História Resposta ao Tempo - Capítulo 15


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Camus de Aquário, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, June de Camaleão, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Personagens Originais, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Shaina de Cobra, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio
Tags Drama, Romance, Saint Seiya
Visualizações 52
Palavras 1.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Shura está decepcionado, finalmente a verdade vem á tona e Milla terá que se explicar para ela, momento tenso espero que gostem!
Obrigado! Obrigado! Obrigado á todos que acompanham de coração, mesmo um beijo no kokoro de vocês!

Capítulo 15 - Ás vezes o amor fere!


Fanfic / Fanfiction Resposta ao Tempo - Capítulo 15 - Ás vezes o amor fere!

Por que você escondeu que tivemos uma filha Milla? POR QUE? – Shura tinha o rosto transtornado.

- Por que você fez isso Milla? Por que se escondeu? E não adianta você DIZER QUE NÃO É MINHA FILHA, para seu desgosto ela se parece comigo. – Ele tinha os olhos duros, segurava o braço de Milla com força próximo a si, Milla chorava que soluçava.

-O que eu calei e escondi foi por receio, na minha cabeça você estava com outra mulher, não queria ser um peso para você, o que você faria no meu lugar hein? No dia em que eu ia te contar que estava grávida, eu pego você na cama com OUTRA, UMA RAMEIRA, não adianta você me dizer que foi dopado a cena foi muito real para mim. – Milla sentia o corpo tremer de desespero chorava muito ao relembrar o passado doía como ferro em brasa sobre a pele branca e delicada, acalmou-se baixou a cabeça e Shura permaneceu inalterado como uma estátua na sala os olhos faiscando de raiva, mas de cabeça baixa.

- Coloque-se em meu lugar uma vez só, o que você faria Shura?

- Se você realmente confiasse em mim, saberia que eu jamais iria lhe trair, mais eu quero toda a verdade Milla, só a verdade. – A voz de Shura calma cortava como uma faca.

Ela não iria debater com ele sobre confiança se queria a verdade ela seria contada:

- Eu sai correndo do seu apartamento encontrei com Afrodite que me acalmou eu fui para o interiorpara casa de campo dele, não queria que você soubesse, não me tornaria um peso para você, mas Afrodite sempre foi contra me aconselhava sempre a lhe contar quando eu comecei a tomar coragem para lhe contar eu tive ameaça de aborto não poderia passar nervoso ou qualquer alteração permaneci em repouso absoluto, eu tive medo de perdê-la e continuei calada, - Milla soluçava, enquanto Shura continuava em pé de braços cruzados de cabeça baixa.

- Consegui levar a gravidez até o fim, chegaram as dores do parto foi difícil, ela nasceu linda, eu dei o nome de Luna, eu fiquei com ela apenas por 24 horas, e levaram ela embora, raptaram nossa filha. – Milla desabou em si caindo no tapete – OLHE PRA MIM SHURA, OLHA PRA MIM. - Shura olha para ela o rosto lavado pelas lagrimas, mas o olhar  que ele tinha para Milla era de desprezo, ela se sentiu como se ele tivesse a atravessando com uma espada fria e afiada, estava se virando para ir embora. – FIQUE EU QUERO FALAR TUDO.

-Ainda tem mais? – Shura dizia com desdém.

- Não me julgue com tanto rigor Shura, se ponha no meu lugar depois que você sentir o que eu senti  E VIVER O QUE EU VIVIvocê terá o direito de me julgar, NINGUÉM LAMENTA MAIS O DESAPARECIMENTO DA LUNA DO QUE EU! após levaren-na embora eu cai em depressão e desenvolvi anorexia, fiquei sob os cuidados de Virgínea e Afrodite fora o tratamento psiquiátrico e psicológico, por que para mim haviam matado a Luna eu estava desesperada não havia chão embaixo dos meus pés e o céu caia sob a minha cabeça, quando Afrodite contratou um detetive que me assegurou que Luna estava viva isso foi um ano e meio, após o rapto eu comecei a me reerguer me agarrei a esta centelha de esperança eu estava desesperada não sabia o que fazer e depois contratei outro detetive que está atuando agora no caso, eu fui egoísta, me calei por receio, queria que ficasse comigo por amor.

- Eu já havia te dito a você que eu poderia suportar tudo Milla, menos uma traição, menos uma mentira. – O olhar de Shura era de superioridade e desprezo

- Eu sei, como você acha que eu me senti quando eu te vi aqui em Atenas depois de tanto tempo?, olha nos meus olhos Shura e diga o que você vê? duvida do meu amor por você, cometi erros eu sei, mas eu te amo.

Shura chega perto de Milla olha friamente nos olhos dela, se era algo que ele abominava era mentira:

- Sabe o que eu vejo Milla uma mulher que foi tão amada e tão desejada como nenhuma outra foi no mundo, mas que não soube ser fiel á este amor...

