História Resiliência - Capítulo 14


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Notas finais

Capítulo 14 - Tarde


-- Outro dia. Quem sabe, Lua? - Juliana tentou apaziguar. 


                         -- Se minha mãe deixar. 


-- Depois a gente ver isso. - Abriu a porta. -- Vamos Luana.


-- Tchau tia Ju. - Beijou sua bochecha. -- Até amanhã. 


                  -- Amanhã você vem, Luana?


-- Não sei ainda. - Heloisa respondeu. -- Boa noite, Juliana.


                                -- Boa noite!


No caminho até estacionamento Luana se mostrava impaciente e pensativa. 

 

       -- Você não gosta mais da tia Ju?

 

                       -- Aham. 

 

-- Por que você não quis ir comer pizza com ela? 

 

                      -- Está tarde. 

 

                     -- Pizza é bom.

 

          -- Você come muita bobagem. 

 

             -- Você ta com raiva? 

 

-- Não, Lua. - Heloisa destravou o carro. -- Entra! - A colocou na cadeirinha. -- Você quer ouvir música?

 

-- Não. - Respondeu emburrada. -- Podemos ligar pra minha mãe agora? 

 

               -- Não sei, Luana. 

 

-- Por que não? Você não quer que eu fale com ela? 

 

             -- Eu não disse isso.. 

 

         -- Ela é minha mãe também. 

 

-- Claro que sim, Luana. - Se irritou. -- Quando chegarmos em casa eu ligo 

 

                       -- Mãe...

 

-- Em casa! - Falou ríspida. -- Não se fala mais nisso. 

 

                   -- Desculpa. 


                                           ★  

  
Quando chegaram em casa Heloisa e Luana tomaram um banho. Já na hora da junta, a menina parecia estar em outro planeta.

 

         -- Vai esfriar, Luana. Coma!

 

               -- Tô sem fome. 

 

-- Por causa das besteiras que você come. - A olhou. -- Você come coisas desnecessárias.

 

        -- Eu gosto de Sanduíche e pizza.

 

-- Mas tem que comer comida de verdade.

 

                     -- Aham. 

 

Heloisa percebeu que a garota parecia triste. 

 

         -- Por que esta com essa cara?

 

                       -- Nada.

 

                    -- Fala Luana.

 

            -- Você vai brigar comigo...

 

-- Claro que não. Me conte - Pediu. -- Pode falar! 


-- Eu queria falar com minha mãe...

 

 -- Coma mais um pouco. Depois eu ligo. 

 

-- Tô sem fome. - Fez manha. -- Liga agora, mamãe. 


-- Luana come. 

 


-- Mas mãe...


-- Que menina! - Se exaltou. -- Você quer falar com sua mãe, não é? - Levantou-se pegando o telefone. -- Então ta. - Discou o número. -- Tome!

 

             -- Você ta com raiva? 

 

          -- Fale com sua mãe agora. 


No segundo toque Samantha atendeu. 


                                   Ligação on


-- Alô? 


-- Mãe? - Falou sussurrando. -- Quando você volta? 

 

-- Oi amor. Eu volto logo. - Percebeu que a voz da filha estava embargada. -- O que aconteceu Luana? 


-- Nada mãe...


-- Você está bem, filha?  


-- Eu tô, mãe. -Olhou para Heloisa que ainda comia. -- Eu posso ir pro sofá, mamãe? - Heloisa apenas assentiu. -- Licença. 

 

-- Você jantou, Lua? 

 

-- Aham.

 

-- E a febre?  


-- Volta logo, mãe... - Sussurrou.


-- Oh, filha. - Ficou penalizada pela voz da menina. --Eu volto logo. Eu prometo! 


-- Adultos gosta de prometer, né?  - Sorriu desanimada.


Samantha não estava nem um pouco contente em ouvir a filha daquele jeito. 


-- Cadê a Lica? 


-- Ta comendo. 


-- A chamei. -Disse firme. -- Quero falar com ela. 


Luana passou o telefone para a mulher. 


-- Oi.


-- O que a Luana tem?


