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História Revenge (Wolfstar) - Capítulo 2


Escrita por: Sra-Corvina

Notas do Autor


Como eu disse esta uma Fanfic pesada mas é claro que sempre vamos ter os nossos queridos momentos de comédia.


Obs. O próximo capítulo é o do tiroteio.

Capítulo 2 - A localização


4 anos depois…



Todos os agentes aos poucos chegavam na sala de reuniões, o clima já apresentava o inverno mais rigoroso, quase todos estavam de casaco e sentados em partes diferentes da sala, haviam se passado quatro anos do incidente e mesmo antes do assassinato de Lilian Evans, todos os agentes daquele grupo em específico tinham uma tarefa a cumprir, ninguém somente os demais agentes do FBI poderiam saber que eles trabalhavam na empresa, por isso cada um deles possuíam um trabalho à parte como disfarce nem mesmo seus integrantes de família ou amigos muito íntimos poderiam ter o conhecimento daquele trabalho, o grupo de James Potter havia sido designado há cinco anos para acabar com a máfia russa, a traição de Pedro Pettigrew tinha tornando tudo mais difícil…

Como disfarce James finge a trabalhar em um escritório de contabilidade no centro de New York assim como Sírius. Remus uma vez por semana dava aula em uma escola estadual de literatura para crianças e adolescentes. Roxy trabalhava como secretária em um escritório de advocacia. Barty como era filho do prefeito trabalhava dentro da administração do próprio governo. Régulo trabalhava em uma empresa que desenvolve a tecnologias de celulares e sua filha Lysandra como tinha apenas 20 anos fingia ser uma universitária de New York.

Aquela manhã de terça-feira estava bastante calma, nem todos os integrantes do grupo especial haviam chegado, somente Remus, Roxy e Barty estavam no local quando a porta se abriu pela primeira vez e Sírius entrou.

–Tô na área! – Anunciou Sírius entrando na sala.

–Tá animado ele. – Comentou Roxy surpresa quando Sírius se sentou ao lado da negra.

–Ah hoje é um dia incrível Roxy. – Comentou Sírius sorrindo para Remus que revirou os olhos.

–Quantos capítulos da novela eu perdi? – Perguntou Roxy.

–Nenhum, uma vez por mês eu e Sírius vamos para um estande de tiros para praticar. – Respondeu Remus ajeitando seus cabelo.

–É o encontro perfeito… – Sírius completou piscando para Remus deixando o loiro minimamente corado.

–Não é um encontro idiota! – Reclamou Remus.

–Se acalma anjo… guarda o Flerte enquanto estivermos atirando. – Respondeu Sírius dando um selinho rápido no cantos dos lábios de Remus e logo correndo para o balcão do café segurando a risada.

Remus tirou sua arma da cintura e destravou a mesma fazendo Roxy rir.

–Ele não está para brincadeira Black. – Disse Roxy ajeitando seus cabelos.

A porta Se abriu novamente e desta vez Régulo e Liz entrar discutindo em espanhol.

–No estoy diciendo que no puedas disparar misiones, ¡estoy diciendo que no deberías querer ir al frente todo el tiempo!(Não estou dizendo que não pode atirar nas Missões, tô dizendo que não deveria ir para a linha de frente toda vez) – Reclamou Régulo.

–Soy más ágil y flexible que todos aquí, tengo más capacidad para un ataque furtivo. (Sou mais ágil e flexível do que todos aqui tenho mais capacidade para um ataque furtivo) – Respondeu Liz como se fosse óbvio. – Dentro de esta sala somos compañeros de trabajo.(dentro dessa sala somos colegas de trabalho)

– ¡Nada cambiará el hecho de que eres mi hija!(nada vai mudar o fato de que você é minha filha!). – Régulo respirou fundo e segurou com carinho na mão da garota. – Eu não vou me perdoar nunca se alguma coisa acontecer com você…

Liz sorriu e abraçou o maior com força.

–Gente esse lugar tem de tudo mesmo… tô chocado. – Respondeu Barty propositalmente quebrando o clima tenso da sala, mesmo que ninguém ali fosse fluente em espanhol a convivência com Régulo e Lysandra fazia com que eles identificassem algumas palavras e portanto às vezes conseguissem entender algumas discussões. Régulo sorriu com o gesto de Barty logo desviando o olhar do loiro por sentir seu coração acelerar, o moreno soltou a filha e se sentou em sua cadeira de costume ao lado de Crouch e sua filha do outro lado do loiro. – Não fique assim, gente bonita não pode ficar triste. – Barty completou tocando a ponta de seu indicador no nariz de Régulo fazendo o mesmo rir.

