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História Revenge or Love? - Malec - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Olá anjos! 💜

Demorei mas estou de volta pra sua alegria 🌈🤡

Quem viu, eu coloquei em cada título dessa história uma música da cantora Aurora, primeiro que eu amo músicas e isso ajuda com os títulos pois sou péssima, e segundo que dá uma vibe perfeita pra esse universo antiguinho ( ◜•‿•◝ )♡

Esse capítulo tá mais descontraído, espero que gostem e comentem o que acharam
o((*^▽^*))o

Boa leitura! ♥️

Capítulo 8 - Queendom



– Majestade! – o homem loiro alto diz com uma animação estranha sentado em uma cadeira, Jonathan. Em sua retaguarda tinha dois homens, guardas franceses.

Quando Alec estava caminhando para onde o homem estaria, encontou Isabelle na entrada da tenda, e sua expressão não era nada boa. Entraram Alec no meio, Jace e Izzy ao seu lado. Tinha alguns guardas e líderes, Magnus estava sentado em um banco ali também. Ficaram parados encarando o homem de olhos verdes claros.

– Quer saber porque eu vim? Hum? É o que se pergunta? Eu não vim para oferecer rendição, se é o que está esperando. – a voz dele era irritantemente debochada – Eu vim para descrever seus últimos dias: Os gritos de seus homens enquanto morrem devagar. E assim, futuro rei de.. Idris não é? Parece que quer fazer da França sua nova casa, deixe-me ajudar! Vou drenar o sangue do seu corpo e te enterrar debaixo de uma árvore. Uma arvorezinha francesa. Bem jovem, bem pequena. Assim como essa sua idéia de vir aqui. Pequena. – aquilo era piada? Alec apenas escutava, assim como os outros – O som de suas esposas e crianças chorando me acalmam para dormir a noite. – Magnus bocejou nessa hora, fazendo Jonathan o olhar um pouco chocado, então ele direciona o olhar novamente para o príncipe – Você ouviu o que eu disse?

– Ouvi. Foi inspirador. – Alec tirou todas as suas dúvidas alí, naquela "conversa" – Magnus, por favor me acompanhe. Boa noite. – disse antes de sair daquela tenda com um olhar mortal em Jonathan que ficou atônito. Magnus o seguiu prontamente.

Alec estava com raiva.

Ele não sabia.. A droga desse francês idiota não sabia do por quê estavam alí! Pensavam que ele queria conquistar terras? Era nisso que acreditavam? Então ou Valentim escondia bem a sujeira do filho, ou eles eram tão cruéis a ponto de não se importar com a família das vítimas e a história delas. A segunda opção era a mais plausível.

Jonathan era a reencarnação de Valentim, aquela carinha malvada e olhos sanguinários não negavam isso.

Alec iria surpreender esses desgraçados.

– Prepare os homens para a ação. Sem perder tempo. – disse decidido deixando Magnus mudo no meio do caminho.

Magnus via a cada dia mais Alec tão diferente do príncipe que ele conheceu, a timidez e a bondade dando lugar ao rancor e ódio por causa da guerra. De fato conflitos mudavam muito um homem, mas ele não queria que seu príncipe mudasse. Seu Alexander.

Estava tão quieto e distante nos últimos dias, se preparando para o que há de vir, se preparando para o pior. Mas tudo o que ele queria era estar ao lado do moreno de olhos azuis, mais próximo e segurando a sua mão.

Temia pela vida do príncipe e sem hesitar, daria sua própria vida por ele. Temia aquela noite maravilhosa que se amaram pela primeira vez, ser a última de suas vidas.

Tinham que conversar, ele sabia disso, mas tudo estava tão bagunçado, a correria corriqueira dos soldados sempre levantando as tendas para se locomover, Alec tendo reuniões e mais reuniões, tratando de várias coisas e Magnus na sua sombra, mas sem poder lhe tocar como gostaria.

Era cansativo, mas não tinha o que fazer. Com certeza Alec percebeu seu distanciamento e interpretou como frieza e indiferença, mas não disse nada. Ele sentia como o mais jovem estava agitado com a falta de comunicação juntando a todo o resto. Mas infelizmente nada cooperava para terem uma conversa minimamente decente.

Naquela manhã eles ergueram as tendas e juntaram as coisas. Se aproximavam mais e mais. Segundo informantes, estavam á poucos dias do território onde Valentim estava.

Agora o príncipe Alec estava em uma tenda pensando, e Magnus estava ali também, calado como sempre. Ele sabia que quanto mais próximos os exércitos ficavam, mais riscos corriam com aquele território desconhecido. Tinha tantos problemas ainda, como os prisioneiros do Ciclo que eles capturaram á alguns dias. Não poderia ter misericórdia, os soldados estava começando a questionar do porque ainda os mantê-los vivos.

