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História Rest - Capítulo 1


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Notas do Autor


Como eu disse, é da minha conta antiga @Dutella.

Boa leitura 💛✨

Capítulo 1 - Capítulo único


Rafael bocejou pela quarta vez naquela reunião, apenas queria estar em sua casa, descansando de forma com que ele esquecesse seu próprio nome mais tarde.

 

Mas, infelizmente, teria que ficar ouvindo os responsáveis pelas parcerias da empresa, conversar durante mais algumas horas.

 

— Achamos que você deveria ir para sua filial em São Francisco. — Brett sugeriu, o mesmo trabalhava em uma empresa não muito conhecida, porém, tinha grande lucro, o suficiente para o dinheiro de seu negócio ser cuidado pelos Lange's. — Houve algum problema, e alguma empresa que pagou apoiou teve alguns milhões desviados de sua conta.

 

A bisavó de Cellbit, descendente francesa, fundou essa empresa, a nomeando de Dans le Monde Entier, que, aos passar dos anos, fora chamada apenas Monde Entier, e muitas vezes, pela sigla DLME. 

 

Sentia que poderia simplesmente ignorar o que o rapaz disse, mas sabia que tinha que ir até a filial nos EUA. E principalmente, encontrar seu Tio Alexsander.

 

— Só pode ter sido um engano. — O loiro balançou a cabeça. — Confio em todos que trabalham no estágio de milhões, sei que nenhum deles ousaria sequer tirar um centavo do dinheiro. — Seus braços, que antes estavam apoiados na mesa, caíram para o lado de seu tronco, tirando a tensão de seus ombros. — Irei para lá, Alex deve saber o que aconteceu. Mas, como o herdeiro disso, irei lá, para mostrar que não me abalo facilmente.

 

Tom, um de seus melhores amigos, sorriu de canto, olhando divertido para o Lange. Entendendo do que mesmo falava.

 

Recentemente, Cellbit havia sido um dos maiores assuntos nas redes sociais, por conta que, disseram que o mesmo tinha menosprezado uma mulher, e a mesma havia sido agredida pelo mesmo. Mas era uma total mentira, por mais que muitos acreditem, a maioria entendeu que era apenas alguém tentando tirar proveito sobre os outros.

 

Mas Brett acreditava e defendia a mulher que se passava por vítima, e Rafael achava isso inacreditável, o outro até mesmo ameaçou não pagar mais a empresa Monde Entier, mas o loiro nem ao menos se importou, sendo assim, a ameaça ser retirada facilmente.

 

— Eu irei sexta-feira, voltarei na quarta. Está bom para você, Brett? — Arqueou uma sobrancelha para o loiro, que sorriu cinicamente, concordando com a cabeça.

 

— Avisarei a Alexsander que estará lá. — Vernon informou, dissipando a tensão que se formava no ar.

 

— Certo.

 

O resto da reunião se passou normalmente, vendo estatísticas e fazendo suposições do que pode ter ocorrido na filial de São Francisco, para milhões terem sumido do dia para noite.

 

[...]

 

Após o fim de tudo, Cellbit já comprava suas passagens para sua viagem. Teria que aguentar seu tio falando o quanto responsável era, e que o sumiço dos milhões era totalmente uma falha no sistema.

 

Alex costumava ser a inspiração ao mais novo, ambos amavam discutir, e Rafael sempre achava uma solução para qualquer erro que Alexsander pedia para ele resolver, na adolescência.

 

Mas o Lange, aos poucos, foi se cansando, percebeu que os “desafios” que o tio dava para ele, eram fáceis demais, comparado ao o que é trabalhar na empresa de verdade.

 

Pensava em como sua bisavó tinha cabeça para administrar essa empresa, realmente, era ruim comandar e ter sua mente totalmente sobrecarregada. O loiro queria apenas um dia de folga. Era pedir muito?

 

[...]