-- Como assim? - Perguntou confusa. -- Do que você esta falando, Samantha?


-- Luana esta com a voz de choro, Heloisa.


-- Ah... - Encarou a filha que assistia tv. --É isso...


-- É. O que aconteceu?


-- Nada. - Suspirou. -- Luana passou o dia todo me pedindo pra te ligar. - Avisa. -- E agora não comeu nada na ansiedade de falar com você.


-- O que você falou para ela? 


-- Como assim?


-- Você gritou com ela? 


-- Não... - Pensa um pouco. -- Talvez, sim... Ela não tocou no jantar, Samantha. 


-- Que droga, Heloisa! - Exclama. -- Qual é a droga do seu problema!?


-- Cala boca Samantha! - Gritou assustando a menina. -- Você está viajando. Não sabe de nada. Entendeu tudo errado. Você sempre entende tudo errado!


-- Você não sabe conversar com ela? - Pergunta. - Claro que não sabe... Você é intransigente. 

 

-- Quê, Samantha?! - Luana se aproxima com os olhos cheios de lágrimas. -- Você tem noção disso? Ela minha filha! 

 

-- Vocês estão brigando? Luana pergunta a Heloisa.-- Vocês vai brigar, mamãe? 


--Filha, vai pra cama da mamãe. - Heloisa pede baixo. -- Por favor.

 

-- Não briga com ela, mamãe...


-- Eu não vou. - Volta a ligação. -- Samantha?


-- Fala Heloisa!  - Disse ríspida. -- Luana esta chorando? 


-- Não. - Olhou para a filha. --  Vou colocá-la  na cama. Esta na hora dela dormir. Depois conversamos. 


-- Posso da boa noite a ela? 


Heloisa entregou o aparelho nas mãos da filha. Luana aproveitou que a mãe foi a cozinha.


-- Não briga com ela, mãe... - Chorou. -- Por favor!


-- Tudo bem, amor. -Tentou tranquiliza-lá. -- Dorme bem, ta? Eu te amo!


-- Eu te amo.

-- Eu estou voltando. - Afirmou. -- Vai dá tudo certo!


-- Ta bom.


       Ligação off

 

-- Que droga! - Samantha ficou exclamou furiosa. -- Droga!  Droga! 

 

-- Tudo bem, Sam? -Hugo perguntou.

 

-- Não! - Ele arregalou os olhos. -- Desculpa, Hugo.

 

-- Sam... - A fez sentar. -- Você precisa se acalmar...

 

                      -- Eu vou.

 

-- Temos mais um dia aqui. Tire pra relaxar!

 

-- Não  nada! - Levantou-se. -- Tenho que ir pra casa...

 

                     -- Samantha!

 

-- Hugo! Eu preciso ver minha filha. - Avisa. -- Não quero deixá-la sozinha. 

 

-- Ela não ta sozinha, Sam... Esta com a mãe dela. Você... - Gaguejou. -- Você agi como se ela tivesse só você no mundo.

 

-- Claro que não. - Fala emburrada. -- Ela ta com a mãe dela lá. 

 

                  -- Como disse?!

 

-- Ela está com a mãe dela. - Fez bico. -- Eu só... Fico preocupada. 


--  Falou certo dessa vez. Ela tem mãe também. - Olhou sério. -- Independente do casamento de vocês, não tente separar a menina da da Heloisa. 

 


-- Nunca, Hugo. Ela sempre foi uma boa mãe!

 

-- Então... Conversem. - Aconselhou. -- Principalmente se  Luana não estiver por perto. 

 

     -- Ok. - Desanimou. -- Vou tentar. 

 

-- Temos uma palestra amanhã a tarde. - Olha agenda. -- Podemos voltar na tardinha.

 

                    -- Pode ser...

 

       -- Dizem que o pôr do  sol é lindo...

 

-- Hum... - Olhou desconfiada. --Já arrumou uma paquera, né? 

 

O rapaz ficou vermelho como um pimentão, o que rendeu altas gargalhadas de Samantha. 

 

-- Para idiota. - Jogou almofada em cima dela. -- Você é pervertida.

