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História Resgate dos Peculiares - Capítulo 20


Escrita por:


Notas do Autor


Bom, desculpa a demora gente! E talvez eu fique mais tempo sem postar, porque eu vou me mudar de cudade, então vou ficar sem internet por um tempo. Ou talvez eu poste outro capítulo antes, já que eu só me mudo na quinta.

Capítulo 20 - Resgate de Sam


-Ah, você acha?! - eu disse, com sarcasmo.

Olhando me volta novamente, vi mais adiante uma mulher. Ela vinha a passos largos até nós, usando um vestido comprido, provavelmente ela era a noiva.

-Gente, deu ruim! - avisei - Olha lá!

Indiquei a mulher vindo em nossa direção, e eles pareceram tão preocupados quanto eu.

Mas, por incrível que paressa, quando chegou até nós a mulher não gritou ou nada do tipo, pelo contrário. Ela também parecia muito doce e gentil, pelo tom de voz que falou conosco.

-Vocês devem ser as crianças da Srtª Peregrine, certo?

-Todo mundo sabe que a gente vinha?! - questionou Horace.

A mulher deu um sorrisinho doce, depois juntou as mãos sob a saia do vestido.

-Ela me avisou, só isso. - ela respondeu - Me chamo Jackie, prazer! Eu já fui uma das crianças da Srtª Owl.

Ela... Já foi uma das crianças da Srtª Owl? Será que ela está sobre o controle dela também?

-A quanto tempo? - Enoch perguntou, e Jacob deu uma cotovelada em seu braço - Aí!

-Faz algum tempo, mas nós ainda mantemos contato. - a moça respondeu, sem afetar sua expressão gentil.

Nós a olhamos atentamente, esperando algum tipo de sinal de que estava sendo controlada. Mas aparentemente não havia nada de errado com ela.

-Bom, a Srtª Owl me disse que vocês viriam. Venham comigo, por favor. - ela pediu.

Fomos atrás dela, mantendo certa distância. Ela nos conduziu pelo local da festa de casamento, até uma garagem de pedra.

O teto e o piso eram de madeira e um carro moderno estava estacionado lá dentro.

-Pensamos que seria melhor usarem meu carro, para que não chamassem muita atenção. - ela comentou.

-Qual seu nome? - Jacob perguntou.

-Pérola. - ela respondeu - Bem, melhor vocês irem. Sabe, hoje é meu casamento, e eu tenho que voltar a me arrumar.

Ela saiu de perto, sem que nos despedissimos dela. Jacob foi até a porta do motorista, onde a chave estava pendurada.

Ele abriu o carro, e liberou as outras portas. Horace foi direto para o banco da frente, e jogou a mochila para o banco de trás que acabou acertando Enoch enquanto entrava no carro.

-Ei! - ele reclamou.

  Jacob ligou o carro, engatou a ré e tirou o carro da garagem enquanto Enoch e Horace discutiam.

  Com a discussão com Horace terminada, Enoch começou outra com Jacob.

-Por que raios você me deu aquele cotovelada, hein Jacob? - perguntou Enoch.

-Você esperou até agora pra perguntar? - Horace perguntou á ele.

Enoch apenas o ignorou.

-Pra você aprender a ter uma coisa, chamada bom senso. - Jacob respondeu, olhando-o pelo retrovisor.

-E educação. - completei.

Enoch me olhou surpreso. Aparentemente, ele não esperava que eu falasse algo.

-Essa foi boa, Eleanor. - Jacob comentou, ainda olhando pelo retrovisor e segurando para não rir da cara que Enoch estava fazendo.

Não conseguindo me segurar, também começo a rir.

-Que lindo, viraram amiguinhos agora. - Enoch mudou o assunto.

-E você tá com ciúmes! - Horace não perdeu a oportunidade.

Enoch apenas chutou o banco dele em resposta mas, ao olha-lo de lado, vi que ele parecia constrangido.

A discussão se encerrou por ali, e todos ficamos em silêncio. Apenas o barulho das rodas do carro passando pela estrada preenchia o silêncio.

·

Eu me concentrava em meus pensamentos, enquanto olhava pela janela. O dia ensolarado e quente do lado de fora era tentador. Olhando mais adiante do caminho, já vi alguns prédios o que significa que estavamos chegando na cidade.

Olhei em volta. Jacob estava concentrado na estrada, e aparentemente feliz de estarmos chegando na cidade. Horace parecia estar dormindo, mas era difícil saber. Enoch estava mais concentrado em olhar para a janela, ele nem sequer parecia piscar.

-Já estamos chegando na cidade. - Jacob quebrou o silêncio - Só temos que saber onde procurar o peculiar.

-Me da o rastreador. - pediu Enoch - Eu acho ele rapidinho.