 

Quando chegou em São Francisco, já sentia a mudança de temperatura. Era quente, e ele estava totalmente acostumado a temperaturas baixas, frio era totalmente o seu forte.

 

Respirou fundo, vendo seu tio acenar com euforia. O mais novo apenas respirou fundo, andando até o de cabelo castanho, revirando os olhos.

 

— Oi, Tio. — Disse desanimado.

 

— Oh meu Deus, como você cresceu, você está tão grande, sua mãe realmente está lhe cuidando muito bem. — Alexsander dizia eufórico. — Sentia falta de você, tendo essa carranca enorme, ou esse enorme desânimo. — Reclama, revirando os olhos.

 

— Desculpe-me, tio. — Massageou as têmporas. — O trabalho e o sumiço dos milhões, estão realmente me deixando cansado. 

 

— Você precisa relaxar.

 

— Eu até gostaria. — O loiro disse, andando ao lado do parente.

 

— Você precisa sair. — Deu de ombros. — Precisa se socializar, sobrinho.

 

— Não tenho tempo para sair, tio. Vim aqui a trabalho.

 

— Não, não, você veio aqui para ver o seu tio, e resolver um pequeno incômodo que nos atrapalhou. — Apontou o castanho, chegando em seu carro, entrando no banco do motorista. Vendo o sobrinho ir para o banco do passageiro com uma enorme carranca. — Sabe do que você precisa?

 

— Hm?

 

— Você precisa de uma boa rodada de sexo!

 

— Alex, não...

 

— Eu conheço um bar, que se um atendente gostar de você, ele te leva para uma sala especial nos fundos do estabelecimento. — Tirou os olhos da estrada, para piscar para o sobrinho, que apenas bufou em reprovação.

 

— Tio, o que te faz pensar que algum atendente irá querer levar um cara para lá no primeiro dia que aparece lá?

 

— Por que, particularmente, sobrinho. Você é gostoso. — Brincou, sabendo que cellbit estaria formando uma enorme cara azeda, agorinha mesmo. — Eu tenho um... Ficante de cabelos cacheados, que trabalha lá, que me ofereceu uma boa noite de cama, e parece que todo final de semana eu apareço naquele lugar. — Uma risada abafada escapa de seus lábios.

 

— Argh, que nojo, Alex. Não quero saber dos seus relacionamentos sexuais. — Rafael faz uma careta. — O que isso tem a ver comigo agora?

 

— Eu sei um garoto que você adoraria. — Sorriu sarcástico. — Bem do jeito que você gosta, ele é meio baixinho, mas dá para o gasto, ele também faz umas piadas idiotas e tem cabelo colorido. Não é assim? Você acha adorável pessoas assim.

 

— Tio, não me importa. — O Lange mais novo balança a cabeça. — Eu não irei lá, preciso resolver o problema que está ocorrendo.

 

— Você vai sim! Você está sobrecarregado, precisa de um descanso. E não me venha com essa, se não, falarei a sua mãe que você agiu com falta de respeito.

 

— Mas eu nem... — O maior o interrompeu.

 

— Viu? Já está discordando das coisas. — Rafael bufou.

 

[...]

 

— Três milhões desviado da conta. — O loiro vociferou irritado. — Como você pode ter deixando um estagiário fazer isso?

 

— Eu não sabia, foi o chefe daquele setor que o fez! — Alexsander balançou a cabeça.— Não sei como pude deixar esse cargo nas mãos do Opspor, ser chefe para ele é demais. Vou o rebaixar, ou se o prejuízo for grande, ele vai junto com o “estagiário” que nos roubou.

 

— Tem que ter algum motivo, não? Qual é o nome do estagiário?

 

— Karlo Putri.

 

— Resolveremos com uma denúncia, avise aos chefes da região, que teremos que esperar a poeira abaixar, muitas pessoas tentaram tirar uma lasquinha do que está acontecendo, para colocar contra nós. — Cellbit massageou as têmporas. — Não irei conseguir trabalhar direito com essa pressão.

