História Revenge - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anne Rice, Conto, Dark Shadows, Fatos, Ficção, Lucifer, Mitologia, Revenge, Titanic
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Palavras 3.623
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Misticismo, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Não confundam realidade com ficção mocinhos (as)...ou será que pode ser? Vai saber hihihi :3
Boa leitura pirralhos!

Capítulo 1 - Blood Moon


Fanfic / Fanfiction Revenge - Capítulo 1 - Blood Moon

Angelique e Akasha eram as riquinhas e/ou patricinhas do colégio, em que, viviam atazanando a vida de Rose que estudava lá também e, infelizmente na mesma sala.

Chega a ser ridículo essas garotas, tinham até um clubinho chamado de “Paty’s” juntamente a mais duas outras garotas chamadas Catarina e Carolina, as escravas e fiéis seguidoras de Angelique e Akasha. Todos ali participavam de algum clubinho até mesmo Rose, o de nome “Pizzas”, em que, ela era a “pizza brotinho” pela sua baixa estatura diante das outras cinco garotas, “amigas” de Rose, ao menos ela achava que era. Coisa de colégio particular de padre ainda, excelente pela educação e todo contexto, exceto este, de ser mal frequentado muitas vezes por mimados como as duas em questão, mas, paciência.

Enfim, Rose sempre foi estudiosa, dedicada, ingênua e fazia amizade com todos, os quais, nunca deixara na mão, mesmo sendo diversas vezes flechada pelas costas pelos mesmos...

Porém, ela nascera com algo especial e místico e que se despertasse, causaria um belíssimo estrago, já que, não admite injustiças ainda mais para com ela.

As “soberanas” aporrinhavam e esnobavam todos os julgados por elas de “pobres”, com isso, Rose sofria mais pelas suas nobres características de anjo caído digamos, tornando-se assim, isca fácil naquele mar rodeado de piranhas. Doce Rose defendia e buscava intervir de forma construtiva e esperançosa com muito alto astral todos e, inclusive Angelique e Akasha.

Uma vez, chorou em um canto escuro, debaixo de uma escada em que dava acesso as salas de inglês, onde raramente passava uma alma viva por lá (sorte dela, se fosse vista nessa situação, sofreria bem mais o que chamam de “bullying”) e perguntou-se o que havia de errado ou feito para merecer aquilo tudo que passou durante sua estadia de seis longos e sofridos anos naquele colégio.

Em um dado momento, Rose parou e mudou totalmente suas atitudes após incontáveis frustações, e então, Akasha certa vez trouxe uma caneta importada do Canadá pelo seu pai e ficou fazendo inveja aos demais sendo que era uma simples caneta... Rose assistindo tudo isto, aguardou o intervalo, pegou a caneta e a quebrou pois, sua intenção era a de pregar uma peça em Akasha para que ela deixasse de ser tola. Assim quando todos haviam retornado a sala, a patética ao achar a falta de sua “preciosa” caneta, soltou o berreiro e acusou a todos de ladrões bastardos e jurou vingança que era apenas contar ao papaizinho e a diretora...

Foi então que Rose riu descaradamente, dizendo que tinha dó daquela coitadinha afinal era só Akasha pedir ao papaizinho outra que se resolvia o caso, tinham bastante dinheiro para comprar todas as canetas “diferentonas” do mundo, se quisessem.

- Foi você, não foi? Onde está ela, devolva-me. Disse Akasha.

Em retribuição Rose retrucou sarcasticamente, mostrando os pedaços da caneta atirados pela janela, na rua:

- Vai lá buscar, vai garota insuportável! Acho que há conserto, só catar e juntar, simples!

E assim, Akasha foi consolar nos braços de Angelique, ambas ardendo em ódio perante atitude de Rose. O dia seguiu com todos da sala assustados, rindo e comentando do ocorrido, temerosos com Rose, que orgulhava-se.

