História Resisting Love - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella
Visualizações 427
Palavras 1.007
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


postando hj um pouquinho mais cedo

Capítulo 4 - Cuatro


Paola terminava de lavar a louça. Depois que Henrique almoçou ele entrou para o escritório da casa dele mesmo e ficou lá boa parte da tarde. Paola começou a limpar a bancada, porém para sua infelicidade alguma coisa havia picado sua barriga fazendo com que a região coçasse absurdamente. Não aguentando a coceira incômoda a argentina abriu a dólmã e como só estava de sutiã por baixo teve facilidade em coçar e aplicar um pouco de álcool – mania que adquiriu de sua mãe que dizia que o produto era bom para parar a coceira – Paola não sabia bem se funcionava, mas passou um pouco do produto mesmo assim. 

 A cozinheira estava concentrada em sua tarefa de diminuir a coceira até que ouviu alguém tossir. Por impulso Paola se virou e viu o chefe na porta a encarando. Henrique percorreu os olhos pelo corpo da mulher vendo a dólmã aberta sentindo seus hormônios responderem de imediato aos encantos dela, porém a dólmã tampava boa parte do corpo da cozinheira dando para o chefe apenas a visão de sua barriga chapada e o sutiã rendado vermelho. Henrique a olhou sabendo que praticamente havia contratado a tentação em pessoa, afinal Paola conseguia ser naturalmente sexy mesmo sem ter consciência do fato.

— Oi... — Paola disse sem graça fechando a dólmã o mais rápido que conseguiu.

— Primeiro dia e você já está praticamente nua na minha cozinha até que foi rápido. — Henrique disse debochado vendo Paola o olhar confusa. — Deixa pra lá. 

— Eu apenas estava... — Paola ia dizer, mas preferiu não terminar. — Precisa de algo?

— Leve para mim um sanduíche de presunto de parma e queijo... Coloca umas rodelas de tomate. — Henrique ordenou e saiu da cozinha. 

— Primeiro dia Paola... E você já faz besteira, Dios. — Paola sussurrou para si antes de começar a preparar o tal sanduíche. 

 

Depois de um dia um tanto cansativo já havia anoitecido e Paola se sentia exausta por ficar em pé o dia todo. Paola estava começando a servir a mesa da janta quando viu Henrique descer as escadas com uma calça jeans escura, uma camisa branca e uma jaqueta de couro preto por cima. 

— Ainda não está pronto. — Paola disse ainda colocando o arroz sobre à mesa.

— Esquece não vou jantar em casa está liberada. — Henrique disse pegando a chave do carro.

— Mas... Yo pensé que... 

— Seria melhor que falasse na minha língua, Carosella. — Henrique disse irônico antes de sair. 

— E agora o que eu faço com essa comida? — Paola sussurrou para si.

— Ele é assim mesmo... — Isabel disse assim que adentrou a sala. — Eu te ajudo a guardar dentro dos recipientes. 

— Sí... — Paola sussurrou sorrindo fraco. 

Depois de ter que arrumar toda a bagunça — feita em vão — da janta, Paola seguiu para um quartinho nos fundos da cozinha junto com Isabel. As duas entraram e Isabel acendeu a luz; era um lugar simples, porém muito aconchegante – havia uma cama encostada na parede, ao lado havia uma cômoda branca com quatro gavetas e havia também uma porta mais ao canto que dava acesso ao pequeno banheiro tudo tinha cores leves e claras o que fazia com que Paola se sentisse extremamente confortável em estar ali.

— Como precisa preparar o café cedo e terminar a janta tarde você pode dormir aqui... — Isabel sorriu.

— Morar aqui? — Paola perguntou supresa.

— Mais ou menos como você tem folga nos domingos pode ir para casa, aliás você sempre pode voltar para casa esse quarto é apenas uma opção. — Isabel explicou.

— Ah sí, gracias! — Paola agradeceu se embolando com seu sotaque.

Depois que Isabel saiu do quarto Paola pegou o celular e ligou para Ana explicando a situação. Ana concordou que era melhor ela ficar lá do que ir embora tarde da noite. Paola tomou um banho e vestiu umas roupas que Isabel ofereceu já que ela ainda não havia buscado suas próprias roupas. Já se passava das duas da manhã e Paola rolava na cama sem conseguir dormir estava exausta fisicamente, mas por alguma razão seus pensamentos estavam bem agitados aquela noite. Paola decidiu então fazer um chá na tentativa de ajudá-la a ter uma boa noite de sono. Seguiu para a cozinha e colocou água para esquentar quando ouviu sussurros abafados vindos da sala. 

 Sendo tomada pela curiosidade – como sempre – Paola seguiu para a sala e viu Fogaça sentado no sofá sem camisa com uma loira desconhecida sentada por cima dele. 

— Díos Santo. — Paola sussurrou para si.

Henrique beijava a tal loira com fervor, porém o que chamou a atenção de Paola foi que quando a mulher desceu os beijos para o pescoço de Henrique o mesmo parecia um tanto entediado com a situação. Paola continuou olhando o casal se pegar até que sentiu um cheiro forte de perfume no ar e sem controlar seus impulsos corporais soltou um espirro forte chamando assim a atenção dos dois que estavam no sofá.

— Mas que porra... — a loira disse tampando os seios cobertos pelo sutiã.

— Eu... — Paola encarou Henrique sabendo que estava numa fria. Sem saber qual atitude tomar a argentina seguiu para o quarto correndo. 

 Paola entrou no quarto e trancou a porta respirando fundo, sentia seu corpo pulsar por uma sensação que ela não sabia explicar qual. Respirou repetidas vezes na tentativa de se acalmar até que ouviu três batidas na porta e uma voz grossa surgir arrepiando cada pêlo de seu corpo:

— Carosella abra a porta agora! — Henrique disse mostrando certa irritação em sua voz. 

— No! — Paola gritou. 

— Como assim não? Eu não estou pedindo! 

— Mira no estoy en horario de trabajo. — Paola disse em sua língua natal sabendo que aquilo o irritaria.

— Em português porra! — Henrique respondeu e Paola riu mordendo o lábio inferior. — Abra! 

— No! Yo no vi nada! — Paola disse na tentativa de mandá-lo embora.

— Carosella... — Henrique abaixou o tom de voz e para a surpresa de Paola ela ouviu a porta sendo destrancada e ele a abrir.

— Mas... 

— Mi casa, mi reglas. — Henrique brincou com o sotaque dela e mostrou as chaves para ela entrando no quarto e trancando a porta logo em seguida.

 


Notas Finais


e como vcs sabem eu tento postar todos os dias das semanas, exceto sábado e domingo ta bom? então ate a proxima


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...