– Dobre a guarda durante a noite. – o moreno corta o silêncio sem olhar para o feiticeiro – Quero esses homens alerta. Qualquer um que for pego dormindo terá os olhos arrancados. E quero todos os prisioneiros franceses sejam mortos. Espetem os cadáveres em lanças á beira do rio. – apoiava as mãos na perna e olhava um ponto no chão a sua frente.

– Vou atender ao primeiro pedido. O segundo, terá que fazer pessoalmente essa execução em massa.

– O que disse para mim? – Alec o encara confuso.

– Você não é esse homem. – Magnus levanta de onde estava sentado do outro lado da tenda numas peles confortáveis e almofadas.

– Como ousa me desafiar?

– Mostre seus sentimentos aqui, comigo. Não deixe sair dessa tenda. – se aproxima da coluna de madeira que sustentava a tenda para pegar um capacete depositado em cima do baú.

– Como ousa me provocar? Eu sou o líder! – se levantou bruscamente – E onde está o temido feiticeiro Magnus Bane de que eu ouvi falar? Você está mudo desde que cruzamos o mar. Eu mesmo estou sendo meu chefe tático, meu comandante, meu próprio conselheiro. Onde está o velho e temido guerreiro Magnus Bane?! – grita com grande aborrecimento enquanto Magnus assistia a cena tentando não o encarar, mas não conseguia.

Sabia bem o quão Alec estava suportando todo o peso em suas costas e certamente estaria enfurecido com qualquer coisa.

– Só digo algo quando tem algo pra ser dito. – fala calmamente apertando a coluna de sustentação da tenda em nervosismo – Muitas vezes vi homens de guerra inventarem trabalho para eles mesmos. Trabalho que leva nada a não ser glória fútil e homens mortos. – encara os azuis vibrantes – Não sou esse homem, e essa aqui é a guerra que você escolheu travar.

Alec corta na distância deles num ímpeto de raiva, ficando a milímetros de distância do imortal, sentindo as respirações se misturarem.

– Vou estripar você bem aqui com minhas próprias mãos!

A tensão estava os rondando assim como os olhares ardiam apenas com a presença do outro perto o suficiente, como queriam secretamente.

– Você também não é esse homem. – Magnus fala devagar, tão perto, e caminha para sair dali deixando Alec inerte.

Antes que desse dois passos para longe seu braço é puxado com autoridade e violência fazendo o capacete cair de suas enquanto é virado bruscamente e prensado na madeira.

Arfou confuso e viu Alec se aproximar com um olhar de desejo apertando sua cintura com uma mão e segurando seu queixo com firmeza. O beijo veio duro e intenso. Alec explorava sua boca com gana, mordendo os lábios bem forte até doer. Pelo moreno ser mais alto, Magnus rodeou os braços nos ombros largos aprofundando mais o beijo e Alec suspendeu uma perna o segurando firme e apertando.

Não sabiam que necessitavam daquele contato até então.

– N-não podemos.. – Magnus tentou falar durante o beijo ardente.

– Sele as portas e o barulho. – Alec ordenou rouco.

O que estava acontecendo alí? Magnus estava mesmo negando algo sexual para aquele moreno perfeito a sua frente? Alec estava comandando aquela pegação sem corar, gaguejar ou ficar com vergonha?

Magnus internamente amou aquele príncipe imponente nesse momento. Aquele jeito arrogante e superior fazia seu membro dar fisgadas de tesão.

Conteu um gemido e fez um movimento com as mãos, uma poeira azul flutuava por elas.

Alec estava com raiva de tudo aquilo. Só queria acabar com aquela guerra idiota, salvar sua mãe (que o anjo ajude que ela esteja viva), e ser feliz com as pessoas que ama. A tensão entre ele e Magnus aumentava a cada dia, e estava ficando insuportável ficar num mesmo ambiente sem poder o tocar.

Só tinham dormido juntos uma única vez, e essa única vez foi a do primeiro beijo deles, a escapada no baile não durou tanto tempo como queriam, e estava quase que com abstinência do corpo do feiticeiro.

Assim que o Magnus fez a magia foi atacado novamente pelos lábios carnudos e macios do mais novo.

– Eu quero você, Magnus..

O feiticeiro entendeu o poder daquelas palavras e como o desejo do mais jovem ardeu em suas veias. Queria tanto aquilo, queria sentir Alec inteiramente nele.

– Faz o que quiser comigo, Alexander.

O príncipe começou a tirar as roupas do outro enquanto beijava o pescoço caramelo, chupando e mordendo. Pelos gemidos do imortal, ele estava gostando, então não parou até percorrer a língua por todo aquele perímetro sensível.