Um belo dia, as víboras chegaram até Rose e a convidaram para passar uma tarde na casa de Angelique, em um acordo de paz enchendo-a de elogios, afirmando que abriram os olhos, pedindo perdão por tudo e oferecendo vaga ao clubinho delas dito anteriormente. Rose ficou de pensar e pedir aos pais e entraria em contato com elas para dar-lhe a resposta a tal convite inusitado. Chegando em casa, ela foi contente contar e pedir aos pais que deixaram mas com um pé atrás e estranharam.

Rose ligou para Angelique confirmando em um sábado a tarde, dizendo que, seus pais levariam e buscariam em certo horário e, Angelique passou o endereço de sua casa a qual ficava em Forks, cidade vizinha e distrito de Veneza onde morava.

Enfim, sábado chegou frio, nublado, caindo uma garoinha, animando ainda mais Rose com o “encontrinho”. Arrumou-se e partiram para a casa de Angelique, Seus pais foram embora deixando Rose com Angelique e Akasha e após uma breve conversa com o pai de Angelique.

A casa era enorme que fez a pupila de Rose dilatar de tamanho encantamento com cada detalhe, sempre gostou de observar a arquitetura diferente por onde passava. Subiram em direção ao quarto de Angelique e ali, passaram horas com brincadeiras para meninas e então, o pai de Angelique viera para chamá-las para comer em um restaurante perto dali, coisa de dobrar a esquina só. Rose ficou atônita por um instante, já que, o combinado era de ficar somente na casa, mas para não fazer desfeita, foi. Saíram naquele Toyota sw4 hilux lindo, mas mal sabia ela que tudo não passara de encenação mascarada de um plano perfeito, começando por aquela conversa marolinha de “acordo de paz”.

Naquele restaurante, ela comeu algo que havia dois ingredientes, os quais, a faziam muito mal caso comesse e, assim que retornaram e foram novamente para o quarto de Angelique, Rose começou a sentir o estômago ruim, resultando em diarreia, vômito e febre. A sorte que no quarto tinha um banheiro incluso, juntamente a um closet. O pai de Angelique não estava presente, pois, apenas deixou as meninas de volta e partiu a um compromisso, um ato de irresponsabilidade pelo fato de que ficou responsável para tomar conta das meninas e prometeu isso aos pais de Rose, mas ele também não passara de objeto para o tal plano e sequer desconfiou dessa tentativa de envenenamento.

Chorando e sem alguma força, Rose implorava para falar com sua mãe e ir embora. O pedido dela foi negado pelas víboras, em que aos olhos de Rose, eram apenas vultos o que, infelizmente, os ouvidos estavam lúcidos ao escutar as risadas de escárnio delas e coisas horríveis como: “garota sonsa, burra”; “caiu direitinho pensando que realmente fosse verdade tudo que dissemos coitada.” Até que, vencida pelo cansaço, desmaiou na cama de Angelique o que fez com que, Angelique e Akasha ficassem desesperadas e, talvez, que tenham matado Rose. Logo, ligaram para mãe de Rose dizendo que ela não estava se sentindo bem e pediu para busca-la e assim, os pais dela foram.

Quando seus pais chegaram a casa de Angelique, Rose já estava acordada e ainda sentia reflexos variando de grau moderado a forte, chorando juntou suas coisas e foi de encontro aos seus pais, recusando quaisquer ajuda delas e sequer despediu-se, tudo que mais queria era se livrar daquele envenenamento e tormento. Que pesadelo!

Em casa a mãe deu-lhe os primeiros socorros e assim foi abrandando e Rose pôde contar melhor tudo que lhe acontecera e o único pedido de seus pais fora o de ficar longe daquelas meninas, tomar mais cuidado para com as pessoas a sua volta e se mexessem novamente com ela, haveriam consequências.

