História Reverse Falls - A terceira irmã - Capítulo 1


Escrita por: e Nandinha111

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais
Tags Dipper, Mabel, Pacifica, Reverse Falls
Visualizações 28
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E ai galera? Eu e minha prima estamos trazendo uma nova fanfic aqui para vocês. Eu realmente espero que gostem. Desculpem qualquer erro e boa leitura.

Escrita por Stragfanfic

Capítulo 1 - Nossa irmã


16 anos atrás...

Após o nascimento uma linda garotinha de olhos azuis. Sua mãe a colocou no  berço e observou a garotinha dormir tranquilamente. Ela passou os dedos ao redor do rostinho da garotinha. E colocou um pigente no bebê, onde está escrito o seu nome e sobrenome...

- Pacifica... Seu nome será Pacifica. - disse a si mesma e sorrio triste. - Me desculpe Pacifica... Eu realmente espero que no futuro você me perdoe. - Uma lágrima desceu do rosto da mãe. - Eu não estou te abondonando querida... Estou te protegendo... Te protegendo de pessoas ruins. - Ela disse observando a filha dormir.

Pacífica abriu os olhos lentamente e encarou a sua mãe... A porta do quarto da garotinha foi arrombada, fazendo com que Pacifica se assuste e logo ela começa a chorar. A mãe olhou para o garoto que acabou de passar pela porta em passos lentos. Ele tem cabelos loiros que caem sobre o seu rosto, ele usa um chapéu e um terno preto e amarelo... Ele é o Bill... Bill Cipher.

Rápidamente a mãe de Pacifica agarra a mesma e vai para longe de Bill exasperada. Bill avista uma adaga que havia em cima do criado mudo, ele a pega sem pressa alguma e observa o objeto.

- Sabe que ninguém me passa para trás... Não sabe senhorita Pines? - perguntou Bill.

Ele direcinou o olhar para a mãe e logo olhou para Pacifica.

- Deixe-a em paz Bill!! - Trovejou o pai de Pacifica.

Um sorriso perverso brotou nos lábios de Bill.

- Uma flechada... Dois coelhos mortos. - Debochou Bill.

- Se quiser a nossa filha... Terá que nos matar! - Disse o pai.

Bill olhou para ele e sorrio novamente.

- Com prazer... 

Ele se aproxima do senhor Pines em um movimento rápido, e enfiou a adaga na barriga do mesmo. A senhorita Pines em choque, correu segurando o bebê, em direção a saida. Ela destranca a porta apavorada e corre o máximo que pode no meio da floresta, tomando cuidado para não machucar a Pacifica. 

"Eu não vou deixar Pacifica nas mãos da quele assassino... Eu não posso falhar com ela... Como eu falhei com Dipper e com a Mabel... " - Pensou ela enquanto corria.

Saindo da floresta ela avistou uma carroça e uma mulher idosa e muito pobre. Sem pensar duas vezes a mãe correu até a carroça e colocou Pacifica lá dentro. Era o único jeito... Era a única maneira de Pacifica poder ter uma vida normal... Sem seres sobrenaturais ou algo do tipo. Percebendo que Bill está próximo a ela, a mesma correu... Ela sabia que Bill a seguiria, então ela correu para o mais longe possível da Pacifica. Porém a senhorita Pines também sabia que nunca mais verá a sua filha... Pois ela sabe que Bill irá pega-la e que ele não vai deixar isso barato.

13 anos depois.

Pacifica...

Estou no colegio a esse momento. Falta poucos minutos para a aula acabar e eu poder voltar para o ofanato. Logo ouço o barulho do sinal tocando. Arrumo meus materiais lentamente. Não tenho pressa alguma para voltar pra quele lugar. Caminho distraida pelo corredor da escola que já está vaziu... Paro de caminhar com a estranha sensação de está sendo vigiada. Olho ao meu redor atenta a qualquer barulhinho. Ao perceber que estou simplesmente ficando louca, dou de ombros e volto a olhar para frente. Quase tenho um enfarto ao ver um rapaz loiro na minha frente. De onde ele surgiu?!  

- Você é a Pacifica Pines. - Senti que não foi uma pergunta...

- Er... Sim, sim... - Mesmo assim respondi. - Se me der lincença... Estão me esperando... - Afirmei com um sorriso forçado no rosto.

- Não estão mais... Pacifica. - Disse ele.

Engoli em seco e me afastei daquele cara.

- Eu os matei. - Acrescentou.

Arregalei os olhos espantada... Olhei para ele novamente... E só ai que eu percebi sangue em suas mãos.

- Até que em fim te encontrei Pacifica... - Ele disse em um tom medonho.

              Atualmente...

Mabel Pine...

Dipper jogou alguns papéis na mesa, suponho que seja para mim ver. Peguei os papéis e folheei cada um. Assassinatos! Mortes misteriosas e blá blá blá... Parece que meu irmãozinho, se divertio bastante matando essas pessoas. Mas eu não entendo... Por que ele não escondeu os corpos? Era pra nós sermos transparentes.