 

-- Digamos que... pratica? É, talvez prática.

 

-- Vamos dormir, prática? - Riram. -- Boa noite. 

 

             -- Boa noite, Hugo. 

 

                             ★

 

-- Você ta com raiva de mim? - Luana perguntou assim que deitaram. -- Desculpa mamãe... - Voltou a chorar. -- Eu não queria ver vocês brigando tanto...

 

-- Filha... - Sentou na beirada cama. --  Vem aqui... - A sentou no seu colo. -- Não é só por sua causa, entendeu? Eu e sua mãe...

 

              -- Vocês vão se separar? 

 

-- Não sei... - Baixou o olhar. -- Mas, não precisa se preocupar.

 

      -- Eu não quero me separar de você...

 

-- Quê? - Riu. -- Amor... Me escuta! Nós nunca vamos nos separar. Nunca!

 

                   -- Você jura?

 

                 -- Eu prometo!!

 

-- Ta bom. - Coçou os olhinhos. -- Eu vou dormir na sua cama?

 

-- Você quer?  - Um aceno positivo. -- Então, vamos dormir juntinhas!

 

     -- Eu e você? Juntinhas?- Sorriu sapeca.

 

                    -- Você e eu! 

 

-- Eu te amo, mamãe. - Agarrou seu pescoço. -- Te amo.

 

                         -- Muito?

 

                        -- Ahan...

 

-- Que tamanho? - A menina deu de ombros. -- Não vai dizer? Acho que vou ter que te castigar...

 

-- Não... - Ria antecipadamente. -- Não, mãe!

 

                   -- Então me diz...

 

      -- Daqui até a casa da vovó Marta.

 

                -- Mas é pertinho. 

 

                -- Eu acho longe. 


-- Você acha muito, muito muito longe?


  -- Sim. Demora muito pra chegar la. 


                                   -- Sério? 


-- Sim... - Botou a mãozinha no queixo pra pensar. -- Eu durmo e acordo...E a gente ainda ta no carro. - Sorriu. -- Isso é longe. 


Heloísa achou uma graça a carinha que ela fez. Ficou emocionada pela pureza da filha. 


-- É... É longe. - Sorriu. -- Vamos dormir agora? - Deitou-se. -- Esta tarde.


-- Posso deitar em cima da sua barriga?


-- Claro. - A puxou para perto. -- Deita com a mamãe. 


-- Boa noite, mãe. - Lhe deu um selinho. -- Eu te amo.


-- Eu te amo, filha. Forte! 

 


                                          ★

 

 

-- Hugo, é legal que você quer que eu me distraía, mas aqui tem muita gente. - Resmungava. -- Quero voltar pra casa!

 

-- Aí, Samantha. - Para pra olha-lá. -- Ta  parecendo uma velha. 

 

-- Me respeita se não eu te demito. - Avisa sorrindo. --  Se liga!


-- Não sabia que você era assim. - Maisa se aproxima. -- Que decepção, Samantha...


-- Maisa! Tudo bem? 


-- Depende. - Se aproxima. -- Por acaso você está me seguindo? 


-- Aí, que convencida. - Revira os olhos. -- Menina besta!

 

   -- Você ta linda, Sam. Como sempre!

 

-- Obrigada. - Olha para o amigo. -- Bom... Esse é Hugo... Meu assistente e amigos nas horas vaga. 


                                 -- Tudo bem?

 

           -- Tudo ótimo. - Sorriu. 


-- Bom... - Aponta para outro lado. -- Vou aqui falar com um amigo. Tudo bem, chefinha?

 

-- Tudo. - Vira pra garota. -- Veio com amigos? 

 

                        -- Foi.

 

           -- Você não tem... Alguém? 

 

                   -- Namorado? 

 

                       -- Sim?

 

-- Não tenho. - Sorriu sem graça. -- Não achei ninguém interessante.

 

       -- E o que você busca em alguém? 

 

-- Se ela for como você, ta ótimo... Sorrir sapeca. -- Você é ideal!

 

-- Você é impossível. - Sorriu de lado. -- Não perde uma.