Na segunda feira pós-envenenamento, Rose já tinha esquecido o fato e perdoado pelo seu bom coração, o que ela não contava é essa altura, absolutamente todos do colégio já sabiam da travessura feita por Angelique e Akasha a ela, também, eram patricinhas, famosinhas e “queridinhas” de lá. Quando pisou, todos a encaravam debochando, mas não fizera nada em relação, aguentou forte aquela merda de dia, escondendo as lágrimas, como uma guerreira e sua armadura, nadando contra a corrente, eis era um de seus dons.

No findar da aula, o sino bateu e Rose pegou um telefone e ligou para sua mãe dizendo que teria que ficar a tarde fazendo estudando na biblioteca e chegaria mais tarde em casa, o colégio era a duas quadras de sua casa, logo não haveria problemas e sua mãe disse que tudo bem, lhe pediu juízo e cuidado apenas. Isso foi uma bela desculpa que ela dera, afinal saiu do colégio e foi direto ao cemitério que ficava atrás da igreja do lado do colégio, amava aquele lugar e sempre o usava como recurso de paz.

Sentou em um túmulo qualquer, largou sua mochila de lado, pegou seu MP4 player para ouvir suas músicas e um livro, assim ficou a tarde toda, não havia ninguém nem mesmo o coveiro, para encher o saco. Caiu em um sono profundo por minutos e ao acordar, um anjo negro estava pairado em sua frente...

Assustada, arrancou o seu fone, guardou o seu livro na mochila e ameaçou ir embora dali, estava tarde já ela precisava ir embora, antes que sua mãe chegasse em casa do trabalho, porém o tal anjo lhe disse tranquilizando-a:

- Calma, eu sei tudo que você passa e vim lhe ajudar e, acredito que queira se vingar disso, posso sentir em você, não é mesmo?

Rose continuava calada e de repente, lágrimas escorreram de seus olhos, ela não era de ferro assim, tudo que havia guardado daquela segunda feira, transbordou bem ali, em frente ao anjo negro e lembranças do sábado viera em sua mente.

O anjo disse novamente:

- Não chore! Estou aqui para lhe dar um presente e incrementar algo a mais do que já está contido em você...e assim poderá seguir sua vingança a elas e a todos que lhe fizerem algo e com sua família ou quem ame, nunca mais haverá tais situações, será temida como daquela vez da caneta...estive a todo tempo lhe observando. Lhe asseguro minha integridade e, quando quiser, poderá me solicitar que virei de imediato ao seu chamado. Prazer, Samael, o renegado filho de Deus e senhor do inferno, conhecido pela alcunha de Lúcifer, portador da luz ao seu dispor.

Um sorriso surgiu nos recantos de sua boca, aceitando e inebriada com tudo que ali estava acontecendo em um simples cemitério. Abraçou o anjo e dentro dela fervia algo com mais intensidade, ela era uma vampira disfarçava isso como ninguém e somente alimentava-se no calor de situações como esta. Samael apenas lhe deu mais proteção a tudo que pudesse destruir Rose, de imortal agora também era indestrutível, ficando imune a armas sejam elas humanas ou não.

- Juízo, minha querida! Saiba usar isso ou lhe tirarei tudo e serás mera mortal e humana, além de, continuar a sofrer como antes e não vai querer isso, não é mesmo? Alertou o anjo, ela apenas balançou a cabeça em afirmação e ele sumira como um pó preto no ar, o coveiro do cemitério apareceu e pediu a Rose que saísse, já estava na hora de fechar.

Ela saiu com firmeza, cabeça erguida e pronta para arquitetar seu plano de vingança, chegou em casa antes de sua mãe e na mesa do jantar, seus pais perguntaram como foi e se a perturbaram novamente e ela disse que não, alívio para seus pais que nada desconfiaram, sabia disfarçar muito bem como propriamente dito. Seguiu para seu quarto como de costume terminar seus estudos, estava para se formar.