- O que tem a dizer sobre isso Mabel?! - Dipper perguntou Provavelmente irritado.

- Eu não tenho nada a dizer sobre isso irmãozinho... Apenas que você deveria ter mais cuidado. - Avisei.

Ele me encara.

- Eu já avisei a você Mabel! Se alguém souber que praticamos magia negra... - o interrompi.

- Hey! Eu não fiz isso!! - Exclamei indignada.

- Nós somos os únicos, nesta cidade, que usamos as almas das pessoas para nos fortalecer Mabel! Então é melhor que me diga a verdade... - Disse Dipper em um tom de ameaça.

- Eu já disse, e não vou repetir! - Afirmei cruzando os braços.

Dipper se aproximou de mim ameaçadoramente. Permaneci o encarando e em pé na sua frente,

- Se não é você... Quem é Mabel? - Ele perguntou entredentes.

- E eu vou lá saber Dipper! - Respondi irritada.

- Seja lá quem for... Precisamos mata-lo imediatamente, ou... Ele vai atrair os caçadores para cá. 

Dipper em fim percebeu que eu não estou mentindo. Nunca fui boa em mentir, ainda mais pra ele. Fitei minhas unhas por um breve momento... Desviei o olhar para as fotos e observei atentamente aquelas marcas no corpo da vitima.

- Ou mata-la. - Afirmei observando um simbolo no braço da garota.

Dipper pegou a foto que eu estava olhando. Aquele simbolo apenas uma garota pode fazer. Uma garota pertubada e sem um pingo de piedade... Uma garota como eu... Mas como?

Dipper não demostra mas eu sei que ele está confuso. Pois apenas alguém da nossa familia pode fazer isso. 

- Se você estiver mentindo para mim Mabel... - O interrompi.

- Não estou. - Revirei os olhos. - Por que eu mentiria? Não tenho medo de você ou das suas ameaças Dipper. 

- Deveria ter Mabel... - Disse ele 

- Que nada! Você é inofensivo igual a um dalmata fofinho... -  Debochei.

Dipper me olhou por breves segundos, com um olhar que... Talvez, só talvez mesmo, me deixa nervosa...

- Então... - Deixei a frase morrer na esperança com que Dipper a completasse.

- Parece que temos uma irmãzinha Mabel. - Sorriu.

Eu literalmente não sei como responder ou como reagir... Eu tenho uma irmã? Isso é bom ou ruim? 

- Vamos... Vamos... - Eu não sei por que não consigo perguntar.

- Se vamos mata-la? - Dipper perguntou sério. - Infelizmente não podemos mata-la... Não por que se ela morrer, morreremos... Laços familiares e blá blá blá. Por que acha que eu sempre me seguro para não te matar maninha? - Dipper perguntou com um sorrisinho idiota.

- Seu idiota! Por que nunca me contou isso?! - Bufei e chutei um objeto qualquer que estava no chão.

- Vamos Mabel... Precisamos conhecer a nossa irmãzinha... - Disse Dipper caminhando em direção a porta.

- E como você vai acha-la imbecil?! - Pergunto entredentes.

- Como acha que eu te encontro... Quando você tem a brilhante ideia de fugir para alguma festa Mabel? - Perguntou Dipper rindo da minha cara.

Bufei e sai irritada na frente do Dipper. Entrei no carro e bati a porta do mesmo com força. Dipper me olhou de uma forma ameaçadora...

- Se fizer isso denovo... Juro que acabo com você... - Ameaçou

Revirei os olhos e Dipper sorrio, acelerando o carro. 

Ele dirigi atentamente... É incrível como Dipper sabe onde ir. Um tempo depois paramos em frente a uma casa normal. Dipper observou o local por breves segundos.

- Ela está ai... - Ele disse abrindo a porta do quarto e saindo.

Fiz o mesmo. Batemos na porta da casa como visitantes normais, para não chamar muita atenção. Tempo esperando e ninguém abriu...

Pacifica Pines...

- Droga... - xinguei ao ouvir alguém batendo na porta.

Jennifer já está morta para a minha alegria. E não tem mais ninguém aqui além de mim e o seu corpo. Eu não tenho culpa se ela foi idiota o bastante, a ponto de me insultar no colégio. 

Outra vez ouço aguém bater na porta. Eu poderia abrir e matar. Mas sinto que isso será um erro... Sinto uma magia negra vindo de lá de fora... Será o Bill?! M-mas... Como ele me encontrou..?  Como ele sobreviveu?!

Tratei de me livrar desses pensamentos. Pois eu matei o Bill eu vi ele morto... Ou espero ter matado, caso o contrario ele concerteza vai me achar e...

Balancei a cabeça desconcertada. Ouvi a porta ranger. Me escondi atrás do balcão, implorando para essa pessoa não me encontrar. Escutei passos em minha direção. Meu coração acelerou... 

- Ela não está aqui Dipper! - Era uma voz feminina.

- Sim, está... - Uma voz masculina.

Suspirei aliviada ao perceber que não era o Bill... Mesmo assim eles são perigosos... Eu sinto isso.



Continua...





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