História Ressentimento - Capítulo 139


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Postado
Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique
Tags Henrique, Juliano
Visualizações 599
Palavras 1.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, me perdoem, esse capítulo era pra ter sido postado mais cedo, porém fui ajudar minha avó e depois me distrai jogando e quando eu vi as horas já tinham passado 🙈🙈🙈🙈🙈
Mas tô aqui ❤

Capítulo 139 - Nosso cantinho...


Fanfic / Fanfiction Ressentimento - Capítulo 139 - Nosso cantinho...

POV HENRIQUE

Sentamos na espreguiçadeira, puxei Milena para meu colo e Juliano fez o mesmo com Lola.

—Aconteceu alguma coisa?- pergunto.

—Sim, quer dizer, não...- Lola disse confusa.

—Deixa que eu falo!- Juliano disse e ela assentiu. —Eu e Lola tivemos uma conversa antes de eu viajar, estávamos pensando em dar mais um passo na nossa união...- Lola sorriu. —Não vamos nos casar agora!- disse ele e os dois riram. —Mas decidimos que nós deveríamos ter o nosso cantinho...

—Isso quer dizer que a gente decidiu que essa casa aqui é grande demais para nós, Juliano disse que vocês não venderiam ela pois foi uma conquista de vocês...- Lola disse me fazendo assentir.

—Isso é verdade!- comento.

—Então, decidimos que, por você e a Milena estarem construindo sua família, nós achamos justo que vocês deveriam ficar com a casa!- Juliano disse sorrindo. —Conhecendo você do jeito que eu conheço, sei muito bem que você já estava com planos para comprar um nova casa. Mas, Henrique, não há necessidade visto que essa casa é enorme e caso você comprasse outra, eu e Lola ficaríamos aqui, e por mais que eu goste muito daqui eu não acho que seja necessário.

—Mas isso é nosso!- questiono boquiaberto.

—Não, irmão. Essa casa agora é toda sua, estou passando a minha parte para seu nome. Nós conseguimos comprar com nosso esforço e hoje eu quero dizer que ela é toda sua, você sabe muito bem que estou fazendo isso de coração, não quero nada em troca.

—É cunhado, enquanto vocês estavam viajando eu visitei alguns apartamentos e enviei as fotos ao Ju, nós achamos um á nossa cara e ontem fomos lá ver.

—Nós compramos um apartamento, vamos morar juntos!- Lola disse feliz.

—Vocês... Vocês não vão morar aqui?- Milena perguntou surpresa

—Não amiga, vocês precisam de privacidade, está vindo um baby agora e eu tenho certeza que aqui ele terá bastante espaço para crescer!

—É uma menina!- Milena fala alisando a barriga.

—AI MEU DEUS!- Lola deu um pulo nos fazendo rir. —É uma menininha?- assenti sorrindo largo.

—Já decidiram o nome?- Juliano perguntou.

—Linda!- falei e eles franziram a testa. —O nome... Vai ser Linda!

—Ah sim!- Lola disse sorrindo admirada.

—É, manim... Você está ferrado!- Juliano a disse me fazendo engolir seco.

—É, com certeza estou!- digo fazendo eles rirem. —Mas vem cá, vocês tem certeza?- me refiro á casa. —Porque eu já estava olhando algumas casas, não me importo de sair ..

—Não Henrique. Nós já decidimos, vou entrar com os papéis e vou passar minha parte dá casa para você, não recusa, essa casa é grande de mais para mim e para Lola!- me levantei e fui abraçar ele.

—Obrigado, irmão!- falo deixando um beijo longo em sua cabeça. —Eu te amo!

—Eu te amo também!- ele disse me abraçando. —Estou orgulhoso de você, tenho certeza que a Linda vai adorar crescer aqui!- ele disse me fazendo sorrir

—Tenho certeza que sim!- falo.

—Queridos venham almoçar;- Martinha disse nos interrompendo, Milena rapidamente adentrou a cozinha.

—Acho que tem alguém com fome!- comento fazendo eles rirem.

(…)

—Amor, vamos pra casa?- Milena perguntou enquanto bocejava. —Eu estou com sono e amanhã eu trabalho!

—Não acha que está na hora de parar?- pergunto. —Já são seis meses!

—Já conversamos sobre isso, Henrique!-Ela disse cansada. —Só mais dois meses e eu juro que paro.

—Vai parar de trabalhar com oito meses?- arregalou os olhos. —Tá maluca?

—Henrique...

—Não Milena, não!- falo tentando conter a irritação. —Você está grávida, trabalhar num hospital não é bom para vocês!

—Mas amor...

