História Revenge - Capítulo 4


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Patrício Diaz
Tags Ana Paula Padrão, Eric Jacquin, Henrique Fogaça, Pana, Paola Carosella
Visualizações 144
Palavras 2.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Fantasia, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não sou o papai Noel mas tô de volta com mais um capizinho haha. Eu amo muito cada interação de vocês comigo, alegram o meu dia e fazem uma diferença enorme para mim. Não canso de dizer que amo vocês 😖💖

Sem mais delongas boa leitura.

Capítulo 4 - Chapter 4


Fanfic / Fanfiction Revenge - Capítulo 4 - Chapter 4

Os produtores da band estavam radiante com a notícia de que aumentara a audiência do programa. Os números inesperadamente cresceram após a entrada da Ana Paula e, por mais que eu nunca iria assumir, a menor realmente encontrou o que gostava de fazer. O jeito que ela se entregava ao apresentar era um tanto quanto excitante. Nunca imaginei que acabaria perdendo o controle como naquele dia e, o mais surpreendente é que ela cedeu, estava tão entregue a mim que eu quis a tomar ali mesmo. Fode-la grosseiramente falando, e a fazer admitir que sempre me desejou. Entretanto Ana Paula estava diferente, mais ousada, mais determinada. E eu estava gostando disto. Podemos dizer que eu adore desafios e ela estava me desafiando, jogou as suas próprias cartas escondidas e se levantou no meio do jogo. Mas ele só acaba quando termina, em outras palavras , quando eu digo que acabou. Ana Paula vai aprender da pior forma que não se nega uma carosella.

— Bom dia. — Digo dando o meu melhor sorriso matinal carregando um café quente como o inferno. Todos respondem, menos ela. — Padrão. — Me limito a dizer sentando-me na cadeira que ironicamente era ao seu lado.

— Carosella. — Responde virando-se um pouco para me olhar. O seu perfume era de longe o mais marcante, digo isto pois ele não mudou desde quando a mesma era participante do programa. Era uma mistura de avelã com canela, nada tão doce mas também não chegava a ser amadeirado, ousaria dizer que tem um equilíbrio correto entre os dois os fazendo ser tão chamativos, deveria ser crime usar algo tão perigoso.

A voz do representante da emissora logo se faz presente dando início a reunião sobre o episódio especial de hoje. Estávamos todos em volta da mesa ouvindo as novas propostas e opinando sobre, eu particularmente não me opus a nada pois confiava na maestria do meu trabalho. Creio que um bom cozinheiro deva sair da sua zona de conforto de vez em quando, pois com isto tem a oportunidade de crescer tanto pessoalmente quanto no ambiente profissional, e só assim desfrutar do fogo sagrado da gastronomia. Tudo estava ocorrendo bem, estava quase no final e prestávamos atenção a tudo que o homem a nossa frente falava. Quando sinto algo alisar a minha coxa por baixo da mesa. Meus olhos se arregalam e eu demoro muito para raciocinar o que estava acontecendo ali. Vejo de relance Ana Paula da um sorriso de canto sem se importar em me encarar. Sua mão muda de posição rapidamente apertando a lateral direita da minha perna. Meus olhos se fecham involuntariamente por alguns segundos e a morena se aproveita desta situação para avançar perigosamente perto demais. Em um ato desesperado travo as minhas pernas retomando o fio de consciência solto.

— O que você pensa que está fazendo? — Digo perto do seu ouvido para que apenas ela ouvisse.

— Como assim o que eu estou fazendo?— Fala com a cara mais deslavada possível. — Estou ouvindo o Fábio explicar o episódio de hoje, você não? — Crava as suas unhas na minha pele me fazendo arfar.

— Paola, está tudo bem? — Fábio me pergunta com olhos preocupados fazendo todos se virarem para mim. Eu fico parada atônita sem ter o que dizer, passo a mão nos cabelos de forma nervosa e tento formular alguma frase que faça coerência. A mão da menor ainda continuava no mesmo lugar sem nenhum intenção de sair dali.

— Até eu fiquei preocupada, houve alguma coisa? — Ana Paula me diz atuando um falso personagem nocivo. Raiva e tesão, era o que eu sentia naquele momento. Queria a colocar sentada naquela mesa e retirar toda a roupa do seu corpo. Meu desejo era a deixar com marcas tão profundas que jamais poderiam ser apagadas, nem se ela quisesse.

— Me desculpem, é que não tive uma noite muito boa de sono. — Minto. — Devo ter cochilado no meio da reunião. — Dou o meu melhor sorriso convicente.

— Não é bom perder noites desse jeito, Paola. — Fogaça diz e eu sinto uma pena por ter que mentir naquele momento.