–Parece que você não cansa nunca. – Respondeu Régulo olhando o loiro.

–Café? – Sirius perguntou oferecendo uma xícara a Remus.

–Você não cansa nunca de ser um idiota? – Perguntou Remus.

–Ai agente Lupin, assim você magoa meus sentimentos. – Disse Sírius se sentando ao lado do loiro com sua xícara de café na mão.

– Me desculpa por machucar seus sentimentos quando eu te chamei de idiota, eu só... Jurava que não era nenhuma novidade. – Respondeu Remus fazendo os demais rirem.

–E quando a gente pensa que não lá vem o Tio Remus com uma pérola nova. – Disse Liz dando risada.

–Ai Remus… se esforça mais um pouquinho para esconder o que você sente por mim, porque não tá dando certo. – Disse Sírius dando um gole no café.

–Esse seria um ótimo momento para entrar um saxofone. – Comentou Barty.

A porta se abriu e fechou pela última vez quando Potter entrou, ele retirou o sobretudo pesado o deixando em um cabideiro ao lado da porta e foi até a cafeteira já pegaram a sua xícara.

–Você costuma chegar um pouquinho mais cedo James. – Comentou Remus.

–Tenha um adolescente de 15 anos rebelde em casa que você vai entender o que é nunca mais conseguiu chegar na hora. – Respondeu James depois de encher sua xícara com cuidado se sentando em um dos sofás que havia por perto.

–Se tá muito difícil de lidar com Harry, deixa ele uns dias na minha casa. – Sugeriu Sírius.

–Para ele continuar fazendo as perguntas sobre a Lily para você? – Questionou James suspirando. – Eu disse para a empresa que a desculpa do acidente de carro não ia dar certo, ela tava na calçada de casa, nem tinha conseguido entrar no carro.

–Precisa de uma história mais convincente, ou de algo que faça vocês dois se unirem e ele parar de perguntar. – Respondeu Régulo.

–O Harry é lerdo, não burro, um desculpa não vai adiantar… – Pontuou Liz.

–Tá, esquece o meu filho alguém me dá uma boa notícia… – Pediu James.

–Bom… os rastreadores locais pegaram o sinal bem fraco Bambi, próximo ao Colorado. – Explicou o retângulo usando o apelido íntimo que tinha dado a James.

–Mandaram algum grupo de busca? – Perguntou James.

–O superior achou inútil, disse que o Colorado é muito grande e não tem muita civilização. – Disse Barty.

–Mas o celular dele continua com sinal perto da área. – Respondeu Sírius.

–Não é o suficiente para achar ele… – Comentou Roxy.

Quando menos esperam o notebook ficava no centro da mesa sempre com o mapa aberto e os localizadores acesos começou a fazer barulho, todos rapidamente se levantaram do seu lugar e remus puxou o notebook para mais perto ele se amontoaram e começaram a observar, alguns pontos perto de Boston piscavam.

–É o rastreador do FBI do Rabicho… – Comentou Barty.

–Achamos o filha da puta! – Exclamou Remus sorrindo.

–Certo, esperamos quatro anos para que isso acontecesse… Nem acredito que vou dizer isso mas precisamos ir com calma, não é só uma questão pessoal, não é só pela Lily, é todo amor ganização criminosa que vem matando 553 pessoas por mês no mundo todo, procurem uma desculpa, vamos nos dividir em dois grupos um vai ficar aqui na base e o outro vai viajar para Boston imediatamente. – Disse James e todos concordaram sérios.

O clima de tensão e seriedade foi quebrado com o toque do celular de James, o mesmo atendeu sem ânimo.

–James Potter. – Disse o homem de óculos enquanto andava pela sala.

–Você não é o James Bond, francamente Potter, atenda o telefone de descentemente. – Reclamou Petúnia fazendo James revirar os olhos.

–O que você quer Petúnia? Eu tô ocupado. – Perguntou o James soltando um longo suspiro.

–O dia de ação de Graças é nesse final de semana e mesmo que não concorde inteiramente, meu marido e eu achamos que fosse decente que você e o "seu filho" comparecessem. – Respondeu Petúnia com sua voz esganiçada.

