História Resumption - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Alexandra Daddario, Harry Styles
Personagens Alexandra Daddario, Harry Styles
Tags Depressão
Visualizações 7
Palavras 1.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, voltei galeura. E na capa desse capítulo temos o nosso deuso maravilhoso!
Espero que gostem do capítulo ❤❤

Capítulo 2 - Trust?


Fanfic / Fanfiction Resumption - Capítulo 2 - Trust?

Sinto meu coração disparar, minhas pernas tremerem e minhas mãos gelarem. O que eu vou fazer agora? Que tal agir como se não fosse uma virgem? Respiro fundo, tipo bem fundo mesmo, e entro no carro.

 

Analiso o rapaz, bronzeado, olhos verdes, cabelos compridos, algumas tatuagens na região peitoral. Sim, ele está vestido. Porém a camisa não tem todos os botões fechados. Tiro o olhar e resolvo cumprimentar.

- Boa noite. – digo baixo e sem nenhuma determinação, ele então coloca a mão na minha perna esquerda fazendo com que eu prenda a respiração momentaneamente.

- Relaxa, não vou fazer nada. – olho pra ele totalmente confusa, sem entender nada.

- Como assim? – pergunto assustada.

- Qual o seu nome? – ele para o carro em frente a um condomínio que percebo ser bem luxuoso e me encara. Fico calada. – Vamos, qual o seu nome?! – tento abrir a porta do carro mas ele ainda não destravou.

-Droga! – resmungo.

- Meu nome é Harry Edward Styles, ou Harry Styles. Ou seja, não vou fazer nada de ruim com você.

- E por qual motivo o seu nome definiria seu caráter? E se você for um louco psicopata?

- Então você estaria muito encrencada, afinal, você estaria num carro. Comigo. Um louco psicopata.

- Então vamos dizer que acredito que não vai fazer nada de ruim comigo, por que me chamou?

- Você não tem cara de prostituta, nunca vi você por aqui antes. – ergo uma sobrancelha – Não, eu nunca transei com nenhuma delas. É apenas caminho para casa. – ele olha para o lado de fora.

- Mas todos os dias devem chegar garotas novas, como... Sei lá.

- Você estava claramente com medo, percebi de longe e resolvi te tirar dali. Trabalha pra algum tipo de cafetão que te obrigou a fazer isso?

- Na verdade, o que aconteceu foi que eu estava saindo de casa e no caminho para o aeroporto, ou na frente dele, surgiram alguns garotos e me roubaram. Levaram tudo que eu tinha, tudo que eu guardei. Fiquei apenas com... – soluço, pois relembrar isso me fez derramar algumas lágrimas – Fiquei com apenas cinquenta reais e meu celular. Estavam no coturno. Levaram minhas duas mochilas. Fiquei sem nada. Fiquei desesperada. E vender minha virgindade pareceu uma saída para minha situação. – acelerei a fala, assim como as lágrimas se apressaram a cair. Após isso ele estava me abraçando, e pode parecer loucura, mas eu me senti segura de novo.

- Você pode dormir na minha casa, no quarto de hóspedes. Pode até trancar a porta se quiser não me importo. Eu só quero que você fique bem. – então meu celular vibra dentro do sutiã e eu o olho. Samanta, pelo visto as notícias correm mesmo muito rápido. – É seu namorado? – ele pergunta chamando minha atenção fazendo com que novas lágrimas se formem ao redor dos meus olhos.

- Podemos entrar? – digo entre soluços. Ainda tem muita história para contar. – A história é longa e...

- Tudo bem – ele interrompe, enquanto sai do carro e dá a volta para abrir a minha porta – Vem, vamos. – ele estende a mão para que eu segure e saia do carro, e é o que eu faço.

Esse gesto significou tanto pra mim que esse desconhecido nem imagina. Me senti segura. Resgatada. É como se ele tivesse me tirado do fundo do poço. Como se fosse minha luz no fim do túnel. Meu príncipe num Jeep branco.

Para! Para já com isso! Vai começar a se iludir de novo, Mia? Vai imaginar coisas que não vão acontecer? VOCÊ NEM CONHECE ESSE HOMEM!! – meu inconsciente grita comigo repreendendo os pensamentos anteriores. Balanço a cabeça em negação.

- Bem vinda à minha casa... – ele ia dizer meu nome, mas ele não sabe. – Jane. – olho pra ele sem entender. – Já que não quer me dizer o seu nome, te chamarei de Jane!

- Tudo bem... Styles? – ele sorri.

- Fique a vontade, Jane. - olho a casa por completo, algumas coisas estão fora do lugar porem posso organizar amanhã.

- Obrigada de verdade, Harry. Não sei como posso agradecer essa sua gentileza. – digo sendo totalmente transparente.

- Me diga o que aconteceu, o que te levou a sair de casa. Deixe-me te ajudar de verdade. – ele diz se aproximando.

- A história é longa, recomendo que se sente – e assim ele fez, ele realmente tem interesse em me ajudar – Tudo começou a muito tempo atrás...

- Super me sentindo assistindo um filme infantil, ou de drama. – ele coloca as mãos no queixo.

- Assim eu desisto, ein? – e não estou brincando.

- Desculpa. Vou ficar quieto. – ele faz como se fosse trancar a boca e jogar a chave fora, eu ri.

- Então, tudo começou no meu ensino médio. Nova rotina, novas pessoas, novas experiências, e só pra constar: eu não tava preparada pra nada disso! Mas mesmo assim eu fui com a cara e a coragem que ainda existia em mim, já que eu não tinha muitas opções na época. Fiz poucas amizades, muitos conhecidos, o que não fez muita diferença. Dois meses depois eu estava na pior: notas baixas, problemas em casa e outros milhões de coisas acontecendo. Eu não estava sabendo lidar com nada disso, perdi de ano pela primeira vez na minha vida, isso nunca tinha me acontecido! – respiro fundo e seguro minhas lágrimas o deixando em alerta, mas ao invés de continuar eu faço uma pausa.

- Ei, calma. – ele levanta correndo e me abraça – Vai ficar tudo bem agora – me coloca em sua frente e me olha nos olhos fazendo com que eu sinta calor, conforto, segurança. Diferente.

- Eu fui fraca, mais uma vez! Eu descobri que meu pai traia minha mãe, e ao invés de ser forte e contar a ela eu fugi de casa! E eu sei como ela vai se sentir porque eu já passei por isso – soluço falando tudo ao mesmo tempo, disparando toda minha dor sobre ele – Uma das minhas melhores amigas roubou o meu namorado! – ele para com uma expressão triste.

- O cara da foto? – olho sem entender. – Tem um cara no seu papel de parede, com você e uma loura. – concordo com a cabeça.

- Exatamente eles, mas eu estou ultrapassando as coisas. Depois que perdi de ano, as coisas só pioraram. Meus pais reclamavam a todo tempo, eu engordei e como se não bastasse as pessoas começaram a me chamar de “gordinha”, “baleia azul”, “balofa”, “redonda” e creio que foi por isso que meu namorado me trocou. – suspiro fundo – Ela é magra, já foi modelo, tem tudo. Uma vida perfeita, o meu namorado, tudo... E depois de um tempo tentando superar meu pai faz isso com minha mãe e me leva de volta a tudo que aconteceu. – choro desesperadamente, e ele sai correndo.

- Ei, toma.- ele volta com um copo em mãos, deve ser água com açúcar. Pego e viro de vez sentindo queimar.

- Isso... É...?

 

 

 

- Cachaça? Sim – ele ri.


Notas Finais


E aí? Gostaram? Me deixem saber...


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