Um tempo breve se passou, Rose e todos se formaram no colégio e seguiram rumos diferentes, mas isso fazia parte da tal vingança, era só o começo para o gran finale! O que era de Angelique e Akasha estava bem guardado em sua mente mirabolante e seu coração alimentado de ódio, os demais, que a machucaram bastante iriam ter o seu momento devido, mas primeiro este, que ultrapassou dos limites com a tentativa de envenenamento.

“Como vou encontra-las? Onde elas estão? Qual paradeiro delas?”, pensou. Um papel voou em sua frente e começou a ser escrito em vermelho exatamente o lugar em que elas estariam por sorte juntas. Mas como assim do nada este papel e escrito assim, respondendo aos seus questionamentos mentais? Lembrou-se daquele anjo no cemitério que garantiu estar a observa-la e a atenderia sobre quaisquer coisas, por estar ligado a ela e consequentemente sentir tudo dela e isso, certamente era um chamado.

 

Angelique e Akasha estavam no Canadá, ambos os pais delas eram empresários, então sempre estavam viajando a negócios inclusive na participação política, tudo, absolutamente tudo, por dinheiro. As duas famílias das garotas incluindo-as, estavam jurados de morte em uma ocasião oportuna...

O anjo que obviamente sabia do desenrolar, avisou Rose por meio de sussurros em teu ouvido a respeito e, que, elas retornariam a Itália, aconselhando que aguardasse pacientemente, a aflição e a sede por vingança coloria teus olhos de vermelho.

De repente a bolsa de valores e as ações caem bruscamente levando a uma crise e pressão aos empresários e políticos, para que, tentassem achar uma saída viável a esta situação, ou, o chefão da nova ordem mundial, os temidos illuminati, daria um jeitinho em todos fazendo-os desaparecem misteriosamente do mapa como queima de arquivo. Logo, as famílias de Angelique e Akasha mandaram-nas de volta a Itália, dizendo que aconteceu algo, que as férias acabaram e, depois de resolverem isto, voltariam a encontro delas e, pediram para que, ficassem apenas na casa das avós e de maneira alguma saíssem de lá e assim foi feito, arrumaram suas coisas para pegar um voo pela manhã no dia seguinte.

Era momento certo para Rose seguir seu plano de vingança, sabia do caos pela mídia e ligou os pontinhos, com isto, o anjo pairou novamente em sua frente dando-lhe a autorização, o endereço da casa das avós das meninas para que ficasse apaisana esperando-as chegarem de viagem e executar o referido plano.  Neste dia, ganhou mais um presente de Samael. A essa altura, ela não precisaria preocupar-se com seus pais, pois, depois de tanto esforço e dedicação já morava sozinha e seguia sua vida normalmente, claro que, raras vezes com uma pequenina mãozinha dele e ele estaria lá, presenciando tudo e interviria caso necessário...

Angelique e Akasha chegaram à casa das avós que moravam juntas em um vilarejo chamado Florença, lugar isolado, frio, mórbido, onde a próxima casa, ficava a 5km. A que gracioso momento alegre de reencontro, era aquele! As avós eram as mais queridas por elas diante de toda família, se já eram mimadas com os pais quiçá com as avós então, não havia nenhum limite! Uma pena que o terror começaria pelo anoitecer e virar noite adentro, a previsão era de lua sangrenta, tudo conspirando perfeitamente, Rose estava a observar ao redor da casa eufórica!

Enfim o último sol para elas se pôs atrás das montanhas trocando de lugar pela majestosa noite e a lua foi sutilmente surgindo, seu eclipse estaria marcado entre 00:00 AM e 03:00 AM, como noticiado no telejornal durante o jantar e todos da casa ficariam acordados para ver. Rose estava preparando a tocaia em uma mata fechada, enquanto isso começou acontecer barulhos estranhos e ventos gelados abriam janelas e portas derrubando coisas da casa, próximo do horário do eclipse. O que certamente assustaram-nas, mas pensaram ser dos filmes de terror que assistiam na sala e apenas fecharam as janelas e as portas. Era Samael agindo ali.