Jacob pegou o rastreador do bolso do casaco, entregou para Enoch e nem sequer olhou para trás. O silêncio continuou, a não ser por alguns murmúrios de Enoch, enquanto ele olhava o rastreador.

-Vai seguindo. - Enoch disse a Jacob,sem tirar os olhos das setinhas do rastreador.

Me aproximei dele para poder ver também, mesmo não sabendo qual era a certa.

Uma delas era vermelha e apostava para a esquerda a a outra, azul, apontava para frente.

A seta azul começou a tremer um pouco, depois girou em volta do rastreador e depois parou apontando pra direita.

-Vira pra... - Enoch começou, mas se assustou ao me ver ali ao seu lado. - Direita.

Jacob fez isso e virou a direita. A seta azul voltou a apontar para frente, depois de girar mais uma vez. Olhei para Enoch ao meu lado e, para minha surpresa, o mesmo já estava me encarando.

-O que foi? - perguntei. Enoch apenas balançou a cabeça, com se estivesse voltando a realidade.

-Nada, só me assustei. Não te vi aqui... - ele se auto interrompeu e voltou a olhar o rastreador - Merda! Jacob, volta!

Olhei para o rastreador. A seta azul apontava para trás. Pelo visto, Enoch perdeu uma curva. Jacob fez o retorno.

-Agora vira pra esquerda. - Enoch instruiu. Jacob fez isso e virou a curva.

A seta azul girou mais uma vez e parou apontando para frente denovo.

Seguimos mais adiante, Jacob seguindo as instruções de Enoch e virando em cada curva e caminho mandado. Eu olhava fixamente pro rastreador, hipnotizada pelas setas girando e parando, e isso parecia deixar Enoch constrangido.

-Para! - Enoch ordenou.

-Parar? No meio da rua? - perguntou Jacob.

-Se você saber entrar em um prédio om um carro, pode ir então. - Enoch disse com sarcasmo.

Jacob estacionou o carro, e todos saímos. Enoch ainda não tirava os olhos do rastreador, mas assim que todos nos reunimos na calçada ao lado do carro, Jacob o tomou da mão dele.

-Ei, eu estava vendo! - Enoch reclamou.

Horace se espreguiçou e deu um grande bocejo, depois coçou os olhos.

-A gente já chegou? - ele perguntou, sonolento. Sua carinha de sono era tão fofinha.

-Ainda não. - respondeu Jacob, olhando o rastreador em suas mãos - Quero dizer, quase.

Jacob se adiantou a entrar no prédio. Era um prédio grande, mas parecia abandonado. Era estranho ver uma construção enorme no meio de tantas outras, sendo que era abandonado.

Jacob olhou em volta antes de entrar, ninguém ali na rua parecia se importar com o prédio, ou muito menos e alguém entrava. Forçando a porta, Jacob conseguiu abrir a porta, então todos nós entramos.

Jacob fechou a porta depois que todos passamos, então tudo ficou escuro. Uma luz se acendeu atrás de nós, então me virei e vi a lanterna do celular de Jacob ligada.

-Hoje você decidiu ligar, não é? - Enoch provocou. Jacob apenas o ignorou e tomou a dianteira do grupo, com Horace atrás de sí e eu e Enoch atrás de ambos.

Nossos passos ecoavam no chão, nas paredes e no teto, mas continuamos seguindo adiante.

-Estamos chegando? - perguntei, assustando os outros.

-Não sei dizer, mas o caminho é por aqui. - Jacob disse, iluminando o rastreador.

Continuamos andando, até que Jacob parou bruscamente, fanzendo Horace esbarrar nele, assim como eu e Enoch.

-Por que parou? - perguntei.

Jacob apontou a lanterna para frente, e logo vimos o porquê. Tinha uma escada, e nós quase caímos escada abaixo.

-Ata. Entendi. - falei.

-Desçam com cuidado... - Jacob pediu - Melhor descer em duplas, assim não corremos risco de cair.

Jacob e Horace começaram a descer as escadas, tomando o máximo de cuidado possível, enquanto eu e Enoch esperamos eles descerem pelo menos quatro degrais para irmos também.

-Podem vir! - Jacob chamou-nos.

Olhei para baixo, com receio. Enoch desceu dois degrais, se virou para mim e estendeu sua mão.

-Vem. - ele disse.

Segurei sua mão, ainda com receio de cair. Dei um sorriso de canto, e ele retribuiu com outro. Segurando a mão de Enoch, desci dois degrais até ele.

Nós soltamos as mãos e continuamos descemos até o final. A escada não era grande, mas a cada degrau eu sentia que poderia cair e despencar.

Olhando em volta do lugar onde estavamos. Ainda estava escuro, mas parecia ser um estacionamento com alguns carros abandonados.

-Você tá bem? - Enoch perguntou baixinho.

-Sim, não me machuquei, se é o que quer saber. - respondi.

