História Ressentimento - Capítulo 159


Escrita por:

Postado
Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique
Tags Henrique, Juliano
Visualizações 461
Palavras 1.616
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 159 - Fiu fiu!


Fanfic / Fanfiction Ressentimento - Capítulo 159 - Fiu fiu!

—Cadê a mamãe?- perguntou enquanto eu a levava para a sua cama.

—Foi tomar um banho, ela já vem...

—UAU!- Ela gritou. —Papai, papai... Flores rosa!- ela disse animada. —Quem deu?

—O seu príncipe foi num reino bem distante e buscou para você!- digo piscando.

—Nossa!- sua boca abriu em surpresa e eu sorri vendo sua ingenuidade.

—Você gostou?- pergunto me levantando para pegar o pequeno buquê de flores rosas, bem delicado.

—Eu amei.

—Você é o meu príncipe, né papai?- ela disse colocando o dedo na boca.

—Sempre serei, filha. Sempre!- sorrio...

—E eu sempre serei sua princesinha!- disse me fazendo concordar.



POV MILENA

Tomei um banho rápido só para dar uma animada e voltei para o quarto da Linda, antes de entrar observei que eles estavam conversando. Linda já estava comendo o morango, ao seu lado havia o buquê e Henrique estava sentado em sua frente.

—Filha...- ele diz e ela o olha sorrindo.

—Sim, papai?

—Você me promete que quando você estiver grande... – ele disse hesitante. —Você não vai deixar de me amar?- sorrio com sua pergunta.

—Eu prometo!- ela disse. —Vem, vamos fazer o juramento do dedinho!- observei-os juntando os mindinhos e sorri. —Eu nunca, nunca, nunca vou deixar de amar você papai.

—Eu também nunca deixarei de te amar, princesa!

—Pai, quando eu crescer quero ser igual a mamãe!- ela disse me fazendo ficar surpresa.

—Eu espero que não na beleza!- murmurou baixinho e eu segurei o riso.

—O que disse papai?

—Hã? Eu... É... Por que você quer ser igual a mamãe?

—Ela é linda!- senti meu coração se encher de amores. — Ela tem um cabelo lindo... – continuou. —Mamãe é maravilhosa!- disse de forma atrapalhada. —E ela tem você!

—Como assim?- perguntou confuso.

—Ela tem um príncipe!- disse sorrindo se referindo ao Henrique. — Quando eu tiver grande, eu quero ter um príncipe igual a mamãe tem.

—Filha, você é muito nova para pensar nisso. – ele disse enciumado.

—Mas não é agora papai!- ela disse rindo. —Só quando eu tiver grande!

—Com cinquenta anos?- perguntou e eu tive que segurar pra eu rir.

—Pode ser...- disse pensativa

—Vamos fazer o juramento do dedinho?- vê se eu aguento esse marido ciumento?

—Não precisa, papai!- ela disse. —Só quero um príncipe se ele for igual a você!- falou sorrindo.

—Ahhh filha!- ele sorriu orgulhoso. —Você tem toda a razão. Você não merece menos do que eu te trato!- disse sorrindo. —Se alguém te fizer mal algum dia, o papai vai te proteger!

—Sim, você é o meu príncipe. O meu herói também!- disse sorrindo. E eu? Bem... Eu estava chorando, completamente emocionada com os dois amores da minha vida.

—Será que eu posso participar desse momento família?- pergunto

—MAMÃEEEEE!- Gritou Linda feliz ao me ver. —Vem, vem comer com a gente!- ela disse animada e eu sorri com sua empolgação, me aproximei dos dois.

(…)

—Papai, eu posso passar maquiagem da mamãe?- Linda pergunta. Henrique me olha e afirmo disfarçadamente com a cabeça.

—Bem clarinho?- perguntou

—Sim!- disse ela entusiasmada. Henri não deixava Linda passar maquiagem pois segundo ele, ela já é linda o suficiente. Eu concordo, mas a minha menina é muito vaidosa. Obviamente por ser uma criança eu evito o máximo usar nela, mas uma sombra e um batom clarinho de vez em quando não mata ninguém, não é?

—Tudo bem, mas sua mãe que vai passar em você!- ele disse e ela sorriu largo vindo até mim.

—Vou arrumar seu cabelo e em seguida passo!- falo com ela. Prendi uma parte de seus cabelos longos e loiros e fiz um penteado, não é porque é minha filha não, mas, é linda demais viu!

—Olha papai, olha meu vestido!- sorriu enquanto Henrique a admirava, faltara babar em cima da pequena.

—Você está linda!- ele disse bobão me fazendo sorrir.

—Uma verdadeira princesa!- falei admirando-a. —Agora, quero que você coloque sua sapatilha e desce, seus avós estão lá embaixo. Não quero que fique correndo, lembre-se que não pode sujar o vestido...- alertei.

—Eu vou ficar quietinha!- disse, e eu não tinha dúvidas disso. Ela me deu um beijo e em seguida agarrou a perna do Henrique abraçando-o, ele se abaixou para depositar um beijo na pequena e a mesma retribuiu. Ela saiu nos deixando a sós.

—Você já parou para pensar que já se passaram cinco anos?- Henrique trancou a porta e se aproximou enquanto eu pegava a toalha.

—Passou muito rápido, não é?- digo realmente parando para pensar. Retirei minha roupa para finalmente ir tomar um banho, afinal, primeiro tenho que arrumar minha filha, depois o tempinho que sobra é para mim.