- Eu nunca traí você Shura. – Milla chorava soluçava.

- Traiu Milla, traiu quando você não me contou sobre a gravidez, traiu quando você escondeu de mim que eu tinha uma filha e o pior você negou o direito da minha filha de ter um pai, traiu quando você contratou um detetive para procurá-la e outra vez não me contou, como você acha que eu me sinto, eu nunca mudei meus números você poderia me ligar a qualquer hora do dia ou da noite, MAS VOCÊ PREFERIU FICAR CALADA. Você pede para eu me por no seu lugar, se ponha no meu Milla, eu dormi com uma mulher que eu amava e acordei com uma mulher desprezível e covarde que prejudicou á si e á própria filha por orgulho,  Milla a omissão é uma mentira e sempre dói em quem é atingido por ela.

- Eu não acho bonito o que eu fiz Shura,e nem me orgulho, mas eu sou humana e não foi por orgulho foi por querer vê-lo feliz , foi por achar que não me queria mais,  você queria a verdade está é a verdade, Luna está viva, está na Grécia, eu acho que me encontrei com ela um dia destes, não sei se é verdade, o detetive ainda está no interior, procurando por mais pistas.

Shura virou as costas abaixou a cabeça:

- Me esqueça Milla.

Bateu a porta, Milla continuou na sala chorando enquanto via o homem da sua vida ir embora.

- SHURAAAAAAAAAAAAAAAAA.

 

Ele se sentia decepcionado, arrasado chegou em casa ficou na varanda tomando a chuva que vinha como açoite, meditando cada palavra que ela havia dito.

“Maldita, Milla como pode fazer isso, como pode esconder minha filha de mim...”, seu coração queimava em chamas tinha uma família que fora tirada dele sem ao poder desfrutar e saber o que é ser um pai. Não iria conseguir dormir o restante da madrugada, foi até a sala mesmo molhado colocou uísque em um copo e ali esperou o sol nascer, o amargo em sua boca pela omissão de Milla não havia desaparecido, tomou banho sentiu as costas arderem pelos arranhões, vestiu-se desceu até o apartamento de Milla, os olhos com olheiras profundas denunciando que não havia dormido o rosto duro e transtornado:

- Bom dia Virgínea vá chamar sua patroa. – Disse ele com uma natural imponência.

-Não posso Sr.Shura quando cheguei ela estava desmaiada, o Sr. Afrodite a socorreu deu-lhe um calmante e ...

- Pode deixar Virgínea eu falo com Shura, Milla está dopada não acordará tão cedo cuide para que ela coma quando acordar, pois, ainda está em recuperação mesmo que ela diga ao contrário. – Afrodite aparece na frente de Shura, com uma feição fechada.

- Sim Senhor – Virgínea se retira.

Shura finta-o de cima abaixo, realmente ele havia mudado durante estes anos amadureceu, mas para Shura pouco importava quem estava a sua frente precisava falar com Milla poderia esperar o tempo que fosse.

- Sente-se Shura precisamos conversar.

-Não tenho nada á tratar com você Afrodite, quero falar com Milla somente.

- Mas eu tenho senta aí, presta atenção Shura, ela te ama isso é um fato, vocês tiveram uma filha e ela foi sequestrada outro fato, vocês dois devem unir forças e não separá-las, eu entendo sua decepção em relação ás atitudes da Milla, mas isso não te dá o direito de destroçá-la sentimentalmente, você não tem esse direito, ela quase morreu quando levaram a menina chegou a pesar quarenta quilos para uma pessoa que tem um metro e setenta e três, você sabe lá o que é isso Shura, se vocês vão ficar juntos ou não é uma questão pessoal sua e dela, mas não a mate, tenha tato quando for falar com ela e  procure – a amanhã hoje ela não irá acordar. Até logo!

Afrodite saiu, não queria ouvir Shura,  partiu para sua casa para os braços de Marin que o esperava.

Shura ainda ficou na sala se dirigiu ao quarto de Milla, ela dormia profundamente na cama, balbuciava algo  baixinho ele sentiu-se atraído como se ela tivesse um campo magnético em torno de si que o atraísse, chegou próximo a cama onde ela jazia, afagou-lhe os cabelos a face a imagem de Milla dormindo parecia um anjo que estava repousando suavemente, as pálpebras dos olhos inchadas pelo choro, realmente como aquele anjo ali poderia tê-lo magoado tanto, Shura ficou velando o sono de Milla, mesmo com tudo o que houve não a deixaria de amar, mas ainda não sabia se conseguiria conviver com ela novamente.  


Notas Finais


Nossa que tensão entre Milla e Shura, espero que ele a perdoe afinal amara é perdoar setenta vezes sete sem contar!


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