História Reviravolta (natiese) - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Nataliesmith, Natiese, Priscillapugliese, Romance
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Palavras 1.858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Confusa


Meu nome é Priscilla Pugliese. Sou filha da cozinheira e do motorista dos Smith's. Na maioria do tempo eu gosto da minha vida, mas quando Natalie aparece tudo muda e eu desejo a morte. Nunca vi uma pessoa gostar tanto de me humilhar. Eu pedi para os meus pais me trocarem de escola, não revelando o motivo é claro, mas Natalie já o capeta e cercada dos amiguinhos fica muito pior. Ela não é assim com todos, trata minha mãe e meu pai super bem, o problema é comigo mesmo. Só me chama de aberraçãozinha por causa da minha interssexualidade. Os pais dela são um amor, sempre nos ajudaram e nos tratam super bem.

Agora estou sentada na sala, assistindo aos clipes na TV, claro que foi a Dona Clara que me permiti ficar aqui, não gosto de me aproveitar, mas minha paixão é a música e ela sabe disso, por isso sempre me convida para assistir, mas dessa vez ela saiu para resolver algo e me deixou sozinha. Ela me chama quando vai tocar piano, ela me ensinou a tocar para falar a verdade e agora tocamos juntas. Ela me pede para cantar e ficamos um tempo na sala de musica.

Natalie: Olha a aberraçãozinha! Acho que a senzala que de casa é lá nos fundos. - Fechei os olhos, absorvendo essas doces palavras e me levantei deixando a sala. - Obrigada por limpar um pouco o ambiente. Tchau aberraçãozinha.

Cheguei a meu quarto, como Natalie disse, nossa casa era nos fundos da mansão dos Smith's e a janela do meu quarto tinha a vista para a piscina. Depois de um tempo sentada na minha cama, olhando pro nada, Natalie aparece de biquíni e deitou-se na espreguiçadeira de bruços. Às vezes eu penso que é pra me provocar, mas ela me odeia tanto, então volto à realidade e me deito fitando o teto. Se ela não fosse tão bonita, eu não me importaria com as ofensas, mas dói cada vez que ela me insulta. Quando os Smith's me convidam para o almoço ou jantar na casa deles, eu me pego olhando demais para ela, a boca, os olhos e de repente sinto meu peito arder. Não quero sentir isso, além de pobre, ter um amor proibido é demais pra mim. Nem proibido, está mais pra nunca vai ser correspondido. Amor? Porque eu estou divagando sobre amor?

Roberto: Filha?

Eu: Oi papa!

Roberto: Você já está ai? Não gostou dos clipes?

Eu: Hoje eles estavam chatos.

Roberto: Vem me ajudar a fazer um bolo para sua mãe. Ela chega tão cansada.

Eu: Claro! - Fui para a cozinha e o ajudei. - Papa... Como você soube que gostava da mama?

Roberto: Foi bater o olho nela e meu coração disparou. Não sabia no que iria dar, mas a única certeza é que eu tinha que ficar com aquela moça. Porque a pergunta?

Eu: Não sei. Só fiquei curiosa.

Roberto: Sei... Tem alguma garota na jogada?

Eu: Não pai. Que garota ia querer ficar comigo? Por favor.

Roberto: Porque não ficariam? Você é linda e super especial.

Eu: Sou pobre e tenho um pau. Isso é bizarro.

Roberto: Você tem que parar de se degradar assim. Não somos tão pobres assim e ter um pau não é defeito. Ainda mais quando ele é grande deste jeito.

Eu: Fale isso pra todos que me chamam de aberração.

Roberto: Não importa falar pra eles, se esse preconceito continuar na sua cabeça. Você é meu tesouro Priscilla! Nosso tesouro e somos muito orgulhosos de te ter como filha.

Eu: Amo você papa!

Roberto: Também te amo anjo. Agora vamos dar um jeito nisto aqui, daqui a pouco sua mãe chega e estraga a surpresa.

Depois que jantamos, ficamos jogando banco imobiliário na sala e depois fomos deitar. Meus pais acordam muito cedo para trabalhar, então estamos acostumados a dormir super cedo. Fiquei pensando no futuro, esse é meu ultimo ano e vou me mudar para uma faculdade perto da casa dos meus tios. Não vou precisar me incomodar com Natalie e vou seguir minha vida, longe das provocações e humilhações dela.

Acordei no meio da noite e escutei barulhos do lado de fora e fui olhar na janela. Era Natalie, estava na piscina, louca para pegar um resfriado, só pode. Ela nadou um bom tempo, e eu? Fiquei como uma tarada admirando aquele corpo lindo dela. Ela pode me pisar, mas a beleza dela é inegável. Ela saiu da água e fiquei encarando ela. Ela me olhou e prendendo o olhar no meu, sem sorrisos de deboche, totalmente séria. Ficamos uns minutos assim, até ela despertar e sair correndo para dentro de casa. Que porra foi essa? Banho gelado para baixar esse troço agora.

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Na manhã seguinte, estava tomando café e meu pai me chamou.

Roberto: Entregue o jornal para o Mike. - Assenti e fui até a casa. Estavam todos a mesa, capeta, o irmão mais velho Chris, que é um amor de pessoa e joga games comigo, Taylor a mais nova dos irmãos Smith e é um doce, Clara e Mike, ele que pede para que o chamem assim.

Eu: Bom dia. - Todos reponderam. - Seu jornal senhor Smith.

Mike: Mike Priscilla. É Mike!

Eu: Mike. - falei sorrindo e me retirando.

Mike: Tome café conosco.

Eu: Muito obrigada, mas já tomei café.

Clara: Que pena, mas vou te esperar às 10h na sala de musica.