Enoch deu um rápido sorriso para mim, então nos viramos para Jacob.

-Pra onde agora? - perguntamos.

-Por ali. - Jacob respondeu, apontando para adiante no estacionamento.

Todos começamos a andar atrás de Jacob, enfileirados e olhando á espreita. Jacob parou de subto novamente, mas não batemos todos juntos.

Ele fez uns gestos com a mão. Apontando para uma coluna do estacionamento, ao lado da parede, ele cochichou para nós:

-Ele está ali.

Olhando bem, do ângulo que eu olhava não dava para ver mas, havia um espaço entre a coluna e a parede, e me esticando um pouco, pude ver a ponta de um tênis.

Jacob fez sinal para que não fizéssemos barulho, e que andássemos devagar, foi o que fizemos.

-Olá? - Jacob disse, quando já estavamos perto.

Me virei um pouco para o lado, de modo que eu pudesse ver o garotinho espremido ali no canto. Ele tinha os cabelos ruivos, algumas sardas espalhadas pelo rosto, e parecia assustado. Seus jeans estavam sujos de lama e rasgados, o tênis tinha vestígios de que já havia sido branco, seu moletom cinza era a única coisa em bom estado.

-Quem são vocês? - ele perguntou, calmo.

Jacob se ajoelhou na frente do garoto, e discretamente entregou o rastreador para Horace, que estava mais próximo.

-Eu sou o Jacob. - ele se apresentou - Qual o seu nome?

-E eles? - o garoto perguntou, apontando para nós. Por vergonha, me encolhi na parede para que ele não me visse encarando-o - Quem são?

-Horace, Enoch e... - Jacob começou as apresentações, mas quando se virou para olhar, não me viu ali - Eleanor?

Saí de trás de Enoch, olhei para Jacob e depois para o garoto, então sorri.

-Meu nome é Sam. - o garoto se apresentou, e se levantou. Ele parecia maior agora, mais ou menos da estatura de Horace, um pouco maior que eu e Enoch, e menor do que Jacob.

Passado as apresentações, Jacob começou todo um discurso sobre fendas, ymbrynes e peculiares. Sam o interrompeu no meio da frase.

-Espera, está me dizendo que "peculiares" são pessoas que fazem coisas impressionantes que ninguém mais faz? - ele perguntou.

-Sim. O que você sabe fazer, de impressionante que ninguém mais faz? - Jacob perguntou.

Sam tirou as mãos dos bolsos da calça, esfregou-as então as abriu. Não demorou nem 5 segundos, começaram a sair flocos de neve de suas mãos.

-Livre estou, livre estou... - cantei murmurando, e ninguém me ouviu.

-Olha, ele nos poupou um bom tempo. - comentou Enoch.

Horace parecia fascinado pelos floquinhos de neve que saíam das mãos de Sam, mal piscava enquanto observava.

-Incrível... - ele murmurou. Foi  primeira coisa que ele falou, desde que descemos.

-Tenha dó, Horace! Não aja como se nunca tivesse visto um peculiar. - implicou Enoch.

-E então, o que vocês sabem fazer? Digo, vocês são peculiares certo? - perguntou Sam. Ele parecia bem mais solto agora, se compararmos á quando chegamos.

-Não dá pra demonstrar agora mas, sim somos peculiares. - Jacob respondeu prontamente - Eu consigo ver etéreos, são criaturas invisíveis pra muita gente. Menos pra peculiares como eu.

-A gente vai mesmo falar o que a gente faz? - perguntou Enoch. Jacob olhou-o como se fosse óbvio, então Enoch revirou os olhos - Tem um rato morto por aí?

Todos nós o encaramos.

-O que? Eu prefiro demonstrar. - ele se defendeu - Mas eu revivo coisas mortas, dependendo das condições do cadáver, claro.

-E ele? - Sam apontou para Horace, que estava distraído limpando o monóloco com um paninho.

Horace parou, olhou em volta e viu que esperavamos que ele respondesse.

-Eu? Eu prevejo as coisas, em meus sonhos. Sejam boas ou ruins. - contou Horace.

Sam arregou os olhos, que já estavam brilhantes e abriu um grande sorriso, fazendo-nos ficar confusos e fez Horace corar levemente.

-Sério? - Sam perguntou, com admiração.

-Ganhou um fã, Horace! - comentei.

Sam parou de "babar" pela habilidade de Horace, e se virou para mim.

-E ela? - perguntou.

Silêncio. Todos olharam para mim, e tentei buscar ajuda nos olhos de Enoch, mas ele também parecia não saber o que fazer.

-Verdade Eleanor, o que você faz? - perguntou Horace - Eu não sei ainda.

-Não tinha parado pra pensar nisso. - Jacob comentou.

Verdade, eu não havia mostrado á ninguém o que eu fazia, a não ser Hugh e Enoch. E agora? Eu conto?