 

— Por isso eu disse para você descansar. — Deu de ombros. — Qual é, Cell, vamos pelo menos tomar algumas no bar, não precisa necessariamente transar com o garoto. — Colocou a mão no queixo pensativo. — Se bem que ele não se insinua para qualquer um. — Alex sorriu. — Ele é lindo, gostaria que ele me chamasse. — Balançou a cabeça, vendo a cara de nojo do Lange mais novo. — Relaxa, estou bem com o cachinhos dourados.

 

— Você me enoja. — Torceu o nariz. — Tudo bem, vamos, amanhã, sábado a noite.

 

— É assim que se fala. — Sorriu abertamente.

 

 

[...]

 

 

— Esse lugar é estranho. — O Loiro sussurrou para o tio, que balançou a cabeça, sorrindo.

 

— Eu acho aqui, espetacular. 

 

— Isso por quê você consegue uma boa foda. — O menor sorriu para o mais velho, que apenas revirou os olhos.

 

Eles sequer tinha entrado no lugar, e o Lange mais novo estava achando aquele lugar esquisito. Os detalhes do estabelecimento eram vermelhos e pretos, com uma enorme placa escrito o nome do bar, com luzes leds, também vermelhos.

 

Quando entraram, Rafa não pode deixar de reparar no cheiro bom que havia no lugar, aquilo era lavanda? Não deveria ao menos ter cheiro de álcool nesse bar?

 

 

O longo balcão, onde três pessoas serviam os rapazes e moças que chegavam, eram extensos e brancos, também com as luzes vermelhas. Atrás do balcão, havia várias prateleiras, com muitas garrafas e taças, extremamente caras. Havia um mostruário, com algumas fotos, e o mais novo riu baixo quando viu uma de seu tio, com um rapaz loiro, que atendia no momento. Ao lado do mostruário, estava uma porta preta, com uma cortina de pedras vermelhas.

 

— Louis! — O maior sorriu, chamando-o, e acenando.

 

— Alex? — O Lahey abriu um enorme sorriso.— Quanto tempo, homem!

 

— Aqui anda bem diferente. — Olhou as mesas bem localizadas, os sofás duplos nos cantos, as decorações nas paredes, as cortinas novas, avermelhadas com rendas pretas, e principalmente, a mudança no uniforme, que antes era uma simples blusa com o nome do bar. Agora é uma camiseta casual com o sobrenome do loiro mais novo atrás, customizada totalmente com o logo do lugar atrás, e uma gravata borboleta na frente, junto com um suspensório de couro preto, opcional. — Fizeram mudanças?

 

— Argh. — Louis revirou os olhos. — Felipe conseguiu convencer o chefe para mudar as coisas aqui. — Bufou. — Reformaram até lá atrás, você entende? Camas King's, homem, aquele lugar está espetacular! — Lahey sorriu. — Felipe pode ser persuasivo, mas sabe o que melhorar nesse lugar.

 

— Eu sempre gostei desse garoto! — Alex sorriu.

 

— Não se esqueça de mim, você se insinua para ele, mas sempre fica comigo. — O menor cruzou os braços.

 

— Me desculpe, mas seria uma vitória pelo menos um Lange levar Felps para cama. Ele tem ótimos elogios. — O mais velho olhou para o sobrinho. — Não é, Rafa?

 

— Hm. — O Lange acenou para o loiro mais novo. — Oi.

 

— Oh, você é Rafael Lange. — Sorriu abertamente. — Lex já me contou de você, como anda a empresa?

 

— Lex? — Ergueu uma sobrancelha, e soltou uma risada, logo continuando. — Tivemos um breve problema. — Explicou. — Por isso voltei.

 

— Claro. — Seu sorriso era algo que encantava Alexsander, amava literalmente tudo em Louis. — Qual é o problema? Posso ajudar em algo?