— Eu sei, isso não irá se repetir. — Sorriu e abaixo a cabeça tentando visualizar melhor as investidas da apresentadora ao meu lado. Claramente o objetivo dela era me desestabilizar, me fazer a querer ali mesmo. Mas eu não iria ficar a mercê do seu joguinho sujo, eu a mostraria que não se brinca com Paola Carosella e sai sem consequências. Sinceramente eu não sabia ao certo o que ela queria. O que ela estava querendo com isto? Porque agora e não há cinco anos atrás? Como eu dizia, Ana Paula sempre será uma incógnita. 

Me aproximo com cautela da mesma que vira um pouco o rosto na minha direção, meu nariz encosta de leve na sua orelha e ela morde os lábios fechando os olhos logo em seguida. Fora da nossa bolha a reunião ainda continuava, as pessoas presentes ali não pareciam notar a tensão sexual que rolava entre a gente.

— Me surpreende o quanto você ficou sínica. — Sussuro no seu ouvido inalando o cheiro que vinha dos seus cabelos.

— Desculpe-me? — Diz em tom de questionamento fingindo inocência. A sua voz estava mais rouca do que o normal causando um efeito imediato entre as minhas pernas.

— Se fazer de desentendida não é muito o seu forte. — Entro na sua jogada e a mesma sorrir de um jeito malicioso. A sua mão se distrai com a borda da meu vestido ameaçando invadir.

— Ora, Carosella. — Brinca com o meu sobrenome em sua boca abrindo os olhos logo em seguida. — Agora você quer ditar o que eu faço? Estamos meio que entrando em um relacionamento desse jeito, não acha? — O maldito sinismo escancarado na sua fala. Os seus dedos se apertam contra a minha pele com mais força como se quisesse me castigar por algo que eu se quer sabia o porquê tinha sido culpada.— Falando nisto me diz, como vai o Jason? — xeque-mate. — Não o vejo faz um tempo. — Menciona o pai da minha filha causando um desconforto enorme em mim, mas não o suficiente para me fazer desistir de virar o jogo. Pegando a mesma de surpresa, seguro a sua mão e abro lentamente as minhas pernas adentrando o meu próprio vestido. Sinto-a enrijecer e foi impossível um sorriso vitorioso não brotar em meu rosto. Minha calcinha a essa altura já estava pesada, fazendo com que meu sexo implora-se por algo que nem ao menos eu sabia o que era.

— Todos vocês estão de acordo? — A voz de Fábio ecoa no meu ouvido me fazendo voltar para a realidade.

— Estamos. — Falam em uníssono e eu continuo perdida sobre o que foi falo durante a reunião.

— Paola? — Fábio questiona.

— Sim, claro, totalmente de acordo. — Me enrolo ao falar. Ana Paula finalmente retira as mãos e a minha pele protesta sentindo a falta do seu calor. Logo todos se levantam e a minha vontade era de continuar ali sentada, arquitetando de qual forma eu torturaria Ana Paula Padrão.

                                      °°°

— Boa noite, crianças. — Fogaça fala fazendo os participantes rirem. — Bom, o desafio de hoje será um tanto quanto divertido de se fazer. — Suspende as sobrancelhas para mim. Dou o meu melhor sorriso mas não faço a mínima idéia sobre o que ele está insinuando. — Creio que já notaram essa caixa surpresa na frente de vocês. — Todos concordam. — Bom, podem abrir. — Ele passa as mãos umas nas outras trazendo uma expressão travessa em seu rosto. Os participantes prontamente abrem a caixa e dão de cara com frutos do mar. — Nós sabemos que não é fácil manusear essas gracinhas, mas também não é um bicho de sete cabeças. Como Hoje é o episódio especial preparamos um presente.— Olha atentamente para todos.— Vocês teram uma vantagem. —  Os futuros chefs de cozinha comemoram empolgados. — Cada um de vocês poderão escolher um de nós para os ajudar durante dez minutos. Sejam sábios e não desperdicem essa ajuda. — Só podia ser brincadeira, se eles estavam ali é porque tinham capacidade para fazer qualquer coisa sem ajuda. Maldita seja Ana Paula que me fez concordar com algo sem saber o que era. Olho para o lugar onde ela deveria estar mas não a encontro, o que é suspeito pois já começamos a gravar.

— Cadê a Ana Paula? — Pergunto discretamente para o Jacquin.

 — Você realmente não prestou atenção em nada hoje, non? — Ele brinca. — Faz parte do episódio, a Aninha vai cozinhar.

— Como? — Pisco os olhos várias vezes em discordância. — Isso foi falado hoje? — O questiono mais uma vez.

