalmente, após quatro aulas o sinal tocou, anunciando o início do intervalo, Bé diz que tinha coisa para fazer e que ia na frente, o Gustavo disse que precisava falar com uma pessoa, logo já estava indo em uma direção oposta que a minha, eu fui conhecer a escola, já que eu ano fiz isso em nenhum outro dia.

 

Eu estava passado por uma sala, até escutar alguns sons diferentes, curioso como eu sou, fui atrás da origem do som, após alguns segundos achei a sala, sem pensar duas vezes, abri a porta, e vou me arrepender para sempre dessa ação:

 

Vou me arrepender, porque eu vi uma cena traumatizante, tinha um garoto, moreno, provavelmente beta, chupando, isso mesmo, CHUPANDO, um outro garoto, esse é um alfa, logo eu já tinha fechado a porta da sala e corrido para o banheiro masculino.

 

Se eu tivesse pensado um pouquinho, eu teria percebido que o alfa tinha me seguido.

-Hehe, olha foi uma situação bem...estranha, mas não leve isso como uma primeira impressão sobre a gente, por favor- ele diz se curvando, como se estivesse pedindo desculpa pelo ocorrido

-Não precisa se desculpar, eu que atrapalhei- digo sentindo minhas bochechas esquentarem.

-Não, eu devo pedir desculpa a você... bom espero mostrar que eu não sou... um pervertido- diz e logo o possível beta entra no banheiro, assim que ele entra eu percebo que ele é um ômega e não um beta.

-Hum, você poderia morrer, seria mais simples- diz o ômega do lado do alfa

-Ei, ele vai pensar que você é um psicopata- o alfa diz mexendo com a mão na cabeça do ômega.

-Af... Okay... oi, eu sou o David, mas pode me chamar de Davi, e esse querido alfa e meu é o Matheus Paulo- diz o ômega se apresentando

-Oie... eu sou o Marcel, mas vocês podem me chamar de Ma.

-Foi um prazer te conhecer Ma, mas a gente tinha um motivo para estar naquela sala... tchau- diz o ômega arrastando o alfa e volta para aquela sala.

-Vejo que você já conheceu um dos meus amigos- diz uma voz conhecida atrás de mim.



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