 

— Você não tem experiência. — Rafael disse rígido.

 

— Na verdade, meu caro sobrinho, Lou é ótimo em contabilidade. — O mais velho disse. — Sumiram três milhões de uma empresa que pediu pelos nossos trabalhos.

 

— Isso é preocupante. — Lahey comprimiu os lábios. — Já sabem o que vão fazer?

 

— Ir atrás de Karlo e o processar. — O mais velho deu de ombros. — Temos que conseguir o dinheiro de volta, o dono da empresa está espumando de raiva, e quer os três milhões até segunda. Um processo demora para ser realizado.

 

— Felipe consegue. — Louis sorriu.

 

— O que? — Cellbit perguntou confuso.

 

— Felipe consegue tirar o dinheiro da conta do tal de Karlo, ele sabe entrar em sites, e essas coisas. — Comprimiu os lábios. — É quase um hacker... Mas ele não faz nada ilegal, eu juro. — Balançou a cabeça. — Noah o mataria se soubessem o que ele faz. É um talento nato. Pena que desperdiçou. — Louis disse triste. — Irei o chamar.

 

O Lahey sai rapidamente, deixando sobrinho e tio debater se era mesmo seguro aquilo, se deveria confiar em um total desconhecido, sendo cortado pelo mais velho, dizendo que o Zaghetti é totalmente confiável.

 

— Hey. — Felps cumprimentou Alex, sorrindo abertamente. — Finalmente você voltou, Louis estava quase subindo pelas paredes, com saudades de você.

 

— Não é para tanto, Feh. — Sorriu para o amigo. — Eu já expliquei para ele.

 

— Eu consigo, só preciso da senha do ser...— Olhou para o Lange mais novo, piscando, incrédulo.—...Vidor...

 

— U-uh... — Rafael o olhou constrangido. — Você é o Felipe. — Nesse momento, ele tinha certeza que seu tio não estava errado, o garoto era incrivelmente lindo, o cabelo encaracolado e colorido, o sorriso em forma de coração, meu Deus isso era possível?

 

— Você é o Rafael. — Mordeu o lábio inferior, e o Lange prendeu-se ali.

 

— Bem! Eu e Lou vamos aproveitar as novas camas King's. — Alexsander piscou para seu sobrinho, que balançou a cabeça em desaprovação.

 

O casal (não assumido ainda) entrou na porta preta, com a cortina para a batente na frente, cheias de pedrinhas vermelhas, realmente, o dono parecia amar aquela cor.

 

— Então, um dos seus “empregados”. — Fez aspas no ar. — Roubou três milhões, vocês confiavam nele o suficiente para colocar ele na área de milhões?

 

— Alex disse que confiava nele.

 

— Alex me dá tanta decepção, por isso eu não fui com ele lá para trás ainda. — Piscou para o mais alto.

 

— Ainda?

 

— Já pensei em ir com ele. — Deu de ombros. — Muitos bêbados tentam me levar também. — Torceu o nariz. — Porém, prefiro os sóbrios. 

 

— Como eu?

 

— Como... — Franziu o cenho. — Você? — O olhou incrédulo. — Você está... Se oferecendo para ir lá?

 

— Apenas se você quiser.

 

— Me ganhou com essa frase. — Sorriu. — Muitos apenas mandam, mas como você usufruiu da educação, quero que venha comigo. — Apontou para o canto do balcão, por onde dava para ir para o mesmo espaço que Felps, e logo Rafael seguiu em passos apressados para lá. — Vamos. — Ofereceu sua mão, e o loiro a pegou rapidamente.

 

O moreno o guiou até o “seu quarto”. O moreno olhou as portas, cada uma com uma estrela, e no centro o nome de quem “dormia” no cômodo.

 

Parou em frente a porta de Felipe, esperando o mesmo a abrir. E assim o mesmo o fez, e Rafael finalmente viu uma cor diferente de vermelho e preto.