—Fiu, fiu!- brincou Henrique me fazendo rir. —Isso é um convite?

—Entenda como quiser!- falei sorrindo de lado, ele notou o tom de malícia e rapidamente me seguiu até o banheiro.

—Acho que não tem problema se nos atrasarmos um pouquinho, tem?- perguntou retirando sua roupa e em seguida me prendendo na parede.

—Com certeza, não. Mas temos que ser rápido!- falo encarando seus olhos castanhos pela qual eu serei eternamente apaixonada. Ele sorriu maliciosamente e me beijou. Senti suas mãos apertarem meu corpo contra o seu fazendo com que nossas intimidade se encostassem, um calafrio percorreu meu corpo, ali eu já sabia que estava entregue.

Nosso beijo era extremamente quente, assim como meu corpo estava no momento. Eu não sei exatamente o que Henrique tinha que me fazia perder totalmente o controle, minhas pernas estavam bambas, meu coração estava acelerado e eu só pensava no quão bom era ter ele ali. Senti seu membro endurecer e sorri em meio ao beijo, desci minha mão até o mesmo e fiz algumas carícias, ouvir seus resmungos sabendo que aquela área estava sensível. Antes que eu fizesse algo, senti as mãos do meu marido em meus peitos, o encarei enquanto mordia os lábios, ele me levou até o chuveiro, ligando-o em seguida. A água descia por nossos corpos, e com toda a certeza, isso me excitava ainda mais. Aos poucos o box já estava completamente fosco devido o vapor, Henrique novamente me pressionou na parede e desceu os beijos para meu pescoço.

—Amor...- engoli seco sentindo ele abocanhar meu peito. —Rapidinha, lembra?- sussurrei. Em resposta recebi uma mordida, o que me fez morder os lábios reprimindo um gemido. Visto que seu gesto me causou efeito, ele repetiu. Meu corpo estava sensível ao seu toque, não precisava de esforço algum para que conseguisse me satisfazer, mesmo assim, seus dedos desceram para minha intimidade estimulando aquele local, minhas pernas estavam ficando bambas.

—Você está molhadinha!- ele disse e eu só consegui assentir. —Prontinha para mim!- disse subindo os beijos para meu pescoço, em seguida senti seus lábios encostarem nos meus, suas mãos fortes e ágeis subiram para minha cintura.

Em segundos minhas pernas estavam entrelaçadas em sua cintura, minhas mãos rodeadas em seu pescoço e finalmente senti ele me penetrar, nossos gemidos foram abafados quando nossas bocas se chocaram novamente, mas, gesto esse que foi quebrado devido as fortes e rápidas estocadas. Como eu mesmo havia dito, não precisava de muito para que eu chegasse ao meu limite e rapidamente isso aconteceu, me sentia nas nuvens, apenas me deliciando com o momento prazeroso.

Henrique ao contrário de mim, ainda não havia atingindo o seu limite, seus movimentos eram cada ver mais fortes, seus gemidos começaram a aparecer e eu sabia que estava próximo. Mas, para minha surpresa ele parou, o olhei sem entender e ele não disse nada, apenas me lançou um sorrisinho malicioso e me desceu de seu colo. Ele sentou no chão e bateu em sua coxa avisando para eu me sentar, sorri dá mesma forma, coloquei minha perna uma de cada lado e me posicionei em cima de seu membro, lentamente encaixei nossos corpos, eu estava com as costas em seu tórax, senti sua mão descer para minha intimidade e novamente me estimulando.

—Eu...

—Sim...- ele me interrompeu. —Eu também estou quase lá, segura mais um pouco. – pediu e eu assenti já sentindo minhas pernas bambas e meu ápice cada vez mais próximo.

Meu corpo não aguentou por muito tempo explodiu em prazer, Henrique estava na mesma sintonia que eu e na mesma hora senti seu liquido me preencher, deitei minha cabeça em seu ombro e suspirei aproveitando aquela sensação dominar cada parte do meu corpo. Ficamos em silêncio, a água do chuveiro ainda caía mas no momento a última coisa que eu pensaria era em desligá-lo, eu nem se quer tinha força para levantar, só me ajeitei um pouco para que Henrique saísse de dentro de mim, e em seguida ele me aninhou em seu colo.

Quando finalmente nossas respirações voltaram ao normal, nos levantamos e tomamos um banho rápido, lavei meus cabelos e Henrique fez o mesmo, devo confessar que eu ainda queria ficar por horas ali naquele banheiro, mas tínhamos uma festa para ir e eu tinha certeza que já estavam atrasados, portanto saímos e na velocidade da luz nos arrumamos. Henrique estava arrumado, seu perfume havia impregnado o quarto inteiro e eu sorri com isso, ele me deu um selinho e em seguida se retirou do quarto me deixando só. Sequei meus cabelos e fiz cachos na pontas apenas para não ficarem escorridos, fiz uma rápida maquiagem e devo dizer que adorei o resultado. Ouvi batidas na porta, quando abri vi minha miniatura passar por ela.

—Mamãe, você está demorando!- disse manhosa.

—Só vou calçar as sandálias, filha. Já estou pronta!- falei sorrindo. —Cadê seu pai?

—Está com o vovô!- ela disse sentando-se na cama. Me sentei ao seu lado colocando meus saltos, em seguida me levantei e ela fez o mesmo, peguei meu celular e juntas descemos até o andar debaixo, onde estavam nos esperando.



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