História Resistência - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Vegeta
Visualizações 135
Palavras 1.300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


**

Capítulo 1 - O Início


Fanfic / Fanfiction Resistência - Capítulo 1 - O Início

Há muito tempo atrás, uma raça bárbara conhecida como Saiyajin entrou em conflito territorial com uma raça tecnológica, os Tsufurujins. Após anos de confronto direto, os Saiyajins finalmente saíram vencedores, graças à transformação Oozaru. Os guerreiros apossaram-se do planeta e da tecnologia Tsufurujin. Logo, renomearam seu planeta de Plant para Vegeta, em homenagem a linhagem do guerreiro mais forte do clã, que possuía esse  nome.

Entretanto, as condições de vida no planeta não eram suficientes, pois os Saiyajins não cultivavam e não desenvolviam nada, estagnando sua cultura já que não tinham o  conhecimento científico necessário para fazer seu planeta evoluir.

Desejaram alçar conquistas ainda maiores. Partiram para o espaço, em busca de outras civilizações e apoderar-se de novas tecnologias. Consolidando-se  no mercado de venda de planetas subjugados e, posteriormente, como  uma raça mercenária, pois faziam isso em troca de riqueza, armamentos ou por puro prazer.

O Rei Vegeta, como grande negociador que era, tinha vários aliados, uns de confiança outros nem tanto. Temendo possíveis ataques que viessem a ceifar sua vida, concebeu suas crias. O filho julgado mais forte, obedecendo às tradições do seu povo, foi nomeado Princípe Vegeta, pois seria seu sucessor.

Precisava garantir a perenidade de sua raça, já que a qualquer momento poderia ser assassinado por conta do mercado acirrado de vendas de planetas. Afinal, eles eram ameaça para qualquer civilização, inclusive para os próprios aliados.

Anos se passaram e o primeiro indício de ameaça surgiu, vinda de um de seus mais poderosos aliados, o filho do Rei Cold, o imperador Freeza. Freeza era temido em todo o universo devido sua grande perversidade e poder de destruição.

Assim, imediatamente o Rei Vegeta partiu para o planeta Terra, pois muito falava-se do grande poderil tecnológico desenvolvido pelos terráqueos apesar das suas limitações; Além disso, o planeta Terra era considerado um dos mais ricos em recursos naturais.

Como era de se esperar, a dominação foi brutal. A única exigência do Rei era que os homens das ciências fossem poupados porque eles seriam os responsáveis por garantir a defesa dos Saiyajins, frente a ameaça iminente dos soldados de Freeza.

***

Logo nas primeiras horas da invasão, o alto escalão do governo mundial, recrutou os mais renomados cientistas para uma base laboratorial secreta, onde desenvolveriam algum meio de combater os alienígenas e retomar o planeta. O Dr Briefs foi um dos primeiros nomes, seguido do nome de sua filha Bulma.

Prevendo o futuro obscuro e temendo pela segurança de sua família, o Dr Briefs informou que haviam morrido na invasão, e as escondeu juntamente com alguns de seus funcionários de confiança,  em um abrigo subterrâneo da Corporação Cápsula, com suprimentos para duas décadas. Partiu com os agentes do governo, deixando apenas um minúsculo comunicador para que pudesse dar notícias sempre que fosse possível.

***

Após alguns meses reclusão no subsolo, Bulma estava apavorada, pois havia 5 dias sem notícias do pai. Na última comunicação entre eles, o Dr contou que a base  secreta havia sido exposta e alguns cientistas foram capturados pelos Saiyajins e pediu que ela aguardasse próximo contato.

Conforme as coordenadas da comunicação, estavam a leste da cidade. Bulma já estava inquieta com as variáveis que maquinava.

-Até agora, nada...   .disse pesarosa enquanto segurava firmemente o comunicador.

O medo de que ele possa ter sido morto crescia cada vez mais. Ela resolveu que não aguardaria mais e iniciou o contato:

-Corporação Cápsula. Pai? Pai? Está me ouvindo?

Repetiu incessantemente por quase meia hora, sem obter retorno algum, apenas estática.

-Pai, eu vou encontrá-lo.  . finalizou.

A decisão havia sido tomada e nada poderia fazer a Sra Briefs, para que a filha mudasse de idéia. Aos prantos, implorava para que Bulma reconsiderasse, que aguardasse a comunicação do pai, que confiasse. Mas Bulma, estava irredutível.

-Só lhe peço, mãe, que confie em mim também. Retornarei com meu pai, são e salvo. Juntos poderemos trabalhar aqui e derrotar esse malditos alienígenas. Eu prometo, voltarei o mais breve possível.

Da mesma forma que seu pai, Bulma deixou um comunicador com a mãe, para que pudessem se comunicar sempre que necessário.