Já sem a parte de cima da vestimenta que usava, Magnus sentiu os beijos e chupões descer pelo seu peitoral e barriga, a calça também era abaixada com precisão e urgência. Quando Alec viu aquele membro ereto tão convidativo não tardou de o colocar na boca. Tentou fazer igual Magnus fez na primeira vez deles, e depois de algumas tentativas já abrigava todo o membro em sua boca e começo de garganta. Segurava com firmeza as coxas do mais velho e ele apertava seus cabelos ditando os movimentos e gemendo alto.

– Porra.. Isso, A-alexander, chupa todinho.. Aaaah! Que delícia.

Os olhos de Alec já escorria lágrimas pelo ar escasso e a pressão em sua garganta já dolorida pois Magnus além de ser grande, era muito grosso também. Baba escorria pela extensão enquanto os olhares se encontravam. Magnus cerrava os olhos em apreciação com aquela visão, seu garoto o chupando tão bem e ajoelhado diante de si, um pecado, com um urro abandonou a boca do mais jovem.

– N-não quero gozar agora. Quero você dentro de mim, meu príncipe.

Alec engoliu saliva e seu interior vibrou com as palavras do homem a sua frente.

Sentiu tanta falta dos apelidos carinhoso do feiticeiro.

O imortal puxou Alec para se deitarem no tapete de pele. O mais novo logo atacou a boca do outro e subia a mão pelas coxas fartas e nádegas, era tão bom apertar aquela pele. Magnus percebeu que o outro ainda estava de roupa de tratou de retirá-las rapidamente. Agora já nús e se esfregando um no outro, Magnus estava os dedos e um potinho aparece ao lado deles.

Alec percebeu o que era aquilo, era para o preparar e facilitar a penetração, só esperava que conseguisse fazer tudo certo. Com um olhar Magnus respondeu a sua pergunta muda então se aproximou da entrada afastando as pernas morenas. Com um dedo, molhou no gel do recipiente e circulou aquele buraquinho apertado. Quase gemeu ao sentir seu dedo ser esmagado tão gostosamente, logo colocou outro e fez movimentos sendo conduzido pelos gemidos do feiticeiro. Sabia que Magnus deixou de ser virgem a muito tempo atrás, mas ao vê-lo tão apertadinho assim, deduziu que ele não fazia nada a algum tempo, o que deixou um pouco desconfortável em pensar nele com outros mas bastante feliz em saber que pelo menos depois que se conheceram Alec teve toda a exclusividade para si.

Depois que o preparou, o príncipe colocou um pouco do gel em seu próprio membro e espalhou no comprimento, se aproximou de Magnus e com certa delicadeza foi se afundando no interior quente.

Soltou um gemido sôfrego pelas paredes de Magnus o apertar e acolher tão bem. Estava nervoso pois nunca tinha feito nada daquilo, e estava com medo de ser ruim e Magnus não gostar por sua falta de experiência. Mas tudo o que escutava do amante era palavras de carinho e suspiros de tesão.

Depois de sentir Alec completamente dentro de si, o feiticeiro virou trocando as posições, ficando por cima. Os dois gemeram. Começou a sentar lentamente e Alec apertava o quanto podia sua cintura descontando o prazer absurdo de ter Magnus encima de si gemendo e cavalgando devagar.

Magnus foi aumentando a velocidade e cada vez mais sentando com força e rebolando naquele falo grande. Revirava os olhos e apertava o peitoral branquinho com as unhas.

Alec sentia que a qualquer momento gozaria excessivamente pois como era virgem até alguns minutos atrás, estava sensível com os estímulos e a visão de Magnus encima de si não ajudava muito a resistir muito tempo.

– Aaahn Alexander... Que pau gostoso de sentar! – Magnus grunhiu se inclinando para morder os lábios do moreno – Cavalgar em você é o meu mais novo passatempo favorito, vossa alteza.

– Você é tão gostoso Mags.. – apertou e separou mais as nádegas fartas recebendo um sorriso malicioso de volta. – Porra! Isso é muito bom..

– I-isso, meu príncipe.. me fode gostoso!

Alec estava embebido de prazer com Magnus o chamando enquanto quicava sem parar.

– Repete por favor.. Eu sou seu príncipe?

– Aawn.. – Magnus subia e descia eletricamente, seu corpo chamava por mais e mais do de olhos azuis – Sim.. Meu príncipe.. príncipe encantado.

– Só seu.

Com uma estocada indo de encontro com a cavalgada do asiático, Alec se derramou fartamente dentro do feiticeiro, que continuou sentando até jorrar seu prazer nos abdômens.


Notas Finais


🦊💜


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