Antes que eu pudesse dizer algo, ouvimos um barulho e Jacob fica branco feito um papel.

-Etéreo. Aqui? Como assim?! - ele dizia para si mesmo, então se virou para nós - Se escondam! Rápido!

Sam parecia confuso, então Jacob apenas puchou ele e Horace, que estava paralisado de medo, para trás de um carro perto dali.

Enoch pegou minha mão e me puchou para trás de outro carro, também perto dali.

-Deve ter farejado Sam, ele foi o único que usou sua peculiaridade... - Enoch comentou.

O carro em que Jacob, Horace e Sam estavam era um pouco longe do nosso, mas podíamos ver os três sentados de costas para as portas.

Eu e Enoch, entretando, estavamos agachados um do lado do outro, e bem encolhidos ali.

Meu coração começou a disparar, senti o sangue correndo pelas veias e comecei a respirar mais fundo, mas silenciosamente.

-Eleanor? Você tá bem? - perguntou Enoch, visivelmente preocupado.

-Sim, só... - comecei, tentando controlar a respiração - Estou com medo.

Enoch pôs a mão no meu ombro. O calor de sua mão me acalmou um pouco, o suficientemente para minha respiração voltar as normal.

Sente o rosto esquentar, mas não soube dizer se era de vergonha ou por causa da dor de cabeça que eu sentia.

Como eu estava perto do capô do carro, me estiquei um pouco para o lado para olhar, mesmo não conseguindo vêr se fato o etéreo.

-Você está louca?! - Enoch sussurrou, então me puxou para mais perto dele.

Agora meu rosto corou, e disso eu tenho certeza. Quando Enoch me puxou, ele tombou um pouco pa o lado, e eu botei as mãos no chão para não cair em cima dele.

-Por que me puxou?! - questionei sussurrando, me ajoelhando.

-Eu te salvei, denada! - ele retrucou, se ajoelhando também.

Senti alguém me cutucar, e não evitei gritar de susto.

-Calma! Sou eu! - Jacob disse alto, para abafar meu grito.

Me virei e olhei para cima. Jacob, Horace e Sam estavam nos olhando.

-E o etéreo? - perguntei.

-Foi embora. Já faz um tempinho. - disse Jacob.

-Filho da puta, eu quase morri aqui! - gritei, me levantando com pressa.

Todos olharam surpresos para mim, afinal eu não pareço do tipo que xinga muito. Enoch começou a rir, e se levantou também.

-Eu já disse que adoro essa garota? - ele disse, apoiando-se no carro velho e abandonado.

-Depois dizem que não são um casal. - Horace comentou baixo, mas alto o suficientemente para ouvirmos.

-E não somos. - protestei.

-Me poupe, Eleanor. Vocês até se beijaram... - Horace argumentou.

Senti as bochechas ficarem vermelhas, e Enoch também.

-Gente, tô boiando aqui... - Sam falou.

-Eu explico no caminho pra fenda. - Jacob prometeu - Você vem com a gente?

-Claro! - Sam aceitou, animado - Quero saber sobre esses dois.

-Pronto, viramos atração. - falei.

-Viu? Até o Sam acha que vocês são um casal. - Horace voltou a insistir.

-Pela última vez: nós não somos um casal! - exclamei.

Esperei que Enoch falasse algo, mas ele se manteve em silêncio, então me virei para olha-lo.

-Enoch? - chamei, mas não é como se ele não estivesse prestando atenção, pois me encarava.

Ele parou de se apoiar no carro, e ficou totalmente de frente para mim. Jacob e os outros se afastaram um passo.

-Enoch... - chamei denovo, mas nem foi preciso.

Enoch se aproximou um passo de mim, pôs uma mão na minha nuca e me puxou para perto. Ele selou nossos lábios, e eu jurei que pude ouvir as exclamações de surpresa dos outros garotos.

Nós nos separamos por falta de ar, e eu achei que poderia cair no chão a qualquer minuto, mas preferi falar a primeira coisa que me veio a cabeça.

-Que porra foi essa?! - assim que disse essas palavras, percebi o quão "irritada" eu parecia dizendo-as.

-Ele te beijou. - Horace respondeu.

Enoch parecia surpreso, talvez pela própria ação de me beijar na frente  outros, ou pela minha reação.

-Eu... - comecei, sem saber o que iria dizer - Enoch...

-Vamos embora logo, quero voltar para casa. - foi tudo o que Enoch disse.

 Ele se virou e saiu de trás do carro, então caminhou até as escadas do estacionamento. E ficou ali, esperando por nós.


Notas Finais


Bom, depois desse final arrasador né, eu vou tentar focar um pouco na amizade da Eleanor e do Horace, porque na minha cabeça é muito fofa, só que eu não exploro muito. E desculpa os erros de português e se ficou muito longa.


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