Dera hora do eclipse e correram para a varanda no último andar, a lua estava bem centralizada no céu, começando a ser levemente “engolida”, maravilhas, gritaram, bateram palmas e tiraram fotos.

Quando a lua estava pela metade encoberta as luzes da casa apagaram-se, os ventos voltaram a bater forte, então a sombra preta com apenas os olhos vermelhos de Samael pairou por trás das avós e as puxaram para dentro tapando suas bocas para que não gritassem, as meninas não notaram devido ao encantamento com o eclipse e foi extremamente minucioso. Coberta e vermelhinha, a lua então ficou e, vencidas pelo cansaço Angelique e Akasha resolveram dormir, chamaram as avós e nada de resposta delas, pensaram que elas teriam ido dormir e não aguentaram ver já era tarde também. Acenderam a luz do cômodo do quarto das avós onde dormiriam juntas a cama era enorme, cabiam todos, então deparam-se com os corpos já mortos delas, estavam roxos quase petrificados, chorosas tentaram fazer algo o que nada adiantou, as almas das avós foram sugadas pela sombra, que apareceu na frente delas e sumiu de imediato. Assustadas, desceram as escadarias e saíram da casa pela porta da frente, pedindo socorro sem sucesso. Pegaram o celular e tremendo ligaram para os pais, porém todas tentativas resultaram em caixa postal ou desligado. Algo estranho estava acontecendo, avistaram uma luz e ouviram uma voz estranha chamando-as pelo nome na mata fechada e imediatamente correram para lá. Pronto, a isca de Rose funcionou para atraí-las.

Angelique e Akasha na corrida acabaram caindo em uma vala, numa gaiola que as prenderam num galho de uma árvore qualquer, continuaram desesperadamente a chorar e gritar, quando Rose surgiu majestosa, com seus cabelos ruivos e olhos vermelhos vibrantes, vestida em uma túnica preta com capuz e um candelabro com velas vermelhas, combinando em cheio com a lua de sangue e o espetáculo de morte que se iniciaria ali.

- Ora ora se não são as menininhas malvadinhas, esnobes, que tentaram aniquilar minha vida naquele sábado por envenenamento e me aporrinharam durante toda minha estadia naquele colégio mal frequentado hahahaha, que patético! Chegou o juízo final ou lei do retorno, como preferirem chamar e, calma os demais também terão o troco mas....francamente vocês mereciam ser as “primeirinhas” da fila hahaha...! Disse Rose, sarcasticamente.

- Por favor, não faça nada conosco, podemos oferecer qualquer outra coisa em troca do seu perdão, nossas avós estão mortas alguns metros daqui, apenas estávamos a assistir o lindo espetáculo da lua e queremos voltar para casa com nossos pais, por favor! Suplicou Angelique em nome das duas.

- Calem a boca garotas, aqui vocês perderam todo o direito, inclusive o de viver, o primeiro castigo vocês encontraram bem esticadas e petrificadas há minutos atrás, isso mesmo, suas doces avós! Agora tem mais este aqui que vou mostrar a vocês que querem tanto mamãe e papai... Retrucou Rose.

Logo, o clarão de uma enorme tela em holograma pairou na frente delas depois de um leve gesto de mão feito por Rose e mostrou em tempo real a execução das famílias delas, incluindo o papai e a mamãe. Eram os donos do mundo cumprindo a palavra de que transformassem em poeira todos aqueles que não conseguiram contornar a crise, a qual atingira o mundo. Elas assistiram à sessão de tortura e à morte em prantos desesperadores e Rose em um canto rindo de tudo apreciando com uma taça de sangue em mãos afinal ela é uma vampira, Samael estava a observar no alto do céu, o eclipse estava intacto ainda.

O espetáculo acabara! A tela sumira e, Rose gritara feliz e saltitante:

- CALMA GAROTINHAS!!! NÃO FICARÃO ORFÃS POR MUITO TEMPO DAREI-LHES O PRESENTE DO DOCE BEIJO DA MORTE HAHAHAHAHA!!!