James olhou para os amigos rapidamente e estalou os dedos como se pedisse uma desculpa, todos se olharam e começaram a pensar em algo silenciosamente, os segundos eram poucos mas logo algumas das mímicas deram uma ideia a James.

–Não sei se vou comparecer Petúnia, Harry eu vamos viajar no final de semana… – Comentou James fazendo um sinal positivo.

–Me explique, que tipo de adolescente quer viajar com o pai? – Perguntou Petúnia não acreditando na desculpa.

–Eu e meu filho temos uma ótima relação Petúnia, pela última vez você não tem a necessidade ou o direito de se meter na criação dele. – Respondeu James logo desligando o telefone.

–Isso significa que você vai levar o Harry para Boston? Enquanto vamos matar o Rabicho? – Perguntou Remus.

–Não sei, ainda estou pensando… Você tem uma base da máfia russa em bosta eu não posso levar ele, como eu vou levar ele e 138 na mala sem que ele pergunte porque eu tenho um 38? – Perguntou James.

–Para caça? – Sugeriu Roxy.

–Convenhamos Roxy eu não sou esse tipo de homem. – Respondeu James.

–Vamos pensar nesses pequenos detalhes depois, talvez levá-lo seja mais seguro do que deixá-lo aqui… afinal todo parente que estiver minimamente ligado conosco ser deixado nessa cidade é um perigo quantos ainda ficaram vivo? – Perguntou Régulo.

–Já perdemos Alice e o Frank, e a Lily… não sabemos quem é o próximo levar um tiro de sniper. – Disse Sírius suspirando fundo, Remus segurou na mão do Black mais velho igualmente sentido.

–Ainda assim a gente já tem uma vitória, descobrimos onde ele está. – Comentou Régulo.

Logo eles começaram a discutir uma estratégia e foram definidos os seguintes grupos, Remus e Sírius ficariam em New York administrando toda a missão através de rastreadores e comunicadores com o restante da equipe na mesma sala que sempre se encontravam. Já em Boston James e Roxy faria uma linha de frente, Régulo e Barty iriam pelos fundos e Liz ficaria com a sniper em algum canto mais distante do local.

Após o fim da reunião Régulo e Remus ficaram na sala, os demais já tinham partido para casa e como os dois dividiam um apartamento não tinham pressa para sair.

–Quando vai ceder aos encantos do meu irmão? – Perguntou Régulo.

–Quando vai perder o medo de começar um relacionamento com o Barty? – Remus retrucou e os dois deram risada.

–A gente é uma piada… – Disse Régulo soltando um riso soprado.

–A gente só deu azar de gostar dos dois seres humanos mais prostitutos que existem em New York. – Comentou Remus. – Liz sabe que você ainda tá apaixonado pelo Barty?

–Não sabia… – Respondeu a voz da garota surpreendendo os dois entrando na sala com um sorriso gentil. – Mas estou muito feliz em saber...

Régulo corou desviando o olhar da filha, mesmo que a sala estivesse escura era perceptível a mudança de cor de suas bochechas não somente pelas temperaturas elevadas, o moreno mexeu em seus cabelos na tentativa de disfarçar aquele sentimento tão chamativo.

–Hija… nem cria esperança. – Pediu Régulo.

–Ele gosta de você, caramba ele deixa isso tão óbvio papá. – Respondeu Liz ajeitando seu rabo de cavalo.

–Com o trabalho que a gente tem é muito difícil conciliar esse tipo de coisa, cada tiro que a gente dá é menos humano que a gente se sente… fora que eu não tenho muita sorte no amor... Eu tenho azar no jogo, azar no amor, azar na sorte… – Respondeu Régulo tombando sua cabeça pra trás.

–Azar no azar… – Completou os remos e os três riram. – Tá vamos fazer assim eu saio encontro com seu irmão se você dá uma chance com o Barty.

Régulo olhou o amigo pensativo sobre a proposta depois disso trocou um olhar com a mesa polida de madeira e em seguida para olhar com a sua filha quase consegui a ver com 11 anos de novo, mas agora já era uma mulher de 20, ele concordou com a cabeça com uma expressão de que se arrependeria no segundo seguinte.


Notas Finais


A gente desculpa não importa o universo, para mim Remus e Régulo sempre vão ser os apaixonados da história ❣️❣️


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