Saiu em direção ao leste. Durante 4 dias encontrou apenas ruínas e alguns poucos animais que conseguiram sobreviver. Estava tudo devastado. E a cada passo dado, o ódio de Bulma pelos Saiyajins aumentava ainda mais.

-Por que meu pai escondeu isso de mim? Quanta destruição... .lamentava a jovem cientista.

Até que avistou um grupo em um campo aberto, que parecia uma plantação. Ficou observando por um tempo, antes de agir. Constatou que eram mulheres, devido as mãos pequenas. Estavam encobertas por uma roupa amarronzada, longa e de capuz; remexiam a terra com as mãos nuas e, pelo aspecto das mãos, concluiu que eram senhoras idosas e não falavam entre si, apesar de estarem sob nenhum tipo de supervisão.

-Serão monjas? Sei lá... Só vou descobrir se for lá perguntar. Me parecem ser inofensivas. Ademais, eu sei me defender!

Escondeu o rosto, cobrindo a cabeça com um tecido preto, deixando à mostra apenas os olhos azulados. Caminhou cuidadosamente, esgueirando-se pelo resto de vegetação e ao chegar perto suficiente de duas das senhoras, pediu informações sobre a localização e quem eram.

-Menina, fuja daqui enquanto há tempo. Nosso algoz é cruel e se te encontrar poderá punir a todas nós. Vá embora! .disse uma das senhoras.

-Não ligue, menina... Ela está quase cega e não te reconheceu... Mas eu sei quem você é, pequenina... Srta Briefs! Tenho certeza! .retrucou a outra senhora mais atenta.

-Como me reconheceu? .quis saber Bulma.

-Trabalhei para o jornal local e o legado da sua família era o assunto mais publicado... Além disso, seus olhos, seu cabelo turquesa e esse símbolo da Corporação Cápsula só me deu mais certeza de que se tratava da prodígio filha do Dr. Briefs...  . respondeu a senhora, enquanto pegava uma vestimenta padrão no varal. 

-Você sabe onde meu pai está? Que local é esse aqui? .quis saber, enquanto tentava esconder o cabelo que cismava em cair sobre os olhos.

-Vista isso, rápido. A qualquer momento ele pode chegar. Não temos notícias de nada, apenas cuidamos dessas frutas, trazidas pelos alienígenas...

Bulma vestiu-se rapidamente, ouvindo a senhora com atenção.

-...sei dos seus atributos, menina, e orarei para que encontre seu pai. Creio que vocês podem nos salvar, ainda há tempo...

-Silêncio! Ele está vindo. Repita tudo que fizermos, menina. E em hipótese alguma, abra a boca para falar o que quer que seja. .interrompeu a outra senhora.

-Quem é ele?  . questionou Bulma.

-Capitão Yamcha, humano traidor...    .sussurrou a senhora, fazendo um sinal para que Bulma calasse.

Baixaram as cabeças e posicionaram-se em fila. Seguiram apressadamente em direção a uma porta estreita. Bulma as seguiu.

-Bando de velhas decrépitas! O tempo de vocês acabou. Rápido, mexam-se, antes que eu mande arrancar suas cabeças! .bradava o capitão com um açoite em punhos.

Yamcha não pôde deixar de notar a silhueta esbelta que acompanhava as senhoras e a madeixa azul que caía para fora do capuz. Isso lhe despertou grande curiosidade. Porém, antes que pudesse tomar alguma atitude, o comunicador dele alarmou:

"-Seu incompetente! Venha já aqui."

-Entendido, Senhor. A caminho.

***

Nos escombros do que um dia foi a cidade mais desenvolvida da Terra, alguns Saiyajins realizavam ronda e ouviram um ruído.

Aproximaram-se e encontraram o minúsculo objeto do qual uma voz feminina ecoava repetidas vezes:

"-Corporação Cápsula. Pai? Pai? Está me ouvindo?"

-O general vai gostar de saber que ainda há humanos para caçar!  .disse o soldado.

-É. E vai adorar esse presente.  . respondeu o outro.

Após a rota, dirigiram-se imediatamente ao general Raditz e entregaram-lhe o artefato, explicando exatamente o havia ocorrido e o que ouviram.

-Corporação Cápsula...Descubram do que se trata. .ordenou Raditz.

Raditz era responsável direto pela instalação leste e estava em missão de varredura pelo perímetro, em busca de humanos fugitivos ou resistentes.

-Concluiremos essa missão e voltaremos a instalação em 4 dias. Espero que seja tempo suficiente para descobrirem essa informação. .concluiu o general.

-Sim, General Raditz. .concordaram os soldados.

Alguns dias depois, chegando a instalação, Raditz, ainda intrigado com o minúsculo objeto, chamou Yamcha.

-Seu incompetente! Venha já aqui!

"-Entendido Senhor. A caminho."

***



Notas Finais


***


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...