Assim, veloz como todo vampiro é, Rose tirou-as da gaiola mais suas vestes, deixando-as completamente nuas amarrando-as em dois mastros, ficando as duas lado a lado e, amordaçou-as.

Ela não era qualquer tipo de vampira... E que agora o presentinho que recebera de Samael juntamente com o endereço da casa das avós das meninas e, a autorização da vingança ditos anteriormente, estava assumindo o corpo de Rose... Ganhara asas, um rabinho, uma roupa estilo cabaré em modo BDSM e um salto demonia plataforma bem fino com um chicote em mãos e uma máscara gatinho no rosto. Ela estava divinamente digna de ser chamada de gostosa!

SIM, ROSE É UMA SUCUBOS INCUBOS PODERIA ASSUMIR OS DOIS AO MESMO TEMPO DEPENDENDO DE QUEM FOSSE SUA OU NO CASO, SUAS VÍTIMAS!!! A noite de eclipse sangrento da lua vermelha e cheia tornava ainda mais perfeito momento para estes tipos de vampiros sexuais, uma vez, tendem a ficarem mais fortes, indestrutíveis e sedentos, podendo viver aproximadamente 750 anos, o que não é problema para Rose, ela é imortal e vampira sexual graças a Samael que em seus pensamentos estava orgulhoso dizendo “esta é minha garota”, já que, estava assistindo a tudo.

Então começou a passar o chicote nas meninas que imediatamente pararam de chorar e todo aquele desespero transformou-se em rendição de prazer carnal, fazendo-as ficarem de olhos fechados, soltando gemidos enquanto Rose as estimulava com carícias, mordidas de leve, chicoteadas, passadas daquela língua bifurcada, áspera como de um gato e pontiagudas, entrando em hipnose cada vez mais e assim, extraia toda energia vital delas e todo seu conhecimento e chegando ao ponto de orgasmo (ou exaustão) tremendo todo o corpo, Rose parou. Angelique e Akasha agora estavam absortas, presas em um eterno pesadelo no subconsciente. Rose deu a última chupada nos seios e nas vaginas delas e virou os mastros de cabeça para baixo e com ajuda de Samael que as segurou no alto e então Rose deitou-se em uma banheira branca que já estava ali preparada e com suas unhas afiadas, rasgou suas gargantas fazendo o sangue delas jorrar e deliciou-se tomando-o e banhando-se como  Elizabeth Bathory, a real condessa sanguinária.

Quando a última gota delas caíra, Rose saiu da banheira toda em sangue, desamarrou-as e com os mesmos mastros empalou-as como Vlad Tepes, o real empalador, fincadas pelas vaginas atravessando a boca delas, afixadas ao chão no findar daquele eclipse e daquela noite de doce vingança. Os corvos automaticamente sentiram o cheiro de carniça e vieram degustar dos restos mortais de Angelique e Akasha na mata fechada, logo, não haveria provas que prejudicasse e chegasse até Rose.

- FINALMENTE MORTAS HAHAHAHA!!! Disse Rose, festiva com sua vingança bem sucedida, abraçou e agradeceu por tudo a Samael que a parabenizou pelo grande feito. O anjo sumira como uma poeira preta e Rose assim seguiu sua vida e vingando-se a todos que fizeram e fariam a mal. Uma criatura do bem, Rose apenas eliminava pessoas más do mundo e Samael, um anjo que a auxiliava e guiava nos feitos e nevermore.

Moral da História: “O mal é apenas um ponto de vista e, as pessoas más são mais fáceis de matar e tem melhor sabor!” RICE, Anne, As Crônicas Vampirescas.

Fallen Angel – 08/08/2018.


Notas Finais


Uma lutra contra o bullying e possíveis consequências deste ato insolente...e aí???
Abraços!!!


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