— Sim, achamos que seria um tanto quanto surpreendente se isto acontecesse. Você não? — Me lança o mesmo olhar de quando insistia em dizer que ela era a única pessoa que tinha a audácia de me desafiar sem temer as consequências. O ignoro e volto o meu foco no que o  Fogaça falava.

— Podemos ver que há um lugar vago. — Todos olham. — Hoje uma pessoa muito especial irá cozinhar junto a vocês. — Olho para o chão de modo nervoso.— Uma salva de palmas para Ana Paula Padrão. — Meu corpo todo estremece. Ela adentra a grande porta com o avental do programa bordado com o seu nome e, todas as lembranças daquela época voltam a tona. O diferencial era que: ela não era mais a mesma.

— Muito obrigada. — Sorrir para todos e volta o seus olhos para mim. — Como vocês sabem eu não cozinho profissionalmente a muito tempo. Mas o que a gente não faz por aquilo que amamos, não? — Sorrir contagiando todos os outros participantes.

— Como a Ana vai participar, também vai ter o direito de escolher um dos jurados. — Agora foi a vez do cozinheiro francês se pronunciar. — De baixo da bancada há três pequenos colares com três cores diferentes. — Todos se abaixam para conferir. — Temos o verde, o azul e o vermelho. — Diz.

— O verde representa a minha ajuda. — Fogaça fala indo um pouco para frente da bancada. — O azul do Jacquin e, o vermelho da Paola. — Neste exato momento observo um pequeno sorriso malicioso vindo de Ana Paula que passa as mãos ligeiramente pelos cabelos. — Vamos chamar o nome de cada um e vocês irão colocar o cordão nos nossos pescoços, estão ouvindo? — Fala com a voz um pouco alterada.

— Sim, chefe! — Gritam com uma certa empolgação.

— Então vamos. Michele por favor. — Fala o nome de uma das participantes que vai de encontro ao mesmo colocando o colar que o representava no seu pescoço. Ele aperta a sua mão e de um a um os participantes escolhem o seu auxiliador.

— Ana Paula. — Jacquin fala sorrindo com os olhos. A mesma olha as três cores em cima do seu balcão passando a sua mão por cada uma. Esfrega os finos dedos pela cor vermelha e os segura. Com a maestria de uma modelo, caminha lentamente até a mim. Esqueço de respirar por alguns segundos e a vejo se aproximar cada vez mais, até que finalmente ficamos cara a cara. Sem tirar os seus olhos do meu, ela suspende um pouco os seus pés para ficar em uma estatura próxima a minha. Coloca a corrente envolta do meu pescoço deixando a sua boca próxima da minha orelha.

— Agora você é minha. — Sussurra e prende o feixe deslizando-se para longe do meu corpo, mas não sem antes fazer os seus lábios escorregarem pelo canto da minha boca de maneira rápida. Meu coração estava escandalosamente agitado e eu quase fico com medo de conseguirem o ouvir. Como ela faz isto em frente as câmeras? Ela se afasta e volta para a bancada, olho para todos em minha volta e ninguém parece notar nada daquilo. Solto o ar preso em meus pulmões e conserto a minha roupa. Incrivelmente a cada dia que passa ela parecia ficar mais sem vergonha e eu não admitiria perder, não mesmo. Se eu for obrigada a me colocar em situações de risco, eu faria, mesmo que seja em pleno programa.

— Hoje eu vou ser a nova Ana. — Jacquin brinca indo para o posto que antes ela ocupava. — Vocês tem cinquenta minutos de prova e três minutos de mercado. Valendo! — Todos saem de forma desorganizada exceto ela, que parecia que detinha o tempo em suas mãos. Após esses minutos todos estavam de volta a seus lugares começando a preparar os seus pratos. Eu ainda mantinha a minha opinião sobre a Ana Paula, ainda não a conseguia vê como uma chef de cozinha, entretanto a forma como ela manuseava todos os instrumentos foi algo que me surpreendeu muito. Ela temperava e cozinhava absolutamente segura de si, diferente do passado ela sabia o que estava fazendo. Os minutos foram se passando e a maioria já tinha usado a nossa ajuda, a prova já estava quase no final e todos os pratos já estavam sendo terminados. Até que faltando exatamente dez minutos para o término da prova, ela suspende um dos braços.

— Chef Paola.


Notas Finais


Não sei vocês mas a última coisa que eu pensaria em fazer em uma cozinha com a Paola era cozinhar rs

Gente sério o engraçado é que ela acha que consegue sair por cima com a Ana Paula, Chacota né negos. Mas agora eu quero saber de vocês, façam as suas apostas 🤭


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