Eu: Tudo bem. - Meu sorriso se alargou. Eu amava ficar um tempo tocando e cantando. Quando deu a hora marcada, cheguei à sala, meu pai e minha mãe estavam lá. Estranhei. - O que está acontecendo?

Patricia: Dona Clara nos chamou aqui.

Clara: Clara, Patricia. Já cansei que dizer que não precisamos e formalidades.

Patricia: Desculpe, não conseguimos.

Clara: Chamei vocês aqui porque eu queria te entregar uma coisa Priscilla e seus pais devem ser os primeiros a saber. - Ela me entregou um envelope e eu o peguei. - Pode abrir. - Eu abri e quase cai para trás de emoção. Era uma carta de aceitação na melhor universidade de música de New York.

Eu: Mas como?

Clara: Tenho um amigo na bancada de admissões e mandei um vídeo seu cantando. Ele ficou louco e conseguiu tudo para você ingressar lá. Só que você terá que ir amanhã, pois ele conseguiu vaga para esse semestre. Falei com sua escola e como você tem boas notas, você terá que fazer uma prova final hoje e ganhará o diploma.

Eu: Não posso. Não tenho onde ficar.

Clara: Tem sim. Existe uma republica para estudantes lá e um amigo do Mike conseguiu um emprego pra você lá. Não terá que se preocupar.

Meus pais me abraçaram e eu agradeci muito por ter um anjo como dona Clara em minha vida. Eles já eram muito gratos por tudo, agora então...

Eu: realmente nem sei como agradecer.

Clara: O mérito é todo seu. Seu talento fez isso. - Eu fui correndo para escola pra fazer a tal prova e meus pais ficaram agradecendo a dona Clara. Eu quis fazer uma faculdade dessas, mas todas exigiam uma parcela muito cara e na minha escola nem tinha disciplina relacionada a isso. Fiz a prova e depois de um tempo esperando, ela disse que eu havia passado e mandaria o diploma para minha casa ainda hoje.

Dona Clara liberou meus pais para passarmos o dia juntos. Curtimos bastante, depois de muita insistência deles, compraram umas roupas para mim. Tudo perfeito, depois de um "boa noite" regado a lagrimas, fomos dormir, desta vez tarde. Não queria me separar deles, mas sempre sonhei com mais para mim. Depois eu volto e tomara que podendo ajudar eles de alguma forma. Desperto com umas batidinhas na minha janela. Abro os olhos e é Natalie. Abri a janela e Natalie entrou no meu quarto.

Natalie: É aqui a toca da aberraçãozinha?

Eu: Me acordou essa hora para falar isso? Sério mesmo?

Natalie: Na verdade. - Ela se aproximou, me empurrando com o indicador até eu cair na cama. - Eu sempre tive curiosidade sobre você aberraçãozinha. - Ela falou tirando a blusa e o short. Ficando somente com uma calcinha verde pequena. Combina com seus olhos. Será que ela pensou nisso quando vestiu? - Você me acha atraente? - Assenti. - Claro... Quem não acha?- Ela sentou no meu colo e começou a roçar a intimidade no meu membro. O que esse demônio quer comigo? - Você é virgem? - Assenti. - Claro que é. Quem vai ficar com uma aberração como você?

Eu: Eu falo isso sempre. Quem vai querer? - O sorriso sumiu do rosto dela.

Natalie: Vou te ajudar com isso. - Ela levou as mãos e arranhou minha barriga, sem deixar de se movimentar sobre meu membro ereto. - Você é bem grande.

Eu: Isso é ruim?

Natalie: Não muito, só no começo, mas depois passa. - Então ela tirou a calcinha e se deitou. Me deitei sobre ela e estiquei meu braço para pegar uma camisinha no meu bidê. - O quê? Você já tem um pau, acha que pode engravidar alguém? Isso seria muita bizarrice! - Tirei minha cueca e ela arregalou os olhos. Me deitei novamente sobre seu corpo e ela me guiou até sua entrada. - Vai devagar! - Assim o fiz, fui o mais devagar consegui e quando uma boa parte dela já estava lá dentro parei. Depois de um tempo ela começou a se movimentar e eu a acompanhei. Toda vez que eu tentava tocar nela ela tirava minha mão, ou toda vez que eu tentei beijá-la ela virava o rosto, acho que para demonstrar o desprezo que sentia por mim, mas do meu pau a puta estava gostando. Cansada de tentar um contato a mais com a capeta, sai de dentro dela, que ficou totalmente perdida e me sentei na cama.

Eu: Comanda você, mas acaba logo com isso. - Ela sentou no meu pau e começou a rebolar, gemendo baixo e mordendo meu pescoço. Eu estava concentrada para não gozar muito rápido, é minha primeira vez, mas não quero dar a ela outro motivo para debochar de mim, mas não dá pra negar que ela é muito gostosa. Ela deve estar fazendo isso porque vou embora e ficou com pena de tudo que fez comigo. Sei lá! Ela é um ser muito complexo para mim. Senti uma pressão enorme em minhas bolas, uma sensação de êxtase me dominou, quando a senti ficando mais apertada, o corpo dela tremeu uma... Duas... três vezes e ela gemeu alto demais e caindo sobre mim. Devo ter enxergado o céu. Foi uma sensação mais gostosa que já havia sentido. Ela levantou e vestiu as roupas.

Natalie: Espero que você não banque a apaixonadinha e fique correndo atrás de mim pelos cantos da casa. - Ela não sabe que eu vou embora? Agora ferrou tudo aqui. Essa mulher é louca.

Eu: Pode ficar despreocupada com isso. Você não vai nem me enxergar. - Falei abrindo a janela e ela saiu, ficou me olhando de um jeito estranho e entrou em sua casa. Foi uma boa despedida pelo menos. Afinal, gostosa ela é e eu não serei virgem pra sempre.







Baseada em Camren😌



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