—Não, Milena, isso não está certo. Poxa, tenta me entender, eu estou preocupado com você.

—Eu não vou ficar em casa!- falou ela irritada. —Não, Henrique. Não vou ficar em casa enquanto você viaja, é perigoso eu entrar em depressão ou algo assim, você sabe que não consigo ficar sem fazer nada.

—Quando você morava em Palmas não reclamava.

—Pelo menos lá, eu estava perto da minha família!- ela disse irritada e se levantou.

—MILENA!-Grito enquanto a vejo sair da sala e ir direto para o quarto. —Não terminamos de conversar!

—Me erra, Henrique!- ela disse com a voz chorosa, ia atrás dela porém meu celular tocou, e novamente era Silva, eu teria que atender. Segui até a área dá piscina e atendi.

Ligação on

—Henrique?

—Sou eu!- falo olhando para os lados.

—Fechei todas as provas, você já pode entrar com o processo!- ele disse e imediatamente abri um sorriso.

—Isso é... Ótimo! Você acha que eu consigo ganhar a causa?

—Com toda a certeza, além do mais você tem ao seu lado o melhor advogado de Goiânia, arrisco a dizer o melhor do Brasil.- ele disse me fazendo rir.

—Não tenho dúvidas disso. – falo.

—Podemos nos encontrar amanhã?

—Sim, só me dizer a hora.

—Ok, passe lá no meu escritório às 08:00.

—Ok, um abraço!

Ligação off


POV MILENA

Eu não gosto de brigar com o Henrique, mas cheguei num momento onde as minhas emoções estão ao extremo, me irrito, me magoo facilmente. O fato dele querer me proteger eu realmente entendo, mas ele não pode me privar de trabalhar, essa tem sido a minha única distração.

—Amiga?- Lola adentra o quarto e eu me viro em sua direção. —Desculpa mas acabei ouvindo...- assenti e ela abriu os braços e eu fui até ela. —Não chora.

—Eu...

—Shhhhh! Não precisa falar nada. – acariciou meus cabelos. —Eu te entendo.

—Eu só... Sinto falta de tudo sabe?- pergunto entre os soluços. —É claro que não me arrependo da minha vida, eu só sinto saudades de casa... Sinto saudades dos meus pais e dá vida calma que eu tinha por lá!- suspiro. —Saudades de montar na Serena e cavalgar até as pernas doer!- falo sorrindo.

—Bons tempos!- ela diz rindo. —Eu também sinto falta, mas eu estou feliz aqui também, eu e o Juliano agora vamos iniciar uma nova etapa, confesso que estou curiosa.

—É amiga, eu estou muito feliz por vocês, de verdade!- sorrio limpando as lágrimas. —Eu tenho certeza que vai dar certo, não é fácil, mas não é nada que você não aguente.

—Eu tenho ideia, a gente briga de vez em quando... Meu relacionamento não é um mar de rosas.

—De ninguém é...- sorrio fraco. —Mas, a gente consegue lidar com isso, você tem sorte, Juliano é um homem incrível!

—Isso é verdade, mas você também não fica para trás. Bom, Henrique teve o momento de ser um babaca, mas ele virou da água para o vinho, ele é capaz de tudo por você. Não tenho dúvidas de que ele te ama.

—Eu também não! Eu sei que nosso amor é forte, já suportamos tantas coisas, não é?

—Demais...

—Amor, vamos em...Ah, desculpa não sabia que vocês estavam conversando!- Henrique adentrou o quarto.

—Vocês vão embora mesmo?- Lola perguntou.

—Sim, vamos...- falo.

—Então tá, boa noite!- ela me abraçou. —Não fica assim, amiga.- sussurrou.

—Boa noite!- ela saiu do quarto e eu olhei para Henrique.

—Desculpa... Eu...

—Esquece, vamos embora!- falo pegando minha bolsa.

—Não fica brava comigo!- ele disse pegando o celular e a carteira, desci na frente o ignorando, sabia que se entrasse naquele assunto nós iríamos brigar e sinceramente, eu não queria isso.

—Martinha, estou indo!- falo indo até a cozinha onde ela estava em pé lavando as vasilhas.

—Pensei que fossem dormir aí...- ela disse enxugando a mão no pano de prato.

—Não, amanhã eu trabalho!- sorrio fraco.

—Separei um pedaço do bolo para você!- ela disse andando até a geladeira e pegou uma vasilha.

—Ah Martinha, obrigada!- sorrio. —Está uma delícia!

—Vou levar vocês até a porta...- ela sorriu e nos acompanhou. —Cuidado com o trânsito, Henrique. Vão com Deus!

—Amém!- falo e ela me abraça.



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