 

                   -- Você gosta?

 

-- Do que? - Perguntou confusa. 

 

-- De mim? - Ergueu a sobrancelha. -- Do meu jeito impossível?


-- Maisa...

 

-- Sam... - Sentou no banco. -- Eu pensei.


-- Pensou em quê? 


-- Sobre nós.... 


-- Maisa... - Sentou ao seu lado. -- Não existe nós!

 

-- Pra mim existe. - Pegou lhe as mãos. -- Posso te pedir uma coisa? 

 

                         -- Pode.

 

-- Eu posso lutar por você? - Perguntou direta. -- Eu posso tentar... ?

 

                  -- Maisa, escuta!

 

-- Samantha! Me diz... Você quer que eu desista de você? 

 

                  -- Eu sou casada.

 

--Você não respondeu a minha pergunta.


-- Não tenho como te responder isso.

 

-- Eu vou lutar por você. - Levantou-se. -- Eu vou! Pode escrever aí.

 

-- Você é louca. - Sorriu. -- Você já vai?

 

-- Sim. - Beijo sua bochecha. -- Eu te procuro. 

 

-- Ta bom. - Levantou-se também. -- Então... Um até mais? 

 

-- Um até logo, Sam! - Se aproximou de seus lábios. -- Posso te dar um beijo? 

 

                   -- É melhor n...

 

            -- É só um beijo, Sam.

 

-- Maisa. - Se afastou. -- Por favor... - Sussurrou. -- Já é  difícil o bastante. 


-- Tudo bem. - Acariciou as bochechas da mais velha. -- Foi bom te ver. Eu te ligo! 

 

                   -- Tchau. 

 

Samantha sentou novamente. Fico olhando as paisagens.


-- Uau... Que clima foi aquele! - Hugo chegou. -- Uau.


-- Clima? Não teve clima nenhum.


-- É que ela fal... - Reparou na amiga. -- Samantha... Você ta afim dela?


-- Hugo! Eu sou casada. 


-- Eu não perguntei isso..


-- Para com isso... - Sussurra. -- Eu não estou afim de ninguém. 


-- Posso te da um conselho? Não faz nada escondido de Heloisa não. Isso é errado. 


-- Hugo! - Se irritou. -- Para com essa conversa! Não quero ninguém. 

 


                                           ★

 

-- Mamãe! - Luana pulou no sofá. -- Podemos fazer brigadeiro?


-- Você comeu tudo hoje. - Pensou. -- Acho que podemos sim. 

 

-- Sério? - Sorriu animada. -- Que legal!

 

      -- Você quer ir me ver fazer, Luana?

 

                       -- Sim!!

 

Na hora de fazer o brigadeiro foi a maior bagunça. Heloisa era um desastre na cozinha. Ela não sabia onde ficava os alimentos necessários pro preparo. Depois de várias tentativas, finalmente conseguiram. 

 

             -- Ta gostoso, Filha? 

 

         --Ta bonzinha, mãe. -Sorriu. 

 

--Ah é? -A olhou. -- Então pode ir me dando...

 

-- Não, mamãe. - Fez bico. -- Esta tão bom!

 

-- Mentirosa! - Riu. -- Come devagarinho. Está quente ainda.

 

                    -- Ta bom.

 

Quando terminarem de comer já estavam satisfeitas. 

 

        -- Quer assistir algum desenho?

 

-- Não... - Respondeu fazendo manha. -- Podemos deitar já, mamãe? 

 

-- Podemos! - Sorriu. -- Menininha manhosa você hein. 

 

     -- Não sou. - Fez um bico enorme.

 

-- Não é? E esse bico enorme aí? - Riu.

 

            -- Eu sou seu bebê, mamãe!

 

-- É! - Heloisa sentiu o coração aquecido com aquelas palavrinhas. -- Você vai ser sempre meu bebê! 

 

                    -- Amo você. 

 

-- E me ama também? - Samantha falou. Luana abriu a boca surpresa. -- Não vem me abraçar, filhota?


 

Ela entrou sem que elas percebesse, assistiu toda a cena. Se sentiu feliz, porque a filha estava feliz com a mãe dela. 