 

As paredes do cômodo eram pintadas de branco, e bem embaixo, o quarto todo era circulado por fitas de led azuis, deixando o quarto totalmente daquela cor.

 

A enorme cama King, estava com lençol branco, porém em baixo era preto, e o travesseiros azuis claros.

 

— Espero que goste, trago poucas pessoas aqui. — O Zaghetti explicou, rodeando o pescoço do outro com os braços, começando a lamber o lugar.

 

— Por que? — Perguntou, segurando sua cintura.

 

— Não sou uma prostituta, Cellbit. — Beijou seu queixo. — Apenas quero uma diversão. — Deu um selinho em sua boca. — Aliás, da onde você é? Seu sotaque é estranho.

 

— Espanha. — Murmurou, descendo seus lábios pelo pescoço com pintinhas do mais baixo. — Não me adaptei com o sotaque de vocês aqui.

 

— Jura? Você fala espanhol? Que incrível!

 

— Uhum. — Finalmente ambos qe beijaram, apenas movendo os lábios sobre um do outro, até que a língua de Rafael invadiu a boca do menor, fazendo mesmo gemer entre o beijo.

 

Alguns segundos se passaram até o Lange começar a beijar com mais ferocidade. Cellbit tirou a gravata borboleta de Felps e o suspensório do mesmo. Ao poucos, eles foram perdendo suas roupas e estavam deitados sobre a cama.

 

O Lange estava entre as pernas do castanho, o beijando ferozmente. Chupava o lábio inferior do Zaghetti, que gemeu quando o mais velho apertou seus mamilos sensíveis.

 

— N-na gaveta. — Disse ofegante. Fazendo Rafa entendee prontamente o que era. Esticou uma mão, voltando a beijar o garoto.

 

Abriu a gaveta, e tateou até achar uma camisinha. A puxou, e logo a abriu com os dentes.

 

— Tem certeza? — Cellbit perguntou pela quarta vez durante os beijos.

 

— Tenho. — O beijou novamente, sentindo a movimentação do Lange, que colocava a camisinha em si.

 

Rafael estendeu dois dedos para o Zaghetti, que o chupava com gula, os babando totalmente.

 

O loiro os levou até a entrada rósea do mais novo, os forçando para dentro.

 

Felps revirou os olhos quando sentiu os dedos se moverem. Apertou o lençol contra a palma, gemendo ao sentir o maior o alargar.

 

— Posso? — Ergueu o olhar para encarar o moreno, que assentiu repetidamente.

 

Rafael posicionou-se no meio das pernas do garoto, esfregando seu membro entre as nádegas fartas do mesmo. 

 

Segundos depois, o penetrou de uma vez, fazendo o Zaghetti revirar os olhos e gritar de prazer, agarrando-se aos ombros do outro.

 

O maior começou a estocar fortemente, deixando baforadas animalescas escaparem de seus lábios, enquanto o castanho gemia loucamente. Revirando os olhos quando o loiro acertava sua próstata.

 

Rafael logo saiu de Felipe, apontando para o lado, fazendo branquelo ficar de quatro. Montou no mesmo, enterrando seu membro dentro do Zaghetti novamente.

 

Entrando rápido e profundamente. O castanho gritava, até que seu corpo estremeceu e se desmanchou, sujando os lençóis abaixo de si.

 

O loiro veio alguns segundos depois, enchendo a camisinha. 

 

Saiu do garoto, tirando a camisinha e fazendo um nó, a jogando na cestinha que encontrou no canto do quarto.

 

Voltou para a cama, deitando ao lado do garoto, que estava de bruços o encarando.

 

— Que hora eu te encontro para o serviço? — O menor questionou.

 

— Eu quero uma segunda rodada disso mais tarde. — Sorriu. — Me encontre no meu hotel.

 

Felps sorriu, com certeza iria.



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