 

-- Mamãe! - Pulou no colo dela. -- Que saudade!

 

-- Saudade, meu amor. - Beijou lhe todo rosto. -- Você ta bem?

 

                        -- Sim. 

 

         -- Estava aprontando o que? 

 

-- Nada, mãe. - Sorriu cúmplice para Heloisa. -- A gente tava comendo brigadeiro. 

 

-- Uau! Brigadeiro? - Virou para a esposa. -- Você a deixou comer brigadeiro?

 

-- Aham... - Deu de ombros. -- Ela jantou direitinho hoje. Não vi problema. 

 

-- E não tem nenhum. - Sorriu. -- Obedeceu direitinho a mamãe, Luana? 

 

-- Claro. - Revira os olhos. -- Já sou grande.


As mulheres riram.
 

               -- Você ta bem, Lica?


-- Estou. - Sentou ao seu lado. -- E você? Como foi lá? 

 

-- Produtiva. E a Marta? - Mudou de assunto. -- Luana ficou muito lá? 


 -- Não. Levei pra agência. 


-- Eu queria ter ficado com minha vó.


-- Você sempre quer ficar com sua vó. - Riu. -- Vou tomar um banho!


Heloisa saiu deixando Samantha e Luana sozinhas. 


-- Foi tudo bem com a mamãe mesmo, Luana?


-- Sim. - A menina desconfiou. -- A gente comeu brigadeiro. 


-- Mais o quê? 


-- Pizza. - Pensou. -- Bom... Pizza minha mãe não deixou.


-- Por que? 


-- A tia Ju quis me levar, mas minha mãe não deixou.


-- Hum... 


-- Vocês vão se separar, mãe? 


-- Quem te falou isso? Sua mãe? 

 
-- Não... - Baixou o olhar. -- Eu vi.


-- Viu o que, Luana? 


-- Vi vocês brigando. Mãe... - Seus olhos encheu de lágrimas. -- Mãe, não deixa a mamãe ir embora. Por favor! 


-- Filha... - Sentiu o nó na garganta. -- É...


-- Samantha... - Heloisa se aproximou. -- Ta na hora da Luana ir pra cama. 


-- Tudo bem... - A menina levantou. -- Boa noite, mamãe. 


-- Vem cá, filha! - Lica a chamou. -- Eu vou te contar história na cama, ta? Só vou arrumar as coisas na cozinha. Não chore! - Sussurrou. -- Chego já! 


-- Você vai ta aqui quando eu acordar? - Perguntou com medo.


-- Que pergunta é essa, filha? - Samantha interveio. -- Claro que sua mãe vai esta aqui quando você acordar. 


-- Vocês prometem? 


-- Vamos, filha! - A empurrou pro quarto. -- Lica... Eu vou levá-la pra cama. Quando terminar, vai lá. 


-- Ta bom. - Se agachou pra falar com a filha. -- Boa noite, meu amor! Te amo muito!

 

              -- Te amo, mamãe!
 


                                             ★

 

-- Cadê a mamãe? - Coçou os olhos. -- Eu acho que tô com sono...

 

-- Você acha? - Riu. -- Pode dormir! Já já ela chega. 


-- Não vou dormir...

 

      
                               (......)


-- Sam? - Heloisa a chamou baixinho. -- Ei... Acorda.

 

Tanto Luana, como Samantha acabou pegando no sono. 

 

-- Oi... - Tentava se desvencilhar da garotinha. -- Acabamos dormindo. - Riu. -- Que horas são?


-- Bem tade. - Se afastou para levantar. -- Vai lá que eu fico aqui.

 

-- Ue... - A olhou. -- Por que não quer dormir no nosso quarto? 


-- Eu... - Apertou os lábios. -- Eu devo?! - Perguntou insegura. -- Você... 


-- Vamos sair daqui. Luana acabou de dormir! - Esticou as mãos. -- Vem?

                  -- Vamos...


Notas Finais


Prometo q o próximo capítulo da conversa vai ser maior. Maisa é fofa, ne? Hahaha


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